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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Pedro do Carmo contra Capoulas Santos?

pedro-do-carmo-AR2-768x432.jpgO deputado do PS eleito por Beja interveio a favor do olival, durante o debate realizado na Assembleia da República, marcado pelo Partido Ecologista “Os Verdes” (PEV), com o tema “travar as culturas intensivas e superintensivas”, considerando que a plantação de olival no Alentejo “cria emprego e fixa população jovem e qualificada nos territórios do interior” e que o Baixo Alentejo “é hoje uma das regiões do país que mais contribui para as nossas exportações” fruto dos investimentos realizados.

No mesmo debate, afirmou o ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural: “Determinei, no atual quadro comunitário de apoio, que não haverá no perímetro de Alqueva mais apoios ao investimento para a instalação de olivais e de agro-industrias associadas ao olival, porque temos capacidade de laboração suficiente”.

“Políticos são os principais responsáveis pela crise da democracia”

"Os níveis de desconfiança face às instituições democráticas nacionais e europeias, tal como de insatisfação com a democracia, estão diretamente associados ao aumento do desemprego, dos níveis de pobreza e das desigualdades sociais, assim como aos débeis níveis de desempenho e crescimento da economia", conclui o estudo sobre Cultura Política e Democracia na Europa do Sul, coordenado pelo professor Tiago Fernandes, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) da Universidade Nova de Lisboa.

"A crise da confiança em Portugal, Espanha, França, Itália e na Grécia está claramente ligada à incapacidade de os governos das democracias nacionais e da União Europeia gerarem prosperidade, emprego e segurança económica para o cidadão comum, nos últimos 30 anos. A era da globalização trouxe, assim, consequências nefastas para a relação dos cidadãos com os regimes democráticos, nesta região", sublinham os autores do estudo.

"É esta a forma escolhida pelo povo português para manifestar a sua revolta e o seu enfado com os políticos"

"Agora o que é interessante, e este teu blog é local indicado, é analisar estes números nas suas variadas vertentes e retirar as devidas ilações dos mesmos.
Pois o que sucede em todas as eleições, é que os média apenas falam e debatem o que interessa aos poderes instituídos, excluindo tudo e todos que tentem dizer o que quer que seja que os ponha minimamente em causa.
E muito menos, não querer perceber de modo algum que é esta a forma escolhida pelo povo português para manifestar a sua revolta e o seu enfado com os políticos em geral, a corrupção que grassa por todo o lado e o próprio estado da Nação.
Em alguns países, vota-se por estes motivos na extrema direita. Cá não se vota, vota-se em branco ou utiliza-se o voto escrevendo palavrões ou fazendo manguitos.
...
E por último, cai-se na real, e olha-se com espanto para como é que é possível que com apenas 8,2 pessoas em 100 a lhe darem o seu voto. Ou seja, um partido em quem 91,8% dos eleitores não votaram. Domine o país e as autarquias, e faça uma autentica festa a celebrar este deprimente resultado?"

Anónimo 28.05.2019 17:18, aqui.

“PCP luta por um sociedade nova, profundamente democrática, sem exploradores e explorados”

"1-Não mais há propriedade individual, a terra não pertence a ninguém e os seu frutos pertencem a todos. Desaparecei de vez, insultantes distinções entre ricos e pobres, entre grandes e pequenos, entre senhores e servos. In Manifesto dos Iguais, Babeuf, 1795.
2-Eu pergunto aos economistas-políticos, aos moralistas, se já calcularam o número de indivíduos que é forçoso condenar à miséria, ao trabalho deproporcionado, à desmoralização, à infâmia, à ignorância crapulosa, à desgraça invencível, à penúria absoluta, para produzir um rico. in Viagens na Minha Terra, Almeida Garrett 1840.
3-Para responder a estas questões, com os ensinamentos de Marx e o exemplo de Lenine, foram criados partidos de novo tipo como o PCP que fará cem anos em 2021 e que com altos e baixos, com alguns erros mas com grande independência e assertividade, luta por um sociedade nova, profundamente democrática, sem exploradores e explorados.
Francisco da Cruz dos Santos, 20.05.2019 19:50", aqui.

 

Sondagem da UC dá 50% das intenções de voto à Geringonça e 26% a PSD+CDS

PS lidera as sondagens para as eleições europeias, em todas as faixas etárias e graus de escolaridade. Conquistaria 33% dos votos válidos, o que compara com 23% para o PSD, 9% para o Bloco, 8% para a CDU e CDS-PP e 3% para o PAN e Aliança, na estimativa do Centro de Estudos e Sondagens de Opinião da Universidade Católica Portuguesa (CESOP).

É preciso acreditar na mudança e mudar mesmo!

Muita gente (eu incluído) reclama a necessidade de uma nova forma de fazer política e de novos agente políticos. Mas depois, não raras vezes, para não dizer (quase) sempre, quando alguém mete as mãos à obra, acaba, invariavelmente, por repetir as fórmulas antigas, usadas pelos partidos tradicionais. Já para não referir que sempre que alguém mostra essa intenção é recebido com desconfiança até por aqueles que reclamam essas mudanças.

 

 

FENAREG defende que uso eficiente da água deve ser prioridade

Num momento em que se discute o futuro da Política Agrícola Comum (PAC) e se aproximam as eleições para o Parlamento Europeu, a FENAREG – Federação Nacional de Regantes de Portugal defende que “os países do Sul da Europa devem concertar posições para defender o futuro da agricultura de regadio na União Europeia, essencial à produção de alimentos a preços competitivos, à fixação das populações no território e à protecção do Ambiente”.

A Federação sublinha que “as futuras políticas europeias de apoio ao investimento em regadio devem incentivar os agricultores a atingir metas ainda mais ambiciosas de eficiência do uso da água e não centrar os esforços no “corte cego” do uso da água em agricultura”.

A FENAREG defende que a PAC, para o período 2021-2027, deve “apoiar investimentos com base no aumento da produtividade económica da água (ou seja produzir mais kg de determinada cultura agrícola com o mesmo volume de água) e não com base na poupança de água obtida”.

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