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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

ULSBA FORTEMENTE DESCAPITALIZADA EM RX E TAC

Segundo uma nota de imprensa do Grupo Parlamentar do PCP, o Governo confirmou que a Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo está fortemente descapitalizada em equipamentos de imagiologia, nomeadamente de RX e TAC e deixou a garantia que está a trabalhar com a administração da ULSBA no sentido de se promover uma candidatura para poder ultrapassar este problema. 

AQUI e AQUI.

25 comentários

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    Anónimo 30.05.2016 15:45

    A ULSBA está descapitalizada em recursos de equipamentos porque não é só só nível do Serviço de Imagiologia, e também em recursos humanos. Estes dois tipos de investimentos têm sido muito mal geridos. Há equipamento que não é substituído há mais de uma década e os recursos humanos , só abundam as cunhas que as gestões vão colocando, que nada fazem.
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    Anónimo 30.05.2016 18:43

    Agora os "criticos do hospitalocentrismo" é que são os responsáveis dos equipamentos de radiologia do hospital estarem inoperacionais. E estão feitos com os interesses privados da radiologia, a qual é exclusiva dos médicos hospitalares.
    Haja um pouco de vergonha na cara.








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    Anónimo 30.05.2016 18:57

    Esses críticos fizeram trabalho ideológico a justificar o não investimento.
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    Anónimo 31.05.2016 09:17

    Os criticos do hospitalocentrismo apenas protestam com a centralização abusiva dos serviços nos hospitais, quando muitos deveriam estar nos centros de saúde ou afins e não nos privados.
    Isto para estarem mais perto e acessiveis das populações.
    Práticas estas que são correntes nos países desenvolvidos e organizados, com reais ganhos de saúde para as populações, profissionais e até de rentabilidade económica.
    Ao contrário dos países atrasados e terceiromundistas, que constoem hospitais enormes e quase ingeriveis, para os seus politicos e para-politicos se auto-promoverem e tentarem enganarem e demonstrar ao povo que estão preocupados com a sua saúde e bem-estar.
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    MF 31.05.2016 09:19

    É precisamente o que pretendemos fazer. Numa palavra: integração. Deixem essas críticas para onde se aplicam.
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    Anónimo 31.05.2016 09:33

    Que é o caso do Hospital de Beja. Daí que as populações do norte do distrito fogem cada vez mais para os hospitais de Évora e as do sul para os do Algarve.
    Enquanto isto, o hospital de Beja vive para o seu egocentrismo e visão hospitalocentrica dos seus responsáveis. Considerando os centros de saúde como uns filhos de um Deus menor assim como quem lá trabalha.
    Desinvestindo de tal forma, que estes têm cada vez mais as paredes e o mobiliário. Quanto às populações dos concelhos limitrofes que apanhem os autocarros e que venham tratar-se ao hospital de Beja.
    Só que os podem apanhar para Beja ou ir para outro lado, que é cada vez mais frequente.
    Fica aqui o alerta.
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    Anónimo 31.05.2016 09:38

    A sua insistência nessa teoria já cansa. Os cuidados de saúde primários há muitos anos levam a maior fatia do orçamento. Julga porventura que faz um sistema de saúde sem concentrar os equipamentos pesados?
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    Anónimo 31.05.2016 10:20

    "Os cuidados de saúde primários há muitos anos levam a maior fatia do orçamento." sic..
    Não diga blasfémias. Tenha juizo.
    E sobretudo espirito democrático.
    Este como qualquer tema, pode e deve aqui ser debatido.
    Ou há assuntos tabus?
    Ou simplesmente não lhe interessa falar aqui do assunto, porque o incomoda.
    Assim sendo, explique nos lá porque é que lhe incomoda tanto sempre que aqui se fala desta aberração que é o hospitalocentismo do hospital de Beja?
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    Anónimo 31.05.2016 11:29

    Segundo o que a ACSS indica para as contratualizações feitas pelas ARS com as Unidades Locais de Saúde, a ponderação para os Cuidados de Saúde Primários é de 40%, enquanto para os Cuidados Hospitalares é de 30%.
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    Anónimo 31.05.2016 13:33

    Exatamente. Pouco mais. E isso não é hospitalocentrismo?
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    Anónimo 31.05.2016 16:17

    Acham pouco...
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    Anónimo 31.05.2016 17:31

    Claro que sim. Quer que eu lhe faça as contas?
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    Anónimo 31.05.2016 17:48

    Mas quais contas! Tanto disparate! Hospitalocentrismo , sabem o que é ? Tem alguma coisa a ver com contas e mais das que não sabem fazer. Isto é uma Unidade Local e como tal tem de ser gerida.De facto os exitos de tal gestão não são conhecidos, mas daí !! o que querem? Deixar de ser Unidade Local? façam uma petição publica, pela mudnça , se a desejam ou por uma gestão mais integradora , eficaz e eficiente dos recursos desse todo, e conduzam-na ao sitio certo.
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    Anónimo 01.06.2016 09:43

    Já há muitas pessoas arrependidas pelo facto de ser uma ULS. Só serviu até agora para alimentar e aumentar ainda mais o glutão do hospitalocentrismo instalado.
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    Anónimo 01.06.2016 10:05

    Que grande treta de teoria! Tem piada que no Hospital a opinião dominante é exatamente a oposta...
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    Anónimo 01.06.2016 14:18

    Treta, é o teu post. Anónimo das 10:05.
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    Anónimo 01.06.2016 14:50

    Anónimo das 14:18: entende-se que a intenção destes comentários segregacionistas é cavar o fosso entre níveis de cuidados de saúde, o que seria claramente prejudicial, para os utentes e o para o próprio SNS. Um tal objetivo, que insinua veladamente a coberto de pseudoargumentação pretensamente igualitarista, tem de ser desmascarado como oportunista e facilitador do setor privado. O caminho que interessa desenvolver, já anunciado pelo Governo, é o do reforço da Medicina Geral e Familiar, da integração entre níveis de cuidados de saúde e a facilitação da mobilidade entre unidades prestadoras de cuidados diferenciados.
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    Anónimo 01.06.2016 15:32

    Anónimo das 14:50. O hospitalocentrismo não nasceu e existe por acaso. Há interesses instalados dos quais não se arreda pé, defendidos até por pessoas de esquerda e que sabem muitos bem de onde vem o dinheiro dos impostos que o alimenta.
    Daí que não haja dúvida que o entendo e muito bem.

    Espanta-me é a sua agressividade PIDESCA e a sua visão autocrática e ditatorial ao ponto de instigar ao medo com intuitos persecutórios e até defender a caça às bruxas, aliás
    tal como aconteceu e era prática no anterior CA do PS.

    Medite lá um pouco nesta sua frase, isto porque o que aqui se pretende é apenas um debate que se quer sério e educado, mesmo quando se defendem pontos de vista diferentes. E a qual ao meu ver, merece um reparo e até se tiver dignidade para isso um pedido de desculpas:
    "Um tal objetivo, que insinua veladamente a coberto de pseudoargumentação pretensamente igualitarista, tem de ser desmascarado como oportunista e facilitador do setor privado".

    25 de ABRIL SEMPRE. FASCISMO NUNCA MAIS.
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    Anónimo 01.06.2016 15:50

    Anónimo das 15:32: se FASCISMO NUNCA MAIS, porque não assume publicamente as críticas que como cidadão tem o direito democrático a fazer? Quanto a sentir-se ofendido, quem não quer ser visto como lobo não lhe vista a pele. A autofagia é uma velha pecha da esquerda. Hospitalocentrismo era o que existia antes de ser criado o SNS. Usar esse conceito nos dias de hoje só pode levar água ao moinho dos que esfregam as mãos ávidas de clientela que foge do SNS por obsolescência dos equipamentos. Faça o 25 de Abril na sua cabeça!
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    Anónimo 01.06.2016 16:52

    Você, pessoa aqui muito bem identificado (há, há, há,..), sugere "porque não assume publicamente as críticas que como cidadão tem o direito democrático a fazer?" sic...
    É preciso ter lata, hem?
    Será que não tem aí nenhum espelho por casa?

    Depois baralha tudo, baralha os conceitos, baralha as ideias, baralha..., baralha,.. para depois acabar com chavões sem sentido como o da iniciativa privada.
    Quando o que aqui se debate é a transferência de competências dos hospitais para os centros de saúde, de forma a que os cuidados médicos integrados cheguem e sejam o mais acessíveis possível às comunidades, sobretudo as mais distantes do meio hospitalar.

    O que me parece é que você só de ler aqui a palavra "hospitalocentrismo", a dita mexe consigo de tal forma que perde por completo as estribeiras.
    Daí que toda a tentativa de diálogo e debate do tema, se torna impossível. Além de não haver qualquer tipo de empatia ou comunicação, devido ao seu radicalismo programático.
    E eu sinceramente não quero que tenha algum enfarte ou trombose por causa disto.
    Motivo que vou ficar por aqui.

    Quanto ao ser ou não anónimo, dizer-lhe que sou uma pessoa simples, que não gosta de dar nas vistas e que detesta o protagonismo.
    Mas que está atenta à realidade de todos os dias da sua região e que de forma educada e respeitosa, aqui neste blog pretende dar o seu contributo despretensioso para o desenvolvimento e bem-estar de todos os seus conterrâneos, sem exceção.
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    Anónimo 01.06.2016 17:29

    Tive um professor de matemática que dizia que o direito à asneira é sagrado...
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    Anónimo 01.06.2016 17:51

    Operações nos centros de saúde?
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    Anónimo 01.06.2016 19:34

    A tentativa de baralhar e perturbar este debate chega ao ridículo.
    E com que arrogância, prosápia, deselegância e pseudosapiência se inquire e se polui aqui o ambiente.
    Com que então não há mais nada além de "operações" nos centros de saúde.
    Olhe, já que há aqui quem tanto defenda o hospitalocentrismo, vão mas é vender xuxas para a porta da maternidade.
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    Anónimo 01.06.2016 19:37

    De facto, isto está ridículo.
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