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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Faltam 100 enfermeiros” no Litoral Alentejano

Zé LG, 27.06.20

imgLoader2.ashx LA.jpgO Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) exigiu a contratação de mais enfermeiros para a Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano (ULSLA), porque, segundo Zoraima Cruz Prado, dirigente do SEP , à atividade habitual do HLA e dos centros de saúde da região, que integram a ULSLA, "tem de se acrescentar o aumento da população no verão e, este ano em particular, às respostas que se têm de dar no contexto da pandemia de covid-19”. Apesar de ter havido autorização para a contratação de profissionais de saúde, “o saldo de admissões nesta instituição é zero”, lamentou. “Não havendo contratação, preocupa-nos muito o tipo ou a ausência de resposta às necessidades da população neste período em que confluem as três necessidades de saúde”, alertou.

Instalação de plantação de cannabis para fins terapêuticos em Castelo de Vide

Zé LG, 20.06.20

O presidente da Câmara de Castelo de Vide, António Pita, destacou a importância para o concelho da instalação de uma plantação de canábis para fins terapêuticos na freguesia de Póvoa e Meadas, nomeadamente “a constituição em ativos de terrenos que se encontram abandonados e a criação de postos de trabalho”.

O processo para a instalação da plantação de cannabis num terreno com cerca de sete hectares, em Póvoa e Meadas, começou no início deste ano e está dependente de um licenciamento “complexo e rigoroso”, por parte do Infarmed.

103590630_3118275184915964_2838388965363939110_n cAntónio Pita, que reuniu quinta feira com o representante da empresa francesa, promotora do projeto, asseverou que o município tem vindo a acompanhar este processo “com muita proximidade e interesse”, mostrando-se convicto de que o mesmo será uma realidade.

Vacinem as crianças

Zé LG, 02.06.20

20200601150803468 vacinas.jpg“O Programa Nacional de Vacinação e as vacinas extra Plano não estão a ser cumpridos, potenciando o aparecimento de doenças graves como o sarampo, a meningite ou a tuberculose. O medo é a principal razão para que pais e encarregados de educação adiem consultas e deslocações aos hospitais e centros de saúde. Um receio que, a curto prazo, pode originar surtos e ter consequências em toda a comunidade”, refere o Movimento Doentes pela Vacinação, que, preocupado com a quebra das taxas de vacinação entre os mais novos, apela “aos pais e encarregados de educação que retomem consultas e práticas de prevenção.”

PCP quer esclarecimentos sobre o problema ambiental e de saúde pública em Fortes

Zé LG, 27.05.20

O Grupo Parlamentar do PCP deu entrada de um requerimento a solicitar a presença de um conjunto de entidades para prestar esclarecimentos sobre o problema ambiental e de saúde pública em Fortes, no concelho de Ferreira do Alentejo e nos concelhos limítrofes, relacionado com laboração do bagaço de azeitona.

202003041945039545 pcp.jpgO PCP recorda que, em Agosto de 2018, na Assembleia da Republica foi aprovada por unanimidade uma “Resolução que Recomenda ao Governo Português que promova medidas urgentes para por termo ao problema ambiental e de saúde pública em Fortes, Ferreira do Alentejo e concelhos limítrofes, relacionado com laboração do bagaço de azeitona, da qual nada foi cumprido”.

BE questiona governo sobre problemas ambientais e de saúde pública causados pela transformação de bagaço de azeitona em Fortes

Zé LG, 23.05.20

88357361_2494039430910994_640823165106257920_o ForO BE questionou a Ministra da Saúde, Marta Temido, sobre a transformação de bagaço de azeitona em Fortes, Ferreira do Alentejo, referindo que “a unidade industrial da empresa AZPO – Azeites de Portugal, que transforma bagaço de azeitona, continua a causar problemas ambientais e de saúde pública, segundo a população da localidade de Fortes”, pelo que quer saber se “o Governo confirma a persistência dos problemas de saúde pública relacionados com a transformação de bagaço de azeitona” naquela localidade.

Fortes  83336710_2454725614842376_9093452905398140

O Bloco quer ainda saber “das medidas urgentes de saúde pública recomendadas ao Governo pela Assembleia da República na Resolução n.º 279/2018, de 23 de agosto, que medidas foram realizadas e quais estão ainda por realizar” e, ainda, “que medidas prevê o Governo adotar para evitar que a unidade industrial continue a causar problemas de saúde pública à população de Fortes”.

Não dispenso ouvir o Dr. António Silva Graça

Zé LG, 19.05.20

ASG_page-0001.jpgOuvir a opinião diária, no Telejornal, do infecciologista António Silva Graça tornou-se para mim um ritual que não dispenso. Não o conhecia mas a clareza e a sensatez das suas opiniões fundamentadas, contrastando com a de muitos outros comentadores, tornou-se indispoensável para a compreensão da COVID-19 e a da sua evolução.

Estaremos assim tão mal? Não haverá nada a fazer? Não creio.

Zé LG, 11.05.20

«Todas as especialidades, com excepção da Medicina e da Psiquiatria, estão em decréscimo de linha técnico/humana. Umas mais rapidamente que outras,é certo,mas o caminho é bem visível.
Os incrementos de qualidade técnica associados à indispensável inovação deixaram de existir há já alguns anos. Mas a última década, aquela em que o impulso poderia ter sido dado, foi arrasadora nesse campo, para o HJJF em Beja. Porquê?
1. Os poderes políticos dominantes /locais entenderam que o domínio da saúde era indispensável para o exercício desse poder, satisfazendo as suas clientelas que tinham já muito pouco para onde pousar
2. E essas clientelas não dominaram a área da gestão em saúde. Superiormente também nunca lhes foi reconhecido mérito na matéria. Passaram a ser conhecidas, por ausência de competências e saberes e tratadas como tal. Nas o facto não incomodou alguém - nem poder político nem técnicos. Assim querem assim têm. Superiormente é preciso não incomodar e deixar que apodreça porque o poder político local assim quer.
Se as clientelas e o amiguismo de interesses tivesse melhor qualidade talvez já tivessem dado o Indispensável “murro na mesa” ou “grito de epiranga” e o caminho não teria sido este...
3. O amorfismo instalado ao nível de um capital humano depauperado tecnicamente fez o resto.

Agora resta-nos ir conservando as valências médico cirúrgicas e aguardar que esta última não vá declinando muito rapidamente!
Quando os doentes precisarem teremos um Hospital Central do Alentejo, em Évora,em fase de franco crescimento com a nova estrutura já em andamento. Quanto ao ambulatório em consultas de especialidade, a classe média, vai encontrando resposta ao nível do privado em Évora, Lisboa, Algarve...»

Anónimo 07.05.2020, aqui.

Parece uma visão excessivamente pessimista e derrotista. Mas cabe a quem “sabe da poda”, porque está directamente envolvido, pronunciar-se e confirmar ou desmentir esta visão.

Sou a favor da construção do Hospital Central do Alentejo em Évora

Zé LG, 07.05.20

202004291145302429 hospital.jpgJulgo que é importante para o Alentejo ter um Hospital Central, com valências que devem estar centralizadas para poderem responder com maior qualidade, tendo em conta os recursos necessários e disponíveis, que funcione como alternativa a outros hospitais centrais, designadamente da Área Metropolitana de Lisboa.

Isso não pode e não deve significar a retirada de mais alguns serviços dos outros hospitais existentes. Deve traduzir-se na criação de novos serviços, até então só disponíveis em Lisboa.

Parece acertada a localização do Hospital Central em Évora, por ser a Cidade mais central (e também mais populosa) do Alentejo. Localizá-lo em Portalegre, Beja ou Litoral Alentejano serviria melhor as populações dessas zonas mas deixaria de ser alternativa a Lisboa para as restantes.

Beja e o Baixo Alentejo (Distrito de Beja menos Odemira) devem bater-se para assegurar a manutenção e melhoria das valências do Hospital de Beja, com os ajustes aconselháveis em termos técnicos, geográficos e das características da sua população, o que deve implicar a rápida construção da sua 2ª fase. E não "embarcarem" tão fácilmente em aventuras de hospitais privados. Importa termos presente, também aqui, as lições que o combate à COVID-19 nos está a dar...

«COVID-19 E A MEMÓRIA CURTA: OS HERÓIS E OS TONTOS»

Zé LG, 01.05.20

17630070_1303540933015535_1034379106345096982_n(1)«Como Médico de um Centro de Saúde que, bem cedo, se antecipou em funcionar de forma exemplar neste combate, registo como raramente alguém fala dos Centros de Saúde, afinal a outra Linha da Frente desta guerra, com profissionais empenhados desde a 1a hora, desmultiplicando-se em voluntárias atitudes, ditadas pela sua obrigação ética e pela sua formação pessoal. Entrega e trabalho, curiosamente, reconhecidos pelos doentes, mas que os "media" não enxergam. Chega-nos, por isso, esse reconhecimento que, afinal, nos inclui no comovente elogio de Heróis -- embora tenha para mim que, passado o tsunami, depressa voltemos a ser os "privilegiados" e "corporativos" de antes. ...

Mas... (mas!) os resultados positivos que têm sido alcançados são indissociáveis de uma realidade estrutural, sem a qual nada de parecido hoje existiria no cenário obtido: o Serviço Nacional de Saúde! Sem o SNS (sistema que, apesar das lacunas que lhe têm imposto, continua a ser uma estrutura de qualidade internacionalmente reconhecida), seria impossível a reorganização de cuidados, a agregação de medidas, a difusão homogénea de directrizes, o contrôlo de desempenhos, a avaliação credível de dados, a oferta equitativa de serviços! Não fora existir uma realidade com a qualidade e a universalidade do SNS e, muito provavelmente, hoje não estaríamos a sair do estado de emergência nacional; ...
É bom (mais, é imperioso!) que a memória curta dos homens, especialmente os homens políticos, lembre bem o que devem ao SNS. E não é só por não terem que se sujar, exigindo aos cidadãos que paguem as batas dos profissionais que os têm que atender... »
Leia todo o comentário de Pedro Vasconcelos, aqui.

Viva o 1º de Maio! Sem trabalhadores nada funciona!

Zé LG, 01.05.20

1maio-banner.jpgO 1º de Maio é uma data de afirmação de valores, força e solidariedade de trabalhadores unidos. É uma data que nasceu com a luta de trabalhadores contra a exploração, pelos direitos laborais e sociais, pela dignidade e justiça social.
Hoje, vivemos um momento complexo em que a prioridade é salvaguardar vidas e a saúde de todos. O Serviço Nacional de Saúde está sob grande pressão – a dedicação e empenho dos profissionais de saúde têm sido notáveis – mas também importantes são os trabalhadores que asseguram o funcionamento de outros serviços públicos e sociais, bem como aqueles que produzem bens e serviços essenciais.
E num momento em que muitos trabalhadores e suas famílias passam por dificuldades - e os seus direitos são atacados - desde o emprego, aos salários - a CGTP afirma que os trabalhadores não estão sozinhos.

Fundos Comunitários flexibilizados e redireccionados face à Covid-19

Zé LG, 30.04.20

alentejo-2020-1-768x432.jpgRealizou-se uma reunião de trabalho da Autoridade de Gestão do ALENTEJO 2020 com a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa e o secretário de Estado Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Carlos Miguel, de onde saiu a indicação de que “a Comissão Europeia, no âmbito do conjunto de iniciativas de resposta ao combate à Pandemia COVID 19, em especial a Iniciativa de Investimento de Resposta à Crise do Coronavírus (CRII), flexibilizou as regras de acessos aos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI).” Estas medidas permitem agora uma abordagem “muito flexível na resposta” que se pode dar “por via dos Programa Operacional Regional (POR) às necessidades de investimento face aos efeitos da epidemia COVID 19, em particular na área do emprego e da saúde.

No âmbito do combate à Covid-19, o Programa Operacional Regional ALENTEJO 2020 lançou dois concursos para apoiar empresas e instituições científicas e tecnológicas, que mobilizam 2 milhões de euros, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, “vão financiar projetos que respondam às necessidades imediatas e a médio prazo do Serviço Nacional de Saúde, bem como a concretização de projetos que permitam fazer face ao aumento exponencial da necessidade de determinados produtos e serviços para o combate ao COVID-19”.

São elegíveis projetos de investigação e desenvolvimento em todas as áreas de atividade associada ao novo Coronavírus. O prazo para apresentação de candidaturas termina a 29 de Maio.

Centro de Saúde de Ourique com financiamento aprovado

Zé LG, 27.04.20

2008.03.17.pt.ourique11.jpgA CCDR do Alentejo aprovou a candidatura da ULSBA para a construção do novo Centro de Saúde de Ourique, no valor total de cerca de 1 milhão e 865 euros a que corresponde um apoio do FEDER de cerca de 1 milhão e 585euros (85%).

A Câmara de Ourique, para além de ter colaborado na elaboração da candidatura, disponibilizou o terreno onde vai ser implantado o novo equipamento que ficará ao dispor da população, com localização junto aos Bombeiros Voluntários de Ourique.

A Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo será responsável pela execução do projeto, seguindo-se, agora, a tramitação administrativa, nomeadamente, o lançamento do concurso público.

GNR descontaminou 50 instalações e cerca de 1700 ambulâncias

Zé LG, 22.04.20

GNR-768x432.jpgO núcleo de matérias perigosas da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS) da GNR descontaminou cerca de 1 700 ambulâncias e 50 instalações desde o início da Pandemia Covid-19 até hoje.

“Trata-se de uma estrutura que integra cerca de 60 militares, altamente especializados em matérias perigosas e agentes NRBQ (nucleares, radiológicos, biológicos e químicos)”, explica a GNR em comunicado enviado à Rádio Pax.

Relativamente a intervenções em instalações, aquele núcleo tem vindo a ser acionado diariamente, para descontaminação de estabelecimentos hospitalares, IPSS, lares de idosos, creches e outras infraestruturas, incluindo instalações e viaturas da própria Guarda.

Iniciados os trabalhos de desinfeção no Bairro das Pedreiras, em Beja

Zé LG, 20.04.20

IMG-20200420-WA0002-768x432.jpgOs trabalhos de desinfeção no Bairro das Pedreiras, em Beja, tiveram início esta segunda-feira. A medida integra o Plano de Contingência da Câmara Municipal de Beja no âmbito da pandemia Covid-19.

O presidente da União de Freguesias de Salvador e Santa Maria da Feira, António Ramos, afirma que “esta é uma medida de prevenção”, uma vez que, até ao momento, não há registo de nenhum caso positivo naquele local.

A chuva que se tem feito sentir, nos últimos dias, atrasou as “desinfeções que estavam planeadas para ser feitas há mais tempo” e que agora “serão realizadas regularmente”, explica o presidente da União de Freguesias.

“Se não existisse o SNS, não imagino como estaríamos”, afirma Ana Matos Pires

Zé LG, 18.04.20

imgLoader2.ashx amp.jpgAna Matos Pires, diretora do Serviço de Psiquiatria da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (Ulsba), coordenadora da Saúde Mental da Administração Regional de Saúde do Alentejo e assessora do Programa Nacional para a Saúde Mental, fala do impacto da covid-19 na saúde mental dos portugueses, considerando expectável que “a mudança abrupta do nosso estilo de vida” traga um aumento de perturbações mentais. Entre muitas outras considerações, a psiquiatra refere que a situação prova “a absoluta necessidade” de um Serviço Nacional de Saúde robusto, no “contexto da resposta de saúde no País”. Expressa a importância de as famílias reforçarem os contactos entre si, da maneira possível, no dia-a-dia bem como nesta quadra de Páscoa atípica e apela, simultaneamente, para que se fique em casa.

Leia a entrevista de Ana Matos Pires ao jornalista José Serrano, do Diário do Alentejo.

Associação promove Colheita de Sangue amanhã em Beja

Zé LG, 17.04.20

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A Associação Humanitária de Dadores de Sangue de Beja realiza, amanhã, mais uma colheita de sangue, nas suas instalações, na Rua Pablo Neruda (Bairro Social), nº 13. A recolha decorre entre as 9h30 e as 13 horas.

A Associação afirma que “estarão garantidas todas as normas de segurança” tendo em conta a situação atual relativamente à Covid-19.

PCP contra encerramento das extensões de saúde diz que “as outras doenças, crónicas, agudas e urgentes, não estão de quarentena”

Zé LG, 14.04.20

201812241225153249.pngO grupo parlamentar do PCP questionou a ministra da Saúde sobre o encerramento, por tempo indeterminado, de grande parte das extensões de saúde do distrito de Beja e o cancelamento de consultas. Segundo o PCP a justificação, por parte da ULSBA, é que  são medidas inseridas nos planos de contingência Covid 19.

João Dias, deputado do PCP eleito por Beja, afirma que as outras doenças, crónicas, agudas e urgentes, não estão de quarentena, sendo elevado o número de pessoas, maioritariamente idosas, que continuam a precisar de vigilância médica e de enfermagem o que evidentemente vai muito para além do receituário, que ficam assim sem atendimento com esta decisão de encerramento das extensões e de cancelamento de consultas. Para o deputado comunista é preciso não esquecer que o acesso à saúde é um bem essencial.

Para o PCP “no momento atual do combate ao surto epidémico, ainda é mais necessário garantir o funcionamento adequado das extensões de saúde (…) com a adoção de medidas sanitárias, de prevenção e de proteção do contágio (…)”.

O deputado refere ainda que é importante que o Governo aprenda que “o SNS público é essencial para a população”, sendo que a saúde não pode ser “algo de compra e venda”.

“Vão sendo expulsas dos locais. Se eventualmente alguma for portadora do vírus, temos uma situação muito delicada.”

Zé LG, 12.04.20

«São nómadas, e estão sendo expulsos de várias localidades.
Eles também estão com medo, precisam de estar perto de locais onde exista água e saneamento básico...e espantem-se são SERES HUMANOS como nós.
São os grupos de risco, que devem ser mais protegidos.
"Segundo, Maria José Casa-Nova, coordenadora do Observatório das Comunidades Ciganas, revelou recentemente ao jornal Público a sua particular preocupação com as pessoas que vivem em itinerância – “não forçada por lei, mas forçada de facto”. “Estão numa situação ainda mais precária”, salienta. “Vão sendo expulsas dos locais. Se eventualmente alguma for portadora do vírus, temos uma situação muito delicada.” Nos últimos dias, várias foram empurradas de um lado para o outro."»

Ana Lúcia Serafim 12.04.2020, aqui.

Agora, trata-se de Saúde Pública. E interessa a todos que sejam tratados, independentemente da opinião que cada um tem sobre eles.

"Em termos de Saúde Pública a obrigação é tanto maior quanto mais "fora do Sistema" habitualmente as comunidades e os grupos estão”

Zé LG, 11.04.20

Isso (Neste grave contexto, são apenas pessoas em perigo de vida.). O SNS tem de responder, ponto.
Fico sempre apreensiva com as frases "Não sou racista (ou homofóbico, ou machista, ou misógino ou...) mas", este "mas" é sempre repleto de significado.
Em termos de Saúde Pública a obrigação é tanto maior quanto mais "fora do Sistema" habitualmente as comunidades e os grupos estão, para bem de toda a população - estamos perante uma doença infecciosa de propagação muito fácil,
Não esquecer, ficar em casa e cumprir as regras preventivas emanadas pelo MSaúde, DGS e instituições de Saúde é o que TODOS e TODAS podemos, e devemos, fazer.

Ana Matos Pires 11.04.2020, aqui.