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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“A Verdade Nua e Crua”do PS em Beja

Zé LG, 03.03.26

643931067_1240324598273409_1429435487741549720_n.jpg«O PS, em Beja, «considera que as recentes declarações do atual Presidente da Câmara Municipal (de que Beja projeta investimento até 40 milhões de euros em obras estruturantes a curto prazo), ..., reconhecem a existência de um conjunto de projetos estruturantes e de uma situação financeira sólida, resultado do trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos pelo anterior executivo socialista. ... sinal claro de que o futuro do concelho foi preparado de forma estratégica e responsável, permitindo hoje reunir condições para avançar com investimentos estruturais relevantes. A visão, o planeamento e o rigor na gestão financeira do executivo socialista criaram as bases que possibilitam ao atual executivo assumir e projetar este ciclo de investimento com confiança. ... , pois as condições existentes resultam do trabalho, do planeamento e da preparação deixados pelo anterior executivo do PS….» Daqui.

É essa a alternativa para os “arranjinhos que PS e PSD têm mantido o país”?!!!

Zé LG, 03.03.26

202602271157068717.png«O problema é que já vão sendo muitos que... entregam todos os meses "bateladas" de capital ao estado, e começam a ficar fartos destes artistas que aparecem, autênticos glutões imorais de dinheiro público, e, que começa-se a votar nos "Venturas e Mileis" que aparecem... Eu incluo-me nessa lista, não concordo com metade do que o Ventura diz, mas voto nele, não por me considerar racista, xénofobo, intolerante, mas sim porque começo a ficar enojado com esta podridão, esta distribuição de tachos, cunhas, arranjinhos que PS e PSD têm mantido o país alternadamente. Ele pode fazer o mesmo se chegar lá, não sei, mas por enquanto é o único que toca neste assunto que acredito que revolta e mobiliza muito contribuinte liquido e cumpridorAnónimo 01.03.2026, aqui.

“José Luís Carneiro: O Político de Seda num Mundo de Lixa…”

Zé LG, 17.02.26

Sem nome (17).png«... é o suprassumo da cortesia institucional, entra na oposição como quem entra numa biblioteca,...  Enquanto o país arde em polémicas,... aparece com um extintor de palavras imprevisíveis e metáforas tão complexas que, a meio da frase, nem ele sabe bem onde queria chegar... acabou de dar um murro na mesa ou apenas desejou uma boa tarde? Ele quer ser alternativa... mas a sua "garra" política tem a intensidade de um café descafeinado morno. … Quando se espera que o SG do PS lidere a carga contra o Governo, Carneiro oferece-nos uma reflexão ponderada sobre a importância do diálogo multilateral. ... consegue falar dez minutos sem dizer rigorosamente nada... não constrói uma alternativa, constrói um labirinto de semântica onde a oposição entra cheia de energia e sai de lá a precisar de uma sesta. É ... o eterno "prometido" que nunca chega a casar com o poder...» Ângelo Nobre, aqui.

PS absteve-se na votação do Orçamento Municipal para 2026, que diz ser de continuidade do seu

Zé LG, 04.02.26

618794213_1212187411087128_5069467796585433603_n.jpgNa Assembleia Municipal de Beja, o PS justificou a abstenção na votação das Grandes Opções do Plano e Orçamento Municipal para 2026 pelo facto de o documento ser uma “continuação, assente em grande medida no trabalho, nas obras e nas candidaturas deixadas pelo anterior executivo socialista”, mas “elaborado de forma apressada e sem uma estratégia política claramente definida”.

“Fazem ataques ao Socialismo”, mas...

Zé LG, 03.02.26

Sem nome (12).png«… desde o ano de 1976, temos sido “governados" pelo PS, PSD acompanhados pelo CDS. O PS meteu o Socialismo na gaveta, o PSD abdicou da Social democracia, o CDS votou contra a Constituição da República (ambos os partidos combatem o Socialismo). Se os Partidos que tem "governado" o país cumprissem e os direitos que a Constituição consagra fossem cumpridos e respeitados, se as responsabilidades atribuídas ao Estado fossem plenamente concretizadas, se o projecto e os princípios que enquadram o texto Constitucional norteassem as opções dos governos, Portugal seria um país mais justo e desenvolvido, o povo viveria em condições bem melhores e o nosso futuro colectivo seria certamente encarado com muito maior esperança e confiança.» Francisco Guerreiro, aqui.

“Seguro representa uma esperança assente na ética, na moderação e na proximidade”

Zé LG, 29.01.26

Pedro-do-Carmo5.jpg«Há candidatos que se apresentam como figuras distantes, moldadas pelo ruído mediático e pela lógica do espetáculo. E há outros que se afirmam pelo percurso, pela coerência e pela ligação profunda às pessoas e aos territórios. António José Seguro pertence, claramente, a este segundo grupo. E é por isso que podemos dizê-lo sem hesitações: Seguro é um de nós. … É essa experiência de vida, enraizada no país real, que dá autenticidade à sua candidatura. António José Seguro não fala de Portugal como um conceito abstrato; fala do Portugal concreto, feito de pessoas, comunidades e territórios. Por isso inspira confiança. Por isso mobiliza. Por isso é reconhecido como alguém próximo, inteiro e verdadeiro. Num momento em que o país precisa de união, de serenidade e de sentido de futuro, António José Seguro representa uma esperança tranquila. Uma esperança assente na ética, na moderação e na proximidade. Uma esperança que nasce das raízes e aponta ao futuro.» Pedro do Carmo, aqui.

Presidente da União de Freguesias de Évora (PSD) vai liderar ANAFRE

Zé LG, 29.01.26

202601271834382651.PNGO presidente da União de Freguesias de Évora, Francisco Branco de Brito (PSD), será proposto como presidente da Associação Nacional de Freguesias (Anafre), resultado de um acordo para uma lista consensual entre o PSD, o PS e o PCP, os principais partidos com representação autárquica após as eleições realizadas em outubro de 2025. A lista será apresentada à votação dos cerca de 1.300 delegados no Congresso eletivo que a Anafre realiza em Portimão, entre sexta-feira e domingo.

Assembleias Municipais confirmam hoje escolhas por acordo PSD/PS para presidir às CCDR

Zé LG, 12.01.26

363811266_287186363891330_2637593377037633848_n.jpgAs Assembleias Municipais acolhem as eleições para as CCDR, que decorrem hoje, entre as 16h00 e as 20h00 e envolvem mais de 10.700 eleitos locais, entre executivos das Câmaras Municipais e deputados das Assembleias Municipais, incluindo os presidentes das juntas de freguesias. Ricardo Pinheiro (PS) foi o escolhido para suceder a António Ceia da Silva na presidência da CCDR do Alentejo. Deputado do PS eleito por Portalegre, foi secretário de Estado do Planeamento no XXII Governo, e presidente da Câmara de Campo Maior, entre 2009 e 2019. O entendimento entre PSD e PS prevê igualmente, no caso da CCDR do Alentejo, que o PS eleja o vice-presidente escolhido pelos autarcas e que o vice-presidente a eleger pelo Conselho Regional seja indicado pelo PSD. Aníbal Reis Costa e Roberto Grilo, atuais vice-presidentes da CCDR do Alentejo, voltam a ser candidatos ao cargos. Os eleitos autárquicos da CDU no Alentejo não vão participar nas votações, por criticarem o “negócio” feito entre PS e PSD.

PCP critica eleições para CCDR Alentejo e os seus eleitos não vão participar

Zé LG, 07.01.26

20250703103115511 (1).jpegA Direção Regional do Alentejo (DRA) do PCP anunciou que os seus eleitos autárquicos não vão participar nas eleições para a CCDR do Alentejo, na segunda-feira, e criticou o “negócio” entre PSD e PS para escolher o novo presidente deste organismo, afirmando que o decreto-lei do Governo que alterou a orgânica das CCDR representa “um passo mais na governamentalização das políticas regionais e no adiamento ‘sine die’ da regionalização”, e que as CCDR vão afirmar-se “como uma correia de transmissão do Governo e dos interesses que este defende” e as alterações na sua orgânica “acentuam ainda mais a farsa em que consistiu a propaganda em torno da ‘democratização das CCDR’”.