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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

CPKA respondeu à AABA sobre Baja Montes Alentejanos

Zé LG, 28.02.26

432108712_919250323332919_3797679621853162992_n.jpgEm resposta à AABA, o CPKA, que organiza a Baja Montes Alentejanos, pede as “mais sinceras desculpas por algum inconveniente ou falta de informação, que tenha faltado aos proprietários ou utentes das estradas utilizadas nos troços cronometrados” da prova que está a decorrer em Beja, assegurando que foram convocados os agricultores, através dos Presidentes das Juntas Freguesias por onde passa a prova, incluindo o Presidente da AABA, que “talvez por esquecimento não compareceu”. O CPKA lembra que “esta é uma prova oficial pelo que dentro dos seguros obrigatórios existe o de responsabilidade civil, que cobre os danos causados no decurso da prova” e assegura que tudo fará “para que seja agilizado no caso de ser necessário”.

AABA acusa Câmara de Beja de não ter acautelado interesses dos agricultores com a realização do rally

Zé LG, 26.02.26

432108712_919250323332919_3797679621853162992_n.jpgA Associação de Agricultores do Baixo Alentejo (AABA) contesta a realização da Baja Montes Alentejanos, a prova Todo-o-Terreno que arranca hoje em Beja, por “pôr em causa as infraestruturas agrícolas, o funcionamento e o acesso a muitas explorações agrícolas” e que “só irá degradar ainda mais o estado dos caminhos rurais, destruir vedações e outras infraestruturas agrícolas, numa extensão total de estradas com mais de 180km” e diz que “É de lamentar que a CMB não tenha acautelado e salvaguardado os interesses dos agricultores e das suas infraestruturas, porque depois do rally passar quem fica cá a sofrer as consequências da passagem dos bólides são aqueles que todos os dias são o motor económico do distrito de Beja”.

CCDRAlentejo e IP discordam sobre maturidade do projeto da ferrovia Casa Branca-Beja

Zé LG, 19.02.26

202211081258051924.pngO presidente da CCDRAlentejo justificou o corte de 60 milhões de euros de verbas comunitárias na requalificação da ferrovia Casa Branca-Beja com a falta de maturidade do projeto, argumento refutado pela Infraestruturas de Portugal (IP). Em audição na comissão parlamentar de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação, o presidente da CCDR do Alentejo, António Ceia da Silva, argumentou aos deputados que, com base em informações da IP, “A obra, de acordo com os estudos da IP, só estaria concluída em 2032 e isso significa que iríamos perder essa verba, ou seja, o Alentejo todo iria perder 60 milhões de euros”.
Na mesma comissão parlamentar, compareceu igualmente o presidente da IP, Miguel Cruz, que explicou que, em setembro de 2025, a empresa candidatou o primeiro dos três troços da requalificação desta linha ferroviária, entre Casa Branca e Vila Nova da Baronia, no concelho de Alvito, no valor de 80,6 milhões de euros e que cumpria “o nível de maturidade estabelecido e exigido” pela CCDRA.

Ferreira do Alentejo reforça aposta na mobilidade com recurso a táxis e carreira urbana

Zé LG, 02.02.26

Ferreira-do-Alentejo.jpgA Câmara Municipal de Ferreira continua a apoiar os munícipes nas deslocações à sede do concelho. O projeto “Ferreira + perto” fez o transporte de 1 341 pessoas, em viatura do município, no ano passado. Tratando-se de um serviço muito requisitado por idosos, a autarquia vai reforçar a sua intervenção, este ano, com transporte flexível a pedido, com recurso a táxis, e criar uma carreira urbana, com vários percursos dentro da vila.

Trânsito condicionado na EN 18, em Santa Vitória

Zé LG, 26.01.26

EN18.pngNo âmbito da empreitada para a substituição de duas passagens hidráulicas na EN18, sobre o barranco de Mombeja, em Santa Vitória, a circulação rodoviária vai ser condicionada, a partir de hoje e durante nove semanas, sendo feita de forma alternada regulada por semáforos, para garantir as condições adequadas à realização da intervenção.

Isenção de pagamento de portagens no Alentejo a partir de Abril

Zé LG, 24.01.26

aut-550x330.jpgOs residentes e as empresas sedeadas no Alentejo vão começar a beneficiar, a partir do dia 1 de abril, da isenção de portagens na A2, Autoestrada do Sul que liga Lisboa ao Algarve e atravessa o Alentejo, e na A6, Autoestada do Alentejo que liga Marateca a Elvas, na fronteira com Espanha, ligando os dois países. Para passar nestas vias será necessário o dispositivo da Via Verde.

PS acusa governo de "abandonar a desejada reabertura do troço entre Beja e Funcheira"

Zé LG, 06.01.26

DA.585006314_1407806514678143_907126200601742815_n.jpgA Federação do Baixo Alentejo do PS manifestou “a sua total preocupação e discordância com o anunciado encerramento total do troço ferroviário entre Casa Branca e Beja por um período de dois anosa" e “identifica e lamenta nesta solução uma clara ausência de ousadia e de capacidade de aproveitamento dos fundos comunitários para potenciar um projeto que poderia fomentar o crescimento económico de toda a região. Essa ausência de ambição e de visão estratégica estão plasmadas na solução que agora nos é apresentada: uma versão minimalista da empreitada de eletrificação da Linha do Alentejo que abandona o projeto de ligação ao Aeroporto de Beja para transporte de passageiros e de mercadorias e, por outro lado, fecha a porta a qualquer possibilidade de ligação entre as regiões do Alentejo e do Algarve, uma vez que abandona a desejada reabertura do troço entre Beja e Funcheira".

“BEJA - A Estação Onde o Comboio Nunca Chega”

Zé LG, 03.01.26

image_2026-01-02_12-48-44.png«… Há silêncios que dizem mais do que gritos — e o de Beja, à espera de um comboio que nunca chega, é um desses. … As planícies merecem mais do que discursos elegantes. Merecem obra. Merecem respeito. Merecem ligação ao país onde, às vezes, nos fazem crer que já não pertencemos.
Eu lembro-me sempre daquela frase, Mariana: “Um comboio que não chega não é atraso — é ausência.” E Beja vive nesta ausência há décadas. Talvez um dia, quando as linhas deixarem de ser traços em PowerPoints e voltarem a ser caminhos, ouçamos finalmente o apito ao longe. Até lá, continuarei aqui, na gare vazia, a enviar-te estas cartas enquanto espero, com o casaco apertado e a paciência de quem sabe que o futuro tarda porque o deixam tardar.” O Cavaleiro das Planícies, aqui.