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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Universidade de Évora sobe 500 lugares na investigação

Zé LG, 19.04.21

research_ue.pngA Universidade de Évora (UÉ) subiu, em 2020, cerca de 500 lugares no European Research Ranking, que avalia um grupo de mais de mil instituições de 27 países europeus com projetos de investigação que recebem financiamento da Comissão Europeia, e que baseia a sua classificação nos dados fornecidos pelo Serviço Comunitário de Informação para a Investigação e o Desenvolvimento (CORDIS). A academia alentejana está agora sensivelmente a meio de uma lista global de mais 1000 instituições europeias. Se considerarmos somente as universidade, centros de investigação e laboratórios nacionais desta lista, cerca de 45, a UÉ ocupa 6ª posição na categoria das Instituições de Ensino Superior.

"A ideia de que esta nova agricultura veio trazer trabalho e dinamismo à região é uma falácia"

Zé LG, 09.04.21

IMG_1768.JPG«É com a convicção de que apenas uma nova agricultura poderá fazer face à emergência climática no Alentejo, que Mário Carvalho, investigador do MED - Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento, defende o modelo de agricultura de conservação, “uma agricultura que produz mais, consumindo menos recursos e utilizando técnicas antigas como as sementeiras diretas, a rotação de culturas que aumentam a resiliência dos ecossistemas e a devolução dos resíduos ao solo de origem”.
Mário Carvalho alerta para a possibilidade de “muitos” dos projetos de agricultura superintensiva instalados no perímetro de rega de Alqueva]” puderem “vir a falir” a médio prazo. “É a lei do mercado, da oferta e da procura. O preço do azeite desceu consideravelmente e há excedente no mercado. Não vai dar para todos e haverá lugar a imparidades, o que será um problema sério para a região e para o país”. Do ponto de vista social, defende, estes modelos de agricultura intensivos “também não estão a ter o impacto desejado, uma vez que a maioria das empresas é estrangeira, que a mão de obra qualificada é sobretudo espanhola e que para o trabalho não qualificado são contratados imigrantes que vivem em condições deploráveis. Portanto, a ideia de que esta nova agricultura veio trazer trabalho e dinamismo à região é uma falácia. As populações periféricas continuam desempregadas”. Segundo Mário Carvalho, a pergunta que se coloca é simples: “Estará o Estado a recuperar o investimento feito, tendo como contrapartida o benefício público” e a redução do impacto das alterações climáticas no Alentejo?»
Leia toda a entrevista de Mário de Carvalho ao Diário do Alentejo.

Universidade de Évora impulsiona nova Escola de Saúde e Centro Académico Clínico do Alentejo

Zé LG, 01.03.21

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O conceito da nova Escola de Saúde e Desenvolvimento Humano da UÉ foi recentemente apresentado pela academia eborense. Na mesma sessão foi formalizada a constituição do Centro Académico Clínico do Alentejo, que conta com a participação, entre outros parceiros, da ULSBA e do IPBeja e que irá impulsionar a formação e investigação nas áreas clínicas associadas a problemas de co-morbilidade presentes na maioria das pessoas de mais idade, numa ótica transdisciplinar e inovadora.

Estudante de Arqueologia da Universidade de Évora distinguida com o Prémio de Ensaio Histórico

Zé LG, 06.02.21

dfc49c3b014595a53a50b20876fad901_L.jpgAna Martins, mestre em Arqueologia e Ambiente pela Universidade de Évora, é a vencedora da segunda edição do Prémio de Ensaio Histórico, atribuído pela União das Freguesias de Faro. 

A arqueóloga viu premiado o trabalho intitulado "Contributo para o estudo da cidade romana de Ossonoba: a terra sigillata da Rua Infante D. Henrique nº 58-60".

Com orientação de André Carneiro, Professor do Departamento de História da UÉ, e co-orientação de João Pedro Bernardes, Professor da Universidade do Algarve, a estudante revela na sua tese de mestrado, que “poucos têm sido os resultados de intervenções arqueológicas levadas a cabo nos últimos anos em Faro, no âmbito de acompanhamentos de obra, a ser publicados”. Para Ana Martins, “esta é uma consequência da emergência em salvaguardar, maioritariamente apenas pelo registo, os vestígios existentes, e da falta de investimento na investigação”.

Prioridades na gestão da água e do solo para a sustentabilidade da agricultura no Alentejo

Zé LG, 28.07.20

A sustentabilidade e a equidade no acesso à água e a coesão territorial na região do Alentejo estão em risco devido ao aumento da área de agricultura intensiva no Alentejo por contraponto à escassez de água que se vive na região. Há necessidade de os decisores reverem as prioridades na gestão da água e nas funções do solo, para que haja uma distribuição mais equitativa e racional e com apoios aos diversos agentes económicos.

P1080351.JPGNo Alentejo, o território gerido pelos sistemas agrícolas e florestais é de cerca de 2,6 milhões de hectares (ha). A área regável nesta região (incluindo a extensão do projeto de Alqueva atualmente em fase de conclusão) é de cerca de 372 mil ha, dos quais 217 mil são perímetros de rega públicos e 155 mil pequenos regadios de iniciativa privada. Ou seja, o regadio serve menos de 15% da área do Alentejo. Forçoso se torna concluir que as funções atribuídas à gestão do território e ao fornecimento de bens e serviços públicos terão de ser principalmente desempenhadas pela agricultura de sequeiro e pela silvicultura. Dadas as características da região no que se refere ao clima e aos solos, torna-se necessário reconhecer que os sistemas capazes de sobreviver em condições de sequeiro são os sistemas agro-silvo-pastoris, de que o montado é um exemplo emblemático.

Leia aqui o texto completo, subscrito por um grupo de universitários.

Politécnicos de Beja e Setúbal e Universidade de Évora reforçam parceria

Zé LG, 30.06.20

201901091457331870.jpgPolitécnico de Beja, Universidade de Évora e Politécnico de Setúbal reforçam parceria, nos próximos três anos, com um orçamento disponível superior a 72 mil euros e prevê, “pela primeira vez, a mobilidade de estudantes a juntar à experiência de trabalhadores docentes e não docentes com instituições parceiras na Ucrânia e no Uzbequistão, reforçando”, assim “a cooperação com estas entidades ao longo dos próximos três anos.”

Évora acolhe supercomputador ligado ao projecto do maior radiotelescópio do mundo

Zé LG, 01.02.20

1435144.jpgO supercomputador Oblivion, com desempenho equivalente à combinação de mais de mil computadores, vai funcionar em Évora, associado ao projecto do futuro maior radiotelescópio do mundo e disponível também para a comunidade científica e empresas, foi revelado esta quinta-feira. Esse radiotelescópio é o SKA (Square Kilometre Array).

“É uma máquina potente, com nós de computação, de gestão e de armazenamento. E podemos dizer que tem uma performance equivalente a 1200 computadores pessoais a funcionarem em conjunto”, destacou o astrofísico Miguel Avillez, coordenador do Oblivion.

A máquina, instalada no Data Center da DECSIS, no Parque Industrial e Tecnológico da cidade, vai ser inaugurada pela Universidade de Évora a 4 de Fevereiro.

O supercomputador em Évora vai “apoiar no processamento de volumes em massa de dados resultantes de actividades de investigação e inovação desenvolvidas em Portugal e enquadradas no design, prototipagem e operação” do radiotelescópio SKA e dos “seus eventuais precursores”.

CEBAL integra maior unidade de investigação ao nível da Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento

Zé LG, 06.01.20

20200103172355357.jpgA Universidade de Évora revela que, na semana passada, “o ICAAM deixou de existir, para se juntar ao CEBAL (Beja), ao MeditBio (Universidade do Algarve) e ao Cibio-Évora (Universidade de Évora) passando a constituir o MED - Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento”, com “sede na Universidade de Évora e polos em Beja e na Universidade do Algarve, contará com cerca de 320 investigadores, dos quais 170 investigadores doutorados e 64 alunos de doutoramento”.

“O MED será a maior unidade de investigação nacional a trabalhar temas que integram a agricultura, a alimentação, o ambiente e o desenvolvimento rural”, que tem como um dos objetivos “desenvolver investigação cujas questões partem de problemas que se colocam na prática e, sobretudo, às que se relacionam com a nova realidade face às alterações climáticas”.

Equipa científica do GEN-RES-ALENTEJO reúne-se para avaliação do progresso do projeto

Zé LG, 01.07.19

A equipa científica do Projeto GEN RES Alentejo reúne-se esta sexta-feira, dia 5, na Universidade de Évora, para avaliação do progresso do projeto.

ovelhas.jpgO projeto GEN-RES-ALENTEJO, liderado pela ACOS, tem como principais objetivos a identificação de ovinos com resistência genética à peeira e ao parasitismo por nemátodos gastrointestinais em explorações no Alentejo. A pesquisa permitirá, entre outros aspetos, identificar os principais fatores de risco associados e avaliar, em concreto, qual o impacto económico destas doenças nas explorações do Alentejo.

Para mais informações sobre o projeto, os parceiros e os trabalhos já realizados, consultar o site (criado pela ACOS): AQUI

Investigadores da Universidade de Évora distinguidos pelo trabalho “Inclusão profissional e Qualidade de Vida”

Zé LG, 11.02.19

ue.pngOs docentes do Departamento de Sociologia da Escola de Ciências Sociais (ECS) e investigadores do Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais da Universidade de Évora – CICS.NOVA.UÉvora, Carlos da Silva e José Saragoça, receberam a menção honrosa do Prémio António Dornelas 2018, pelo seu trabalho “Inclusão profissional e Qualidade de Vida”, realizado em coautoria com Carlos Veiga, Luísa Oliveira e Ivo Domingues da Universidade do Minho.

Este trabalho é um estudo que resulta de uma parceria interuniversitária entre a Universidade de Évora e Universidade do Minho sobre a inclusão de pessoas com deficiência mental no mercado de trabalho.

UBIKE UÉVORA DISPONIBILIZA 500 BICICLETAS À COMUNIDADE ACADÉMICA

Zé LG, 13.06.18

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A Universidade de Évora prepara-se para colocar à disposição da comunidade académica quinhentas bicicletas (200 eléctricas e 300 convencionais) em cedências de longa duração (6 ou 12 meses), num programa financiado pelo Portugal 2020 e cordenado pelo IMT, que incentiva a utilização de bicicletas em alternativa aos transportes motorizados, reduzindo o consumo de energia, o congestionamento e a poluição da cidade Património da Humanidade.

O projeto UBike UÉvora inclui ainda a instalação de uma infraestrutura inteligente de parqueamento e carregamento para as bicicletas elétricas, bem como um sistema avançado de monitorização das mesmas em tempo-real.

O lançamento decorre na próxima quinta-feira, 14 de junho, às 17:30 horas, numa sessão que conta com a presença do ministro do Ambiente, João Pedro Fernandes.

UNIVERSIDADE DE ÉVORA ALVO DE BUSCAS DO MP E DA PJ

Zé LG, 12.04.18

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As diligências do Ministério Público (MP) e da Unidade Nacional de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária (PJ) decorreram na segunda-feira.

Em causa, de acordo com várias denúncias apresentadas, estão factos relacionados com procedimentos concursais, uso abusivo de meios e contratação de serviços, que terão ocorrido entre 2009 e 2017.

“A comprovarem-se, serão suscetíveis de integrarem os crimes de corrupção, peculato, peculato de uso, abuso de poder, tráfico de influências e participação económica em negócio”, indica o MP, acrescentando que “não existem arguidos constituídos”.

UNIVERSIDADE DE ÉVORA LIDERA CONSÓRCIO "LABORATÓRIO DE VIDA DO ALENTEJO"

Zé LG, 08.03.18

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Foi criado a 27 de fevereiro, na CCDR Alentejo, e na presença do Ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, o consórcio Alentejo Living Lab.

Este consórcio "Laboratório de Vida do Alentejo" – estruturado desde há quatro anos - será coordenado pela Universidade de Évora e foi apresentado por Manuel Lopes, diretor do Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias da Saúde da Universidade de Évora.

Sendo o Alentejo uma das regiões mais envelhecida da Europa, o objetivo é valorizar a saúde dos alentejanos através da investigação científica e com base no ecossistema regional, em função do contexto alentejano.

Quer-se a criação de um ecossistema regional que promova e apoie o desenvolvimento de processos, produtos e serviços inovadores, validado pelos seus utilizadores e que acrescentem algo à sua capacidade de decisão e que, assim, possam vir a contribuir para um envelhecimento ativo e saudável.

ACTUAL REITORA DA UNIVERSIDADE DE ÉVORA É CANDIDATA ÚNICA A NOVO MANDATO

Zé LG, 25.02.18

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Ana Costa Freitas, 63 anos, professora da Universidade de Évora desde 2002, licenciada em agronomia e doutorada em Biotecnologia Alimentar, Reitora da Universidade de Évora desde maio de 2014, prepara-se para ser reconduzida no cargo até 2022.

A ex-conselheira política de Durão Barroso em Bruxelas é candidata à reitoria da Universidade de Évora sem oposição e as eleições acontecem a 22 de Março.

"Pisões" reabre hoje, embora ainda tenha a decorrer campanhas de estudo

Zé LG, 27.09.17

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A Villa Romana de Pisões recebe hoje, às 17.30 horas, uma sessão pública, que assinala a reabertura ao público deste espaço e que conta com a presença da secretária de Estado da Ciência Tecnologia e Ensino Superior, precedida de uma visita ao sítio arqueológico.

A Universidade de Évora decidiu, embora ainda estejam a decorrer campanhas de estudo, a reabertura ao público deste espaço para visitas, mediante três modalidades: sem marcação, com marcação e para escolas.
A Universidade de Évora revela ainda, que para a realização destas visitas foi recuperado o Centro de Acolhimento e Interpretação, que disponibiliza ao visitante informação sobre o sítio arqueológico e que foi elaborado e sinalizado o percurso a efetuar dentro da Villa Romana de Pisões.

"presidente da Câmara de Beja surpreendido com o trabalho que já está a ser desenvolvido em Pisões"

Zé LG, 26.08.17

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Plano de Acção para a Vila Romana de Pisões assenta em três eixos de acção.

Investigação e desenvolvimento, valorização patrimonial e divulgação e formação são as premissas do protocolo assinado ontem pela Câmara de Beja, a Universidade de Évora e a Direcção Regional de Cultura.

Depois da fase de recuperação e da prevista reabertura ao público, está equacionada a criação naquele local de um Campo Experimental para as Arqueociências e Ciências do Património.

João Rocha, presidente da Câmara de Beja, mostrou-se surpreendido pelo trabalho realizado nos últimos meses em Pisões e sublinhou a “firme vontade” da autarquia em valorizar o património do concelho.

O autarca revelou que vão ser também desenvolvidos trabalhos arqueológicos na Praça da Republica.

A Directora Regional de Cultura fala “num novo ciclo” para este Monumento de Interesse Público. Ana Paula Amendoeira considera que o Plano de Acção “cumpre aquilo que é essencial para Pisões”, nomeadamente o seu estudo “sistemático e rigoroso”.

O financiamento do Plano de Acção está a ser alvo de várias candidaturas. Uma delas já foi aprovada, revela Ana Costa Freitas, Reitora da Universidade de Évora. 

Ler e ouvir também em: 

http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=13079

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO PARA SALVAGUARDA E GESTÃO DA VILA ROMANA DE PISÕES É ASSINADO HOJE

Zé LG, 24.08.17

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O Salão Nobre da Câmara Municipal de Beja recebe, às 10.30 horas, a cerimónia de assinatura de um Protocolo de Colaboração para a Salvaguarda e Gestão da Vila Romana de Pisões.

O documento vai ser assinado pelo Presidente da Câmara Municipal de Beja, Reitora da Universidade de Évora e Directora Regional de Cultura do Alentejo.
A cerimónia inclui também uma sessão de apresentação do projecto de conservação e gestão para Pisões, por Bento Caldeira, da Universidade de Évora.

 

Mais vale do que nunca. Só faltam cinco semanas… Porque não passam a realizar eleições todos os os anos?...

ALUNA DE DESIGN DE ÉVORA VENCE COM PRODUTO INOVADOR EM CORTIÇA

Zé LG, 08.08.17

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A PELCOR, marca portuguesa de moda e acessórios de luxo, que utiliza a cortiça como principal matéria-prima, desafiou os alunos da Universidade de Évora a desenharem um produto inovador em cortiça para a sua linha de decoração Home. Os projectos submetidos a concurso teriam de complementar os acessórios Pelcor já existentes, recorrendo ao aglomerado de cortiça como material principal. E foram 82 as propostas apresentadas, recaindo a escolha da PELCOR no trabalho da aluna do 3.º ano do curso de design daquela universidade alentejana, Inês Gonçalves, que foi orientada pela professora Inês Secca Ruivo.

A ideia vencedora vai agora ser produzida pela Pelcor, lançada no primero semestre do próximo ano e vendida, já na sua forma final, nos diferentes canais da marca portuguesa, sendo que o nome da aluna sempre associado ao produto. E mais detalhes não são fornecidos pela empresa. Pelo menos até Setembro.