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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Debate em Beja sobre "necessidades das pessoas mais velhas e configuração das respostas sociais"

Zé LG, 23.10.25

cnis-logo-390x260.jpgA secretária de Estado da Ação Social e Inclusão, Clara Marques Mendes, encerra a mesa-redonda “Multidimensionalidade do Envelhecimento: das necessidades das pessoas mais velhas à configuração das respostas sociais”, promovida pela CNIS), a partir das 15 horas de hoje, no Clube UNESCO, em Beja. A iniciativa integra a XVIII Festa da Solidariedade e pretende promover a reflexão sobre o envelhecimento da população, um tema particularmente relevante num território como o distrito de Beja, marcado pela desertificação e pelo envelhecimento demográfico.

Criada em Beja oferta de ambiente familiar estável e temporário a crianças e jovens em perigo

Zé LG, 21.10.25

familias-acolhimento-1.jpgFoi assinado um acordo de cooperação histórico entre a Fundação Manuel Gerardo de Sousa e Castro e o Centro Distrital de Beja da Segurança Social, através do qual a Fundação vai coordenar um serviço de apoio a crianças e jovens em perigo, oferecendo-lhes um ambiente familiar estável e temporário, decidido pelo Tribunal ou pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens, com o objetivo de garantir o bem-estar e o desenvolvimento integral das crianças, promovendo o seu crescimento num contexto de afetividade, segurança e estabilidade emocional num ambiente familiar em alternativa aos centros de acolhimento.

Violência doméstica e o abandono/absentismo escolar entre os principais desafios da CPCJ de Beja

Zé LG, 15.10.25

cpcj3.jpg

Na sequência do recente ato eleitoral eleitoral, Teresa Isabel Gonçalves Figueira Carapeto, representante do Instituto da Segurança Social, foi eleita presidente da CPCJ - Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Beja, assumindo agora a responsabilidade de coordenar o trabalho desta importante estrutura de defesa dos direitos das crianças e jovens do concelho. Num contexto em que os casos de negligência, violência doméstica e absentismo escolar continuam a preocupar as entidades de proteção, a nova presidente sublinha a importância do trabalho em rede, da prevenção e da intervenção precoce junto das famílias e da comunidade.
Leia aqui a conversa com Teresa Carapeto sobre os desafios deste novo mandato, as prioridades da comissão e a realidade atual das crianças e jovens no Concelho.

“O importante é que em Beja se tentem resolver os problemas das pessoas carenciadas”

Zé LG, 12.09.25

CAES.png«A Associação ESTAR tem tanto direito de operar neste tão importante sector de actividade do que a Cáritas Diocesana de Beja. E até me parece salutar a existência de dois players no sector a disputar o "mercado" e a fazerem loby em relação ao poder, local e central. O importante é que em Beja se tentem resolver os problemas das pessoas carenciadas, independentemente de qual seja a instituição que presta o serviço. Agora, que há interesses económicos em jogo, claro que sim, e de que maneira. Por exemplo, uma associação da etnia cigana fez um comunicado para a imprensa em que lamenta que o dinheiro destinado à comunidade cigana seja gerido por associações de não ciganos, e não por associações ciganas como seria mais lógico e justo.» Anónimo 12.09.2025, aqui.

Afinal o que se passa com o CAES de Beja?

Zé LG, 11.09.25

CAES.pngA Caritas Diocesana de Beja comunicou o encerramento do CAES, depois de 3 anos em funcionamento, apesar de ter uma candidatura aprovada, concluído o processo negocial com o Instituto da Segurança Social, não tendo sido possível ultrapassar alguns dos aspetos, que considera imprescindíveis para manter o CAES.

António Lúcio comentou: "Resta saber se este afastamento da Cáritas é apenas resultado de incompetência e insensibilidade dos responsáveis governamentais ou se esconde algo mais. Será que o culminar desta situação foi premeditada? Estará já preparada a entrada de outra instituição para assumir o CAES? Não quero acreditar nestes cenários. Mas a dúvida instala-se."

O deputado da AD, por Beja, Gonçalo Valente escreveu “que desde janeiro deste ano que se encontra a funcionar uma equipa de outreach (…) coordenada pela associação ESTAR, que tem trabalho junto da população mais vulnerável e estão a ser realizadas diligências para a concretização de um CAES de nova geração”.

Encerramento do CAES da Cáritas deixa Baixo Alentejo sem acolhimento de emergência social

Zé LG, 09.09.25

20250909161033398.jpgO Presidente da Direção da Cáritas Diocesana de Beja, Isaurindo Oliveira, informou os autarcas que o Centro de Acolhimento de Emergência Social, sob a responsabilidade desta instituição irá em breve cessar a sua atividade, decorrente do subfinanciamento para o seu funcionamento, assim como pela complexa tipologia e disparidade de utentes rececionados.
A CIMBAL revelou que “da parte dos municípios presentes (na reunião) foi manifestado o desapontamento e a insatisfação respeitante ao encerramento desta resposta, deixando o Baixo Alentejo “a descoberto” no que respeita ao acolhimento de emergência social.”

Em Beja, “inovar será unir”

Zé LG, 16.06.25

Opiniao11.jpg«Quando se fala em inovação, espera-se que a resposta seja sempre a de que descobrimos e fazemos coisas fantásticas e inovadoras em Portugal. E com isso descuramos os aspetos mais básicos, como começar por fazer na nossa região o que não existe, coisas que outros já fazem e nós não, ver os melhores exemplos, adaptá-los e aplicá-los. Muitas vezes os grandes problemas resolvem-se com um conjunto de pequenas e simples soluções. Para mim, na nossa terra, inovar será unir. Por si só, já será um pequeno grande passo. E depois certamente uma caixa de Pandora se abrirá, tal a panóplia de possibilidade que daqui advirão. Cabe à CMBeja, como responsável local deste sector, desde há alguns anos a esta parte, dar o pontapé de saída.» João Paulo Ramôa, aqui.

As maiorias têm de ir-se embora de Beja por causa das… minorias?!...

Zé LG, 22.03.25

Sem nome (35).png«Para a malta de esquerda só o que conta mesmo são as minorias. Assim como os empregos inerentes dos que delas vivem. Seja essas minorias o que forem... Quanto às maiorias, só têm um caminho a seguir. Irem-se embora de Beja, porque não contam para nada e aqui não conseguem sobreviver.» Anónimo 21.03.2025, aqui.