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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“TRATA-SE DE UMA OPORTUNIDADE ÚNICA”?

Zé LG, 04.03.15

Talvez no caso de Beja e outras cidades, não seja tão importante que as autarquias assumam estas responsabilidades.
Agora no caso de concelhos por exemplo como Mértola ou Almodôvar, que andam sempre com problemas e reivindicações na saúde e até na educação. Mas sobretudo na primeira.
Trata-se de uma oportunidade única, de deixar de depender totalmente do poder central nestas competências. E ter uma palavra na resolução e apoio efetivo aos seus munícipes.
Anónimo a 23 de Fevereiro de 2015 às 09:59


Trata-se da grande oportunidade que os municípios do interior e que lutam desde sempre pela melhoria das suas condições em termos de saúde, educação e não só, têm.
Claro que há que reivindicar e negociar condições, mas à partida rejeitar todo e qualquer tipo de responsabilidades, depois de anos e anos a fazer barulho em prol desses objectivos, parece algo redundante e de difícil aceitação pelos seus munícipes.
Vamos lá ver então quais são as autarquias que têm coragem, dão o passo em frente e assumem as responsabilidades.
Anónimo a 24 de Fevereiro de 2015 às 09:11
AQUI

3 comentários

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    Anónimo 04.03.2015

    Nesta como noutras questões, o futuro abre-se consoante os recursos públicos o permitirem. Todos conhecemos a prática de autarquias endinheiradas, que trataram de construir vistosas obras faraónicas, "pour épater les bourgeois". Terão as autarquias do Alentejo, particularmente Beja, disponibilidades financeiras para construir e manter centros de saúde dignos?
  • Sem imagem de perfil

    Anónimo 04.03.2015

    As autarquias do nosso distrito teriam de gerir os seus recursos conjugando-se nas associações intermunicipais, porque pode haver carências mais gritantes em pequenos concelhos, de parcos recursos, que devam ser alvo de prioridade na atribuição solidária de meios. As entidades regionais devem ter obrigação por zelar pela correção de assimetrias dentro do seu território. Mais uma razão para a regionalização. Descentralizar sem prever como se obtém meios para cumprir as novas atribuições seria um logro.
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