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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Atleta de Beja no Campeonato Europeu de Basquetebol

Zé LG, 10.07.22

267404.jpgMaria do Carmo Cruz, ex-atleta do Beja Basket Clube e natural de Beringel, está convocada para a Seleção Sub-20 Feminina para o Campeonato Europeu.

Maria do Carmo Cruz começou o seu percurso do basquetebol no clube da capital de distrito na época de 2015/2016, no escalão sub-14. Em 2018 passou a integrar o Centro de Alto Rendimento do Jamor e, em simultâneo, jogava em Beja. Nas épocas de 2019/2020 e 2020/2021 representou o Grupo Desportivo Escola Secundária de Santo André, em Setúbal.

Atualmente, na presente época, enquanto frequenta o curso de Medicina, Maria do Carmo Cruz também faz parte da equipa de Sub-19 Femininas do Benfica.

 

Os portugueses nem são parvos nem estão enganados, diz João Paulo Ramôa

Zé LG, 17.06.22

Joao-Paulo-Ramoa-1-1024x576.jpg“Os portugueses nem são parvos nem estão enganados. Não me parece ser esta a questão. Mas parece que preferem a ilusão à realidade, quem lhes prometa a inatingível terra prometida, a quem os faça encarar a realidade de frente. É uma postura como outra qualquer, mas não me parece a mais avisada…” João Paulo Ramôa, aqui.

Selecção de Portugal apurada para a oitava presença num Mundial de Futebol

Zé LG, 29.03.22

Sem nome.pngDepois de eliminar a Turquia na meia-final do play-off, a equipa das Quinas ultrapassou o último obstáculo chamado Macedónia do Norte - que eliminou a campeã europeia Itália na fase anterior - e assegurou assim a oitava presença num Mundial, e a sexta consecutiva, depois de 1966, 1986, 2002, 2006, 2010, 2014 e 2018.

Num Estádio do Dragão lotado, o médio Bruno Fernandes assinou (32' e 65') os golos portugueses que indicaram o caminho até ao Qatar, palco deste Mundial, o primeiro no Médio Oriente e o primeiro a ser disputado no inverno - entre novembro e dezembro.

Várias freguesias querem desfazer as uniões forçadas pela “lei Relvas”

Zé LG, 04.03.22

BEJA-Juntas-de-Freguesia_800x800.jpgSão várias as freguesias que querem desfazer as uniões forçadas pela “lei Relvas”, que, negociada com a troika pelo Governo de Passos Coelho, impôs uniões e extinguiu perto de 1200 freguesias, de um total de 4259. Com a lei que entrou em vigor no final de 2021 e permite reverter as agregações, a Associação Nacional de Freguesias (Anafre) estima que sejam repostas entre 400 e 500 freguesias.

No distrito de Beja, existiam 125 freguesias e com a “lei Relvas” ficaram 100, sendo que destas 20 são uniões de freguesia, existindo processos a serem desenvolvidos para reverter as fusões.

O coordenador na Anafre no distrito de Beja, revelou que “um dos assuntos em discussão no Congresso a realizar nos próximos dias 11 e 13 é o da reversão das agregações”, acrescentando Vítor Besugo que “a falta de aprovação do Orçamento de estado pode condicionar o processo rematou.

Portugal tem hoje menos água nas barragens do que na seca de 2005, a pior de sempre

Zé LG, 18.02.22

seca-2.png

O cenário de seca é bem conhecido em Portugal. A mais severa foi em 2005, mostram os dados do INE, e a falta de água no país voltou a repetir-se com gravidade em 2012 e 2017. Agora, em janeiro de 2022, o nível de armazenamento nas albufeiras do Continente chega já a ser inferior ao registado nas secas das duas últimas décadas, nomeadamente em 4 pontos percentuais face à seca de 2005, revelam as estatísticas. O ano ainda agora começou, falta saber se a comparação se manterá na mesma trajetória.

Combate aos incêndios deve ser exclusivo dos bombeiros, como defende o novo presidente da LPB?

Zé LG, 13.02.22

202111021849159258.pngAntónio Nunes, o novo presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) disse que “O que se deve fazer é entregar o combate aos bombeiros. Se há 64 helicópteros para combater os incêndios, tem de haver 64 equipas de bombeiros abordo dos helicópteros”. Disse ainda que os bombeiros não precisam de mais meios e que os combatentes existentes são “praticamente suficientes”, podendo apenas existir “um ou outro ajustamento”, defendendo que ao 1.200 elementos da GNR vocacionados para o combate aos incêndios deviam passar para os bombeiros.
Considerando que o que é necessário “é mais organização” e que cada instituição tenha o seu papel, disse: “Devolver o comando aos bombeiros, entregar as forças de intervenção na área do socorro aos bombeiros e os bombeiros vão dar bem conta disso sem nenhuma burocracia. A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil que tem uma direção nacional de bombeiros deve continuar a tratar de todos os aspetos administrativos, isso é deles e está bem entregue”.
Parece-me que, tratando-se de uma matéria tão sensível e importante para a segurança das pessoas e dos seus bens, que esta proposta deveria merecer uma ampla discussão, pelo menos entre todos os sectores envolvidos. Ou trata-se de uma proposta consensual? Se for assim, porque se tem mantido a actual organização?

“A bem da nação!”

Zé LG, 10.01.22

«No "antigo regime" havia umas coisinhas como a não liberdade de expressão , a pide, a repressão... que tornava tudo tão, mas tão transparente, que até não havia corrupção. Basta ver quem eram as "famiglias" do antigo regime e como funcionavam para perceber isso... a bem da nação!» Anónimo 10.01.2022, aqui.

Corrupção.png

O investigador da Universidade de Coimbra Bruno Paixão considerou que a censura no Estado Novo e o sensacionalismo atual falseiam a perceção da corrupção política e contestou ainda a ideia de que os políticos atuais são mais corruptos do que durante a ditadura.

"As pessoas têm uma perceção da realidade, mas isso não significa que esta esteja correta", disse Bruno Paixão, apontando que essa perceção da realidade através dos meios de comunicação toma uma proporção "maior no que diz respeito ao período do Estado Novo", em que a informação "se restringia a jornais e à rádio, em que era censurada e por isso significa que não saíam cá para fora os casos de corrupção e de escândalo". "Ou seja, a corrupção ocorria, mas permanecia incógnita. Em regimes autoritários, a imprensa está condicionada pelas objeções do poder dominante", defendeu.

Foi promovida a primeira mulher a Oficial General da Marinha

Zé LG, 09.01.22

Marinha.pngA Capitão-de-Mar-e-Guerra da classe de Médicos Navais Maria Correia Halpern Diniz, de 58 anos, foi promovida ao posto de Comodoro, o mais baixo dentro da categoria dos Oficiais Generais (o mais alto é o de Almirante).

"No ano em que a Marinha assinala os 30 anos da entrada das primeiras mulheres como militares, este é mais um marco na história de sucesso que representa a integração das mulheres na Armada", lê-se na nota publicada no site da Marinha.

“Portugal precisa é de gente capaz nas várias áreas técnicas”

Zé LG, 08.01.22

Lixo-no-esgoto.jpg«Não, Portugal não precisa do Chega, precisa é de gente capaz nas várias áreas técnicas!
Isso mesmo em si, não tem nada de partidário, mas de reconhecimento das competências e valorização dos profissionais, que existem e que não são tolos de todo! Há bons profissionais em Portugal como se sabe, e que são reconhecidos muitas vezes no exterior do País, faltando apenas criar as condições de trabalho para que se fixem por cá, ao invés de abondonarem o seu País de origem em procura do devido reconhecimento e valorização profissional!»

Anónimo 04.01.2022, aqui.

Somos assim

Zé LG, 05.12.21

mapa-de-Portugal-3.pngSomos os piores...

Somos os piores do Mundo

Somos os piores da Europa

Somos os piores da Península Ibérica

Somos os piores de Portugal

Somos os piores do Alentejo

Somos os piores do Baixo Alentejo

Somos os piores do Concelho de Beja

Somos os piores do Penedo Gordo

Somos os piores do Largo

... e também cá de casa.

… e também assim

Mas também somos os melhores…

Somos os melhores do Mundo

Somos os melhores da Europa

Somos os melhores da Península Ibérica

Somos os melhores de Portugal

Somos os melhores do Alentejo

Somos os melhores do Baixo Alentejo

Somos os melhores do Concelho de Beja

Somos os melhores do Penedo Gordo

Somos os melhores do Largo

… e também cá de casa.

Somos mesmo os maiores, tanto faz no melhor como no pior, mesmo quando somos mesmo pequeninos. Depende de “onde sopra o vento”, que é como quem diz para “onde nos dá na telha”.

“É preciso haver um investimento sério do poder central para inverter o desequilíbrio em Portugal”, defende Santiago Macias

Zé LG, 26.11.21

SM.png«Portugal não tem propriamente interior, o que tem é um país que está desequilibrado em termos demográficos, desequilibrado em termos de desenvolvimento e que está concentrado e torno de duas grandes áreas metropolitanas, Lisboa e Porto, além do Algarve. E é isso que é preciso inverter. Tem de haver uma intenção firme do nosso poder central. Os incentivos têm de partir do governo, porque as câmaras municipais, sobretudo as de pequena dimensão, com os orçamentos e a capacidade de decisão que têm não conseguem reverter a situação. E não é, manifestamente, com a criação de medidas fictícias, como a descida da taxa do IMI ou a devolução de uma parte do IRS aos munícipes - uma espécie de Robin dos Bosques ao contrário, que é dar dinheiro aos mais ricos - que se vai fixar a população. Não é por uma pessoa receber mais 100 ou 200 euros por ano que vai deixar de viver no Seixal e ir morar para Barrancos ou Moura. É preciso haver um investimento sério do poder central. Não vale a pena continuar a criar observatórios, autoridades ou unidades de missão se depois não há recursos financeiros ou intervenção política.»

Quando isto acontece onde temos os melhores...

Zé LG, 14.11.21

Sem nome.png

Porque é que uma selecção com alguns dos melhores jogadores do mundo, com provas dadas nas melhores equipas, joga tão poucochinho? Na selecção, os jogadores parece que não sabem jogar nem o que fazer. Não foi só este jogo que correu mal. Na maioria dos jogos, a Selecção tem jogado mal, não tem convencido. Está na altura dos responsáveis da FPF e do treinador tirarem as devidas consequências do que se tornou uma rotina - jogar mal e poucochinho.

"cenário aterrador, de onde não se espera nada de bom"?

Zé LG, 31.10.21

crise-portuguesa-11.jpg«É verdade que o governo da Geringonça pouco ou nada fez pelos trabalhadores. Os que oferecem vencimentos mais altos taxando-os de impostos e os das classes médias e médias baixas sempre a perder poder de compra. Mas diga-se em abono da verdade que o problema é estrutural e ninguém está livre de críticas. Partidos políticos, patrões, trabalhadores e em particular os seus sindicatos. Devido à situação económica e social na Europa em geral e em Portugal em particular. Onde desde há décadas a corrupção e o compadrio são a imagem que marca que nos identifica dos outros países europeus. E a juntar a isso, temos o taticismo dos partidos políticos sempre por cima dos interesses nacionais, a manipulação política apenas para fins partidários dos sindicatos, as fugas de capitais dos empresários e das empresas para o estrangeiro e a desmoralização dos trabalhadores das classes médias e médias baixas com os seus salários, pouco acima dos apoios aos subsidiodependes.

Trata-se infelizmente de um cenário aterrador, de onde não se espera nada de bom, e que as próximas legislativas podem até agravar, não tenham os partidos políticos juizinho.»

Anónimo 31.10.2021, aqui.

Este "jogo" terá consequências mais graves que as de um dérbi

Zé LG, 25.10.21

crise.pngOiço muitos analistas e comentadores, encartados e de sofá, a explicarem tim-tim por tim-tim a situação e os responsáveis pela mesma. De uma maneira geral é como na bola. Cada um defende o seu partido / clube e ataca os outros. O problema é que as consequências deste "jogo" serão muito mais graves que as de um dérbi. Talvez valesse a pena evitar análises e prognósticos tão precoces e definitivos, bem como acusações mútuas, e procurarmos todos, principalmente os que mais responsabilidades têm na situação a que chegámos, a melhor solução para o país e para os portugueses, deixando de lado, pelo menos durante algum tempo, os cálculos de quem vai perder ou ganhar mais. Porque, se assim não fizermos, talvez o resultado venha a ser mau para todos (a grande maioria)...

Se "deitarem fora a criança com a água do banho" serão todos responsabilizados por essa tremenda irresponsabilidade. Não é tempo de destruir mas de construir e manter pontes. Todos esticaram a corda... é preciso que todos façam todos os esforços para evitar dar o último esticão. Tentem ouvir o que se diz cá fora e não apenas o que dizem uns aos outros nas vossas reuniões. Só assim faz sentido ocuparem tanto tempo nelas.