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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“UM DESCANSO (QUASE) ETERNO” NO NÚCLEO MUSEOLÓGICO DA RUA DO SEMBRANO

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Até há poucos anos admitia-se que o “mundo” funerário da Idade do Bronze nos Barros de Beja, “na serra” e no “campo de Serpa” era constituído quase exclusivamente por cistas. A identificação de novas estruturas funerárias, na tradição arquitetónica do Neolítico e do Calcolítico, veio demonstrar a existência de uma maior diversidade de sepulcros.

Sem a monumentalidade dos monumentos funerários dos períodos anteriores, estas estruturas - bem como outros vestígios arqueológicos - sofrem a ameaça do crescente dinamismo agrícola em curso na região. Será possível valorizar estes vestígios que num passado recente projetaram, através das taças de tipo Santa Vitória e de tipo Odivelas, o nome da região pelo mundo? É uma das questões que a conferência de hoje procura dar resposta. A sessão começa às 21.30 horas.

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