Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

CDU contra amputação do projeto solar em Moura e despedimento de trabalhadores

Zé LG, 05.06.22

140620131151-375-Paineisfotovoltaicos.jpgOs vereadores da CDU frisam que perante a “omissão de informação que o PS continua a praticar na Câmara de Moura” manifestaram o seu “descontentamento” e apresentaram uma declaração onde assumem uma posição relativamente ao futuro da Lógica, em que consideram que se “deveria estar na linha da frente deste sector, utilizando os recursos de que já dispõe para voltar a inovar, crescer e contribuir para o desenvolvimento do concelho”.

Luís Rico, da CDU, assegura, ainda, que a Coligação deseja “a viabilização da Lógica” e sublinha que “não aceita soluções que passem por despedimento dos trabalhadores e tentativa de amputação do projeto solar em Moura”.

Antigo aluno do Liceu de Beja premiado com Medalha de Ouro pela ESGAR pelo seu trabalho científico e clínico

Zé LG, 03.06.22

285517331_5292079290830807_1081819607903007623_n.jO Prof. Celso Matos, codiretor da Champalimaud Research e Diretor do Serviço de Radiologia do Centro Clínico Champalimaud, foi ontem premiado, com uma Medalha de Ouro pelo seu trabalho científico e clínico, pela ESGAR - European Society of Gastrointestinal and Abdominal Radiology no seu encontro anual, que decorreu este ano em Lisboa, Portugal.

O Prof. Celso Matos, filho do falecido advogado Dr. Celso Pinto de Almeida, foi aluno do Liceu de Beja, tal como os seus irmãos. Parabéns Celso!

Trabalhar menos dias e receber o mesmo, produzindo o mesmo ou mais

Zé LG, 30.05.22

Sem nome.pngE se as semanas só tivessem quatro dias de trabalho? Um projeto britânico está a testar as semanas de quatro dias. Em Portugal, o parlamento aprovou estudar o impacto de medidas semelhantes. "Dinamarca, Suécia e Holanda trabalham menos que o Reino Unido e têm altos níveis de produtividade", destaca. Já a Grécia é um dos países da Europa com mais horas de trabalho, porém com baixa produtividade, explica Jonathan Boys, do Institute for Personal Development, uma associação de recursos humanos . Testes semelhantes foram realizados em Espanha, Islândia, Estados Unidos e Canadá, e estão programados para começar em agosto na Austrália e Nova Zelândia.

“Isto não é perseguição ao comuna?... Não?... É democracia?...Ah!”

Zé LG, 11.05.22

image.png«Uma associação de ucranianos denunciou que em Setúbal (presidência CDU), Aveiro (PSD), Gondomar (PS) e Albufeira (PSD) os refugiados da guerra na Ucrânia estavam a ser recebidos por, cito as palavras que Pavlo Sadokha usou na RTP, a 29 de abril, "russos e ucranianos pro-Moscovo".

Este presidente da Associação dos Ucranianos em Portugal afirmou que avisou essas autarquias do facto e que, nessa data, apenas a algarvia alterara a situação.

Nessa manhã o jornal Expresso titulara, em manchete, "Ucranianos recebidos em Câmara CDU por russos Pró-Putin".

… Porque carga de água é que só o PCP e a CDU levam pancada, são investigados, são criticados, são acusados pelos processos de receção aos refugiados ucranianos? Porque é que as outras autarquias, com procedimentos similares ou também controversos, são poupadas a esse escrutínio? Porque é que as instituições nacionais com responsabilidades nesta operação são esquecidas?

Isto não é perseguição ao comuna?... Não?... É democracia?...Ah!»

Pedro Tadeu, Jornalista, aqui.

“O Alentejo tem as mais altas taxas de patologias depressiva, ansiosa e demencial do país”

Zé LG, 07.05.22

imgLoader2.ashx.jpg«O Alentejo tem as mais altas taxas de patologia depressiva do país, e este dado não é novo. De resto acontece o mesmo com a patologia ansiosa e demencial. Os dados epidemiológicos relativos à DRT não são conhecidos mas a alta incidência e prevalência de patologia depressiva, aliadas às condições socioeconómicas e à dificuldade de acesso a cuidados de Saúde Mental determinam uma alta probabilidade de, também aqui, o Alentejo ocupar um lugar preocupante.»

Ana Matos Pires, Médica da Ulsba e coautora de estudo sobre depressão, aqui.

“Não sei onde é que isto vai parar, mas receio que acabe mal”

Zé LG, 06.05.22

279847962_10158608861163302_5462405853837098712_n.

«Razão para perguntar se, no lado ucraniano, a realidade que os camaradas do Bruno mostram não é apenas a realidade de um país invadido e se a Visão e vigilante Ana Gomes não entendem como útil aos cidadãos o conhecimento do que ocorre em cada um dos lados.

Insistamos na questão: os jornalistas, Ana Gomes, João Galamba, os cidadãos consideram mesmo dispensável a cobertura jornalística "no outro lado" da guerra? Que noção e que valor dão realmente ao pluralismo jornalístico, incluindo o reconhecimento de que a realidade é sempre observada, analisada e contada de ângulos e perspectivas mais ou menos singulares?

Resumindo:

O velho macarthismo agora travestido de puritanismo jornalístico anda à solta, farejando um comunista atrás de cada repórter. Pena não haver mais camaradagem, respeito pelo trabalho dos outros e defesa do direito dos outros ao trabalho. Não sei onde é que isto vai parar, mas receio que acabe mal.»

Leiam aqui este pertinente e oportuno texto de Alfredo Maia, ex-presidente do sindicato dos jornalistas, que a todos nos devia fazer refectir se é isto que queremos.

11,2% dos trabalhadores que trabalham a tempo completo são pobres

Zé LG, 01.05.22

1maio-cartaz_short.jpgOrdenados ‘esmagados’, carga fiscal elevada. Este é um dos raio-x feitos ao mercado do trabalho português. A precariedade penaliza ainda mais a situação dos trabalhadores, que vários responsáveis querem ver resolvida.

Isabel Camarinha, líder da CGTP, defende que é inevitável subir todos os salários, considerando que este desafio deve ser encarado como «uma emergência nacional», dizendo que «um país que se quer desenvolvido não pode ter 11,2% dos trabalhadores que trabalham a tempo completo pobres». «Isto é real e com consequências na pobreza infantil, o que também é inaceitável...» e alertou ainda que: «Temos mais de um milhão de trabalhadores com salário mínimo nacional, mas depois temos quase três quartos – 72,5% – com salários abaixo dos mil euros».

Para Henrique Tomé, analista da XTB, «o mercado de trabalho em Portugal continua a promover a precariedade na maior parte das áreas», sublinhando que «a mão-de-obra é qualificada, mas as empresas continuam a querer pagar salários baixos, o que não contribui para o produtividade do país, nem para a própria competitividade das empresas, uma vez que muita mão-de-obra qualificada continua a optar por ir trabalhar para empresas no estrangeiro que oferecem melhores condições». Defende por isso que  «é  necessária uma reforma nesta área, pois é uma vertente fundamental para o crescimento da produtividade das empresas e para a própria economia».

“Pouco ou nada mudou em Odemira”, diz Associação Solidariedade Imigrante

Zé LG, 29.04.22

202104090856093885.jpgA Associação Solidariedade Imigrante considerou hoje que muito pouco ou nada mudou nas condições laborais e de vida de trabalhadores imigrantes no concelho de Odemira, persistindo casos “a roçar a escravatura” e “condições desumanas de habitação”.

Em termos laborais, “nada mudou”, criticou, argumentando que “a subcontratação de milhares de trabalhadores é feita através de prestadores de serviços de ‘vão de escada’, responsáveis diretos por muitas misérias humanas que o surto de covid-19 pôs a nu em 2021”, alertou o dirigente nacional da associação Alberto Matos .

Em relação à habitação, “os contentores não são uma solução inclusiva, pelo contrário, dificultam a socialização e a tão propalada integração dos imigrantes”. A solução passa pela reabilitação e pelo repovoamento de vilas e aldeias, não apenas numa faixa litoral, mas também no interior do concelho e “garantindo a mobilidade casa-trabalho, através de uma rede de transportes públicos para a qual devem contribuir uma fatia dos superlucros da agricultura intensiva”.

Presidente da Câmara de Odemira diz que melhoraram condições dos migrantes

Zé LG, 28.04.22

202204271020322769.PNGO presidente da Câmara de Odemira, Hélder Guerreiro, garantiu que foram dadas respostas “fortemente” transformadoras no território, no último ano, para melhorar as condições de vida e de habitabilidade dos trabalhadores migrantes das explorações agrícolas, revelndo que “já existem aprovados e estão a ser implantados no território” alojamentos temporários em diferentes explorações agrícolas “com capacidade para 2.000 pessoas”.

No entanto, e apesar de estar garantida habitação “para cerca de 2.000 pessoas, na próxima campanha” agrícola, o presidente da câmara defendeu que é preciso monitorizar as condições desses trabalhadores “dentro das explorações agrícolas”, sublinhando que “Vamos estar atentos e perceber como é que a coisa corre, até no sentido de garantir que estas pessoas, estando em alojamentos nas explorações agrícolas, estão bem”.

A Câmara de Odemira está a “trabalhar com o Governo” para criar “uma espécie de Balcão do Cidadão”, com tradutores, dedicado à população migrante que reside no concelho, que poderá “aliviar” os “serviços de interesse geral”, como as Finanças ou a Segurança Social, que estão muito “pressionados”.

[Queremos] desenvolver um plano proativo de inclusão” para que “parte destas pessoas não sejam temporárias”, mas sim “habitantes em definitivo no concelho de Odemira”, avançou o presidente da câmara, Hélder Guerreiro. 

Centro Nacional de Apoio à Integração de Imigrantes já está a funcionar em Beja

Zé LG, 27.04.22

202204261216121552.jpgO Centro Nacional de Apoio à Integração de Imigrantes (CNAIM), do Alto Comissariado para as Migrações (ACM), já está a funcionar em Beja e responde a questões imediatas ou a algum tipo de apoio especializado. Procura ativa de emprego é a ajuda mais solicitada, sendo a maior parte dos imigrantes do Senegal, Índia, Nepal e Ucrânia.

Vladimir Duarte, do Alto Comissariado para as Migrações, explica que os trabalhos disponíveis são, na sua maioria, agrícolas e sazonais. Neste contexto, os imigrantes procuram resposta para recolocação nos períodos em que ficam sem atividade. A construção civil é muitas vezes a solução entre trabalhos agrícolas, garante. O objetivo é não deixar ninguém sem trabalho pois são períodos de grande vulnerabilidade, frisou.

Atacam o mensageiro em vez da mensagem e quem a produziu

Zé LG, 09.04.22

«LG devia ter vergonha de trazer este assunto para aqui. E sobretudo fazer propaganda desta senhora. Mas enfim...lá deverá ter os seus interesses, embora obscuros. »

«LG está usando aqui o seu bog da forma mais ignóbil e baixa que pode haver.
A partir deste momento não mais mais aqui virei. Adeus.»

«LG anda certamente deslumbrado com o sucesso local do seu blog, a ponto de ter perdido a noção do ridículo. E envolver-se tomando posição, sem perceber nada do que se passa, a não ser o que uma parte e bem interessada lhe conta.
Aliás é bem demonstrativo do seu sectarismo político e impreparação com que aborda aqui alguns temas, sem que deles tenha o devido conhecimento. Como é caso.
Opina e defende posições e interesses , segundo o que lhe parece ou o que dizem ou assopram.
Não se pode levar o Alvitrando e o que aqui se diz a sério. Está comprovado.»

Daqui.

"Isto não é “brincar com quem trabalha”, mas é desrespeitar os concursos e os concorrentes."

Zé LG, 08.04.22

14064192_881178031987953_8602441491684678966_n.jpg«A autarquia, durante este período de mais de 2 anos, não deu qualquer explicação aos candidatos, somos mesmo compassivos! E ainda acresce à tentativa de explicação, a citação da Lei 2/2004, de 15 de janeiro, para explicar que a mesma foi aplicada e “atendeu a critérios de transparência, eficiência, economia de custos e celeridade que devem presidir à atividade administrativa.” Pelo exposto, verifica-se a inaplicabilidade da legislação focada.
Como se pode constatar, pelas datas referidas, este foi um assunto que passou do mandato anterior da autarquia para o atual, mantendo-se o presidente da mesma; podemos assim avaliar o peso que foi e é dado ao assunto e consequentemente à Educação, ao Desporto e à Juventude do concelho de Beja.
Tendo a situação chegado a este ponto, esperemos que a sua resolução seja mais precisa e que o futuro traga melhores práticas.»

Domingas Velez. Daqui.

Ana Matos Pires publica, em co-autoria, artigo científico em revista internacional sobre depressão resistente ao tratamento

Zé LG, 03.04.22

240620151806-754-ANAMATOSPIRES.jpgEstudos acerca da depressão resistente ao tratamento são, em Portugal, ainda muito limitados, embora a prevalência de depressão seja, no nosso País, das mais altas da Europa.

Por este motivo, especialistas portugueses em psiquiatria, entre os quais a médica psiquiatra da ULSBA, Ana Matos Pires, publicaram um artigo científico numa revista internacional intitrulado “Treatment-Resistant Depression in Portugal: Perspective From Psychiatry Experts”, no qual analisam e caracterizam a doença, o diagnóstico, o percurso do doente, as opções de tratamento e as necessidades clínicas ao longo do processo.

Pedro Caixinha é o primeiro treinador português na Argentina

Zé LG, 26.03.22

PC.pngPedro Caixinha, de 51 anos, natural de Beja, assinou pelo Talleres exatamente um mês depois de abandonar o Santos Laguna, do México, e vai defrontar o Flamengo, de Paulo Sousa, na Taça Libertadores, num Grupo H em que fazem parte ainda a Universidad Católica (Chile) e o Sporting Cristal (Peru).

Além da Argentina e do México, o técnico alentejano passou também pela Arábia Saudita (Al-Shabab), pelo Qatar (Al-Gharafa) e pela Escócia (Rangers). Em Portugal, comandou o Nacional da Madeira e o União de Leiria, depois de vários anos como adjunto de José Peseiro.

Paulo Arsénio esclarece dúvidas sobre Concursos de Chefias Intermédias de 2.⁰ Grau na Câmara de Beja

Zé LG, 24.03.22

276087102_10159045781253192_8341880487377253437_n.Depois de muita polémica causada por notícias sobre eventuais irregularidades em concursos de Chefias Intermédias de 2.⁰ Grau na Câmara de Beja, Paulo Arsénio divulgou há pouco na sua página do Facebook, um longo esclarecimento, de que transcrevemos o que mais pode ajudar a esclarecer o assunto:

«A candidata Florbela Fernandes, particularmente referida no mini-artigo, não concorreu a três concursos como se refere, mas sim a cinco concursos. Em um dos concursos foi excluída/não admitida, em dois foi apenas avaliada pelos júris respetivos em termos curriculares tendo faltado às entrevistas (num estava em 1.⁰ lugar e noutro estava em 2.⁰ lugar) e noutros dois foi até ao fim e foi proposta para o lugar de chefia pelos avaliadores. Em nenhum desses concursos, nem em qualquer um dos outros, o executivo em permanência de então teve a menor interferência em qualquer nota ou pontuação de qualquer candidato;

Num dos 4 concursos a que foi admitida a candidata Florbela Fernandes teve efectivamente uma pontuação, num dos parâmetro de avaliação, de 22 valores por lapso do júri. Porém esse foi um dos concursos em que a candidata não foi à prova de entrevista e portanto não teve quaiquer relevo nem para a sua classificação, nem dos restantes concorrentes. Refira-se que ainda que a nota fosse corrigida, como teria de o ser, para 20, a candidata mantinha por larga margem 1.⁰ lugar no concurso em questão; Por último e a propósito de datas de atas, ou de candidatos que não foram ouvidos em entrevista, supostas nomeações irregulares de segundos classificados face à renúncia de vencedores, etc etc e que é tudo falso, refiro que o processo dos Concursos de Chefias Intermédias de 2.⁰ Grau da CM Beja foi profundamente investigado pela Polícia Judiciária no verão de 2020, que passei a manhã de dia 25/06/2020 a responder a perguntas dos inspetores sobre o assunto e que em 22/01/2021 o processo foi arquivado pelo Ministério Público. Não é possível encontrar nada, onde não há nada