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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Criar um diálogo” entre Pisões, Beja e o Museu regional, “valorizando todo o território”

Zé LG, 20.05.22

Pisões-1024x703.jpgA União de Freguesias de Santiago Maior e São João Batista, o Museu Regional de Beja e a Universidade de Évora (UÉ), através do seu Laboratório HERCULES, assinaram um protocolo para estudar e valorizar o acervo das escavações realizadas no sítio arqueológico de Pisões, no concelho de Beja, considerada “uma das mais originais ‘villae’ romanas da Península Ibérica”.
O professor António Candeias, da UÉ, explicou que o acordo prevê a cedência, por parte da união de freguesias, de um espaço na aldeia de Penedo Gordo, onde será colocado o acervo proveniente de Pisões e que está depositado no museu regional, com “O grande objetivo” de “criar as condições para que agora seja possível desenvolver todo um estudo em torno do espólio das escavações”.

Nova reitora da Universidade de Évora defendeu a criação de “uma voz única” na defesa dos interesses do Alentejo

Zé LG, 10.05.22

Sem nome.pngHermínia Vasconcelos Vilar, a nova reitora da Universidade de Évora, defendeu a criação de “uma voz única” na defesa dos interesses do Alentejo, afirmando que este é o desígnio para o seu mandato que agora se inicia.
A nova equipa reitoral é constituída pelos vice-reitores João Valente Nabais, Ana Paula Canavarro e Paulo Quaresma e pelos pró-reitores Ana Fialho, Vítor Nogueira, Clarinda Pomar, Paulo Mendes e Augusto Peixe.

Campus Sul, um ´desassossegar’ dos problemas das áreas do interior e litoral do sul

Zé LG, 08.04.22

imgLoader2.ashx.jpgEnsino, investigação e inovação são os eixos que conduzem o novo projeto da Universidade de Évora (EU), da Universidade Nova de Lisboa (UNL) e da Universidade do Algarve (UALG) para agitar o sul do país. O consórcio entre as três instituições de ensino pretende “promover o desenvolvimento de uma área específica do território nacional através da valorização social, cultural e económica”, colocando ao serviço do sul o melhor conhecimento possível para “responder aos desafios que a região enfrenta, ou seja, a resiliência, a coesão territorial e a sustentabilidade”.

Em termos práticos o objetivo é criar ciclos de estudos em determinadas áreas importantes da e para a região, como a agricultura, o mar e o património, o turismo, a energia e a gestão da água, que em conjunto com os Centros de Conhecimento Aplicado e Inovação para a Sustentabilidade (CAIS), constituídos por qualquer “ator da região, seja ele do setor público, privado ou social” possam interligar os conteúdos teóricos e os conhecimentos reais e profundos vividos no território.

O Campus Sul, pretende não só ser uma experiência transformadora no ensino, mas sobretudo um ´desassossegar’ dos problemas das áreas do interior e litoral do sul, como por exemplo a falta de mão-de-obra qualificada, o envelhecimento populacional e o elevado índice de desertificação.

Hermínia Vilar eleita reitora da Universidade de Évora

Zé LG, 03.04.22

20220331180459822.pngHermínia Vasconcelos Vilar, de 59 anos, é professora associada com agregação do Departamento de História da UÉ e diretora e investigadora no Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades (CIDHEUS).

A futura reitora da academia alentejana mostrou-se “emocionada” com a sua eleição e assinalou o “enorme sentido de responsabilidade pelo voto de confiança” que lhe foi dado pelo conselho geral, destacou como prioridades para o seu mandato a definição de “um plano de rejuvenescimento do corpo docente e não docente” e a “consolidação de áreas como a saúde e a agroalimentar”, acrescentando que: “Temos também que pensar no problema do alojamento universitário que afeta os estudantes da UÉ e preparar candidaturas a vários programas”, pois, “é importante que a universidade concorra e tenha êxito”.

O ato eleitoral foi disputado ainda por outros três candidatos: António Candeias, do Departamento de Química e Bioquímica, José Bravo Nico, do Departamento de Pedagogia e Educação, e Paulo Quaresma, de Informática.

OLEAdapt pretende ajudar olivicultores sobre as oliveiras em que devem apostar no futuro

Zé LG, 13.03.22

P1100885 - Cópia.JPGUma equipa de investigadores da Universidade de Évora (UÉ) desafia os agricultores, associações, cooperativas e empresas a estarem atentos aos olivais: ao registar a localização do seu olival e identificar as variedades associadas, ajuda-os a desenvolver uma base de dados de distribuição geográfica das variedades cultivadas em Portugal. A informação partilhada pelos olivicultores permitirá aos investigadores ajudar a indústria do olival a adaptar-se melhor às alterações climáticas, aumentando a resiliência desta cultura agrícola. A ideia é transferir conhecimento sobre quais as variedades que os olivicultores devem apostar no futuro.

O projeto OLEAdapt é liderado pela Universidade de Évora, no qual participam vários investigadores do MED, e tem como parceiros o CEBAL e o INIAV e é financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia.

Cinco candidatos às eleições para Reitor da Universidade de Évora

Zé LG, 06.03.22

202112201526551597.jpgAs eleições para reitor da Universidade de Évora (UÉ) estão marcadas para o dia 31 deste mês. Entre os dias 24 e 30, realiza-se a audição pública dos candidatos para que possam expor o respetivo programa de ação. A cerimónia de tomada de posse do novo reitor está prevista para 09 de maio.

Às eleições apresentam-se quatro candidatos que são professores da UÉ (José Bravo Nico, do Departamento de Pedagogia e Educação, António Candeias, de Química e Bioquímica, Paulo Quaresma, de Informática, e Hermínia Vilar, de História) e já tinham confirmado as respetivas candidaturas. A novidade é a candidatura de Rita Louro Guerreiro, professora ligada à área da saúde numa instituição dos Estados Unidos.

UÉ integra projeto “Olivares Vivos+”, que vai certificar “o compromisso dos olivicultores com a conservação da biodiversidade”

Zé LG, 23.10.21

202108101628216277.jpgA Universidade de Évora (UÉ) é a representante de Portugal numa rede europeia que vai “desenvolver um certificado que garante o compromisso dos olivicultores com a conservação da biodiversidade”. O projeto, denominado Olivares Vivos+, é financiado pelo Programa LIFE na área de Natureza e Biodiversidade e integra, além de Portugal, Espanha, Itália e Grécia.

O projeto visa também, face às alterações climáticas, “contribuir para uma maior resiliência e resistência do olival, uma cultura chave para a economia da Europa mediterrânea em geral e de Portugal em particular", destacou José Herrera, coordenador nacional do projeto.

Abílio Fernandes diz que Honoris Causa reconhece "coletivo e população"

Zé LG, 14.10.21

202110081555032788.jpg“Considero que esta ousadia da reitora” da Universidade de Évora (UÉ) é “um reconhecimento daquele período, em que não fui só eu”, mas sim “todo um coletivo e uma população” que colaboraram para “construir um país novo”, afirmou o ex-autarca, no final da cerimónia de atribuição do doutoramento.
Nas declarações aos jornalistas, Abílio Fernandes admitiu que foi surpreendido e que “esta homenagem não estava” no seu “programa”, uma vez que, já era “um cidadão pacato” e andava ocupado na sua vida e com a família.
“Foi surpresa, mas, ao mesmo tempo, foi muito gratificante, não tanto por mim pessoalmente, mas por tudo o que esta cidade e as pessoas fizeram durante aquele período em que todos nos podemos orgulhar de termos dado um grande salto na vida do nosso país para a democracia”, sublinhou.

Abílio Fernandes sempre igual a si próprio. Uma homenagem merecida. Muitos parabéns!

Abílio Fernandes recebe Doutoramento Honoris Causa pela Universidade de Évora

Zé LG, 10.10.21

abilio_fernandes-678x381.jpegO Doutoramento Honoris Causa pela Universidade de Évora a Abílio Fernandes, antigo presidente da câmara deste concelho, vai ser outorgado na próxima quinta-feira, às 11:00, na sala de atos do Colégio do Espírito Santo, após a pandemia de covid-19 ter adiado a cerimónia. O discurso laudatório vai estar a cargo de Rui Namorado Rosa, professor emérito da Universidade de Évora.

Abílio Miguel Joaquim Dias Fernandes, de 83 anos, natural de Moçambique, é licenciado em Finanças pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras de Lisboa e foi presidente da Câmara de Évora durante 25 anos, entre 1976 e 2001. A reitora da UÉ, Ana Costa Freitas, salientou que o autarca “teve um contributo inegável, a seguir ao 25 de Abril de 1974, para a afirmação do Poder Local”. O centro histórico de Évora foi reconhecido em 25 de novembro de 1986 como Património Mundial pela UNESCO.

Universidade de Évora sobe 500 lugares na investigação

Zé LG, 19.04.21

research_ue.pngA Universidade de Évora (UÉ) subiu, em 2020, cerca de 500 lugares no European Research Ranking, que avalia um grupo de mais de mil instituições de 27 países europeus com projetos de investigação que recebem financiamento da Comissão Europeia, e que baseia a sua classificação nos dados fornecidos pelo Serviço Comunitário de Informação para a Investigação e o Desenvolvimento (CORDIS). A academia alentejana está agora sensivelmente a meio de uma lista global de mais 1000 instituições europeias. Se considerarmos somente as universidade, centros de investigação e laboratórios nacionais desta lista, cerca de 45, a UÉ ocupa 6ª posição na categoria das Instituições de Ensino Superior.

"A ideia de que esta nova agricultura veio trazer trabalho e dinamismo à região é uma falácia"

Zé LG, 09.04.21

IMG_1768.JPG«É com a convicção de que apenas uma nova agricultura poderá fazer face à emergência climática no Alentejo, que Mário Carvalho, investigador do MED - Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento, defende o modelo de agricultura de conservação, “uma agricultura que produz mais, consumindo menos recursos e utilizando técnicas antigas como as sementeiras diretas, a rotação de culturas que aumentam a resiliência dos ecossistemas e a devolução dos resíduos ao solo de origem”.
Mário Carvalho alerta para a possibilidade de “muitos” dos projetos de agricultura superintensiva instalados no perímetro de rega de Alqueva]” puderem “vir a falir” a médio prazo. “É a lei do mercado, da oferta e da procura. O preço do azeite desceu consideravelmente e há excedente no mercado. Não vai dar para todos e haverá lugar a imparidades, o que será um problema sério para a região e para o país”. Do ponto de vista social, defende, estes modelos de agricultura intensivos “também não estão a ter o impacto desejado, uma vez que a maioria das empresas é estrangeira, que a mão de obra qualificada é sobretudo espanhola e que para o trabalho não qualificado são contratados imigrantes que vivem em condições deploráveis. Portanto, a ideia de que esta nova agricultura veio trazer trabalho e dinamismo à região é uma falácia. As populações periféricas continuam desempregadas”. Segundo Mário Carvalho, a pergunta que se coloca é simples: “Estará o Estado a recuperar o investimento feito, tendo como contrapartida o benefício público” e a redução do impacto das alterações climáticas no Alentejo?»
Leia toda a entrevista de Mário de Carvalho ao Diário do Alentejo.

Universidade de Évora impulsiona nova Escola de Saúde e Centro Académico Clínico do Alentejo

Zé LG, 01.03.21

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O conceito da nova Escola de Saúde e Desenvolvimento Humano da UÉ foi recentemente apresentado pela academia eborense. Na mesma sessão foi formalizada a constituição do Centro Académico Clínico do Alentejo, que conta com a participação, entre outros parceiros, da ULSBA e do IPBeja e que irá impulsionar a formação e investigação nas áreas clínicas associadas a problemas de co-morbilidade presentes na maioria das pessoas de mais idade, numa ótica transdisciplinar e inovadora.

Estudante de Arqueologia da Universidade de Évora distinguida com o Prémio de Ensaio Histórico

Zé LG, 06.02.21

dfc49c3b014595a53a50b20876fad901_L.jpgAna Martins, mestre em Arqueologia e Ambiente pela Universidade de Évora, é a vencedora da segunda edição do Prémio de Ensaio Histórico, atribuído pela União das Freguesias de Faro. 

A arqueóloga viu premiado o trabalho intitulado "Contributo para o estudo da cidade romana de Ossonoba: a terra sigillata da Rua Infante D. Henrique nº 58-60".

Com orientação de André Carneiro, Professor do Departamento de História da UÉ, e co-orientação de João Pedro Bernardes, Professor da Universidade do Algarve, a estudante revela na sua tese de mestrado, que “poucos têm sido os resultados de intervenções arqueológicas levadas a cabo nos últimos anos em Faro, no âmbito de acompanhamentos de obra, a ser publicados”. Para Ana Martins, “esta é uma consequência da emergência em salvaguardar, maioritariamente apenas pelo registo, os vestígios existentes, e da falta de investimento na investigação”.

Prioridades na gestão da água e do solo para a sustentabilidade da agricultura no Alentejo

Zé LG, 28.07.20

A sustentabilidade e a equidade no acesso à água e a coesão territorial na região do Alentejo estão em risco devido ao aumento da área de agricultura intensiva no Alentejo por contraponto à escassez de água que se vive na região. Há necessidade de os decisores reverem as prioridades na gestão da água e nas funções do solo, para que haja uma distribuição mais equitativa e racional e com apoios aos diversos agentes económicos.

P1080351.JPGNo Alentejo, o território gerido pelos sistemas agrícolas e florestais é de cerca de 2,6 milhões de hectares (ha). A área regável nesta região (incluindo a extensão do projeto de Alqueva atualmente em fase de conclusão) é de cerca de 372 mil ha, dos quais 217 mil são perímetros de rega públicos e 155 mil pequenos regadios de iniciativa privada. Ou seja, o regadio serve menos de 15% da área do Alentejo. Forçoso se torna concluir que as funções atribuídas à gestão do território e ao fornecimento de bens e serviços públicos terão de ser principalmente desempenhadas pela agricultura de sequeiro e pela silvicultura. Dadas as características da região no que se refere ao clima e aos solos, torna-se necessário reconhecer que os sistemas capazes de sobreviver em condições de sequeiro são os sistemas agro-silvo-pastoris, de que o montado é um exemplo emblemático.

Leia aqui o texto completo, subscrito por um grupo de universitários.

Politécnicos de Beja e Setúbal e Universidade de Évora reforçam parceria

Zé LG, 30.06.20

201901091457331870.jpgPolitécnico de Beja, Universidade de Évora e Politécnico de Setúbal reforçam parceria, nos próximos três anos, com um orçamento disponível superior a 72 mil euros e prevê, “pela primeira vez, a mobilidade de estudantes a juntar à experiência de trabalhadores docentes e não docentes com instituições parceiras na Ucrânia e no Uzbequistão, reforçando”, assim “a cooperação com estas entidades ao longo dos próximos três anos.”

Évora acolhe supercomputador ligado ao projecto do maior radiotelescópio do mundo

Zé LG, 01.02.20

1435144.jpgO supercomputador Oblivion, com desempenho equivalente à combinação de mais de mil computadores, vai funcionar em Évora, associado ao projecto do futuro maior radiotelescópio do mundo e disponível também para a comunidade científica e empresas, foi revelado esta quinta-feira. Esse radiotelescópio é o SKA (Square Kilometre Array).

“É uma máquina potente, com nós de computação, de gestão e de armazenamento. E podemos dizer que tem uma performance equivalente a 1200 computadores pessoais a funcionarem em conjunto”, destacou o astrofísico Miguel Avillez, coordenador do Oblivion.

A máquina, instalada no Data Center da DECSIS, no Parque Industrial e Tecnológico da cidade, vai ser inaugurada pela Universidade de Évora a 4 de Fevereiro.

O supercomputador em Évora vai “apoiar no processamento de volumes em massa de dados resultantes de actividades de investigação e inovação desenvolvidas em Portugal e enquadradas no design, prototipagem e operação” do radiotelescópio SKA e dos “seus eventuais precursores”.

CEBAL integra maior unidade de investigação ao nível da Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento

Zé LG, 06.01.20

20200103172355357.jpgA Universidade de Évora revela que, na semana passada, “o ICAAM deixou de existir, para se juntar ao CEBAL (Beja), ao MeditBio (Universidade do Algarve) e ao Cibio-Évora (Universidade de Évora) passando a constituir o MED - Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento”, com “sede na Universidade de Évora e polos em Beja e na Universidade do Algarve, contará com cerca de 320 investigadores, dos quais 170 investigadores doutorados e 64 alunos de doutoramento”.

“O MED será a maior unidade de investigação nacional a trabalhar temas que integram a agricultura, a alimentação, o ambiente e o desenvolvimento rural”, que tem como um dos objetivos “desenvolver investigação cujas questões partem de problemas que se colocam na prática e, sobretudo, às que se relacionam com a nova realidade face às alterações climáticas”.

Equipa científica do GEN-RES-ALENTEJO reúne-se para avaliação do progresso do projeto

Zé LG, 01.07.19

A equipa científica do Projeto GEN RES Alentejo reúne-se esta sexta-feira, dia 5, na Universidade de Évora, para avaliação do progresso do projeto.

ovelhas.jpgO projeto GEN-RES-ALENTEJO, liderado pela ACOS, tem como principais objetivos a identificação de ovinos com resistência genética à peeira e ao parasitismo por nemátodos gastrointestinais em explorações no Alentejo. A pesquisa permitirá, entre outros aspetos, identificar os principais fatores de risco associados e avaliar, em concreto, qual o impacto económico destas doenças nas explorações do Alentejo.

Para mais informações sobre o projeto, os parceiros e os trabalhos já realizados, consultar o site (criado pela ACOS): AQUI

Investigadores da Universidade de Évora distinguidos pelo trabalho “Inclusão profissional e Qualidade de Vida”

Zé LG, 11.02.19

ue.pngOs docentes do Departamento de Sociologia da Escola de Ciências Sociais (ECS) e investigadores do Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais da Universidade de Évora – CICS.NOVA.UÉvora, Carlos da Silva e José Saragoça, receberam a menção honrosa do Prémio António Dornelas 2018, pelo seu trabalho “Inclusão profissional e Qualidade de Vida”, realizado em coautoria com Carlos Veiga, Luísa Oliveira e Ivo Domingues da Universidade do Minho.

Este trabalho é um estudo que resulta de uma parceria interuniversitária entre a Universidade de Évora e Universidade do Minho sobre a inclusão de pessoas com deficiência mental no mercado de trabalho.