Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
08
Set 14

A Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) comemora os 35 anos do Serviço Nacional de Saúde (SNS), através da implementação, nos centros de saúde, de testes de VIH.

A data é assinalada no dia 15, mas a ULSBA comemora a efeméride durante todo este mês, com a colaboração do Agrupamento dos Centros de Saúde do Baixo Alentejo, que se associou às comemorações, através da divulgação da implementação de testes de VIH, em alguns centros de saúde da sua área de influência.

Os testes de VIH, cuja divulgação tem como mote “Se tem dúvidas, faça o teste!”, são dirigidos a toda a população, gratuitos, rápidos e confidenciais. O resultado é dado em 30 minutos.

As acções de divulgação começaram hoje, no Centro de Saúde de Castro Verde.

In: http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=3762

e http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=4936

publicado por Zé LG às 23:35
Há pouco mais de um ano, o CA da ULSBA começou a comemorar o 34º aniversário do SNS encerrando camas do hospital. Continuando esse tipo de comemorações, o que haverá para comemorar para o ano que vem?
COMEMORAÇÕES??? a 10 de Setembro de 2014 às 12:57
Poderiam comemorar também as obras de reparação do pavimento do bloco operatório, com corte de fita pela Directora Clínica,Olhe , que arranjarão sempre qualquer coisinha para comemorar.
Anónimo a 10 de Setembro de 2014 às 19:40
O cA mais incompetente da historia do Hospital! Parabens
xx a 11 de Setembro de 2014 às 06:19
E sabe como qualificar o anterior CA com dois mandatos?Como permaneceu a fazer que geria durante tantos anos?
Que danos provocou na ULSBA , materias e humanos?
São por muitos já conhecidos! então o anónimo que sabe qualificar este CA como o pior , saberá ainda melhor porque é que este é o pior e como o comparou com o anterior , que atributos positivos e negativos ,de ambos, permitiram essa afirmação? Era bom que os elencasse para fundamentar esse seu diagnóstico afirmativo e repare que não estou tomamdo qualquer partido. Não acho é razoável fazer esses juízos de valor sem qualquer fundamentação técnica , a não ser que se trate de um desses anónimos , profissionais da casa, a quem este CA teve que regularizar os seus proveitos económicos, que eram na ordem dos milhares, pagos indevidamente do tal erário público. Mas creio que não, e essa afirmação não foi senão um seu desabafo que também se poderá aplicar ao anterior no sentido " que raio de Conselhos de Administração nos governam no Hospital,cada um pior que o outro ?"

JMAS a 11 de Setembro de 2014 às 11:10
Deve estar a falar de contratos feitos pela atual PCA.
Anónimo a 11 de Setembro de 2014 às 13:10
bem metida... !
Anónimo a 12 de Setembro de 2014 às 23:09
Que se saiba a actual PCA não fez contratos milionários , até porque não tem dinheiro . Mas se o tivesse talvez os fizesse ....nem sequer emendou todos os anteriores.
JMAS a 13 de Setembro de 2014 às 08:50
Antes deste CA, era administradora dos recursos humanos. Elaborava contratos. Claro que o dinheiro é (devia ser...) de todos.
Anónimo a 13 de Setembro de 2014 às 11:46
Quando as instituições perdem as suas referências, históricas e culturais, tudo nelas se degrada.
M a 13 de Setembro de 2014 às 22:40
E porque perdem as suas referências? As instituições são as pessoas que as marcam/ qualificam e por isso mesmo passamos a denominar algumas organizações de instituições.Então se elas se degradam é porque as pessoas , melhor algumas pessoas, deixaram de ser referência e outras pessoas não se tornaram essa referência/matriz/modelo/alguém a imitar. Vejamos que tal pressuposto faz sentido a todos os níveis funcionais e hierárquicos e como tal essa "degradação" é responsabilidade de "todos",não?
Rita a 15 de Setembro de 2014 às 11:40
Exatamente, Dra. Rita! Mas em proporções diferentes...
M a 15 de Setembro de 2014 às 18:51
Naturalmente , Dr. M.
Rita a 15 de Setembro de 2014 às 20:26
Prof., sff.
M a 15 de Setembro de 2014 às 20:53
É indiferente um prof. também ê Dr., já um Dr. pode não ser Prof.Mas como os títulos são coisas sem importância para o caso, até acho que em contexto de blog são ridículos , por isso simplesmente Rita ou se quiser , Prof. Rita.
Rita a 15 de Setembro de 2014 às 21:22
O seu tom sempre foi professoral.
M a 15 de Setembro de 2014 às 21:36
E o Sr. prof. que afinal parecer conhecer bem,não deveria ter cometido a falha de me qualificar com um título que não usei.
Mas encerremos este assunto ,Sr. M.
Rita a 15 de Setembro de 2014 às 21:46
A César o que é de César. Não usou mas tem. Para manter a troca de galhardetes com punhos de renda, é necessário usar. Para contento do blog.
M a 15 de Setembro de 2014 às 21:56
Qual galhardetes com punhos de renda! É coisa com que não me preocupo, talvez o Prof. se preocupe mais porque assim o exige e fez questão de não se acomodar com o Dr que atenciosamente usei na resposta.
E o blog prefere a Rita e o M , tal como todos os outros sem títulos , que por aqui abundam, não acha? Simplesmente "opinions makers"' sem qualquer título.
Rita a 15 de Setembro de 2014 às 22:16
Os 'opinion makers' não tem todos a mesma qualificação. Todos os cidadãos contam de igual modo, mas as capacidades de contribuição são diferentes. "De cada um segundo as suas possibilidades" (socialismo)...
M a 15 de Setembro de 2014 às 23:19
Naturalmente, mas não precisam de títulos para cada um opinar segundo as suas possibilidades.Obrigado pela correcção do erro . A destrinça de contribuição faz -se mesmo pela sua diferente capacidade , sem exibição de título.(socialismo conceptual). Continuemos então a manifestar os nossos diferentes contributos aqui no Alvitrando , porque o LG o permite.
Rita a 15 de Setembro de 2014 às 23:35
Já aqui alguém se queixou do "mediquez". Por ser evidente a sofisticação do pensamento, a linguagem da sua expressão não necessita de títulos. Incomoda, tenha-os ou não. Em Beja é tradicional nivelar por baixo.
M a 15 de Setembro de 2014 às 23:54
M e Rita: não chega já de conversa da treta? Que saco.
Anónimo a 15 de Setembro de 2014 às 23:22
Sr. Anônimo,da minha parte terminou,tem razão.
Rita a 15 de Setembro de 2014 às 23:36
Não seja malcriado Sr. Anónimo. Na asserção que usou, exclamativa, "saco" é sinónimo de bolsa escrotal. Noutra asserção, na verdade estamos com o saco cheio de balelas que aqui se tem dito. Quando alguém começa a falar mais a sério, fogem do assunto como diabo da cruz.
Anónimo a 15 de Setembro de 2014 às 23:49
Valorizemos o SNS com os diferentes contributos.
Rita a 16 de Setembro de 2014 às 00:14
OK
M a 16 de Setembro de 2014 às 00:19
Então os supostos "stakeholders empowerment"da saúde não existem? não me digam que a pobreza local é tamanha que já não tem nada a dizer! Continuemos que mais do mesmo é que interessa,não?
Alguém a 1 de Outubro de 2014 às 14:35
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