Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Sindicato acusa entidades fiscalizadoras “de nada fazerem” contra as poeiras da atividade mineira em Aljustrel

Zé LG, 24.09.22

Almina.pngO Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira (STIM) mostra-se frontalmente contra as poeiras que resultam da atividade mineira em Aljustrel e acusa as diversas entidades que deveriam fiscalizar esta situação “de nada fazerem”. O sindicalista Luís Cavaco, afirma que “as poeiras são um atentado à saúde pública, por isso não calaremos a voz até que esta situação seja devidamente monitorizada”.

“Beja Consegue” debate "Qual o futuro da Saúde no Baixo Alentejo?"

Zé LG, 22.09.22

2º colóquio.jpeg

• Drª Ana Matos Pires, Diretora do Serviço de Psiquiatria da ULSBA e Coordenadora Regional da Saúde Mental da ARS Alentejo;

• Enfº Francisco Barradas, Enfermeiro na ULSBA;

• Drª Inês Sayanda, especialista em Medicina Geral e Familiar na ULSBA;

• Dr. José Barriga, especialista em Medicina Interna.

Das 200 mil pessoas que sofrem de demências, 150mil sofrem de Alzheimer

Zé LG, 21.09.22

Alzeheimer.pngHoje assinala-se o Dia Mundial da Doença de Alzheimer, que pretende consciencializar a população para esta doença. Sendo uma demência que não tem cura é importante o diagnóstico precoce e a criação de uma rede alargada de intervenção, realça Vasco Nogueira, médico psiquiatra que se dedica à área geriátrica.
A doença manifesta-se de formas diferentes, até por vezes de formas menos típicas que pode levar a confusões no diagnóstico. De qualquer modo, as características mais habituais passam pela dificuldades ao nível de memória, sobretudo para eventos recentes, “para aquilo que aconteceu na semana passada”. Identificam-se também alterações muito vincadas a nível da orientação, temporal e espacial, e dificuldades no reconhecimento da face de pessoas familiares ou próximas.

Ministra da Coesão Territorial anunciou primeiros avisos de concursos para centros de saúde e escolas

Zé LG, 20.09.22

20220609162606271.png“Vamos abrir, espero eu, em outubro, no máximo, os primeiros avisos de concurso para centros de saúde e escolas que estão mapeadas com Prioridade (P) 1 e poderemos apoiar escolas da P2 ou P3, desde que tenham os projetos maduros, ou sejam que estejam validados e prontos para lançar a concurso”, disse Ana Abrunhosa, no final da sessão de encerramento do Encontro Nacional de Autarcas, referindo ainda que o Governo está a trabalhar em medidas de apoio aos municípios.

Ana Abrunhosa revelou que o Governo vai eliminar o limite de elegibilidade de 5% na revisão dos contratos de obras públicas e que vão ser libertados fundos para estes contratos que ficaram mais caros e têm custos mais elevados por via do aumento dos custos dos materiais, da mão-de-obra e da energia.

Ricardo Mestre, o novo secretário de Estado da Saúde, é natural de Serpa

Zé LG, 16.09.22

MESTRE-sec_estado_saude_800x800-160x160.jpegRicardo Mestre será o próximo secretário de Estado de Saúde. Natural de Serpa, é subdiretor-geral da Direção-Geral da Saúde desde junho deste ano, nomeado pela então ministra Marta Temido.

Nascido a 30 de janeiro de 1978, tem 44 anos é Licenciado em Economia pelo Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa em 2001, é especialista em administração hospitalar e pós-graduado em administração de serviços de saúde. 

O novo secretário de estado é sobrinho de Fernando Mestre, mais conhecido por Fernando “Baletas”, voz e viola do Grupo “Os Alentejanos”. Foi jogador de futebol tendo representado como sénior o F.C.Serpa (97/98 e 99 e 03/04), C.A.Aldenovense (99/00), C.Desportivo de Beja (01/02 e 02/03), Moura A.C. (03/04) e S.C.Mineiro Aljustrelense (04/05 e 05/06), clube onde terminou a carreira.

“ULSBA queremos os nossos serviços”, reclamam Albernoa e Trindade

Zé LG, 10.09.22

POSTO-MÉDICO-ALBERNOA-E-TRINDADE-768x433.jpgA União de Freguesias de Albernoa e Trindade, do concelho de Beja, afirma que o “serviço médico, o de enfermagem e até o apoio administrativo à marcação de exames e receituário foi novamente descontinuado, em face da saída da médica responsável”. Para responder a estas necessidades está a decorrer “um abaixo-assinado para exigir à ULSBA a reposição dos serviços médicos, de enfermagem e administrativos nas duas aldeias”, na expectativa de que “o mesmo funcione e sirva para sensibilizar as altas esferas da ULSBA que estando em Beja não sentem essa falta como nós sentimos. Já pedimos uma reunião com carácter urgente, mas também antes o fizemos e sem resposta. Aguardamos que seja diferente”. Daqui, daqui e daqui.

Manuel Pizarro sucede a Marta Temido como ministro da Saúde

Zé LG, 10.09.22

3ff20c9ac0cbc22e6b638940a1b183f1.webpManuel Pizarro é o novo ministro da Saúde. O anúncio foi realizado através de uma nota no site da Presidência. O Presidente da República conferirá posse ao novo Ministro da Saúde, Dr. Manuel Francisco Pizarro de Sampaio e Castro, hoje, sábado, 10/9, pelas 18h00, no Palácio de Belém.

Manuel Pizarro era eurodeputado, tendo substituído Carlos Zorrinho na liderança dos deputados do PS no Parlamento Europeu. Foi secretário de Estado da Saúde, no governo de José Sócrates, enquanto Ana Jorge era ministra da pasta. Veja aqui mais informações sobre Manuel Pizarro e as reacções dos partidos à sua nomeação.

Marta Temido despediu-se do cargo de ministra da Saúde

Zé LG, 09.09.22

O Governo aprovou esta quinta-feira o decreto-lei que estabelece a criação da direção executiva do Serviço Nacional de Saúde (SNS), prevista no estatuto do SNS, e que tem como objetivo reforçar o papel de coordenação operacional das respostas assistenciais.

mw-1440.webp

Marta Temido, que se encontra demissionária, explicou que a criação da direção executiva, o último ato do mandato da ministra da Saúde, "é o culminar de um processo que se iniciou com aprovação da nova lei de bases da saúde, em 2019, que ficou suspensa com a necessidade de responder à pandemia [de covid-19] e continuou mais recentemente com a aprovação do novo estatuto do SNS".

“Tenho continuado a trabalhar e a servir o meu Governo e o meu país, como fiz até agora, grata por esta oportunidade que tive. Naturalmente, tendo a plena consciência de que há ocasiões em que avaliamos também aquilo que é o nosso contexto pessoal e em que avaliamos as condições para prosseguir o caminho. Foi isso que fiz neste momento”, declarou Marta Temido.

“Trabalhar num Governo é também trabalhar em equipa. Formamos equipa com quem esteve antes de nós e com quem virá a seguir a nós. Pela minha parte terei outras formas de servir o SNS, ao qual pertenço, e concretamente o meu Governo e o meu país”, acrescentou.

O que prescreve a Constituição da República Portuguesa sobre a Saúde?

Zé LG, 04.09.22

Alguns querem rasgar a Constituição e outros, embora não o dizendo, pretendem mais ou menos o mesmo. Mas até conseguirem os seus intentos, se o conseguirem, a CRP ainda vai valendo como mãe de todas as leis e todos os que desempenham funções em órgãos de soberania juraram respeitá-la, cumpri-la e fazê-la cumprir. Seria bom que alguns que tanto gostam de falar em Estado de Direito o respeitassem mais, designadamente na realização deste direito básico. Deixo aqui o que ela prescreve sobre a Saúde.

Artigo 64.º
(Saúde)

1. Todos têm direito à protecção da saúde e o dever de a defender e promover.

2. O direito à protecção da saúde é realizado: a) Através de um serviço nacional de saúde universal e geral e, tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito; b) Pela criação de condições económicas, sociais, culturais e ambientais que garantam, designadamente, a protecção da infância, da juventude e da velhice, e pela melhoria sistemática das condições de vida e de trabalho, bem como pela promoção da cultura física e desportiva, escolar e popular, e ainda pelo desenvolvimento da educação sanitária do povo e de práticas de vida saudável.

3. Para assegurar o direito à protecção da saúde, incumbe prioritariamente ao Estado: a) Garantir o acesso de todos os cidadãos, independentemente da sua condição económica, aos cuidados da medicina preventiva, curativa e de reabilitação; b) Garantir uma racional e eficiente cobertura de todo o país em recursos humanos e unidades de saúde; c) Orientar a sua acção para a socialização dos custos dos cuidados médicos e medicamentosos; d) Disciplinar e fiscalizar as formas empresariais e privadas da medicina, articulando-as com o serviço nacional de saúde, por forma a assegurar, nas instituições de saúde públicas e privadas, adequados padrões de eficiência e de qualidade; e) Disciplinar e controlar a produção, a distribuição, a comercialização e o uso dos produtos químicos, biológicos e farmacêuticos e outros meios de tratamento e diagnóstico; f) Estabelecer políticas de prevenção e tratamento da toxicodependência.

4. O serviço nacional de saúde tem gestão descentralizada e participada.

 

ULSBA aderiu a plataforma que apoia médicos na decisão clínica

Zé LG, 03.09.22

20220902171041730.jpgA Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) assinou um protocolo de colaboração com o projeto Dioscope, a partir do qual todos os profissionais da instituição têm à sua disposição uma plataforma nacional de ensino médico de apoio à decisão clínica, com a melhor informação clínica, bem como, de suporte à área de formação e investigação da ULSBA.

A plataforma Dioscope, pela experiência existente noutras instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS), permite “reduzir assimetrias nos cuidados prestados entre diferentes profissionais, reduzir o consumo de exames complementares de diagnóstico inadequados, aumentar a celeridade da resposta e a comodidade dos utentes”.

Já se pode ir a banhos com segurança na Praia da Zambujeira do Mar

Zé LG, 20.08.22

P1130357.JPGO comandante da Capitania do Porto de Sines informou que a praia da Zambujeira do Mar, cujos banhos tinham sido interditados na sexta-feira, “pode ser novamente frequentada”, porque “As análises mais recentes [à água] revelaram que os níveis microbióticos estão dentro dos parâmetros de referência ou normais, portanto, o desaconselhamento a banhos foi levantado” e “as pessoas poderão já ir a banhos com segurança, a partir deste momento”.

“o utente tem que adivinhar que vai ficar doente, que vai ter uma dor aguda”

Zé LG, 13.08.22

centro-de-saude-1.jpg«Não sei se deva rir ou chorar. Presentemente a Urgência no Centro de Saúde funciona por marcação, uma coisa nunca vista uma Urgência funcionar por marcação, o que quer dizer que um utente que tenha que ir de urgência ao Centro de Saúde não pode ser atendido porque tem que ser por marcação, portanto o utente tem que adivinhar que vai ficar doente, que vai ter uma dor aguda. Agora ainda querem encaminhar os casos que aparecem na Urgência do Hospital para os Centros de Saúde, que por sua vez não têm vaga porque funcionam por marcação, ou seja de manhã fica logo esgotada e da parte da tarde fica logo esgotada às 14h. Francamente haja paciência para tanta falta de incompetência.» Anónimo 10.08.2022, aqui.

Transferência de "urgências" para os Centros de Saúde:

Resolver o problema ou transferi-lo de local?

Zé LG, 08.08.22

centro-de-saude-1.jpgHá dias ouvi e li que o Ministério da Saúde pretende aliviar os serviços de Urgências dos hospitais, transferindo os casos menos graves para os centros de saúde. À primeira vista, parece uma boa medida, tendo em conta que não há necessidade de sobre-utilização das Urgências dos hospitais com casos que não são muito urgentes e passar estes para os centros de saúde, que os conhecem melhores e estão mais próximos. Mas, infelizmente há um mas...

Fui agora mesmo ao meu centro de saúde, porque ando com um problema que se tem vindo a agravar, causando-me muito incómodo. Ao perguntar ao segurança se podia marcar uma consulta de recurso ele respondeu-me, simpaticamente, que as consultas de recurso estavam esgotadas para hoje... Este é, de facto, um grande MAS. Se os centros de saúde já não conseguem dar resposta satisfatória às funções que actualmente devem como vai ser com mais aquela sobrecarga de trabalho?

Andaram-nos a vender a (falsa) ideia de que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) tinha grande capacidade de resposta, durante a pandemia, porque se mobilizou (quase todo) exclusivamente para ela. Fizeram orelhas moucas aos inúmeros alertas e denúncias de tudo o que estava a deixar de ser tratado e das consequências que daí resultariam. Aí está à vista de todos. Os problemas do SNS não são de hoje, vêm de muito longe. Há muitos responsáveis - uns assumidos outros nem tanto -, que pouco fazem para defendê-lo, contribuindo com decisões inadequadas e ineficientes ou com a falta delas corretas e tomadas oportunamente, para a sua degradação.

O SNS é seguramente o serviço público que que mais importância tem para todos, principalmente para os mais necessitados, porque garante / deve garantir o que de mais importante temos, a VIDA, sempre que possível com qualidade.

“A solução passa por centralizar os serviços dos centros de saúde e criar nas equipas dos cuidados continuados a valência médica”?

Zé LG, 07.08.22

images.jpg«..., ponha os pés bem assentes na terra. Pois não é esse o país em que vive e que está preparado para os próximos tempos de crise que se adivinham.
Se não há médico em Beringel ou em muitas outras povoações do interior é porque não se criaram condições para eles irem para lá. E não são só económicas. ...
A solução para os próximos tempos passa a meu ver, por centralizar os serviços dos centros de saúde e criar nas equipas dos cuidados continuados também a valência médica, Para que se possa deslocar a casa de todas as pessoas que tenham dificuldades de o fazer. Aliás como já sucede com os cuidados paliativos.
E que a pensar já no futuro, as autarquias e as juntas de freguesia assumam uma parte dessa responsabilidade, aliás como aconteceu desde sempre, incluindo os primeiros anos após o 25 de abril de 1974. ...» Anónimo 07.08.2022, aqui.

Beringel sem médico desde o início deste mês

Zé LG, 06.08.22

médico-768x512.jpgA população de Beringel está sem médico. A única profissional que prestava serviço naquela localidade do concelho de Beja reformou-se no início deste mês. Os serviços de enfermagem continuarão a ser assegurados às terças e sextas-feiras.

Quem necessitar de receitas, exames, renovação de baixa, dúvidas em relação à medicação, pode contactar a Junta de Freguesia, cujos serviços farão a coordenação dos pedidos com a Unidade Local de Saúde.

ULSBA vai ter equipa comunitária de saúde mental para crianças e jovens

Zé LG, 01.08.22

202207301125062211.jpgO Governo vai criar, em vários pontos do país, dez equipas comunitárias de saúde mental, cinco para a população adulta e cinco para a infância e adolescência.

No caso concreto da equipa comunitária de saúde mental para a infância e adolescência da ULSBA, será constituída por um médico com a especialidade de psiquiatria, um enfermeiro especialista em saúde mental e psiquiátrica, dois psicólogos clínicos, um técnico superior de serviço social, um técnico superior de diagnóstico e terapêutica, com a profissão de terapeuta ocupacional, e um assistente técnico.

A mais antiga farmácia histórica completa vai abrir ao público como “Coleção Visitável”, em Vila Viçosa

Zé LG, 30.07.22

Cartaz.jpg

A antiga Farmácia Monte, a mais antiga farmácia histórica completa existente em Portugal, é um espaço emblemático de Vila Viçosa, situado na Rua Dr. António José de Almeida. Graças à colaboração entre o Município de Vila Viçosa, vários parceiros e os descendentes do fundador, Dr. António Victor do Monte, vai abrir este espaço ao público, na forma de “Coleção Visitável”, às 18:30 horas, no dia 1 de Agosto, quando se comemoram os 110 anos da sua fundação.

Chega organizou vigília junto ao Hospital de Beja, para protestar contra o “estado da saúde” no distrito

Zé LG, 20.07.22

Vigilia-Chega1-1024x596.jpegA presidente da Distrital de Beja do partido Chega, Ana Moisão, denunciou que as condições do Hospital José Joaquim Fernandes “estão a deixar os habitantes do distrito numa situação muito delicada” devido, entre outras questões, à falta de profissionais e equipamentos e que esta situação “é fruto do desinvestimento dos sucessivos governos na saúde”, referindo que Beja é “especialmente prejudicado” pela sua área, “em que existem localidades que ficam a cerca de duas horas do trajeto até ao hospital”.

Ana Moisão frisou que o partido continua a “defender a ampliação do Hospital de Beja”, que “sem saúde não pode haver progresso” e que os problemas da saúde estão diretamente relacionados com a falta de atratividade do Alentejo.

Com um ano de atraso, iniciaram-se as obras de substituição da cobertura com amianto da Escola de Santiago Maior de Beja

Zé LG, 05.07.22

289252641_1463570124075226_4674667000719019376_n.jEsta obra deveria ter sido realizada há um ano atrás, porém o atraso na entrega dos novos materiais de cobertura ao empreiteiro fizeram com que só fosse possível remover o fibrocimento da Escola Básica Mário Beirão, ficando a intervenção prevista para a Escola Básica de Santiago Maior, para a pausa letiva de Verão de 2022.

Apesar do atraso, é preferível fazer a obra em período de férias, com a presença do mínimo de pessoas na Escola.

João Dias fala das “dificuldades por que passamos na área da saúde no distrito de Beja”

Zé LG, 01.07.22

20220130195536716.jpg«Da falta de médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde, à falta de equipamentos como a ressonância magnética, da recusa em melhorar e investir no hospital de Beja e centros de saúde, passando pelo abandono de hospitais como o hospital de Serpa, até à opção para a construção de um hospital privado quando a prioridade deveria ser a de acabar com os contentores no recinto do hospital de Beja construindo a segunda fase do hospital, leva-nos a concluir que no distrito de Beja também a área da saúde tem sido alvo do mais profundo desinvestimento a que podemos assistir no nosso país.»

João Dias, Deputado do Grupo Parlamentar do PCP, aqui.