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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Tributar os super-ricos e as grandes empresas é a saída para as atuais crises simultâneas”

Zé LG, 16.01.23

img_ART_LABJOR_Ladislau-Dowbor_capaPO_20190610.jpgLançado para coincidir com o primeiro dia do Fórum Económico Mundial em Davos, na Suíça, o relatório intitulado “Sobrevivência dos mais ricos” revela que 63% de toda a nova riqueza criada desde 2020, no valor de 42 biliões de dólares (39 biliões de euros), beneficiou apenas 1% da população mundial. O montante representa quase o dobro do dinheiro ganho pela restante população mundial (99%). Na última década, este 1% arrecadou quase metade de toda a nova riqueza gerada.
“Tributar os super-ricos e as grandes empresas é a saída para as atuais crises simultâneas”, argumentou a diretora-executiva da Oxfam International, Gabriela Bucher, que rejeita o “mito conveniente de que os cortes nos impostos para os mais ricos permitem que a sua riqueza de alguma forma beneficie economicamente os outros”.

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