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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Porque não são criados Centros de Responsabilidade Integrada na ULSBA?

Sobre o anúncio da criação de Centros de Responsabilidade Integrada (CRI's) no Hospital de Évora (Cardiologia, Oncologia e Obesidade), afigura-se-me oportuno e pertinente dizer:
1. Como cidadão e potencial utente, saúdo a capacidade inovadora do Serviço Nacional de Saúde, que neste caso concreto aviva a esperança de que o interior do País seja meritoriamente desenvolvido.
2. Como profissional do Hospital de Beja (na vertente de Gestor), recordo aos meus concidadãos baixo-alentejanos que já há cerca de 20 (vinte!) anos tínhamos essa visão desenvolvimentista e pioneira, expressa documentalmente pelo Conselho de Administração da altura, em proposta de criação de CRI's.
3. Mais recentemente, de forma pública e também documentalmente dirigido a quem de direito, esse projeto foi reiterado, não tendo merecido da tutela outra atitude que a penalização dos seus autores.
4. Entendo reafirmar que no contexto atual, apesar das conhecidas carências de recursos, a ULSBA retém potencialidades para singrar nessa via de diferenciação, em benefício dos seus utentes e da sustentabilidade enquanto Empresa Pública.

Munhoz Frade 17.07.2019 16:24, aqui.

 

Aqui está um tema que, insistentemente, Munhoz Frade traz para debate mas parece que não há quem tenha vontade de o debater, a começar pelo CA da ULSBA. Podem ou não esses CRI’s ajudar a resolver alguns dos problemas da Saúde no Distrito de Beja? Se podem, porque não são criados?

AR recomenda “medidas urgentes” para Saúde no Distrito de Beja

Hospital-de-Beja texto.jpgO parlamento aprovou um projeto de resolução do PCP que recomenda ao Governo a adoção de medidas urgentes para reforçar a resposta pública na área da saúde no distrito de Beja. Este projeto, que tinha sido apresentado pelos comunistas no dia 3 deste mês, foi aprovado com os votos a favor das bancadas de PSD, CDS-PP, BE, PCP, PEV e PAN e de dois deputados do PS e a abstenção dos restantes deputados socialistas e do deputado não inscrito Paulo Trigo Pereira.
Ao nível dos cuidados de saúde hospitalares, o projeto recomenda ao Governo que reforce as medidas de incentivo e apoio à fixação de médicos na Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA), sobretudo das especialidades mais carenciadas, como obstetrícia, pediatria, imagiologia e ortopedia.
…. Leia aqui o resto da notícia.

Médicos do distrito de Beja fazem memorando sobre o estado da saúde para ser debatido na AR

070120152058-384-sadebatamdico.jpgO documento já foi enviado ao bastonário da Ordem dos Médicos que o reencaminhará para a Assembleia da República, com pedido de audiência no seio da Comissão Parlamentar de Saúde. Este é, segundo Pedro Vasconcelos, presidente do Conselho Sub-Regional de Beja da Ordem dos Médicos, mais um alerta sobre as necessidades progressivamente verificadas e as razões que as determinaram. Os problemas dos recursos humanos e as dificuldades nos investimentos para a saúde são alguns dos problemas identificados.

“Como se a população tivesse que escolher inequivocamente entre um e outro…”

“… a morte desta cidade está a ser acelerada com esta guerrilha partidária, estas palas dos partidos que os obriga a dizer mal de tudo o que o outro faz, mesmo que seja bom, é o maior defeito dos partidos, a incapacidade para dialogar entre eles só nos prejudica enormemente, a alternância democrática na autarquia está a ser ainda pior que 40 anos do mesmo, não por o PS ser mau ou a CDU melhor… mas porque as vitórias e derrotas são mal digeridas e o discurso é completamente toldado. Como se a população tivesse que escolher inequivocamente entre um e outro… a Comissão de Utentes é vítima disso, apesar da defesa dos serviços de saúde ser uma coisa de todos, como tem pessoas da CDU e a câmara é PS e política entra em ação e destruímos uma luta que é de todos.

Anónimo 01.07.2019 08:54”, aqui.

 

Recordo, a propósito, que a tentativa de evitar a bipartidarização e as suas nefastas consequências no concelho de Beja foi uma das principais razões que levou à candidatura Por Beja com Todos às eleições autárquicas de 2013.

Médicos e enfermeiros “lutam contra a degradação do SNS e das condições de trabalho”

greve.jpgMédicos e enfermeiros vão esta semana paralisar serviços de saúde em todo o país, com greves que começam na terça-feira e que se estendem até sexta-feira.

A greve dos médicos inicia-se às 00:00 de terça-feira e termina às 24:00 de quarta-feira. A paralisação dos enfermeiros decorre entre as 08:00 de terça e as 24:00 de sexta.

Cada uma das classes profissionais têm reivindicações específicas, mas tanto médicos como enfermeiros argumentam que lutam pela dignidade da profissão e por um melhor Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Apesar de reivindicações específicas de cada uma das profissões, os profissionais garantem estar a lutar por melhorar o Serviço Nacional de Saúde e lamentam que o Governo mantenha a saúde sob austeridade, embora o executivo socialista insista que nunca houve tantos profissionais no setor público da saúde.

Saiba tudo o que precisa de saber sobre a greve.

Comissão de Utentes de Beja promove hoje uma concentração junto do Hospital Distrital

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A Comissão de Utentes de Beja realiza, esta tarde, uma concentração, junto à entrada principal do Hospital da cidade. Esta concentração visa mobilizar e sensibilizar a população para o agravamento da situação do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e, em particular, do Hospital de Beja. Os três deputados, eleitos pelo distrito, foram convidados a participar nesta iniciativa.

“Vem manifestar-te, lutar e exigir mais e melhor saúde. Para ti e para todos!”

Vamos ficar de braços cruzados sabendo que a nossa maternidade corre o risco de fechar?

E quanto à falta de médicos?

E à exaustão dos enfermeiros e outros profissionais de saúde?E o arranque da 2ª fase das obras de ampliação do hospital?

E o encerramento recorrente da ginecologia e obstetrícia?

E a falta de meios de diagnóstico?

Vamos ficar de braços cruzados a assistir ao desinvestimento no SNS e ao seu gradual desmantelamento?

Vamos permitir passivamente a aprovação de qualquer Lei de Bases de Saúde?

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Na próxima 6ª feira, dia 28,pelas 18:30 horas, adere à concentração junto à entrada principal do Hospital José Joaquim Fernandes em Beja.

Vem manifestar-te, lutar e exigir mais e melhor saúde. Para ti e para todos!

CDS questiona Governo sobre falta de obstetra no Hospital de Beja

O CDS-PP voltou a questionar o Governo sobre a falta de obstetras na Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA). Quer saber “que medidas estão a ser tomadas para garantir que é assegurado o acesso à saúde e a qualidade da prestação de cuidados de saúde a toda a população servida pelo Hospital José Joaquim Fernandes, em Beja, o que claramente não se está a verificar”.

PCP teme que a maternidade do Hospital de Beja encerre em definitivo

jd.pngO PCP está preocupado com o cenário de encerramento da maternidade do Hospital de Beja. Neste contexto, questionou o Governo sobre esta matéria, querendo saber, entre outras respostas, quais são os motivos que “explicam os sucessivos períodos de encerramento do serviço de urgência de Obstetrícia do Hospital José Joaquim Fernandes?”.

A continuar neste caminho e a não ser interrompido, o PCP teme que “o futuro da maternidade do Hospital de Beja” seja “o encerramento definitivo”, reiterando que a “situação só não tem sido mais grave pela dedicação e empenho dos profissionais de saúde do serviço que são quase sempre sobrecarregados para assegurar as escalas de urgência, consultas, entre outros.”

João Dias, deputado do PCP eleito por Beja, pergunta ao governo quantos médicos especialistas em Ginecologia/Obstetrícia estão em falta na ULSBA – Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo para garantir a urgência de obstetrícia aberta e quantas grávidas foram impedidas de ser atendidas no Hospital José Joaquim Fernandes.

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