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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

ULSBA APRESENTA O MELHOR TEMPO MÉDIO DE RESPOSTA GARANTIDA

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A Administração Central dos Sistemas de Saúde publicou no início deste mês informações sobre os “tempos médios de resposta no Serviço Nacional de Saúde (SNS)”. Nos dados divulgados, referentes ao passado mês de abril, a ULSBA é a que apresenta a percentagem mais elevada de cumprimento do tempo médio de resposta garantida para a primeira consulta hospitalar.

Nos dados divulgados, a média nacional é de 73% e na ULSBA é de 77%.

A ULSBA é também, a Unidade com o tempo médio de espera mais baixo, 86 dias, para a primeira consulta e 80 dias para a cirurgia programada, quando a média nacional é de 115 dias para a primeira consulta e de 91 dias para a cirurgia programada.

Na região Alentejo, a ULSBA apresenta, igualmente, o melhor tempo médio de resposta para a primeira consulta hospitalar, 84 dias, e para a cirurgia programada 76 dias, quando a média regional registada foi de 102 dias para a primeira consulta hospitalar e de 97 dias para a cirurgia programada.

11 comentários

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    Ana Matos Pires 10.06.2016 09:06

    PS: A elevada percentagem de doentes que faltam às primeiras consultas de especialidade, na maioria das vezes sem aviso, é um problema real que dificulta o planeamento desta atividade. Desde logo uma falta corresponde a um outro doente que não é visto. Este aspeto é geral no país, não diz apenas respeito à ULSBA, entenda-se.
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    AAH 10.06.2016 10:30

    O Tempo médio de espera para consulta é um indicador médio e que merece trabalho conjunto e articulado,de gestão interna monitorização e resolução de problemas relacionados com factores adjacentes.
    É meu entendimento,que não ê possivel discuti-los aqui, de modo tecnicamente razoável, sob pena de deixarmos os utentes, como o Lopes Guerreiro, preocupados, e com razão, como aqui, muito bem expressou.
    Gostaria de o tranquilizar,não sei se consigo, ao dizer-lhe que deve esperar do SNS aquilo que ele lhe pode dar, e ele devia poder dar-nos o que precisamos , no momento certo. As uns melhor e mais, a outros menos e menos bem, em função das necessidades de cada um , e dos tais factores adjacentes intrínsecos a gestão em saúde. Aqueles factores /aspectos da gestão dos recursos materiais e humanos que permitem prestar os cuidados que cada um dos utentes necessita,mas só alguns esperam. Sem pretender dar lições, mas um bom gestor, a todos os níveis, por exemplo o médico director que gere as consultas está a praticar um acto de gestão operacional, e como dizem" alguns livros" um bom gestor é aquele que faz as coisas certas no momento certo. Se assim for LG , fique mais descansado e considere a sua questão legítima e oportuna.
    A título meramente indicativo,venho acrescentar meia dúzia de questões:

    Qual é a taxa de absentismo nas primeiras consultas por especialidade? E nas consultas subsequentes?Se são valores que pesam em actos de gestão , que medidas são tomadas para resolver esse problema? Estão implementadas, sao monitorizadas?
    Qual a percentagem de doentes referenciados ao médico de família após a realização da primeira consulta da especialidade?
    Qual o tempo de espera ,em dias, das especialidades dos extremos(mínimo e máximo) que determinam os valores médios calculados?É que se um extremo é elevadíssimo, há que resolver somente esse problema pontual, porque induz em erro grave , quer o utente,quer a tomada de decisão.
    Como se processa a integração de cuidados numa unidade local, ao nível do pedido de consultas em algumas especialidades, e além do cumprimento da legislação sobre a matéria? Quais as especialidades que podem e devem trabalhar de modo mais eficaz e eficiente com os cuidados de saúde primários?
    Há especialidades cuja consulta tem tempos médios de espera praticamente nulos? Se ,quais e porquê? São essas especialidades que devem ser tornadas públicas, se desempenham um trabalho de mérito? Podem servir de modelo organizativo?

    E assim por diante...não esquecendo que o Líder é "aquele que faz a coisa certa" bem diferente do gestor com que anteriormente argumentei. A complexidade da gestão nas organizações de saúde, não é por acaso evocada, é que é mesmo uma organização complexa, o dito hospital público.
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    Ana Matos Pires 10.06.2016 17:36

    Todas as questões que levanta são transversais a qq instituição de saúde, não funcionam, portanto, como variáveis espúrias na avaliação individual de cada uma delas.
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    AAH 10.06.2016 18:45

    As questões que levantei permitem compreender , interpretar, analisar e ainda responder a decisões de gestão para melhorias do indicador ,"tempo médio de espera para uma consulta", em qualquer hospital público. E foi este indicador ao ser conhecido permitiu ao LG colocar a questão :"estarei à espera do que o SNS não pode dar"? Nada mais do que isto e tão somente isto.
    Já quanto ao indicador "tempo médio de espera para uma cirurgia "que o LG também colocou, as questõe
    para a respectiva análise e interpretação ou ainda melhorias, não são essas, e não foram por mim abordadas. Evidentemente que serão também comuns a qualquer hospital público.
    Estamos a falar de análise e interpretação de indicadores e nada mais porque todos os indicadores que caracterizam variáveis, devem ser analisados e contextualizados.Neste caso os indicadores "tempo médio de espera para consulta da especialidade"e "tempo medío de espera para cirurgia" são dois , de entre outros indicadores ,que caracterizam a variável"acesso aos cuidados de saúde especializados"e que são medidos de igual modo para qualquer hospital e como tal comparáveis entre si.
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    Anónimo 10.06.2016 18:58

    Vou corrigir e utilizar correctamente o nome do indicador"tempo médio de resposta garantida para a primeira consulta hospitalar"
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    Anónimo 10.06.2016 19:17

    TMRG = Tempo MÁXIMO de Resposta Garantido
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    AAH 10.06.2016 19:25

    Sim esta correcto.Mas nao invalida o que referi.Obrigado.
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    Anónimo 10.06.2016 19:32

    Máximo, tem outras implicações...
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    AAH 10.06.2016 20:09

    Sim, também tem alguma razão,O doente até pode ser atendido em menos dias ou não esperar nada, mas continua a ser oportuno e adequado tudo o que está dito.
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    Anónimo 10.06.2016 20:22

    Daqui a pouco estamos a debater questões e analisar indicadores com uma profundidade que a maior parte dos serviços clínicos da ULSBA nunca experimentou. Na verdade, são muito poucos os serviços do Hospital em que os Diretores debatem esses números com os colaboradores. A presente exigência de rigor na gestão pública implica que essa realidade mude, aliando a transparência dos resultados ao envolvimento dos profissionais. É certo que essa necessidade já há muito foi apontada, mas o atual CA nunca o quis.
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