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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Os populismos apenas surgem por incompetência dos partidos do sistema”

"Os populismos apenas surgem por incompetência dos partidos do sistema, que por multiplas razões sobejamente conhecidas, não conseguem resolver os problemas básicos dos cidadãos.
De modo que, se assim continuarem, de forma paulativa, vão ver o que é que sucede por toda a Europa aliás por todo o mundo e até por cá.
Aliás, já está acontecendo ..., basta só dar tempo ao tempo.

Anónimo 18.09.2019 23:34", aqui.

FAABA reclama ética e honestidade intelectual em defesa do sector agrícola

010520171256-691-IMG_0087.JPGA FAABA-Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo reclama ética e honestidade intelectual em defesa do sector agrícola. Rui Garrido, presidente da FAABA, contesta declarações do Reitor da Universidade de Coimbra e do 1º ministro António Costa, considerando que António Costa deveria estar preocupado em defender o sector agro-pecuário em vez de fazer afirmações graves e pede que exista uma preocupação com outros sectores que contribuem muito mais para a poluição que existe.

Para a FAABA “há evidência científica que demonstra os benefícios ambientais e sociais da actividade agrícola no combate à desertificação, ao despovoamento rural e à promoção da biodiversidade nos nossos ecossistemas” e “estão comprovadas as mais-valias do pastoreio e das pastagens, na prevenção contra incêndios, no enriquecimento do solo em matéria orgânica, no seu contributo objectivo para o sequestro de carbono e para as metas da neutralidade carbónica, conforme preconizado no Roteiro Nacional sobre esta matéria”.

“Prevejo o reforço da votação no PS mas não sei se será suficiente para "roubar" o deputado do PSD”

"Gosto destas aritméticas de futurologia.
A minha opinião:
1 - Os resultados das Europeias não nos fornecem grandes indicações. Não devemos, portanto, contar com eles neste exercício de futurologia;
2 - Em 2015, o PSD (coligado com CDS), que venceu as eleições a nível nacional, obteve 14980 votos no Distrito de Beja;
3 - O BE obteve 6.105 votos em 2015;
4 - Quem for entendido no método de Hondt deverá saber quantos votos são necessários para "meter" o deputado nº 3.;
5 - Se, como prevejo, o PSD sofrer uma grande derrota, descendo para 10 mil votos (optimista), é provável que perca o deputado pelo círculo de Beja. Não me parece que o BE consiga ir muito além dos 8 mil. Desconheço o "peso" do CDS a concorrer sozinho e se os seus habituais votantes irão optar por votar contra a previsível maioria quase absoluta do PS, votando útil no PSD;
6 - O PCP, ou a CDU se preferirem, está em queda e desmobilizado, não lhe vendo força para aumentar o número de votos.
Face ao que escrevi, prevejo o reforço da votação no PS mas não sei se será suficiente para "roubar" o deputado do PSD.

João Espinho 16.09.2019 16:49", aqui.

“Os populismos ... é que são verdadeiramente preocupantes”

“… Os populismos que têm grassado também por estas bandas, é que são verdadeiramente preocupantes.
De resto, o PAN não possui verdadeiramente um programa eleitoral na verdadeira acepção da palavra, move-se num terreno paradoxal, incoerente e altamente demagógico, que aproveita uma conjuntura favorável ao seu crescimento!
Da minha parte tenho-me divertido um pouco com a sua "propaganda"!”

Anónimo 16.09.2019 10:20, aqui.

Quem vai eleger o terceiro deputado por Beja?

2019_ar_banner.jpgParecendo certo que os dois primeiros deputados à Assembleia da República pelo círculo eleitoral de Beja serão eleitos pelo PS e pela CDU, resta saber quem vai eleger o terceiro:

1 – Será que o PSD, ao arrepio de todas as previsões e tendências, ainda vai conseguir elegê-lo?

2 – Será que os resultados vão ser semelhantes aos das eleições para o Parlamento Europeu e vai ser o Bloco de Esquerda a elegê-lo, o que aconteceria pela primeira vez?

3 – Será que a CDU vai surpreender e recuperar a votação que já teve em tempos idos e será ela a elegê-lo?

Para quem não tem disciplina de voto, vai votar e não quer uma maioria do PS, esta é uma questão fundamental para determinar a utilidade do seu voto.

A " Classe Política"

É importante que os "políticos" sejam capazes de manter um relacionamento estreito com as populações, que não se limitem a falar mas saibam ouvir as pessoas, sem preconceitos, de espírito aberto, disponíveis para o debate e o confronto de ideias e de opiniões, sem receios de polémicas esclarecedoras das diferenças mas indisponíveis para as estéreis, capazes de valorizar todos os contributos por mais simples que sejam, que não peçam "deixem-nos trabalhar" mas que consigam motivar, envolver, empenhar as pessoas na vida política, sendo reconhecidos como mais "um dos nossos", capazes de transformar dificuldades em desafios, terem ideias próprias, serem capazes de transformar algumas delas em projectos e de conseguirem concretizar alguns destes.

O aprofundamento da democracia exige a participação activa e crítica dos cidadãos.

É preciso dizer não à política espectáculo.

Devemos assumir os nossos direitos e cumprir os deveres de cidadania, participando activamente na vida política e pública, recusando o conceito de "classe política".

Foi assim que terminei um texto sobre a "classe política", que publiquei em Abril de 1997, no Diário do Alentejo.

Reduzir impostos, aumentar funcionários e melhorar serviços públicos?!

Entrámos na época de saldos, em que muitos oferecem quase tudo a todos. Mas, mesmo nos saldos, deve haver um limite, não pode valer tudo...

Ouvir quem mais aumentou impostos e mais cortou nos salários, nas pensões e nos serviços públicos garantir agora que vai fazer o contrário, ou seja, reduzir impostos e aumentar salários e melhorar os serviços públicos daria vontade de rir se não fosse tão demagógico e grave.

Sejam sérios (todos) e digam que vão aumentar alguns impostos, designadamente a quem deve contribuir mais em função dos seus rendimentos, para poderem aumentar os salários e melhorar a qualidade dos serviços públicos. Assim, talvez haja mais gente a acreditar nas promessas que fazem.

A melhoria dos serviços públicos não depende apenas (embora também) de melhor organização e maior eficácia e eficiência. Precisa também de maior investimento. E para isso é preciso cobrar mais impostos, a quem não paga e a quem pode e deve pagar mais. E, principalmente, é preciso que esse dinheiro é bem utilizado, onde faz mais falta.

A ÁGUA É DE TODOS

Lemos com muita atenção o artigo inserto na edição do Diário do Alentejo de 18 de Julho último, da autoria de Nelson Brito, presidente da Câmara Municipal de Aljustrel. Congratulamo-nos, que finalmente esta discussão venha a público, ao invés, da correria que os eleitos do Partido Socialista pretenderam imprimir, para a aprovação de uma medida demasiado séria e com um alcance histórico assinalável, sem discussão prévia, em primeiro lugar com as populações, mas também com os trabalhadores das autarquias, especialmente os que prestam serviço na Empresa Municipal de Águas e Saneamento de Beja, já que esta empresa desempenha um papel charneira na gestão da água pública na nossa região.

(leia aqui o resto deste artigo)

Somos a favor de parcerias colaborativas entre os diversos intervenientes no processo sem que isso obrigue a criar entidades gestoras e alienar a responsabilidade da gestão. E como bem refere o estudo realizado pela AMGAP estão identificadas as medidas a tomar para melhorar a qualidade do serviço, garantindo a autonomia dos municípios, a gestão pública e a acessibilidade económica dos consumidores. Passe-se das palavras aos atos e reclame-se do governo que apoie efetivamente os municípios neste propósito não discriminando e respeitando as suas opções.
José Maria Pós de Mina.
Manuel Camacho.

"O PSD é hoje, por estes lados, um partido perfeitamente descartável, é uma inutilidade."

psd.png"A formação da lista de candidatos do PSD/Beja às legislativas de Outubro é mais um capítulo da (triste) história em que se transformou o partido laranja aqui na nossa região. Já aqui escrevi demasiadas vezes, ainda enquanto militante, sobre o que me pareciam os vírus, ou viroses, que regularmente atacavam o partido. Há episódios muito tristes no historial do PSD/Beja e, por diversas vezes, apontei os nomes dos cangalheiros e de quem tem levado o partido ao fundo do poço. Os resultados eleitorais têm confirmado tudo aquilo que ia apontando e a queda do PSD no distrito é indiscutível. Não vale a pena alongar-me muito. O PSD é hoje, por estes lados, um partido perfeitamente descartável, é uma inutilidade.
Quando se pensava que a renovação das listas de candidatos pudesse trazer uma lufada de ar novo, com um cabeça-de-lista outsider, eis que aparecem nomes que têm colado na sua matriz aquilo que menos seria desejável. ...
E assim vai o PSD por aqui. Calculo que não esteja melhor do que a nível nacional. Calculem, pois, quem está a esfregar as mãos de contentamento. Enfim!

Publicado por João Espinho", aqui.

Comissão para a Descentralização defende novo referendo e criação de regiões administrativas

ar.jpgA Comissão Independente para a Descentralização defende a criação de regiões administrativas em Portugal, para o que prevê a realização de um novo referendo, segundo um relatório entregue na terça-feira na Assembleia da República.

No relatório, o organismo salienta que “nos últimos anos o grau de centralismo das decisões públicas em Portugal acentuou-se de forma significativa, com a crescente debilitação das entidades da administração central presentes nas regiões”, o que “tem elevados custos do ponto de vista da eficácia, eficiência e equidade das políticas e da provisão de serviços aos cidadãos e às empresas”. Por outro lado, alimentou “um perigoso sentimento de abandono por parte de populações que se sentem esquecidas e cada vez mais longe de decisores políticos”.

Daí que, depois de analisados os argumentos a favor e contra a regionalização, defenda que “apenas a descentralização administrativa (criação e instituição de regiões administrativas) permite responder de forma integrada” a objetivos como racionalizar o processo de tomada de decisões organizativas, aprofundar a democracia e a governação democrática, políticas públicas mais ajustadas à diversidade territorial existente e melhoria da prestação de serviços públicos aos cidadãos.

A Comissão considera que o processo deve iniciar-se com o referendo previsto na Constituição, mas defende “o seu aperfeiçoamento”, … Leia toda a notícia.

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