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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Trabalhadores rurais de Odemira continuam a ser explorados e o Governo nada fez para resolver este problema”, afirma Alberto Matos

Zé LG, 05.08.21

ODEMIRA-Porta-ZMAR_800x800.jpgAlberto Matos, coordenador da delegação da associação Solidariedade Imigrante de Beja, lamenta que, três meses depois de o Governo ter prometido soluções para responder à falta de condições em que vivem os trabalhadores rurais de Odemira, nada tenha mudado. Alberto Matos afirma que se tratou de uma “operação cosmética e de marketing”.

“Isto é uma situação estrutural, não se altera com pormenores, nem com operações de marketing. Naturalmente, as culturas continuam a necessitar de mão-de-obra, o sistema de contratação continua exatamente o mesmo, isto é, através de intermediários que exploram os trabalhadores no trabalho, na habitação e no transporte. Portanto, podem ter baralhado e dado de novo, mudar as pessoas de algumas casas mais degradadas, mas basicamente a situação mantém-se”, sustenta Alberto Matos, que sublinha que a pandemia mostrou a fragilidade a que estes trabalhadores estão expostos, mas em setembro arrancam as campanhas das vinhas e da azeitona e o cenário vai repetir-se.

“Não se quer acabar com a agricultura, apenas criticar o "modelo agrícola" que tem sido seguido nas últimas décadas”

Zé LG, 04.08.21

202106021222478018.png«Nenhuma dessas Associações quer acabar com a agricultura, apenas criticam o "modelo agrícola" que tem sido seguido nas últimas décadas, e que nos tem conduzido a problemas ambientais, sociais e patrimoniais, que estão à vista de todos, aliás o próprio Ministério da Agricultura já o reconheceu por diversas ocasiões… Pode exercer-se actividade agrícola (o sector primário ocupa um lugar importante, a par do turismo e do património natural nas regiões do interior, como é sabido) de modo mais sustentável, basta haver preocupações nas acções comunitariamente apoiadas, no sentido de se preservar a maior riqueza dos territórios, sem comprometer o modelo económico! Pode inclusive, seguir-se outros paradigmas europeus, que estão num caminho diferente do nosso, é só preciso que as entidades com responsabilidades na área remem para o mesmo lado!»

Anónimo 03.08.2021, aqui.

Associação ZERO critica o apoio comunitário concedido a projetos agrícolas “que destruíram habitats protegidos” na área do Alqueva

Zé LG, 03.08.21

20210602100838579.jpg“A ZERO verifica que se continua a subsidiar um modelo agrícola destrutivo do ambiente, perante a ineficácia das entidades públicas e corrompendo os próprios objetivos das medidas da PAC” e que, “sem as necessárias salvaguardas, o próximo quadro de apoios [comunitários] poderá seguir precisamente o mesmo caminho”.
As conclusões um levantamento “do estado geral de habitats, áreas protegidas e sistemas agroflorestais de alto valor natural” realizado pela ZERO no concelho de Beja, mostram que a “maior parte das intervenções destrutivas ocorreram após 2015”, causando “a destruição de 18 charcos temporários mediterrânicos” e “o desaparecimento de mais de 1.000 hectares” de montado.
De acordo com o estudo, “são cerca de 120 as parcelas”, num total de 3.900 hectares, que receberam apoios do Programa de Desenvolvimento Rural 2020 e que “causaram danos em habitats e sistemas agrícolas importantes do ponto de vista ambiental”.

Ceia da Silva reclama “discriminação positiva” para “inverter a tendência” de diminuição da população e “atrair e fixar pessoas”

Zé LG, 02.08.21

portalegre_contratos_jul21183-678x381.jpgO presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, António Ceia da Silva, reclamou para a região uma “discriminação positiva” do Governo, com reflexo no próximo quadro comunitário, para “contrariar” a perda populacional, numa reação aos dados preliminares dos Censos 2021.
“O Alentejo deve ter essa discriminação positiva” na distribuição das verbas europeias para “ter mais recursos alocados e, obviamente, devidamente utilizados e da forma mais consentânea possível”. Ceia da Silva deu outro exemplo da discriminação positiva que defende para o Alentejo, defendendo que “as empresas que se instalarem no interior” devem poder “ter bonificações ao nível das suas contribuições e dos seus impostos”.

“Presente envenenado que o poder central atribui às autarquias locais”

Zé LG, 29.07.21

fern mamede.png«Sem as devidas contrapartidas financeiras, o que espera os autarcas que vão ser eleitos em 26 de setembro não é nada animador, já que a partir de 2022 irão receber um pacote de novas competências, nas áreas atrás indicadas e em outras que, mais do que um sinal da importância reconhecida ao poder local e aos seus atores (funcionários incluídos), mais não é do que um presente envenenado que o poder central lhes atribui, em nome de uma descentralização apregoada, mas pouco executada.»

Porque não nomeia a Câmara de Beja o chefe da Divisão de Educação?

Zé LG, 28.07.21

202202_120299424712202_100001964355685_150987_1315«Não deixa de ser estranho (no mínimo) que a área em que a autarquia recebeu mais competências em 2021 – a Educação – seja a única que não tenha, até ao momento, dirigente intermédio nomeado, ao contrário de todas as outras em que decorreram concursos na mesma altura. Numa área tão complexa, não se compreende que tal não tenha ainda acontecido.» - José Filipe Murteira, aqui.

Isto não está bem, mas com a direita no poder seria uma desgraça maior

Zé LG, 21.07.21

Sem nome.pngOs diversos partidos da direita concorrem entre si para mostrar qual é o defende mais ideias do passado e ultrapassadas. Alguns dos seus representantes dizem umas graçolas, outras dizem uns disparates e outros ainda dizem mentiras, contrariando as posições que defenderam no passado, como aconteceu com Adão e Silva, líder parlamentar do PSD, ao declarar que o PSD é fundador do SNS. Não contentes, reclamam a demissão deste ou daquele ministro, em vez de reclamarem a demissão do governo (minoritário) que tanto criticam e atacam. É constrangedor ver, no debate do sobre o Estado da Nação, o estado a que chegaram. Isto não é só da pandemia...

"Futuros autarcas devem ser agentes ativos do desenvolvimento económico e social"

Zé LG, 11.07.21

15534161_MKKAw.jpegA autarquia deve "apostar em fixar mais empresas, criando mais empregos e riqueza e condições para que as pessoas se fixem, sem o que pouco mudará no desenvolvimento do concelho", assumindo “o compromisso de trabalhar" para "reforçar a identidade de Beja assente na agricultura, na ruralidade e no património cultural, histórico e natural" e "fazer de Beja um concelho onde interesse investir, se possa trabalhar, apeteça viver e dê prazer conhecer e visitar".

Uma autarquia "tem pouca responsabilidade direta" no crescimento económico e na fixação de empresas, mas "é importante mudar de paradigma e os futuros autarcas de Beja devem ser, acima de tudo, agentes ativos do desenvolvimento económico e social". Os autarcas devem estar "empenhados na captação de investimento e na fixação de empresas geradoras de emprego".

Devido à "situação de emergência social que o concelho e o país atravessam", devem também adoptar medidas para "dar resposta a problemas sociais mais prementes".

Foi isto que defendemos há quatro anos e que achamos que se mantêm actual.

Pulido Valente defendeu que as pessoas que se retiraram da vida autárquica não deveriam candidatar-se. Mas isto foi há oito anos...

Zé LG, 08.07.21

030720131604-796-JorgePulidoValenteFotografia.jpg«Sem querer tecer grandes comentários sobre os adversários com quem disputa a presidência da Câmara de Beja nas eleições deste ano, Jorge Pulido Valente referiu, contudo, que as pessoas que se retiraram da vida autárquica, não deveriam estar nesta corrida, referindo-se a João Rocha, o candidato da CDU e a Lopes Guerreiro, sobre quem disse também que lidera um movimento do Bloco de Esquerda, com alguns independentes.

Jorge Pulido Valente garantiu, ainda, que não vai voltar as costas à autarquia bejense, no caso de ser eleito vereador ou de ganhar sem maioria.»

Onde andam os autarcas?

Zé LG, 07.07.21

202107061143476865.PNGNa Segunda-Feira, o ministro e a secretária de Estado do Ambiente deslocaram-se ao Distrito de Beja, para visitas aos últimos investimentos da empresa Águas Públicas do Alentejo (AgdA) e para participarem na merecida Homenagem ao Dr. Joaquim Marques Ferreira, o ex-presidente daquela empresa falecido recentemente. Realizou-se ainda uma tertúlia evocativa dos 10 anos de actividade da AgdA e relativa às questões do abastecimento de água.

Os autarcas, na sua generalidade, primaram pela ausência, com excepção da participação das “inaugurações” das obras feitas pela AgdA, como se de obras da sua responsabilidade se tratassem, num claro aproveitamento eleitoral.

Mas no caso de Beja, nem a isso se dignaram, primando pela ausência na inauguração da reabilitação da ETA do Roxo, fundamental para a qualidade da água que consumimos, deixando o palco (ver foto) ao presidente da Câmara de Aljustrel e da Federação do Distrito de Beja do PS…

LAGAR DE VARAS DE MOURA: O que faria sentido aqui? Em vez disso o que se fez?

Zé LG, 04.07.21

1317.png«O que faria sentido aqui?

Concretizar o Centro Documental da Oliveira, ligá-lo ao Jardim e ao Lagar de Varas;

Continuar a atribuir o Prémio de Mérito Académico a dissertações de mestrado e de doutoramento sobre olivicultura;

Concretizar o projeto de iluminação do Lagar de Varas (pronto desde 2017) e melhorar o espaço do monumento.

Em vez disso o que se fez?

Fez-se um trabalho de maquilhagem no edifício do antigo grémio, que continua subaproveitado;

Suprimiu-se o Prémio de Mérito Académico, porque tinha sido lançado pela Câmara anterior;

Meteu-se o projeto de iluminação na gaveta.

Construir, financiar e concretizar projetos que valham a pena e que sejam estruturantes é difícil. Assinar protocolos e fazer promessas futuras é coisa facílima.»

A estratégia chegana

Zé LG, 26.06.21

Apoiantes do partido da extrema direita populista colocam-se de plantão nos espaços em que acham que vale a pena mostrarem que o partido existe e atacam, muitas vezes, de forma primária, tudo e todos que acham de são de esquerda. Poucos e poucas vezes fundamentam as acusações e insinuações e quando o debate é aprofundado fogem, para voltar mais tarde com “bocas”, sempre na tentativa de mostrar que está tudo mal, que isso se deve ao 25 de Abril e às esquerdas e que nunca esteve tão mal como agora com um governo do PS, viabilizado pelos partidos da esquerda na AR. Batem sempre nas mesmas teclas, na tentativa de fazerem acreditar que na ditadura é que era bom e que é necessária uma “Revolução” para que Portugal entre na “IV República”, onde, finalmente, “o Sol brilhará para todos nós” (não se atrevem a dizer assim, mas dizem-no de outras formas)…

Às vezes, até fazem umas críticas certeiras, mas com o único objectivo de justificarem aqueles desideratos… como se todos os problemas se resolvessem com a chegada do Chega ao Poder, tipo “lava mais branco e elimina todas as nódoas... Poderíamos usar a fórmula do “é barato, é fácil e dá milhões” para sintetizar a estratégia “chegana”, para acabar com os “ismos”...

Eleitos da CDU acusam eleitos do PS na CIMBAL de não reivindicarem os investimentos necessários à região para protegem o governo do seu partido

Zé LG, 22.06.21

202102221057594410.jpgOs eleitos da CDU na Assembleia Intermunicipal da CIMBAL acusam os eleitos do PS, nesse órgão, de protegerem o seu governo e não reivindicarem os investimentos necessários à região, depois de, na última reunião da Assembleia intermunicipal, os eleitos do PS terem votado contra uma moção apresentada pelos eleitos da CDU onde era exigido do governo a concretização do investimento público há muito previsto para esta região, designadamente na mobilidade rodoviária, ferroviária e aeroporto, saúde e a construção da 2ª fase do Hospital de Beja, assim como, o modelo de desenvolvimento ligado ao Alqueva e ao regadio.

Para João Ramos esta situação vem contradizer alguns eleitos e dirigentes socialistas que “batem com a mão no peito” a dizer que o partido que têm é o Baixo Alentejo, que lutam pela região e que não se vergam ao partido.

Fermelinda Carvalho acusou governos do PS e PS de Portalegre de “fazerem politica à base de promessas que nunca se concretizam”

Zé LG, 17.06.21

200864304_4131672396909566_3124121422928249523_n.pA presidente da Câmara de Arronches (PSD), acusou os governos do PS e os socialistas do distrito de Portalegre de “fazerem politica à base de promessas que nunca se concretizam”, dando como exemplos a famosa barragem do Pisão, prometida há décadas, bem como o projeto da nova escola da GNR em Portalegre, que não tem tido avanços, e as obras do Tribunal de Portalegre que se encontram paradas há mais de seis anos.

A também candidata à Câmara de Portalegre nas autárquicas deste ano afirmou ainda que o distrito de Portalegre tem sido “descriminado negativamente” pela administração central, que nos últimos anos não promoveu um único investimento considerado estruturante para a região, e que “se não fosse o investimento privado, muitos jovens não teriam tido condições para se fixarem no Alto Alentejo”.

AM de Odemira desagrada pela forma como o Governo “geriu esta pandemia”

Zé LG, 16.06.21

202105041649342112.jpgA moção: “Resiliência dos setores do turismo, restauração, comércio e serviços no concelho de Odemira” foi apresentada pelos eleitos do PS, na Assembleia Municipal de Odemira, e foi aprovada por unanimidade.

Segundo o que se pode ler na moção, os eleitos do PS demonstram o seu desagrado pela forma como o Governo “geriu esta pandemia”, em particular, em Odemira, não compreendendo “como se podem continuar a adotar critérios absolutamente desadequados para esta fase e demasiado penalizadores para este setor que se esforça diariamente para cumprir todas as regras” e defendendo que o poder local deve ser ouvido de forma a “proceder a uma revisão imediata dos critérios por forma a permitir, com segurança, a retoma das atividades e criar uma linha de apoio, a fundo perdido, para os empresários (e pessoas singulares) afetados pela cerca sanitária”, que se instalou nas freguesias de São Teotónio e Longueira/Almograve, referindo que “o valor a compensar pelo Governo seja aquele que resultar da diferença entre o volume de faturação no período homólogo ao de 2019 e o volume de faturação ocorrido durante a cerca sanitária”.

Modernização do troço ferroviário entre Casa Branca e Beja só lá para 2028, se tudo correr bem….

Zé LG, 15.06.21

imgLoader2.ashx.jpgA Infraestruturas de Portugal (IP) prevê que a modernização do troço ferroviário entre Casa Branca e Beja, cuja elaboração dos estudos está em concurso público, fique concluída apenas em 2027... porque o período para o desenvolvimento de um projeto de investimento ferroviário “não pode durar menos de sete anos” e “metade desse tempo é para o projeto”.

O concurso público para a elaboração dos estudos e projetos necessários para a modernização do troço ferroviário entre Casa Branca e Beja da Linha do Alentejo e da execução de uma ligação ao Aeroporto de Beja foi publicado em maio passado em “Diário da República”.

Ou seja e “se tudo correr bem”, lá para 2028 (e não 2027, como tenho lido) talvez possamos ter a linha modernizada. E tão contentinhos que eles andam a anunciar o “amanhã prometido”, conseguido pela sua empenhada e intensa acção nos bastidores… Serão necessários, pelo menos, mais dois mandatos para concretizar a promessa.

Vejam quem não consta dos alvos a atacar da IL...

Zé LG, 13.06.21

IL.pngA Iniciativa Liberal (IL) promoveu no sábado um “Arraial Liberal” em Santos, Lisboa, com animação e 20 barraquinhas, a que autoridade de saúde se mostrou “desfavorável relativamente a todas as atividades que extravasem o referido comício político”, defendendo que “atendendo ao princípio de precaução em saúde pública, e pela situação epidemiológica atual na cidade de Lisboa, a mesma não deverá ocorrer e ser adiada”. Não foi e incluiu a possibilidade de testar a pontaria… contra Fernando Medina, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, entre outras figuras da política nacional.

Liberais q.b.... desta vez, não se contiveram e mostraram-se como verdadeiramente são.

Em Odemira parece que ficou tudo resolvido com as cercas sanitárias e o circo mediático...

Zé LG, 12.06.21

O Concelho de Odemira (477) é o segundo com mais casos de COVID-19 por 100 mil habitantes, segundo os dados oficiais publicados.

Entretanto fala-se e fala-se de Lisboa (e com razão, dada a gravidade da situação) e já, quase, não se fala de Odemira, como se a situação neste concelho tivesse ficado resolvida com as medidas anunciadas e tomadas… como se os problemas (falta de condições no trabalho e de habitação, entre outras) antes existentes e que estão na causa do descontrolo da situação pandémica tivessem sido resolvidos.

Porque não voltam lá o primeiro-ministros e outros governantes com maiores responsabilidades na situação, com a comunicação social, para fazerem o balanço das medidas anunciadas e tomadas e o impacto que tiveram no combate à Covid-19?

fique_em_casa_1_1023_2500.pngSe o governo virar costas à situação bem pode a Câmara de Odemira informar que: “Face aos desenvolvimentos da dinâmica da pandemia da COVID-19, o Município de Odemira implementou um conjunto de medidas de organização interna, medidas de prevenção e medidas de apoio às famílias, às instituições, às empresas e ao emprego.”...

Demolições de estações da CP de Alvito e Alcáçovas “não se respeita a memória das pessoas”, diz Florival Baiôa

Zé LG, 10.06.21

202106081751535069.jpgA Infraestruturas de Portugal (IP) quer “demolir” as estações ferroviárias de Alvito e Alcáçovas no âmbito da “modernização da linha do Alentejo entre Casa Branca e Beja, prevista no PNI 2030” e substituí-las por “um abrigo em cimento”. Florival Baiôa diz tratar-se de “invenções de gabinete que não respeitam as memórias das pessoas”. A IP alega que os edifícios em causa estão “em adiantado estado de degradação” e que “não têm condições de habitabilidade”. As estações datam do século XIX, ou seja da altura em que a linha do Alentejo foi construída e Florival Baiôa diz que “estas construções podem ser adaptadas a outras finalidades”, pois “recuperar é sempre preferível a demolir”.

Florival Baiôa deixa ainda duras críticas ao facto de existirem 10 milhões de euros para investir na ferrovia e de “verificar”, como sublinha, que não vê “capacidade no Governo de resolver esta situação”.

Ministra da Coesão Territorial esteve, mais uma vez, em Beja

Zé LG, 09.06.21

Ministra-Coesão-em-Beja-1-768x420.jpgA necessidade de repovoamento da região, de combate às alterações climáticas e de criação de projectos de indústrias criativas e de investigação tecnológica foram alguns dos temas que estiveram em cima da mesa na reunião, de ontem, entre o Observatório do Baixo Alentejo e a Ministra da Coesão Territorial.

Jorge Barnabé destacou “a resposta muito satisfatória” da governante às propostas apresentadas pelo OBA, tendo ficado acordado um “trabalho profícuo entre o Observatório, o Ministério da Coesão Territorial e a CCDR Alentejo”.

A visita da governante a Beja passou também, pelo Instituto Politécnico de Beja, pelas obras de requalificação dos Paços do Concelho, bem como, pelos percursos acessíveis no centro histórico e pelo logradouro do Centro Unesco.

No final da visita, a governante participou, na cerimónia de assinatura dos Termos de Aceitação no âmbito do programa de Apoio à Produção Nacional, que se realizou na CIMBAL.