Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Comissão Europeia anuncia apoio aos agricultores confrontados com a seca

Zé LG, 29.07.19

seca1-768x512.jpg

Os agricultores “poderão receber uma percentagem mais elevada dos seus adiantamentos em pagamentos directos e pagamentos a título do desenvolvimento rural”, revela a representação da Comissão Europeia em Portugal.

Por outro lado, terão maior flexibilidade na utilização de terrenos para alimentação animal.

EDIA facilita acesso à água devido à seca

Zé LG, 28.07.19

EDIA-1-1-768x512.jpgA EDIA-Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas de Alqueva decidiu facilitar o acesso à água nas suas infra-estruturas e reservatórios para fins de abeberamento de gado e, sempre que tecnicamente possível, para rega de emergência de culturas.

Com base na informação prestada, a empresa analisará qual o ponto da rede e as condições em que os volumes requeridos poderão ser disponibilizados.

Problemas de abastecimento de água serão "absolutamente pontuais e em pequenas localidades”

Zé LG, 23.07.19

imgLoader2.ashx.jpgO ministro do Ambiente disse que a atual situação de seca é "menos complexa" do que a de 2017 e se houver problemas de abastecimento público de água serão "absolutamente pontuais e em pequenas localidades”. "Relativamente ao abastecimento público, os problemas, a acontecerem, serão sempre absolutamente pontuais e em pequenas localidades", mas "não temos nenhuma previsão de que eles possam vir a acontecer", afirmou o ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Pedro Matos Fernandes, no concelho de Beja.

PCP reclama medidas excepcionais para a situação de seca que vive a região

Zé LG, 18.07.19

A Direção Regional do Alentejo (DRA) do PCP frisa que é necessário tomar medidas excecionais para a situação de seca que se vive na região, para assegurar o abastecimento de água e o desenvolvimento da atividade agropecuária.

201020161743-300-secaAlentejo.jpgA DRA do PCP refere que “para além das medidas de carácter excecional que a situação exige, é indispensável a adoção de medidas de carácter estrutural que vão para além das de mitigação e contingência, partindo da realidade concreta, da previsão das necessidades, planeando os investimentos necessários, definindo prazos e meios para a sua concretização.”

 

EMAS não prevê problemas devido à seca

Zé LG, 08.07.19

EMAS-1-768x432.jpgA EMAS- Empresa Municipal de Água e Saneamento de Beja não prevê problemas no abastecimento de água às populações devido à seca que atinge a região e o país.
Rui Marreiros, administrador da Empresa, garante que a abastecimento está assegurado a partir da barragem do Roxo. As captações subterrâneas podem, em caso de necessidade, ser utilizadas para abastecimento público.
A estas fontes, junta-se a nova estação de tratamento de água de Beja que permitirá, em breve, a ligação ao sistema de Alqueva, o que reforça a origem de água para distribuição, esclarece Rui Marreiros.

FAABA reclama medidas de combate à seca

Zé LG, 19.06.19

As situações de seca extrema no Alentejo infelizmente são recorrentes, e este ano não é excepção. A Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo – FAABA solicita ao governo medidas de apoio de modo a mitigar os prejuízos causados.

seca.jpgComo medida de carácter geral, os agricultores alentejanos pedem que seja concedida a dispensa e deferimento do pagamento de contribuições à Segurança Social.

Baixo Alentejo entrou em seca severa

Zé LG, 11.06.19

O IPMA – Instituto Português do Mar e da Atmosfera classificou o mês de Maio como “muito quente em relação à temperatura do ar e extremamente seco em relação à precipitação”.

“O valor médio da temperatura máxima do ar, 25,09 °C, foi muito superior ao valor normal +4.13 °C, sendo o 2º valor mais alto desde 1931”.

O IPMA registou no final de Maio um aumento da área em seca meteorológica e da sua intensidade. O Baixo Alentejo passou de uma situação de seca moderada em Abril para seca severa em Maio.

Governo está a “preparar um Plano de Contingência para situação de seca”

Zé LG, 28.02.19

Capoulas.jpgO Ministro da Agricultura esteve ontem, em Beja, onde revelou que o Governo está a “preparar um Plano de Contingência para situação de seca”.

Capoulas Santos esteve reunido, na EDIA, com o Conselho para o Acompanhamento do Regadio de Alqueva (CAR Alqueva) para começar a preparar a próxima campanha de rega.

Um terço do território nacional está em seca moderada. O Ministro da Agricultura referiu que o cenário ainda não é grave, mas não afastou a hipótese de avançar com um plano de contingência.

O Alentejo não deverá sofrer grandes problemas com a seca. O Governante salientou que a Barragem de Alqueva “está a revelar plenamente a sua eficácia e a sua capacidade para responder [em situações de seca]. Neste momento, Alqueva tem capacidade disponível para manter uma campanha agrícola normal”.

Falta de chuva já afeta sementeiras, gado e barragens no Alentejo

Zé LG, 27.01.19

50639427_543182732861767_299012161403879424_n.jpgA falta de chuva no Alentejo já começou a afetar o desenvolvimento das pastagens, comprometendo mesmo algumas culturas relativas às sementeiras de outono/inverno.

Olha-se agora com especial atenção para as barragens da região, mas os níveis de água também não são generosos, pelo que - tal como aconteceu no ano passado - ainda não é possível definir estratégias para o ano agrícola.

Os agricultores garantem que os próximos dias são decisivos para os animais e sementeiras de outono/inverno, que também mergulharam num futuro incerto, depois de terem começado por ter boas perspetivas entre outubro e novembro.

Foto de Pedro Veríssimo.

FAABA RECLAMA MEDIDAS EXCEPCIONAIS CONTRA A SECA

Zé LG, 08.03.18

seca.jpg

A Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo (FAABA) vai enviar com caráter de urgência, uma missiva ao Ministério da Agricultura, a solicitar medidas imediatas de apoio, que previnam o aumento insustentável dos prejuízos provocados pela situação de seca extrema que esta região atravessa.

A direção da FAABA considera que se mantêm atuais as propostas anteriormente apresentadas, contudo reclama junto do Ministério da Agricultura a adopção de medidas de carácter excepcional.

“PIOR SECA DOS ÚLTIMOS 20 ANOS” REDUZIRÁ EM 50% ÁREA REGADA E TERÁ CONSEQUÊNCIAS NA ECONOMIA RURAL

Zé LG, 20.02.18

201802192318235843.jpg

A FENAREG – Federação Nacional de Regantes alerta que este ano “haverá fortes restrições em quase todas as obras de rega” e frisa que “a maioria não terá água”, lembrando que “após quatro anos consecutivos de precipitação inferior à média, as reservas de água situam-se agora nos 36%”.

Isto significa para a FENAREG que mais de 50% das áreas irrigáveis não vão poder ser regadas em 2018, que os agricultores são os primeiros a ser afetados pela seca e que terão que adaptar as culturas e as áreas cultivadas à água disponível. Acrescenta que redução de colheitas e menores rentabilidades são efeitos da seca prolongada e que acabam transferidos à indústria agroalimentar e à economia rural.

Para a FENAREG a seca vai provocar em 2018, um prejuízo direto estimado de mais de 1,1 mil milhões de euros no saldo da balança comercial e por tudo isto pede “urgentes medidas compensatórias aos agricultores pelo agrupamento de custos com a rega.”

Para a FENAREG o Programa Nacional de Regadios, cujo arranque foi assinalado pelo ministro da Agricultura no passado dia 2, é “mais um progresso na adaptação às alterações climáticas” e refere, igualmente, que “como aposta na competitividade da agricultura, também a PAC pós 2020 deve assegurar a continuidade dos investimentos em regadio para melhor resiliência aos períodos de seca.”

AGRICULTORES PREOCUPADOS COM CONSEQUÊNCIAS DA SECA EM 2018

Zé LG, 02.01.18

010520171256-691-IMG_0087.JPG

A Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo (FAABA) reuniu com Capoulas Santos, a quem apresentaram matérias relacionadas com a seca e o regadio.

Rui Garrido, presidente da FAABA, frisou que ficou combinado com o ministro da Agricultura monitorizar o que se vai passando com as culturas de sequeiro e deixada a nota de preocupação com as questões do abeberamento do gado, em 2018 e da falta de água nas barragens que se faz sentir.

As questões do regadio também foram abordadas tendo sido discutido, entre outras matérias, o preço da água do Alqueva, tendo sido deixado o pedido de não pagar a taxa de recursos hídricos de 2017, tendo em atenção o aumento das despesas que os agricultores vão ter este ano.

PCP DIZ QUE O ALENTEJO “PRECISA É DE UMA VERDADEIRA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO”

Zé LG, 07.12.17

mupi01.jpg

A Direcção Regional do Alentejo (DRA) do PCP lamenta “a postura de alguns eleitos do PS que, na busca de hegemonização do poder, ignoram a lei e não olham a meios para atingir os seus fins”, responsabiliza os eleitos socialistas pela “situação de impasse na eleição de órgãos” e acusa-os da prática de “uma cultura de poder pelo poder, diminuindo a matriz de diversidade e pluralidade que existe no Poder Local”.

O PCP diz que Alqueva “não tem condições para resolver todos os problemas existentes no Alentejo” e que a região “precisa é de uma verdadeira política de desenvolvimento, assente no aproveitamento dos recursos e potencialidades existentes”.

 

O PCP mostra-se preocupado com os efeitos da seca na agricultura e no abastecimento à população numa parte substancial da região e refere que há medidas de caráter estrutural que urgem ser implementadas para que se possa fazer face a este tipo de flagelo.

DESCIDA DOS NÍVEIS DE ÁGUA DAS BARRAGENS ACENTUOU-SE EM SETEMBRO

Zé LG, 09.10.17

027.JPG

No último dia do mês de Setembro e comparativamente ao último dia do mês anterior (Agosto) verificou-se uma descida no volume armazenado em todas as bacias hidrográficas.

De acordo com o Boletim de Armazenamento das Albufeiras, publicado pelo Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos (SNIRH), das 60 albufeiras monitorizadas, 3 apresentavam disponibilidades hídricas superiores a 80% do volume total e 23 disponibilidades inferiores a 40% do volume total.

Na Bacia do Guadiana, 4 barragens estavam entre os 50 e os 80% e 5 abaixo dos 50% da sua reserva máxima de água. Alqueva estava a 71,2%.

Na Bacia do Sado as 10 albufeiras encontravam-se abaixo dos 50% da capacidade limite. O Roxo, que abastece Beja e Aljustrel, estava a 17,8% da sua capacidade limite.

Na Bacia do Mira uma barragem estava acima dos 80% e outra entre os 50 e os 80% do seu máximo.

EPAL/ADVT RESOLVE PROBLEMA DE FALTA DE ÁGUA NO MUNICÍPIO DO REDONDO

Zé LG, 06.09.17

logo.jpgA EPAL / AdVT (Águas do Vale do Tejo), juntamente com a Associação dos Beneficiários da Obra da Vigia e em articulação com o Município de Redondo, encontraram uma solução no sentido de minimizar os efeitos da seca sobre o sistema de abastecimento público que serve a região do Redondo.
A solução de engenharia encontrada foi concebida e executada com meios internos da EPAL/AdVT e compreende duas ligações e a utilização de uma conduta existente (da AdVT) de forma reversível, possibilitando a ligação da água proveniente da barragem do Alqueva diretamente à Estação Elevatória da Vigia, viabilizando o acesso a outra origem de água, de melhor qualidade e quantidade, solução que mereceu o imediato apoio da APA e demais entidades envolvidas.

ALENTEJO PODE CHEGAR A AGOSTO SEM ÁGUA E EDIA GARANTE QUE A RESERVA DE ÁGUA DE ALQUEVA É SUFICIENTE PARA MAIS DOIS ANOS

Zé LG, 11.07.17

No final de Junho cerca de 80% do território português encontrava-se em seca severa ou extrema.

Nesta altura, das 60 barragens existentes em Portugal continental, há 18 que registam menos de metade do nível de água que conseguem armazenar, o que levou já o Governo a activar a Comissão Permanente de Prevenção, Monitorização e Efeitos da Seca, criada há cerca de 1 mês.

O Alentejo é uma das regiões do país que mais está a preocupar o Governo, uma vez que pode chegar a Agosto sem água, uma situação idêntica à da região da Beira interior.

 

A EDIA garante que a reserva de água que hoje existe em Alqueva é suficiente para mais dois anos sem afluências significativas e capazes de responder às necessidades agrícolas e de abastecimento público na sua área de influência, tendo capacidade para satisfazer todas as necessidades de água para a agricultura na região equipada pelo sistema, 120 mil hectares actualmente, estando apenas limitado pela capacidade dos adutores às diferentes albufeiras, tal como acontece em qualquer sistema de distribuição de água.

Relembra que se alguma Associação que gere outras barragens receptoras de água de Alqueva necessita de 20, 30 ou 40 milhões de metros cúbicos, e se sabe que o sistema tem capacidade para debitar cerca de 7 milhões por mês, então esse volume de água terá de ser solicitado à EDIA vários meses antes.

FAABA RECLAMA MEDIDAS URGENTES DE COMBATE À SECA NO ALENTEJO

Zé LG, 28.06.17

image001.jpg

A FAABA - Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo, enviou ao Ministro da Agricultura, Pescas e Desenvolvimento Rural, uma carta alertando para a necessidade de implementação de medidas imediatas, de modo a contrariar os impactos negativos da seca prolongada que já se estão a fazer sentir por todo o Alentejo. Os prejuízos ao nível das culturas de sequeiro, como os cereais, as oleaginosas, as pastagens e forragens e ao esgotamento das reservas hídricas, quer para abeberamento dos efectivos pecuários, quer para o regadio, são visíveis e muito preocupantes.

 

 

GOVERNO CRIOU COMISSÃO INTERMINISTERIAL DE ACOMPANHAMENTO DA SECA

Zé LG, 10.06.17

070820151501-109-secaagricultura.jpg

O Governo criou, na última 4ªfeira, a Comissão Interministerial de Acompanhamento da Seca, que o ministro da Agricultura, Capoulas Santos tinha anunciado durante a visita que fez à Ovibeja.
Esta nova comissão, segundo o ministério da Agricultura, será uma plataforma de articulação ao nível político que permita antecipar medidas no âmbito do combate aos efeitos da seca, fenómeno que afecta o país e a população a diversos níveis, mas que tem repercussões específicas no sector agrícola.
A Comissão Interministerial tem como tarefas principais a aprovação e o acompanhamento da implementação do Plano de Prevenção, Monitorização e Contingência para Situações de Seca e a definição de orientações de carácter político no âmbito do fenómeno climático adverso da seca.