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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

"só acredita... quem gosta de ser enganado"

Zé LG, 06.05.24

«Lendo os programas, o aliado natural da AD para o OE é o Chega

123058377_205572334268118_384356792745850838_n.jpgDepois de se ter estreado com uma medida simbólica que respondeu a uma polémica criada pelo CH; de abrir ao CH as negociações sobre mudanças legislativas relativas à corrupção; de ter garantido a maioria nos Açores através da viabilização do voto do CH; e de ter aberto a possibilidade de um acordo com o CH na Madeira, só acredita que o “não é não” é mais do que retórica tática para entalar o PS quem gosta de ser enganado.» Leia o resto do texto de Daniel Oliveira, aqui.

Este é o candidato da AD ao PE. Palavras para quê?

Zé LG, 06.05.24

441375797_436230948986792_6704763579600926421_n.jpgSebastião Bugalho, depois de apresentada a sua candidatura como cabeça de lista da AD ao Parlamento Europeu, afirmou: “Queremos fazer do futuro da Europa uma história que valha a pena contar aos nossos filhos”. “Estou aqui porque acredito na Europa. Lutem comigo”.
Mas o seu discurso nem sempre foi assim, tendo antes afirmado que a União Europeia é um “desastre” e que é a “maior inimiga da Europa”, prevendo que iria “implodir por dentro”, esclarecendo que “O que em Bruxelas querem é que tu aches que, para defenderes a Europa, tens que defender a União Europeia. Mas o maior inimigo da Europa é a União Europeia.”
E mostrava não apreciar uma carreira política: “Diz-me uma campanha política que tenha sido baseada em verdade. Diz-me uma eleição que tenha sido feita com base em factos verídicos, que tenha cumprido todas as suas promessas” e “Não voto em nenhum partido político português. Ao fim de um mês no jornalismo político, conheci demasiado bem os partidos para acreditar neles“. Daqui.
Embora sendo contra a União Europeia e contra os políticos, agora vai ser… político, eurodeputado e... viver da política.

A sério, Luís Montenegro?

Zé LG, 17.04.24

Povo Livre.png

Então porque tenta aproveitar-se de medidas nele inscritas pelo anterior governo - redução do IRS, por exemplo - e hesita em fazer um orçamento rectificativo que acabe com o "absurdo social para a classe média" que é o Orçamento de Estado? Se o considera assim tão mau porque não tenta introduzir as alterações que, pelo menos, criem alguns benefícios para a classe média, como disse pretender?... Ou prefere fazer como tanto criticou ao governo anterior e alguns dos seus ministros já começaram a fazer: responsabilizar o governo anterior por tudo o que não consegue ou não quer fazer?

Não há duas sem três... Qual a próxima trapalhada de Miranda Sarmento?

Zé LG, 16.04.24

psd.pngDepois do truque de ilusionismo do choque fiscal no IRS, eis que o ministro de Estado e das Finanças se envolve em mais uma trapalhada. Depois de ter nomeado para sua adjunta uma ex-deputada do PSD, um dos “braços fortes” de Pedro Calado, quando este chegou à vice-presidência do Governo Regional da Madeira e antiga presidente da Startup Madeira, Joaquim Miranda Sarmento foi obrigado a divulgar o seguinte comunicado: “Na sequência de notícias veiculadas pela comunicação social, sobre um processo que teve início em 2017 e que está ainda a decorrer nos locais próprios, sem que sobre o mesmo tenha sido proferida qualquer decisão judicial, Patrícia Dantas, mantendo a presunção da inocência que se impõe e após ponderação, comunicou ao Sr. Ministro de Estado e das Finanças que decidiu não assumir as funções de adjunta do Ministério das Finanças”.
Ou seja, em poucos dias o número três do Governo já se envolveu em duas trapalhadas… Qual será a próxima, quanto tempo vamos ter de esperar por ela e que consequências o ministro ou o primeiro-ministro vão tirar dela(s)?…

“Sabes Pedro, sabes qual é o teu mal?”

Zé LG, 13.04.24

IMG_20240408_212006.jpg«… Teres tido um pai fantástico e uma mãe que tudo te desculpou.
Os anos de cabulice, as más notas no liceu, as noitadas na vadiagem, a vida boémia, as drogas, a pouca ou nenhuma vontade de estudar ou trabalhar e a falta de respeito por toda a gente.
Tu não tens noção da quantidade de vidas que deste cabo ao longo da tua vida, não só nos quatro anos em que te tivemos de aturar como Primeiro Ministro, mas desde que te conheci quando vivias na Rua República da Bolívia. …
Quem sabe o que a vida me reserva?
Talvez me reserve a felicidade de te ver a ti Pedro e aos teus amiguinhos (tu sabes a quem me refiro) atrás das grades e a pagares pelos milhares de vidas dos que se suicidaram ou tentaram em desespero por vossa causa!»
Assino o nick com que me conhecias: Nini Nilo
Leia aqui a carta completa.

Começou a magia do governo da AD

Zé LG, 12.04.24

1712958601219.jpgA AD fartou-se de falar na redução de 1.500 milhões de euros no IRS de 2024 e inscreveu a medida no Programa do Governo, que hoje passou na AR. Só que se veio a descobrir que o governo do PS já tinha feito uma redução de 1.327 milhões de euros, pelo que a redução que o governo da AD vai introduzir no IRS de 2024 é de apenas 173 milhões de euros... Começou bem, com ilusionismo barato...

Pedro Nuno Santos e Luís Montenegro trocam cartas

Zé LG, 08.04.24

img_900x560$2024_02_13_17_29_14_470424_im_638434434753506463.pngPedro Nuno Santos escreveu a Luís Montenegro reiterando a disponibilidade do PS, para, num prazo de 60 dias, acordar com o Governo da AD a valorização das carreiras da função pública, "em especial" de professores, oficiais de justiça, profissionais de saúde e forças de segurança. O secretário-geral do PS mantém a porta aberta à aprovação conjunta de um orçamento rectificativo capaz de garantir a valorização daquelas carreiras. Daqui.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, já respondeu saudando a disponibilidade do líder socialista, dizendo que "constitui um exercício de responsabilidade política" e que “oportunamente agendaremos uma reunião de trabalho sobre essa temática, o que deverá acontecer na sequência das negociações com as organizações representativas dos trabalhadores". Daqui.

João Paulo Ramôa defendeu governo da AD com o Chega

Zé LG, 03.04.24

Sem nome (45).png«… vejo possibilidade de acolher as diferenças do Chega e da AD, num Governo conjunto, em nome da estabilidade e da possibilidade de se promoverem as reformas tão necessárias e 10 anos adiadas. E que um governo PSD, mesmo alargado ao CDS e IL, nunca conseguirá, pois o Povo assim o não quis.
É preciso ponderar. Analisar os prós e contras, estabelecer linhas inultrapassáveis, e prioridades. Não vejo que não seja possível. Sem preconceitos prévios. E depois, daqui a 4 anos o Povo dirá de sua justiça. Mas não tentar, não negociar o ultrapassável, deixando um Pais apenas destinado a resolver casos e casinhos, pontuais e avulso, é uma oportunidade perdida.»  João Paulo Ramôa, aqui.

“só governo se ganhar as eleições"

Zé LG, 01.04.24

Sem nome (42).pngAssegurou Luís Montenegro, manifestando-se "empenhado em ganhar as eleições, em conquistar o maior número de votos possível para que o PSD sozinho tenha condições de estabilidade governativa".
Ora, o PSD concorreu às eleições coligado com o CDS e com o PPM, e, em conjunto, elegeram 80 deputados, sendo 78 do PSD, tantos quantos os eleitos pelo PS. No total, a AD teve 28,90% dos votos. Esquecendo os votos que terão sido do PPM e tendo em conta que o CDS poderá ter contribuído com a mesma percentagem obtida em 2022 (1,60%) para a votação da AD, o PSD terá conseguido uma votação de 27,30%, inferior à do PS (28%).
Luís Montenegro bem podia ter dado aquela garantia num qualquer dia um de Abril… “Acreditar”?