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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Isaurindo Oliveira reconduzido como presidente da Cáritas de Beja

Zé LG, 18.11.21

Isaurindo-Oliveira-pg7nvciv7b19b1gj2vhocj29u51niepIsaurindo Oliveira tomou posse, hoje, como presidente da Cáritas Diocesana de Beja, depois de ter sido reconduzido no cargo pelo bispo de Beja.

Além de Isaurindo Oliveira, a nova direção da Cáritas de Beja conta com Sandra Palma Ferro (secretária), Davide Soares (tesoureiro), Luís Morais (vogal para a área da Responsabilidade Social), padre José Manuel Bravo (vogal para a Pastoral Social), Romilson Almeida (vogal para a área dos utentes) e padre António Pereira (assistente religioso).

Para o conselho fiscal foram escolhidos Francisco Alvarinho (presidente), Claudino Matos e João Fernandes (vogais).

“a meritocracia é uma falácia e o RBI é uma ferramenta económica mais justa se usada como complemento a políticas sociais”

Zé LG, 04.11.21

Logo_ICE_2020_HD-2048x1990-1-300x292.png«Um grupo de habitantes de Alcácer do Sal irá receber durante dois anos 500 euros mensais, sem contrapartidas e independentemente da sua condição social. Trata-se de uma experiência piloto para testar o impacto do Rendimento Básico Incondicional (RBI) no emprego e no bem-estar da comunidade abrangida.

A ideia partiu de um natural da terra que, depois de ter trabalhado vários anos no estrangeiro, regressou a casa para fazer “algo diferente” pelas pessoas do seu concelho. “Não vejo o RBI como uma bala de prata mas como uma ferramenta que promove justiça social.”

O Rendimento Básico Incondicional é uma proposta política que visa dar uma prestação monetária, a todos os cidadãos, de forma incondicional, ou seja, livre de obrigações.»

Não, não ficou tudo na mesma!... Ficou pior!

Zé LG, 10.10.21

202102011824137297.jpgLogo que surgiu a pandemia, muitas foram as vozes que se fizeram ouvir a garantir que nada iria ficar na mesma. À medida que a pandemia avançou e assustou mais, passámos a ouvir elogios, não só aos trabalhadores da Saúde, que foram catalogados de heróis, mas também a todos os que asseguravam que a vida continuasse, com referência a profissões tantas vezes ignoradas ou subestimadas como as ligadas à agricultura e à produção e distribuição de bens essenciais, que tiveram de continuar a trabalhar na mesma.

Chegados agora à fase em que parece estar a ser controlada a pandemia, os “heróis” ficaram com o título e continuaram com os problemas que os afecta(v)am. Os outros trabalhadores de áreas essenciais – para além dos já citados, os que produziram as vacinas e todos os produtos usados no combate à Covid-19) e tantos outros -, que durante um curto período inicial viram ser-lhes reconhecida a sua importância, voltaram a cair no esquecimento e a ver os meses a crescerem e os ordenados a minguarem.

Entretanto, as estatísticas mostram como grandes empresas, algumas apoiadas pelos Estados, multiplicaram os lucros e concentram a riqueza e as dificuldades dos trabalhadores, desempregados, reformados e pequenos empresários se acentuaram. Há mesmo empresas e outras entidades empregadoras que, à pala da pandemia – mesmo que esta não as tenha afectado -, estão a tentar retirar mais direitos aos trabalhadores…

Ou seja, efectivamente não está a ficar tudo na mesma à medida que caminhamos para o fim da pandemia. Está a ficar muito pior… porque, ao contrário do que se admitia, não foi por termos sido “todos metidos no mesmo barco” que a natureza humana evidenciou os seus aspectos mais positivos. Antes pelo contrário, a de alguns, designadamente dos têm mais poderes, está a evidenciar o que de pior tem...

Francisco George chuta abandono da obra do Lar da Cruz Vermelha para Tadeu de Freiras, que diz recusar jogar “pingue-pongue”

Zé LG, 11.06.21

maxresdefault.jpgFrancisco George, presidente da CVP, diz ter conhecimento da situação, “apesar de todas as decisões” referentes a este equipamento social destinado a idosos terem sido “iniciadas pela anterior direção” da instituição. “O espaço já se encontrava neste estado antes da minha eleição como presidente nacional da Cruz Vermelha em 26 de outubro de 2017. Ora, antes, as obras para o lar já se encontravam suspensas. Portanto, sob a responsabilidade da direção anterior”, refere. “Por este motivo, melhor do que ninguém, o então dirigente da delegação de Beja, José Tadeu de Freitas, saberá responder, visto que foi ele que geriu o empreendimento.”

26907856_471535473247496_6673916734096684721_n.jpgJosé Tadeu de Freitas, que liderava a delegação de Beja da CVP, recusa entrar em “diálogos de pingue-pongue” com Francisco George, mas lembra que, á época, “era um diretor funcionário, o que significa que a decisão da obra cabia sempre à sede nacional e nunca à delegação local”.

Câmara de Cuba já iniciou a empreitada de reabilitação de 50 habitações sociais

Zé LG, 23.05.21

202105201448418412.jpgA Câmara Municipal de Cuba já assinou o contrato de adjudicação para a Empreitada de Reabilitação de 50 habitações sociais na vila, no valor de 143 mil euros. Os trabalhos iniciaram-se no passado dia 17 e “A sua conclusão está prevista em todos os fogos num período de 120 dias”.

A autarquia informa que, em linhas gerais, a “intervenção tem como objetivo a dignificação e melhoria das condições de vida dos residentes do concelho com necessidades económicas.

CVP com obras do Lar Residencial paradas há quatro anos, em edifício alugado há mais de oito anos

Zé LG, 15.05.21

BEJA-CRUZ-VERMELHA-lar_800x800.jpgEm 2012, a Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) assinou com a Infraestruturas de Portugal (IP) um contrato de arrendamento da antiga cantina da REFER, válido por 20 anos e renovável, para ali instalar a Casa de Repouso e o Serviço de Apoio Domiciliário, que funcionam num prédio antigo no Centro Histórico de Beja.

O que já devia ser um Lar Residencial em funcionamento há mais de quatro anos, é um edifício ao abandono, onde foram gastos cerca de meio milhão de euros e apesar das obras terem parado em fevereiro de 2017, a CVP continua a pagar a renda mensal, num total de 850.000 euros.

Após tomar posse do cargo de presidente da Direção Nacional da CVP, Francisco George esteve em Beja e anunciou que “vão ser investidos mais de um milhão de euros na construção da residência” e “que no próximo dia 2 de janeiro de 2018 as obras vão ser retomadas. Está garantido o financiamento de 600 mil euros para as concluir”. Passaram três anos e a situação está na mesma: obras paradas.

Mas a situação pode vir a ter contornos mais graves. É voz corrente no interior da instituição que a Cruz Vermelha vai encerrar a Casa de Repouso e o Serviço de Apoio Domiciliário, que passará para a Santa Casa da Misericórdia de Beja, que assumirá as obras e o aluguer do antigo edifício da Refer, mas a dívida do empréstimo de meio milhão continuará a ser da responsabilidade da CVP.

Desde que Francisco George assumiu a presidência da Cruz Vermelha que a “Dança de Cadeiras” na Delegação de Beja não para

Zé LG, 27.04.21

George-e-Equipa_800x800.jpgDesde que Francisco George assumiu a presidência da Cruz Vermelha em novembro de 2017, a Delegação de Beja já conheceu vários responsáveis. A última presidente da Comissão Administrativa, antes do atual Delegado Especial, durou seis dias. Lar/Residência de Beja: um que não abre ou que pode fechar.

A “Dança de Cadeiras” começou na noite de 1 de dezembro de 2017, na primeira visita de Francisco George enquanto presidente da Direção Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), cargo que tinha assumido sete dias antes e desde essa data já houve um presidente, cinco presidentes de Comissões Administrativas (CA) e agora um Delegado Especial.

Veja, aqui, todas as mudanças registadas desde aquela data.

Cristina Taquelim e Jorge Serafim voluntários no projeto HumanaMente @ctivos

Zé LG, 18.04.21

202104152224113612.jpgAs sessões online de leitura e contos com Cristina Taquelim e Jorge Serafim no âmbito do projeto Humnamente@activos, da Cáritas Diocesana de Beja, já começaram e pretendem promover a conversa e a memória através da palavra e ser um complemento à intervenção realizada com a terapia ocupacional no domicílio.

A Cáritas Diocesana de Beja destaca a disponibilidade dos voluntários para participarem neste projeto e desta forma contribuírem para o “combate” ao isolamento dos idosos.

Trata-se de um projeto da Cáritas Diocesana de Beja financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian e conta com a parceria da Alémemória e Câmara Municipal de Beja.

Guterres apela à “criação de impostos de solidariedade ou sobre os lucros durante a pandemia, para reduzir as desigualdades”

Zé LG, 13.04.21

transferir.jpg“Apelo a que os Governos ponderem a criação de impostos de solidariedade ou sobre a riqueza a aplicar àqueles que tiveram lucros durante a pandemia, para reduzir as desigualdades”, disse o secretário-geral das Nações Unidas (ONU), António Guterres. De acordo com Guterres, no último ano, os mais ricos do mundo viram o seu património dar um salto de cinco biliões de dólares, enquanto os mais pobres ficaram ainda mais vulneráveis e fragilizados.

“Precisamos de um novo contrato social, baseado na solidariedade e em investimentos na educação, em empregos decentes e ‘verdes’, na proteção social e nos sistemas de saúde. Esta é a fundação para o desenvolvimento sustentável e inclusivo“, sublinhou o mesmo.

Cáritas de Beja alerta para a falta de recursos alimentares e apela à doação particular

Zé LG, 13.03.21

11212_big.jpgA Diocese de Beja relançou a campanha "Cáritas é Amor, Ajude a Ajudar" devido à falta de recursos alimentares e por não ter capacidade de resposta para os diversos pedidos que lhe chegam, lançada pela primeira vez em 2020, aquando do primeiro confinamento.

"Neste momento, a situação está a ser pior, estamos a ter mais solicitações e, por isso, pensámos em relançar a campanha por tempo indeterminado", explicou Ana Soeiro. Trata-se de "uma resposta de emergência" para dar "no imediato" às pessoas que chegam aos serviços de atendimento da Cáritas, "enquanto aguardam para serem, depois, integradas numa das respostas sociais" da instituição, diz a coordenadora técnica do Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social (SAAS).

Misericórdia de Évora arranca com Nova Unidade de Cuidados Continuados

Zé LG, 20.02.21

év.jpgA nova Unidade de Cuidados Continuados Integrados da Santa Casa da Misericórdia de Évora, com “capacidade para 42 camas”, vai envolver um investimento de quatro milhões de euros, com o apoio de fundos comunitários, através do Programa Operacional Alentejo 2020.

Segundo o provedor da instituição, Francisco Lopes Figueira, a futura unidade vai “nascer” num novo edifício que será construído num terreno situado junto ao Recolhimento Ramalho Barahona, adiantando que a empreitada arrancou esta semana com a “montagem do estaleiro” da obra e com o início da “movimentação de terras”, referindo que os trabalhos têm um prazo de execução de “20 meses”.

Município de Odemira definiu novas medidas de apoio às empresas, instituições e famílias

Zé LG, 20.02.21

202102181230191496.jpgO Município de Odemira definiu um conjunto de 30 medidas extraordinárias de apoio às empresas, às famílias e às instituições do concelho, tendo em vista ajudar e fazer face às dificuldades vividas devido à atual situação pandémica. As medidas preveem novos apoios excecionais que representam um valor total de 1. 250.000, 00€.

ULSBA faz apelo urgente à dádiva de sangue

Zé LG, 22.12.20

odemira-dádiva-sangue--768x432.jpgNesta época natalícia, o Serviço de Imunohemoterapia da ULSBA apela a todos os potenciais dadores que façam a sua dádiva de sangue, porque “neste momento, os stocks de sangue no Hospital de Beja estão a níveis baixos” e “a ajuda de todos é muito importante”.

A dádiva deve ser efetuada no Serviço de Sangue (Piso 0), no Hospital de Beja, nos seguintes horários: de 2ª a 5ª feira entre as 9:30 e as 12:30 horas e, de tarde, das 14:30 às 19:00 horas; à 3ªf de manhã, no mesmo horário e, de tarde a partir das 14:30 até às 16:00 horas. À quarta-feira a recolha é realizada só de manhã (entre as 9.30 e as 12:30 horas) e à sexta-feira, a colheita é feita durante a tarde, das 14:30 às 16:00 horas.

Incubadora de Inovação Social do Baixo Alentejo comemora o seu 2º aniversário

Zé LG, 22.12.20

202012211835383785.jpgA IISBA - Incubadora de Inovação Social do Baixo Alentejo comemora hoje, de forma simbólica, o seu "segundo ano ao serviço da inovação social e de toda a comunidade baixo alentejana", com a realização de um encontro, via plataforma ZOOM, às 17.00 horas, transmitido em direto no facebook da IISBA em: www.facebook.com/IISBAIncubadora, onde são apresentados os dados das iniciativas desenvolvidas e é atribuida a distinção de "Agentes de Dinamização Social" a personalidades que se destacaram na promoção e dinamização da Inovação Social durante 2020.

“a nossa Segurança Social é bastante sólida”

Zé LG, 31.10.20

seguranca_social.jpg“Há alguns estudos sérios sobre esta temática, que demonstram que a nossa Segurança Social é bastante sólida. Precisamente por serem sérios e demonstrarem, por exemplo que os nossos fundos de pensões são extremamente robustos (dos mais sólidos do mundo ocidental), é que a dita imprensa de referência faz passar a ideia de que é tudo uma desgraça, sempre acompanhada pelo inigualável Correio da Manhã, que sempre que uma seguradora ou um banco fazem mais uma tentativa para abocanhar os ditos fundos de pensões, lá surge um título em letras garrafais a exclamar que só há dinheiro para mais um ano ou dois. Nada como analisar os números:

 

“porque é que não nos contam toda a verdade sobre a Segurança Social?”

Zé LG, 30.10.20

seguranca_social.jpg“Está por fazer um grande debate nacional sobre o envelhecimento e as suas consequências sociais e económicas.

Os governos, os partidos políticos e a sociedade em geral, evitam falar sobre o tema. A começar pela sustentabilidade da Segurança Social, principal pilar e cerne de toda a questão.

Esta semana o governo informou que devido a toda a problemática relacionada com a COVID19, o orçamento da Segurança Social tinha sofrido mais um rombo. Somado aos péssimos investimentos feitos em fundos no governo do engenheiro Sócrates.

Será caso para dizer, porque é que não nos contam toda a verdade sobre o assunto?”

Anónimo 29.10.2020, aqui.

Criadas as três primeiras equipas de apoio domiciliário do Alentejo na área da saúde mental

Zé LG, 14.10.20

201901301006082121 Mental.jpg"Os contratos envolvem a ARS do Alentejo, o Instituto de Segurança Social, através dos Centros Distritais de Portalegre, Évora e Beja, e três instituições particulares de Solidariedade Social (IPSS): o Lar de S. Salvador da Aramenha (Marvão), a Associação de Amigos da Criança e da Família – «Chão dos Meninos», Évora e a Santa Casa da Misericórdia de Beja. As parcerias têm como objetivo a criação de três equipas de Apoio Domiciliário, duas dirigidas a pessoas adultas e uma dirigida a crianças e adolescentes. E as equipas vão abranger utentes adultos dos concelhos de Marvão, Castelo de Vide e Beja, assim como crianças e adolescentes do concelho de Évora."

Ana Matos Pires, assessora do Plano Nacional de Saúde Mental da DGS, avançou, ainda, que conta, até final do ano, com “a assinatura de mais três contratos, dois de apoio moderado e um sócio-ocupacional, também com a Santa Casa da Misericórdia de Beja”. Leia também aqui.

Município de Alvito quer reduzir o “impacto da solidão e do isolamento”

Zé LG, 29.09.20

202009281237468894 alvito.jpg“Tendo em conta a realidade” do concelho de Alvito e considerar que “é importante que haja uma intervenção junto da população em situação de isolamento” o Município de Alvito decidiu avançar com um projeto que “passa pela criação de um serviço de proximidade, adaptado às necessidades de cada munícipe, diminuindo o impacto da solidão e do isolamento; promover o bem-estar físico, psicológico e emocional e promover a inclusão social.”

Câmara de Ferreira do Alentejo distingue empresas socialmente responsáveis

Zé LG, 13.09.20

202009111658287157 FA.jpgA Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo atribuiu a distinção de responsabilidade social, que se enquadra no programa de responsabilidade social promovido pela Autarquia, à Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Ferreira do Alentejo e à Aggraria – Lagar, Lda, que, no ano de 2019, se destacaram no apoio a organizações ou iniciativas de interesse local, designadamente através de doações de natureza financeira e em géneros, a um conjunto de entidades individuais e coletivas do concelho.