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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Vito Carioca e João Paulo Ramôa respondem a José Bariga

Zé LG, 16.06.14

O artigo de opinião “Beja a Ferro e Fogo”, que José Barriga publicou no Diário do Alentejo - http://da.ambaal.pt/noticias/?id=5707 – obteve, como resposta, depois de alguns comentários feitos por Júlio Raimundo, antigo presidente da Cooperativa Proletário Alentejano - http://alvitrando.blogs.sapo.pt/beja-a-ferro-e-fogo-2720748, um “Direito de resposta” de Vito Carioca, Presidente do Conselho de Gestão do IPBeja - http://da.ambaal.pt/noticias/?id=5758– e um “Esclarecimento”, de  João Paulo Ramôa, Presidente do Conselho Geral do IPBeja - http://da.ambaal.pt/noticias/?id=5760.

Se a ideia era pôr água na fervura, como parece ser o caso de João Paulo Ramôa, que conclui o seu esclarecimento afirmando “E se devemos contribuir para o debate expurgados de tabus, também devemos ter a capacidade de isolar o principal, do secundário”, já o mesmo não parece acontecer com Vito Carioca, que, logo no início do seu direito de resposta afirma: “I. O dr. José Barriga omitiu a devida e necessária declaração de interesses e não referiu, para que todos pudessem saber à partida as verdadeiras razões da sua declaração, o vínculo de proximidade e familiaridade que o liga ao senhor eng.º José Velez: essa mistura de interesses e disfarce de intenções deve ser conhecida de todos para que não fique a ideia de manipulação da opinião pública”.

Vamos ver o que se segue. Para já pode-se dizer que o artigo de José Barriga teve o mérito de provocar a discussão de instituições de Beja, que não devem ser vistas com “vacas sagradas”, até porque, tal como escreve João Paulo Ramôa: “O debate, o contraditório, a discussão, não só é bom,  como é basilar numa academia de ensino superior, em que a irreverência e o inconformismo deve ser um constante estado de espírito.”