“Um país que apaga... da memória coletiva não indicia nada de bom”
«Um país que apaga Clara Pinto Correia, Constança Cunha e Sá e Teresa Caeiro da memória coletiva e que, por exemplo, o principal canal público de televisão tenta apagar Raquel Varela e quase contrata para comentador um extremista de direita que se gaba de ser “o embaixador da masculinidade tóxica”, não indicia nada de bom: indicia que Portugal está a ficar moralmente decrépito; ... se tornará um país em que os crimes de incitamento ao ódio e à violência aumentarão mais de 200 %; ... se transformará num país em que a violência contra as mulheres será diária e em que pelo menos duas mulheres serão assassinadas por mês; …»Jorge Campos Macedo, aqui.
