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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

"falta o essencial - investimento, valorização da profissão, dotação financeira e técnica dos organismo de saúde"

Zé LG, 25.09.20

“… Felizmente ainda nos resta (vamos ver durante quanto tempo) o estado social - esse chavão de Abril, que até já não parece significar grande coisa para o espectro político nacional!...
Tem faltado muita clarividência - como aliás se constata noutros sectores - ou por outras palavras, que saúde pública queremos para o País?… E nem sequer vale a pena particularizar, ou restringir as idiossincrasias do sistema à região do Baixo Alentejo, porque os problemas têm origem bem mais a montante!… Quem está atento ás críticas das instituições regionais do sector noutras geografias, percebe facilmente que até há quem esteja pior, não obstante a convergência das preocupações e limitações da Saúde em Portugal!… Os problemas do sector estão identificados há muito tempo (já se construíram teses de mestrado e de doutoramento sobre o assunto), falta o essencial - investimento, valorização da profissão, dotação financeira e técnica dos organismo de saúde, etc, etc...
Haverá sempre espaço para a utopia e para o optimismo (muito bem), mas é preciso muito mais!… E parece que os profissionais da Saúde continuam a não querer ver a realidade do sector de modo objectivo e clarividente!...”

Anónimo 24.09.2020, aqui.

Saúde continua a aquecer o aquecer o debate no Alvitrando

Zé LG, 24.09.20

Como é que se luta pela Saúde de uma região

Zé LG, 23.09.20

amp.jpg“Com decência, seriedade e honestidade. Com propostas realistas de soluções e sem populismo. Com conhecimento de causa e, sobretudo, sem escamotear a situação pandémica que se vive a nível mundial.
Outras alturas houve em que as dificuldades tb comprometeram as soluções e, outras ainda, em que foi a falta de vontade política - e as opções políticas feitas em relação ao SNS - do poder central que determinaram desinvestimento.

Em rigor e honestamente alguém consegue afirmar que a situação da Saúde na região é um problema novo? Onde estava o PSD qdo foi governo e qdo tinha uma deputada eleita pelo distrito de Beja? Sugiro que vá procurar declarações da Nilza de Sena feitas sobre a Saúde na região, e sobre a ULSBA em particular, na altura em que era deputada e que as compare com o que agora é dito pelo partido que a elegeu.
Estou particularmente à vontade, tenho lutado pela melhoria da Saúde na região com todas as minhas forças, vim para Beja na vigência do anterior CA - que sempre me deu o apoio que pôde - e sou testemunha do esforço do atual CA - que me apoia na luta pela melhoria da Saúde Mental na região como pode -, em particular da sua Presidente.
Injustiça, maldicência e populismo barato não são o caminho em política.”

Ana Matos Pires 23.09.2020, aqui.

“Precisamos de pensar! De pensar mais além!”

Zé LG, 16.09.20

“Não sei o que me custa mais, se o problema na saúde ou se o problema moral, social, económico e político... Felizmente na saúde ainda não me afectou, directa ou indirectamente, mas nas outras vertentes afecta-me a cada instante.

Vejo tanta hipocrisia, vejo tanto falso moralismo, vejo tanta ignorância...

Minha gente, ver os telejornais e acreditar não basta para se ser gente!

É preciso acreditar e pensar. É preciso prevenir e pensar. É preciso prevenir e não parar com o que nos faz falta. E não é só o trabalho que nos faz falta, não é só o trabalho que nos alimenta... Somos seres humanos, porra! Para além de todos os defeitos inerentes do ser humano, como o de apontar o dedo porque discordamos de algo mesmo sem conhecimento, precisamos de amor, diversão, compreensão, consideração... Precisamos de nos prevenir mas não de sermos escravos de um sistema cada vez mais capitalista. Precisamos de nos amar! Precisamos de nos respeitar! Precisamos de pensar! De pensar mais além!”

Anónimo 16.09.2020, aqui.

Algarve Biomedical Center colabora com oito municípios do Baixo Alentejo no apoio à Comunidade Educativa na prevenção da Covid19

Zé LG, 12.09.20

202009101905441062 Covid.jpgOs municípios de Almodôvar, Alvito, Barrancos, Beja, Castro Verde, Mértola, Moura e Ourique e o Algarve Biomedical Center (ABC) assinaram protocolos para apoio à Comunidade Educativa, no ano letivo 2020/2021. Entre outras regras vão ser obrigatórios o uso de máscara, a partir dos 10 anos de idade, a desinfeção das mãos à entrada e a leitura de temperatura sem registo.

As regras de segurança sanitária são desenhadas em conjunto com as escolas e têm impacto, entre outros aspetos, nos circuitos e gestão dos espaços, na realização de testes preventivos aos funcionários, nos planos de atuação perante casos suspeitos, nos códigos de conduta, no acompanhamento das escolas e na criação de uma linha de apoio para os pais, que ajuda a orientar e a encaminhar situações suspeitas.

Arlindo Morais, vereador da Câmara de Beja responsável pelo pelouro da Educação, garantiu que está tudo a ser feito para assegurar uma abertura de ano letivo em segurança e que durante a próxima semana serão feitos testes na comunidade educativa e aos trabalhadores da autarquia que vão estar em contacto com as escolas.

Ulsba com carência de médicos em 15 especialidades

Zé LG, 29.08.20

imgLoader2.ashx saúde.jpgDe acordo a administração hospitalar, das especialidades identificadas, “as mais críticas são, a nível hospitalar, as especialidades de anestesia, ortopedia, ginecologia/obstetrícia, pediatria e radiologia, e, na área de cuidados de saúde primários, a medicina geral e familiar e a saúde pública”. As “listas de espera não apresentam tempos excessivos, garantindo a resposta dentro dos tempos máximos de resposta garantidos (TMRG), exceto nas especialidades de ortopedia e cardiologia, as quais estão em processo de recuperação através de produção adicional dos profissionais do quadro da instituição, prevendo-se a sua resolução até ao final do ano”.

Na opinião de Guida da Ponte, médica psiquiatra, dirigente do Sindicato dos Médicos da Zona Sul (SMZS), “a legislação referente aos incentivos é, de forma visível, manifestamente insuficiente”, o que “deveria obrigar o Ministério da Saúde a levar a cabo negociações com os representantes dos seus trabalhadores médicos que efetivamente procurassem soluções”. Lembrando que “o direito à saúde é um direito fundamental do cidadão e tem de ser assegurado pelas entidades responsáveis”, acrescenta que: “Numa altura de pandemia, não é compreensível que o Ministério da Saúde continue a apostar em medidas que sabidamente não terão resultados”.

“A regionalização foi para mim sempre uma questão fulcral”

Zé LG, 24.08.20

70365791_10205606536479761_4613475439241854976_n M"A regionalização foi para mim sempre uma questão fulcral. Um poder a esse nível regularia, entre outras vertentes, um plano estratégico e os respectivos recursos para a racionalização da rede de saúde, de acordo com as necessidades específicas dos residentes na região. Para além das já tão badaladas especificidades demográficas, como o envelhecimento populacional, existem características muito próprias de morbilidade e mortalidade. Os planos nacionais seriam articulados ao nível regional, sendo negociado o financiamento adequado. Tenho para mim que o desenvolvimento do interior necessita desse poder. Particularmente no Baixo Alentejo, contar apenas com a iniciativa privada não tem sido suficiente..."

Munhoz Frade 22.08.2020, aqui.

Combate ao Covid-19 gerou “descompensação de doenças crónicas e aumento da mortalidade”

Zé LG, 24.08.20

202008222020407322.jpgOs impactos das medidas de combate ao Covid-19 têm-se feito sentir na “descompensação das doenças crónicas” e no “aumento da mortalidade como consequência indireta da pandemia”, porque piorou “o seguimento destas pessoas”.

A médica Helena Canhão esclarece o que foi feito em Portugal e como as medidas tomadas tiveram consequências na “descompensação de doenças crónicas, assim como no aumento da mortalidade como consequência indireta da pandemia, porque piorou o acompanhamento destes casos”. Quando voltou a fazer consultas presenciais aos seus pacientes, percebeu que “muitos faltavam por terem medo de ser contaminados no Hospital”.

Helena Canhão fez parte, também, do grupo de trabalho responsável pela realização dos testes serológicos, ou seja os testes de sangue que podem ajudar a perceber como está a imunidade de grupo. Os resultados dizem que “a população portuguesa em geral tem 2,9% de imunidade e os profissionais de saúde 6%”. Terminou referindo que “é uma percentagem muito baixa” e que “isto significa que o risco de infeção é muito elevado”.

“o Hospital é um bem público, o nosso melhor seguro de saúde”

Zé LG, 23.08.20

70365791_10205606536479761_4613475439241854976_n M"Na sua história ao serviço da população do distrito, o Hospital de Beja foi sendo alvo de sucessivos melhoramentos. No que respeita ao serviço de urgência, destaco duas grandes obras de ampliação das instalações, que muito melhoraram as condições de atendimento e de trabalho. Nos dias de hoje é grande o desafio que o nosso Hospital tem pela frente. Apesar de há muitos anos ter um plano de contingência, a pandemia impôs alterações e adaptações nunca antes imaginadas. Assim, todos nós, utentes e trabalhadores, devemos ter uma atitude de compreensão e cooperação, para com as especiais dificuldades que os dirigentes enfrentam. Como tive oportunidade de dizer publicamente como responsável, há mais de vinte anos, hoje repito que o Hospital é um bem público, o nosso melhor seguro de saúde."

Munhoz Frade 22.08.2020, aqui.

Alentejo está a produzir canábis para fins medicinais

Zé LG, 22.08.20

jygg.jpgSão muitos os mitos à volta da canábis e do seu uso. Depois de aprovada a legalização da canábis em Portugal para fins medicinais, a região do Alentejo viu crescer algumas plantações desta planta, nomeadamente em Aljustrel e no Alqueva. Ainda em 2019, Campo Maior teve luz verde da Infarmed para produzir canábis para fins medicinais, num projeto que resultou de uma “joint venture” canadiana/israelita num investimento de 16 milhões de euros na região.
Em junho de 2018, a Assembleia da República aprovou uma lei que regula “a utilização de medicamentos, preparações e substâncias à base da planta da canábis, para fins medicinais”. No entanto, é necessário cumprir as normas regulamentares exigidas. Na Europa, o óleo CBD tem de derivar exclusivamente do cânhamo, para além de só poder conter um máximo de 0,2% de THC (alguns países permitem até 0,3% de THC). Em Portugal, o óleo de CBD é considerado legal e disponibilizado sem receita médica.
Apesar dos seus óbvios benefícios no impulsionamento da economia e na valorização de regiões, o que é o CBD e o seu óleo? Veja aqui.

“a pandemia veio desnudar todas as carências (nos lares)”

Zé LG, 21.08.20

Lar.jpg"Culpas muitas e repartidas. Deixem se de esquerda e de direita. Era mais que sabida a situação de muitos destes lares com poderes políticos acumulados, mas sem condições técnicas e Humanas, que esses poderes deveriam atempadamente e sempre providenciar.

O problema é que a pandemia veio desnudar todas as carências. Tomara que não chegue a outros, nessas aldeias, de estruturas envelhecidas, recursos humanos à justa ou insuficientes e com pouca formação. O médico nem lá vai e o enfermeiro durante curto tempo."

Anónimo 20.08.2020, aqui.

Lar de “Reguengos foi pessimamente gerido, com culpas múltiplas”

Zé LG, 21.08.20

Lar.jpg“Vamos lá deixar a política rasteira de lado. Vamos lá não fazer chicana política à custa de assuntos graves e sérios. Vamos lá ser sérios e honestos. Memória, precisa-se. O atual presidente da ARS Alentejo, José Robalo, já o era no tempo do governo PSD, foi nomeado por despacho de Paulo Macedo.”

“Dito isto, acho que a gestão da situação de Reguengos é absolutamente lamentável, ninguém esteve, nem está, bem na fotografia.”

“Repito, Reguengos foi pessimamente gerido, com culpas múltiplas. O Ministério Público, onde o caso já está, que investigue. Tudo o resto é gasolina para a fogueira, fogueira que não deveria ter existido.”

Comentários de Ana Matos Pires, 20.08.2020, aqui.

Comissão de Utentes de Beja pede “a reabertura imediata das extensões de saúde”

Zé LG, 20.08.20

A Comissão de Utentes de Beja faz o ponto de situação, revelando que “há freguesias do concelho de Beja onde não vai um médico há mais de três meses” e, preocupada com “o agravamento das situações de saúde destas pessoas”, uma vez que “consultas por telefone não são, nem podem ser, alternativa às presenciais”, pede “a reabertura imediata das extensões de saúde”.

76615076_2369031209980176_1107038605206880256_o.jpPara a Comissão de Utentes de Beja “é preciso que seja feita a reabertura imediata das extensões de saúde, de forma a permitir a continuidade dos cuidados de saúde de proximidade, assim como fomentar os cuidados domiciliários”. “Mas sem esquecer”, que “são necessários mais investimentos no SNS - contratando mais profissionais e equipamentos para hospitais e centros de saúde - e que esta é uma responsabilidade do Governo”.

Pedro do Carmo defende “tratamento especial para o Baixo Alentejo” na área da Saúde

Zé LG, 19.08.20

28699329_2083259275019429_7841417096448737049_o.jpPedro do Carmo afirma que “o Covid-19 é uma enorme preocupação, mas frisa que há questões que têm que ser acauteladas”, defendendo para o distrito “mais investimento na área da saúde” e dizendo, em concreto, que “deve haver um tratamento especial para o Baixo Alentejo”. O deputado quer “a aplicação de medidas para resolver as respostas de saúde” e fala das prioridades, que passam, entre outros aspetos, “pelo reforço de mais profissionais nos lares e unidades de saúde, assim como permitir a deslocação de profissionais às extensões de saúde dos concelhos, no sentido de garantirem a assistência de que as pessoas necessitam”.

Pedro do Carmo assegura que “os dois deputados do PS, eleitos por Beja, têm feito pressão interna e junto da tutela, especialmente Telma Guerreiro que integra a Comissão Parlamentar da Saúde” e que vão “continuar a lutar por um distrito com mais qualidade nesta área”.

Isto começa a aquecer: “PSD denuncia “teia de relações partidárias” socialistas no Alentejo”

Zé LG, 19.08.20

1371459 rio.jpgO PSD denunciou uma "teia de relações partidárias que se estabelece com a Administração Regional de Saúde e o Centro Distrital da Segurança Social" e exige o apuramento de "responsabilidades políticas municipais e distritais" na morte dos 18 idosos num lar de Reguengos de Monsaraz "por alegada falta de cuidados médicos adequados".

"A ocupação generalizada das estruturas da administração local e regional por parte do Partido Socialista é uma prática que atinge no Alentejo uma dimensão insuportável", sublinha, acrescentando que também o facto de a presidência da Fundação Maria Inácia Vogado Perdigão da Silva coincidir com a presidência da Câmara Municipal de Reguengos revela "a promiscuidade política que domina as relações institucionais naquele município do Alentejo".

“E porque precisamos em Beja dum hospital privado?”

Zé LG, 17.08.20

202002172121556853 hosp.jpg“O Senhor Presidente e outros poderes ainda não pensou nisso? Abriu a porta e pronto! Aí vem um grande benefício e obra privada da qual pode erguer bandeira e marcar pontos políticos com tal feito!
Tenho vergonha, enquanto cidadão deste distrito, de não haver pensamento, respostas e reflexão à pergunta que imediatamente devia ter sido feita.
Então se o hospital público desse resposta em termos de acesso e qualidade dos cuidados prestados, sobretudo em ambulatório, o privado teria algum interesse neste investimento?
Estamos numa zona pobre, sem rendimentos elevados para pagar cuidados de saúde no privado. Isso devia saber Sr. Presidente da Câmara, e com essa matéria se devia seriamente preocupar. A mesma preocupação deveria ter em questionar-se que tal investimento só é do interesse privado porque o público, com as suas ineficiências, não dá resposta às necessidades em saúde dos baixo Alentejanos, cada vez mais pobres e com impossibilidade de verem os seus direitos em saúde concretizados.”

Anónimo 17.08.2020, aqui.

Hospital Privado de Beja “encalhado” por falta de acessibilidades

Zé LG, 17.08.20

PA-1-768x432.jpgA Câmara de Beja e a Estradas de Portugal estão neste momento a “equacionar [as melhores] possibilidades [no que diz respeito] às acessibilidades, cruzamentos e de acesso [à Unidade Hospitalar] sem ser pela rotunda principal que todos conhecem”.

Paulo Arsénio, presidente do Município de Beja disse à Rádio Pax que em cima da mesa está a hipótese de “criar uma nova rotunda na estrada que liga o Bairro do Pelame ao Bairro de Nossa Senhora da Conceição”.

O autarca salienta que quando esse “problema estiver resolvido, o projeto pode avançar, [porque] está praticamente pronto”.

 

Praia dos Cinco Reis jdotada de desfibrilhador

Zé LG, 16.08.20

202008121758089835 desfibrador.jpgOs nadadores-salvadores da praia do Parque Fluvial Cinco Reis estão certificados pelo INEM para manobrar o Desfibrilhador Automático Externo disponível naquele local, em caso de vítimas com paragem cardiorrespiratória, reforçando a cadeia de sobrevivência.

Segundo a autarquia, “este equipamento, disponível no posto de Primeiros Socorros da praia do Parque Fluvial Cinco Reis, insere-se na Rede Municipal de Desfibrilhadores Automáticos Externos instalados nos edifícios municipais e equipamentos desportivos geridos pelo Município de Beja”.

Afinal o que é um centro de saúde e para que serve?

Zé LG, 16.08.20

transferir.jpg“Pois é. A saga anti-saúde não pára. De forma alguma!!!
Os centros de saúde são locais de consultas sobretudo de prevenção e muito pouco mais; os ditos cuidados primários. E logo estão apenas equipados para o efeito, e sobretudo com os técnicos para o efeito.
Ou seja, sempre se soube que as situações sobretudo "curativas", aí não há meios, pelo em que muito pouco ou nada se pode fazer. Pois competem à rede hospitalar.
Mas, não. As pessoas aqui referidas e muitas da minha região não descortinam o que é um centro de saúde, as suas competências e sobretudo os seus limites.
Não. E não há nada a fazer.
Ou será a política no seu mau sentido, já aqui metida...”
Anónimo 14.08.2020, aqui.

Embora não me parecendo correcto nem esclarecedor, destaco aqui este comentário, porque sendo pertinente a questão que levanta, espero que seja bem esclarecida, de forma a evitar que nos desloquemos ao centro de saúde quando nos devemos dirigir ao hospital.

Terei de apanhar a COVID-19 para ser atentido?

Zé LG, 14.08.20

transferir.jpgHá cerca de um mês que tenho os ouvidois entupidos. Esperei que passasse e, como não passou, tentei uma consulta no Centro de Saúde. Na semana passada, depois de ter tentado consulta de recurso e não ter conseguido - estão sempre esgotadas -, comprei na farmácia um spray na esperança de conseguir fazer o que não consigo no SNS. Como não resultou, voltei a tentar, sem êxito, marcar uma consulta. Estão sempre esgotadas. Tentei pelo telefone - só consegui ligação uma vez, nas outras chama, chama até cair - disseram-me para ir às consultas de recurso... Enviei um e-mail a pedir consulta de recurso, da médica de família ou outra qualquer e ainda não recebi resposta... Há pouco, voltei lá e mais uma vez disseram-me que estavam esgotadas. Perguntei se podia marcar para a tarde ou para outra altura qualquer, responderam-me que não, que voltasse antes dos serviços abrirem... Perguntei pela minha médica de família, está de férias... Perguntei pela enfermeira, está de baixa desde Fevereiro...

O QUE É ISTO? O que preciso de fazer mais para me desentupirem os ouvidos?!... Não vale mandarem-me para os privados. Tenho direito a ser atentido no SNS. Terei de apanhar a COVID-19 para ser atentido?!... O que seu é que se não for atendido rapidamente no Centro de Saúde, terei de ser na urgência da Psoiquiatria...