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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Hospital Central do Alentejo será “motor de desenvolvimento”

robalo.jpgO novo Hospital Central do Alentejo, cujo concurso público para a sua construção foi já lançado, "será um motor de desenvolvimento regional e de coesão social", afirmou o presidente da Administração Regional de Saúde (ARS), José Robalo.
José Robalo sublinhou que o lançamento do concurso público para a empreitada é "mais uma etapa decisiva" para que "o novo Hospital Central do Alentejo se torne uma realidade em dezembro de 2023". "Esta é uma ambição de todos os profissionais do [atual] hospital de Évora e de toda a população do Alentejo, sendo complementar às restantes unidades de saúde da região", vincou.
A futura unidade hospitalar vai dar resposta às necessidades de toda a população do Alentejo, com uma área de influência de primeira linha que abrange cerca de 200 mil pessoas e, numa segunda linha, mais de 500 mil pessoas.

Reduzir impostos, aumentar funcionários e melhorar serviços públicos?!

Entrámos na época de saldos, em que muitos oferecem quase tudo a todos. Mas, mesmo nos saldos, deve haver um limite, não pode valer tudo...

Ouvir quem mais aumentou impostos e mais cortou nos salários, nas pensões e nos serviços públicos garantir agora que vai fazer o contrário, ou seja, reduzir impostos e aumentar salários e melhorar os serviços públicos daria vontade de rir se não fosse tão demagógico e grave.

Sejam sérios (todos) e digam que vão aumentar alguns impostos, designadamente a quem deve contribuir mais em função dos seus rendimentos, para poderem aumentar os salários e melhorar a qualidade dos serviços públicos. Assim, talvez haja mais gente a acreditar nas promessas que fazem.

A melhoria dos serviços públicos não depende apenas (embora também) de melhor organização e maior eficácia e eficiência. Precisa também de maior investimento. E para isso é preciso cobrar mais impostos, a quem não paga e a quem pode e deve pagar mais. E, principalmente, é preciso que esse dinheiro é bem utilizado, onde faz mais falta.

Câmara de Beja reduz mais preços de Transportes Públicos

urbanas.jpgÉ já a partir de 1 de setembro, que “as viagens no concelho de Beja com percursos, num sentido, superiores a nove quilómetros e que pagam, atualmente, mensalidade de 50 euros e 50 cêntimos, passarão a pagar 40 euros”, revela a autarquia bejense, “mediante apresentação no Balcão Único da Câmara Municipal de Beja do certificado de residência, emitido pelas Juntas de Freguesia”. Os passes para a cidade de Beja “a partir de Beringel, Cabeça Gorda, São Brissos e São Matias, por exemplo, passarão a beneficiar de uma redução de 10 euros e 50 cêntimos por mês”, revela a Câmara de Beja, que considera que “Promover uma mobilidade mais acessível, é reforçar a coesão do território”.

À atenção da Câmara de Beja: cortes frequentes no fornecimento de electricidade

Há oito anos que moro no Penedo Gordo e, pelo menos, desde essa altura que se registam cortes no fornecimento de energia eléctrica. Dantes, registavam-me principalmente quando chovia. Bastava começar a chover para logo faltar a luz. Agora, registam-se com mais frequência - há semanas em que isso acontece vários dias e várias vezes nalguns dias -, independentemente do tempo. Ainda esta manhã se registou mais uma interrupção. 

pg.jpgChama-se a atenção da Câmara Municipal para esta situação que não se compagina com a prestação de um serviço público de qualidade e bem pago.

Técnicos de Radiologia do litoral alentejano em greve

hospital.jpgOs técnicos de radiologia do litoral alentejano estão, hoje e amanhã, em greve. Está também prevista uma manifestação destes profissionais, em frente ao Hospital do Litoral Alentejano, hoje, entre as 11.00 e as 14.00 horas.

Estes profissionais exigem a negociação de remunerações dignas, condições de exercício que permitam corresponder às necessidades da população que serve, a aplicação do Código do Trabalho sem desvios, o fim das pressões sobre os profissionais para aceitarem condições contratuais e de exercício não consentâneas com a sua qualificação e competências e exercício profissional.

Problemas de abastecimento de água serão "absolutamente pontuais e em pequenas localidades”

imgLoader2.ashx.jpgO ministro do Ambiente disse que a atual situação de seca é "menos complexa" do que a de 2017 e se houver problemas de abastecimento público de água serão "absolutamente pontuais e em pequenas localidades”. "Relativamente ao abastecimento público, os problemas, a acontecerem, serão sempre absolutamente pontuais e em pequenas localidades", mas "não temos nenhuma previsão de que eles possam vir a acontecer", afirmou o ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Pedro Matos Fernandes, no concelho de Beja.

Porque não são criados Centros de Responsabilidade Integrada na ULSBA?

Sobre o anúncio da criação de Centros de Responsabilidade Integrada (CRI's) no Hospital de Évora (Cardiologia, Oncologia e Obesidade), afigura-se-me oportuno e pertinente dizer:
1. Como cidadão e potencial utente, saúdo a capacidade inovadora do Serviço Nacional de Saúde, que neste caso concreto aviva a esperança de que o interior do País seja meritoriamente desenvolvido.
2. Como profissional do Hospital de Beja (na vertente de Gestor), recordo aos meus concidadãos baixo-alentejanos que já há cerca de 20 (vinte!) anos tínhamos essa visão desenvolvimentista e pioneira, expressa documentalmente pelo Conselho de Administração da altura, em proposta de criação de CRI's.
3. Mais recentemente, de forma pública e também documentalmente dirigido a quem de direito, esse projeto foi reiterado, não tendo merecido da tutela outra atitude que a penalização dos seus autores.
4. Entendo reafirmar que no contexto atual, apesar das conhecidas carências de recursos, a ULSBA retém potencialidades para singrar nessa via de diferenciação, em benefício dos seus utentes e da sustentabilidade enquanto Empresa Pública.

Munhoz Frade 17.07.2019 16:24, aqui.

 

Aqui está um tema que, insistentemente, Munhoz Frade traz para debate mas parece que não há quem tenha vontade de o debater, a começar pelo CA da ULSBA. Podem ou não esses CRI’s ajudar a resolver alguns dos problemas da Saúde no Distrito de Beja? Se podem, porque não são criados?

AR recomenda “medidas urgentes” para Saúde no Distrito de Beja

Hospital-de-Beja texto.jpgO parlamento aprovou um projeto de resolução do PCP que recomenda ao Governo a adoção de medidas urgentes para reforçar a resposta pública na área da saúde no distrito de Beja. Este projeto, que tinha sido apresentado pelos comunistas no dia 3 deste mês, foi aprovado com os votos a favor das bancadas de PSD, CDS-PP, BE, PCP, PEV e PAN e de dois deputados do PS e a abstenção dos restantes deputados socialistas e do deputado não inscrito Paulo Trigo Pereira.
Ao nível dos cuidados de saúde hospitalares, o projeto recomenda ao Governo que reforce as medidas de incentivo e apoio à fixação de médicos na Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA), sobretudo das especialidades mais carenciadas, como obstetrícia, pediatria, imagiologia e ortopedia.
…. Leia aqui o resto da notícia.

EMAS não prevê problemas devido à seca

EMAS-1-768x432.jpgA EMAS- Empresa Municipal de Água e Saneamento de Beja não prevê problemas no abastecimento de água às populações devido à seca que atinge a região e o país.
Rui Marreiros, administrador da Empresa, garante que a abastecimento está assegurado a partir da barragem do Roxo. As captações subterrâneas podem, em caso de necessidade, ser utilizadas para abastecimento público.
A estas fontes, junta-se a nova estação de tratamento de água de Beja que permitirá, em breve, a ligação ao sistema de Alqueva, o que reforça a origem de água para distribuição, esclarece Rui Marreiros.

Médicos e enfermeiros “lutam contra a degradação do SNS e das condições de trabalho”

greve.jpgMédicos e enfermeiros vão esta semana paralisar serviços de saúde em todo o país, com greves que começam na terça-feira e que se estendem até sexta-feira.

A greve dos médicos inicia-se às 00:00 de terça-feira e termina às 24:00 de quarta-feira. A paralisação dos enfermeiros decorre entre as 08:00 de terça e as 24:00 de sexta.

Cada uma das classes profissionais têm reivindicações específicas, mas tanto médicos como enfermeiros argumentam que lutam pela dignidade da profissão e por um melhor Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Apesar de reivindicações específicas de cada uma das profissões, os profissionais garantem estar a lutar por melhorar o Serviço Nacional de Saúde e lamentam que o Governo mantenha a saúde sob austeridade, embora o executivo socialista insista que nunca houve tantos profissionais no setor público da saúde.

Saiba tudo o que precisa de saber sobre a greve.

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