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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

VIVA A REPÚBLICA! E A REPOSIÇÃO DO FERIADO NACIONAL!

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Numa altura em que poucos ainda comemoram a instauração da República em Portugal, talvez porque se transformou no "novo normal" e poucos a contestam, vale a pena evocar o seu dia fundador. Tal como vale a pena assinalar a reposição do Feriado Nacional, o que mostra que "a geringonça" sempre faz alguma coisa de diferente dos que tudo fizeram para desvalorizar o trabalho e os direitos dos trabalhadores, com o argumento de que era necessário salvar a economia nacional. Viu-se...

"Alentejana, desempregada e revoltada"

Ainda no final do discurso de Cavaco Silva, uma mulher, que se encontrava no fundo da sala, começou a protestar dizendo que lhe faltava dinheiro, medicamentos, assistência social e que queria falar com algumas das entidades presentes. A mulher de 57 anos dizia-se desesperada com a sua situação de pensionista com 227 euros por mês e que já estaria na miséria completa senão fosse o filho. "As pessoas têm de começar a gritar, as pessoas têm de começar a falar. Tudo isto é um disparate, com esta gente aqui cheia de dinheiro", gritava quando a segurança a tentava por fora da sala. 
Aos jornalistas, depois, diria que era alentejana e que estava desempregada. http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=592755&tm=8&layout=123&visual=61

Viva a República!

Para aumentar a “produtividade”, o governo acabou decretou o fim do feriado do 5 de Outubro (e outros), a partir do próximo ano.

Devido à “contenção de custos”, pela primeira vez desde a implantação da República, em 1910, o feriado de 5 de Outubro não será assinalado no largo em frente à varanda da câmara de Lisboa, onde o regime foi proclamado.

Vão acabar com um quarto das freguesias, querem acabar com alguns municípios e reduzir o número de deputados, reduziram o número de ministros tudo para “reduzir” custos.

Qualquer dia tentarão acabar com a democracia – já houve quem defendesse a sua suspensão -, porque é um regime caro e é preciso reduzir custos e instaurar uma ditadura –  eventualmente, monárquica -, com o argumento de que é mais barata…    

Assim não vamos lá…

O peso da economia paralela em Portugal aumentou de 9,3% do PIB em 1970 para 24,2% em 2009, somando então 31 mil milhões de euros, conclui um estudo da Faculdade de Economia da Universidade do Porto (FEP).

A maior parte dos portugueses (83%) acha que a corrupção aumentou em Portugal nos últimos três anos, segundo o Barómetro Global da Corrupção da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) hoje divulgado.

Se qualquer um destes fenómenos por si já constitui um forte entrave ao desenvolvimento das sociedades, quando convergem bloqueiam-no. Estes, como outros problemas que afectam a nossa sociedade, são fatalidades nem são irreversíveis. Podem e devem ser combatidos com firmeza, criando mecanismos adequados à sua prevenção e repressão. Para tal é necessária vontade política, que não tem existido por parte de quem exerce o poder. Porque será?

“Roteiro Republicano de Portalegre”

é o título de uma obra da autoria do Prof. Doutor António Ventura, que “contempla uma cronologia política específica, a indicação de toponímia republicana e património artístico, dando particular destaque, ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, biografias das principais personalidades republicanas e ao desporto e factos turísticos, relevantes que foram criados, que foi recentemente apresentado na Biblioteca Municipal de Portalegre.

Beja e Castro Verde criam “Bosques do Centenário”

As Câmaras de Beja e Castro Verde aderiram ao Projecto da ANMP denominado “Bosques do Centenário”, que tem como propósito reflorestar espaços com árvores autóctones (sobreiros, medronheiros, pinheiros mansos e alfarrobeiras, entre outras), plantando 100 árvores autóctones na área de cada concelho, como comemoração da implantação da República e do Dia da Floresta Autóctone, que se assinala hoje.

Em Beja as árvores foram plantadas no Parque da Cidade, no Jardim Público e no Perímetro Florestal de Salvada e Cabeça Gorda. Em Castro Verde junto ao Estádio Municipal.

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