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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Município de Alvito e ASAE assinaram protocolo para garantir a qualidade e segurança das refeições escolares

Foi ontem assinado o protocolo entre o Município de Alvito e a ASAE, com o objetivo de garantir a qualidade e segurança das refeições escolares fornecidas nos refeitórios de responsabilidade municipal e sensibilizar e capacitar a população escolar, em especial, e a comunidade educativa em geral, em matéria de higiene e segurança alimentar.

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Alvito é o terceiro lugar do quarto país mais seguro para viver

Segundo  o Global Peace Index de 2019, Portugal está entre os países mais seguros do mundo, numa  lista composta por 163 países, obtém o 4º lugar. Apenas trás da Islândia, Nova Zelândia e Áustria.

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Quanto a cidades, as cinco mais seguras são Torres Novas, Seixal, Alvito, Góis e Vila Franca de Xira. Segundo a National Geographic, Alvito “apesar de ser uma pequena vila portuguesa do Distrito de Beja, região do Alentejo, Alvito está na lista das cidades mais seguras para viver em Portugal, ocupando a 3.ª posição.”

Se procura um local mais tranquilo para viver, Alvito pode ser a oportunidade que procura.

Fujitsu confirma interesse em instalar em Beja um centro de competências nas áreas da proteção da informação digital

A Fujitsu Portugal confirma o interesse em avançar com um centro de desenvolvimento em Beja. Conforme avançado pelo Diário do Alentejo, a empresa e o Instituto Politécnico de Beja já assinaram um protocolo de colaboração. A nova unidade destinar-se-á ao desenvolvimento de ferramentas de segurança informática que possam ser usados pelos clientes da empresa.

imgLoader2.ashx.jpg“Todos os passos que estamos a dar é para criarmos esse centro de competências e neste momento não vemos razão nenhuma para que esse centro não seja uma realidade”, acrescenta Pedro Samuel Pires, líder de cibersegurança da Fujitsu Portugal, sublinhando o trabalho desenvolvido pelo Instituto Politécnico de Beja na área da segurança informática: “Alegrar-nos-ia muito contribuir para este desenvolvimento em Beja, mas também aproveitar as excelentes capacidades que já observamos e estamos a desenvolver com o IPBeja”.

 

Assembleia Municipal de Serpa exige reparação de Estradas Nacionais

Estradas-Serpa-768x512.jpgNuma moção apresentadas pelos eleitos do PS e aprovada por unanimidade, a Assembleia exige que o Governo “se comprometa a realizar um levantamento exaustivo das carências em termos viários, de todas as estradas nacionais que atravessam o concelho de Serpa, de modo a que a médio prazo, haja uma intervenção profunda em todas as vias que servem este concelho”, uma vez que “a quase totalidade das estradas nacionais do concelho de Serpa necessita de obras de beneficiação”.

Também aqui.

Beja vai ter uma Equipa de Intervenção Permanente

201812261526079364.jpgA Câmara Municipal de Beja assinou um protocolo tendo e vista a constituição de uma Equipa de Intervenção Permanente no concelho, válido por um período de três anos, sendo os custos da equipa suportados em 50% pela Câmara Municipal de Beja e 50% pela Autoridade Nacional de Protecção Civil, cabendo ao município um investimento de 33 mil euros anuais.

A Câmara de Beja explicou que a EIP pretende “melhorar a eficiência da protecção civil e as condições de prevenção e socorro face a acidentes e catástrofes (…)”, explica a Câmara de Beja.

Ambulâncias

Só andei uma vez de ambulância e como acompanhante.

Hoje, fui ultrapassado duas vezes por ambulâncias. De manhã, por uma do INEM e, de tarde, por uma dos Bomebeiros. Tudo normal. Num caso, encostei-me e deixei-a passar e, noutro, não não foi preciso fazer fosse o que fosse porque teve espaço para passar.

Num dos casos, a ambulância teve de fazer um ângulo recto para virar. Fê-lo, quase, sem reduzir a velocidade. Imagino como se deve ter sentido quem lás dentro ia... Eu, na minha única experiência, vomitei durante quase todo o caminho...

Será que a poupança de uns centésimos de segundo justifica os abalos que provoca a quem nelas circula? Talvez só seja a minha má e única experiência a justificar esta dúvida...

FOI FEITO O QUE ERA PRECISO FAZER?!

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Dói assistir a este triste "espectáculo", depois do que se passou no ano passado, das promessas de que tudo iria ser feito para evitar que se repetisse e das garantias de que tudo foi feito para travar tantos custos - humanos, sociais, ambientais, patrimoniais, económicos - provocados pelos incêndios. 

Ainda no Domingo à noite, o responsável nacional da Protecção Civil e o Ministro da Administração Interna "descansaram" as pessoas em risco, dizendo que tudo o que era possível fazer estava a ser feito e que contavam que o incêndio fosse controlado nessa noite. Entretanto, passaram mais dois dias... e já dura há 5 dias! 

Como se pode admitir que, tendo no ano passado técnicos alertado para que o próximo grande incêndio seria em Monchique, não se tivessem tomado todas as precauções - e tem-se visto que tal não aconteceu - para evitar que tal acontecesse?! Como explica o governo que, depois do que aconteceu no ano passado e de tudo o que disse, se tenha registado um incêndio destas proporções e que o mesmo não tenha sido controlado ao fim de 5 dias?! Parece-me que as condições climatéricas adversas são uma explicação mas que não explicam tudo. Exige-se, por isso e em tempo oportuno, que o governo apresente todas as explicações e tire todas as consequências de mais este drama.

CÂMARA DE ALVITO CEDE ANTIGA ESCOLA DO 1º CICLO PARA POSTO DA GNR

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A Câmara de Alvito vai ceder as instalações da antiga escola do 1º ciclo ao Ministério da Administração Interna para instalação do Posto da GNR, visto o actual espaço ocupado pela GNR não reunir as condições necessárias. As obras de adaptação da escola deverão ficar concluídas no próximo ano.

Este processo arrasta-se há 5 anos e fica hoje fechado com a assinatura de um protocolo entre o Município e a Secretária de Estado Adjunta da Administração Interna, Isabel Oneto. A Câmara Municipal sublinha “a importância da articulação entre a Administração Central, a Câmara Municipal e as Forças de Segurança”.

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