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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Sindicato acusa entidades fiscalizadoras “de nada fazerem” contra as poeiras da atividade mineira em Aljustrel

Zé LG, 24.09.22

Almina.pngO Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira (STIM) mostra-se frontalmente contra as poeiras que resultam da atividade mineira em Aljustrel e acusa as diversas entidades que deveriam fiscalizar esta situação “de nada fazerem”. O sindicalista Luís Cavaco, afirma que “as poeiras são um atentado à saúde pública, por isso não calaremos a voz até que esta situação seja devidamente monitorizada”.

“Aumento dos salários e pensões – emergência nacional! Contra o aumento do custo de vida e o ataque aos direitos.”

Zé LG, 19.09.22

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A CGTP-IN considera que, sem prejuízo de medidas de fundo e da Prioridades da Política Reivindicativa da CGTP-IN para 2023, é urgente que se avance, ainda no ano de 2022, com:

O aumento dos salários de todos os trabalhadores em 90€;

Aumentos extraordinários, mesmo dos salários que foram actualizados, mas cuja revisão já foi absorvida pela inflação;

O aumento extraordinário do Salário Mínimo Nacional, fixando-o nos 800€, com efeitos imediatos;

O aumento extraordinário de todas as pensões e reformas que reponha o poder de compra e assegure a sua valorização;

O aumento das prestações de apoio social;

A revogação das normas gravosas da legislação laboral;

A fixação de limites máximos nos preços dos bens e serviços essenciais;

A aplicação de um imposto que incida sobre os lucros colossais das grandes empresas, promovendo justiça fiscal e contribuindo para o reforço dos serviços públicos e funções sociais do Estado e para a concretização de medidas de apoio que ajudem a responder à difícil situação social que atinge largas camadas da população em Portugal.

“Não sei onde é que isto vai parar, mas receio que acabe mal”

Zé LG, 06.05.22

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«Razão para perguntar se, no lado ucraniano, a realidade que os camaradas do Bruno mostram não é apenas a realidade de um país invadido e se a Visão e vigilante Ana Gomes não entendem como útil aos cidadãos o conhecimento do que ocorre em cada um dos lados.

Insistamos na questão: os jornalistas, Ana Gomes, João Galamba, os cidadãos consideram mesmo dispensável a cobertura jornalística "no outro lado" da guerra? Que noção e que valor dão realmente ao pluralismo jornalístico, incluindo o reconhecimento de que a realidade é sempre observada, analisada e contada de ângulos e perspectivas mais ou menos singulares?

Resumindo:

O velho macarthismo agora travestido de puritanismo jornalístico anda à solta, farejando um comunista atrás de cada repórter. Pena não haver mais camaradagem, respeito pelo trabalho dos outros e defesa do direito dos outros ao trabalho. Não sei onde é que isto vai parar, mas receio que acabe mal.»

Leiam aqui este pertinente e oportuno texto de Alfredo Maia, ex-presidente do sindicato dos jornalistas, que a todos nos devia fazer refectir se é isto que queremos.

Beja realiza Tribuna Pública em ação nacional de luta da CGTP-IN

Zé LG, 07.04.22

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A CGTP-IN marcou, para amanhã uma ação nacional de luta com iniciativas a decorrer um pouco por todo o país. Para Beja está agendada uma Tribuna Pública nas Portas de Mértola, a partir das 10.30 horas.

Para a CGTP-IN “depois do aproveitamento da pandemia pelos grandes grupos económicos para acumularem lucros colossais, enquanto os trabalhadores eram atingidos nas suas condições de vida e direitos, está agora em curso um processo de aproveitamento da guerra e das sanções para desencadear um brutal aumento de preços e degradação do poder de compra dos salários, empobrecendo os trabalhadores ao mesmo tempo que as multinacionais promovem a especulação e se preparam para concentrar lucros e dividendos cada vez maiores.”

A CGTP-IN afirma que não aceita “mais um ataque aos salários e pensões, aos direitos e condições de vida, num ano em que todas as previsões apontam para o crescimento da economia”

Sindicatos exigem adiamento de transferência de competências da educação para as autarquias

Zé LG, 03.04.22

202204011252046975.jpgSindicalistas do distrito de Beja entregaram um documento na CIMBAL contra a municipalização da educação. No dia em que os municípios passaram a ter, "por imposição" do governo, as competências na área da educação, os sindicatos voltaram a pedir o adiamento da transferência de competências para as autarquias locais no âmbito da educação.

Esta ação surgiu no âmbito da luta que tem sido travada pelos sindicatos no sentido de se adiar o processo de transferência de competências para as autarquias locais, promovendo dessa forma um debate mais alargado na sociedade portuguesa sobre educação e a escola pública em Portugal. Daqui e daqui.

Santos Arranha, secretário-geral da CGT, e a solidariedade desta com os mineiros de Aljustrel

Zé LG, 18.03.22

Arranha.png«Nascido em 1891, em Caldas da Rainha, Santos Arranha foi secretário-geral da CGT em 1922/23. E foi director do diário sindicalista A Batalha, em 1925/26.

Além da defesa da paz, uma prioridade da CGT sob a sua liderança foi a luta contra o agravamento do custo de vida. ... foi peculiar a sua acção de solidariedade: “em Outubro de 1922 os mineiros de Aljustrel declaram-se em greve, reclamando melhores salários, luta que sustentaram ininterruptamente até Janeiro seguinte”. A CGT organizou então o acolhimento temporário dos filhos destes trabalhadores em famílias de Beja e Lisboa, “para subtraí-los à fome e ajudar os pais na sua luta”.

Uma outra nota da sua liderança, inovadora para os dias de hoje, foi defender a redução do horário de trabalho para 6 horas por dia. Já no jornal A Batalha sob a sua direção, uma preocupação dominante foi o perigo de uma ditadura de tipo fascista.

Nos anos 1930, Santos Arranha viveu na Bélgica, de onde terá regressado para escapar à invasão nazi. Nos anos 1940, de novo em Lisboa, integrou um grupo anarquista clandestino. E manteve os seus ideais até falecer, em 1962.» Luís Carvalho, aqui.

“A Igualdade tem de existir – Para o país evoluir”

Zé LG, 07.03.22

CGTP-Igualdade-768x432.jpg... é o mote da Semana da Igualdade, a Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens da CGTP-IN está a promover, entre hoje e sexta-feira, que também assinala o Dia Internacional da Mulher Trabalhadora.

Para a cidade de Beja está programada uma Tribuna Pública, amanhã, a partir das 10h30, nas Portas de Mértola, com a participação de delegados, dirigentes sindicais e trabalhadores dos vários setores que integram a União de Sindicatos do Distrito de Beja (USDB).

A Igualdade no acesso ao emprego, a desigualdade salarial, a maternidade e paternidade, a conciliação do trabalho com a vida pessoal e familiar, o assédio laboral e as doenças profissionais das mulheres, são matérias em debate, segundo Cristina Barata, coordenadora da Comissão de Igualdade da União de Sindicatos.

STAL decora árvores de Natal com exigências da Proposta Reivindicativa Comum para 2022

Zé LG, 24.12.21

202112221245061718.jpgO STAL tem estado a proceder à decoração de árvores, com as principais reivindicações dos trabalhadores dos diversos municípios, por todo o distrito de Beja, designadamente: o aumento de 90€ para todos, o salário mínimo nacional de 850€, a correção da Tabela Remuneratória Única, o subsídio de refeição de 7,50€, a revogação do SIADAP, a criação e regulamentação do Suplemento de Insalubridade, Penosidade e Risco, a erradicação da precariedade, o direito à contratação coletiva, e a reposição das contribuições para a ADSE para 1,5% sobre 12 meses. 

Manifestação nacional da CGTP , porque “Avançar é preciso”

Zé LG, 19.11.21

manif20nov.jpgO protesto começa às 14.30 horas, no Marquês de Pombal – restauradores e tem como lema “Avançar é preciso”.
A CGTP entende que “o momento exige a adoção de uma política que valorize o trabalho e os trabalhadores, nomeadamente, com o aumento geral dos salários em 90 euros para todos os trabalhadores, a valorização das carreiras e profissões, a fixação de 850 euros para o salário mínimo nacional a curto prazo”.

Afinal a CGTP não marca manifestações apenas à sexta-feira. Afinal "os malandros" dos trabalhadores (também) sacrificam dias do seu descanço para lutar pelos seus direitos.

“Falta ação daqueles que têm as ferramentas para se chegarem à frente e assumirem as competências que lhes foram atribuídas.”

Zé LG, 16.10.21

resi_13.jpg«... Falar do que aconteceu e criticar o que não se fez ou o que se fez mal, é muito confortável pois… já passou. Mas quando temos a oportunidade de apoiar e de fazer a diferença…. Pensamos duas vezes.

O chavão de que “prognósticos só no final do jogo” cai aqui que nem um fato de modista. Vamos assobiar para o lado, vamos fingir que nada se está a passar até porque não queremos sair beliscados e nunca se sabe para que lado vai pender a razão. Queremos lá saber daqueles que têm de aguentar diariamente sabe-se lá por quanto tempo, esta situação. Quando a casa ruir vamos lá então apontar o dedo aos supostos culpados e passar a mão pela cabeça daqueles que se tentam reerguer no meio dos destroços….

Afinal… a edição deste comentário é um sinal de que ainda há quem se preocupe… fica a intenção! Falta ação por parte daqueles que têm as ferramentas para se chegarem à frente e assumirem as competências que lhes foram atribuídas.» Anónimo 13.10.2021, aqui.

Vagas de médicos de família preenchidas por concurso não chegaram aos 60% no Alentejo

Zé LG, 17.08.21

202107191222044211.jpgO preenchimento das 459 vagas para a contratação de médicos de família ficou aquém das expectativas e registou mais de 130 desistências, denunciou a Federação Nacional dos Médicos (FNAM), que responsabilizou o Governo pela situação. Vagas preenchidas no Alentejo não chegaram aos 60%.
A FNAM sustentou que o défice na fixação de médicos de família no Serviço Nacional de Saúde (SNS) terá deixado “cerca de 200 mil utentes” sem um profissional dedicado ao seu acompanhamento.
Sublinhando que esta situação tem “vindo a repetir-se nos concursos anteriores”, a FNAM lembrou a necessidade de “investir diretamente em condições de trabalho adequadas” para os médicos no setor público da Saúde, alertando para o risco de se continuar a perder profissionais com elevados níveis de qualificação, vincou a urgência de o Ministério da Saúde retomar as negociações com os diferentes sindicatos médicos “de forma séria e ponderada”.

Sindicato acusa Governo por falhar na concretização de medidas necessárias à fixação de médicos

Zé LG, 21.07.21

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O Sindicato de Médicos da Zona Sul avança que o processo de recrutamento de médicos que se encontra a decorrer apresenta erros e não contempla as necessidades identificadas no país, porque muitos dos serviços e especialidades carenciadas não constam do mapa de vagas que foi colocado a concurso pelo Ministério da Saúde.

Manuel Nobre reeleito presidente do Sindicato de Professores da Zona Sul

Zé LG, 10.06.21

sprof.pngO presidente do Sindicato de Professores da Zona Sul (SPZS), Manuel Nobre, foi reeleito para o triénio 2021-2024. Ana Simões e Margarida Pereira foram eleitas vice-presidente e tesoureira, respetivamente.
Na sua intervenção de tomada de posse, Manuel Nobre reafirmou o compromisso de o sindicato continuar a lutar por melhores condições de trabalho para os docentes e em defesa de uma escola “qualidade, pública, democrática e inclusiva”.

CGTP-IN contesta falta de direitos e resposta "desequilibrada" do Governo

Zé LG, 01.05.21

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A secretária-geral da CGTP-IN afirmou hoje, na concentração do 1.º de Maio em Lisboa, que a pandemia da covid-19 “agravou muitos dos problemas” dos trabalhadores e que “a resposta do Governo” tem sido “desequilibrada”, pedindo o combate à exploração laboral.

Apontando a precariedade, o desemprego, os baixos salários e as reduzidas reformas como “realidades que já cá estavam e que se agravaram”, Isabel Camarinha criticou a resposta do Governo, que “atribui ajudas a quem deveria ser chamado a contribuir e deixa de fora muitos dos que realmente necessitam”. “Não estamos todos no mesmo barco”, reforçou.

No próximo sábado, 08 de maio, está já agendada uma manifestação nacional, a realizar no Porto, para “lutar pelos diretos, por mais emprego, pela produção nacional, pelos salários e os serviços públicos, a lutar por uma Europa dos trabalhadores e dos povos e pela afirmação da soberania”, adiantou a secretária-geral, concluindo que é aos trabalhadores que pertence o futuro.

Sindicato e EDP não se entendem nos contratos de saída dos trabalhadores da central termoelétrica de Sines

Zé LG, 07.03.21

202103041506414473.jpgO sindicato das indústrias e energias acusou a EDP de "impor" a trabalhadores da (Setúbal) "a obrigatoriedade da subscrição de contratos de saída, altamente lesivos" após o fecho da instalação. "Subsiste um número ainda significativo de trabalhadores, cerca de 40, que entendem não assinar os contratos porque são prejudiciais para toda a sua vida", explicou o representante do SIEAP, Egídio Fernandes.

Fonte oficial da EDP salientou que "em nenhum caso os trabalhadores são obrigados a escolher uma opção, dispondo de tempo e de informação para ficarem esclarecidos sobre todas as condições". "Tanto que, mesmo depois do encerramento de atividade da Central de Sines, esse processo de conversação ainda decorre junto de alguns trabalhadores".

Morreu José Melão

Zé LG, 23.02.21

3d041a_a8b478c894484594a1efd53b53ff04ca_mv2.jpgJosé Bento Picareta Melão, 78 anos, viúvo, natural de Beja, morreu ontem, tendo o funeral saído, hoje,do hospital José Joaquim Fernandes para o cemitério de Beja.

José Melão foi electricista da EDP, de onde se reformou. Foi dirigente do Sindicato dos Electricistas e (julgo que) da USDB. Foi militante e dirigente concelhio de Beja do PCP e autarca da CDU. Foi ainda dirigente associativo e cooperativo.

Convivi de perto com José Melão, durante um largo período, na militância partidária e a nível autárquico. Guardo dele a memória de um homem muito disponível e participativo, voluntarioso e empenhado na acção e luta por uma sociedade melhor. Há muito tempo que não o via nem tinha notícias dele.

À família e ao PCP apresento os meus sentidos pêsames!