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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Rui Garrido garante que "Vamos ter em formato digital uma Ovibeja que recria o ambiente da nossa feira de sempre"

Zé LG, 17.04.21

Rui-Garrido.jpg“Percebemos que podemos recorrer às potencialidades das novas tecnologias para fazermos uma Ovibeja com características muito semelhantes à nossa feira de sempre. Não podíamos deixar passar mais um ano sem fazer a Ovibeja. Porque a nossa feira sempre soube inovar, superando os obstáculos”. As afirmações são de Rui Garrido, Presidente da ACOS e da Comissão Organizadora da feira. Por isso, este ano, a Ovibeja vai ter uma versão em formato digital, com pavilhões que podem ser visitados por todos, ao ritmo de cada um, com produtos em exposição e para venda e com espaços onde se realizam espetáculos e conferências. Tudo durante dois dias, 22 e 23 de abril, uma quinta e sexta-feira. Para a sessão da abertura está prevista a participação do Presidente da República. A escassos dias desta 37ª Ovibeja, subordinada ao tema da “Agricultura ConsCiência”, que procura debater a atividade agrícola enquanto um sector sustentável e apoiado em dados científicos, a adesão dos expositores superou as expectativas em torno de uma Ovibeja que, para além de continuar a afirmar-se como “todo o Alentejo deste mundo”, procura também este ano vencer as barreiras do espaço físico e estar à distância de apenas um clique de todos os visitantes, estejam estes em que parte do mundo estiverem.

Leia, aqui, esta entrevista na íntegra, ao Presidente da Comissão Organizadora da 37ª Ovibeja.

“Para onde quer que olhemos a justiça fica mal.”

Zé LG, 14.04.21

«Para onde quer que olhemos a justiça fica mal. Ou o MP andou anos a gastar erário publico para nada e foi incompetente, ou o quadro jurídico em vigor não permite a criminalização do crime ou o juiz foi incompetente. Duas coisas são certa, Sócrates, ex PM do Governo PS foi corrupto (a teoria dos empréstimos só funciona com as crianças) e o crime compensa, mas só acima de determinados montantes.»

Anónimo 11.04.2021, aqui.

Aluno do IPBeja venceu "Programa Promove 2020"

Zé LG, 14.04.21

202104131346104327.PNGO aluno do Mestrado de Engenharia do Ambiente do IPBeja, Alonso Arroyo Escoto venceu o Prémio Promove 2020 da Fundação La Caixa e da Fundação para a Ciência e Tecnologia, na vertente “Ideias com potencial para se tornarem projetos piloto inovadores.”

Alonso Arroyo Escoto concorreu com a ideia “Acetic2Electric-Conversão de ácido acético em eletricidade como forma de destoxificação de hidrolisados lignocelulósicos”, que o aluno apresenta com o processo de destoxificação do hidrolisado de bagaço de azeitona, para a sua posterior fermentação de forma mais sustentável e eficiente.

Alonso Arroyo Escoto concorreu como aluno do Mestrado em Engenharia do Ambiente do IPBeja, tendo como mentora Fátima Carvalho, do IPBeja, e Conceição Fernandes, do CEBAL, como membro participante e como instituição com interesse na exploração da ideia.

“Num estado de direito, os tribunais não são um cata-vento dos fazedores de opinião nos media e redes sociais.”

Zé LG, 13.04.21

«Num estado de direito não existem apenas liberdades como a de assinar petições. Existem direitos individuais, como a presunção de inocência. Num estado de direito, os tribunais não são um cata-vento dos fazedores de opinião nos media e redes sociais. O cidadão de um estado de direito aceita as deliberações judiciais. As rebeliões populistas costumam trazer precipitações, preconceitos, arbitrariedades e minam o estado de direito.» Anónimo 11.04.2021, aqui.

Guterres apela à “criação de impostos de solidariedade ou sobre os lucros durante a pandemia, para reduzir as desigualdades”

Zé LG, 13.04.21

transferir.jpg“Apelo a que os Governos ponderem a criação de impostos de solidariedade ou sobre a riqueza a aplicar àqueles que tiveram lucros durante a pandemia, para reduzir as desigualdades”, disse o secretário-geral das Nações Unidas (ONU), António Guterres. De acordo com Guterres, no último ano, os mais ricos do mundo viram o seu património dar um salto de cinco biliões de dólares, enquanto os mais pobres ficaram ainda mais vulneráveis e fragilizados.

“Precisamos de um novo contrato social, baseado na solidariedade e em investimentos na educação, em empregos decentes e ‘verdes’, na proteção social e nos sistemas de saúde. Esta é a fundação para o desenvolvimento sustentável e inclusivo“, sublinhou o mesmo.

“O que andou o Ministério Público a fazer durante seis longos anos?”

Zé LG, 12.04.21

pgr-938949004.jpg«Prender primeiro e investigar depois. Um juiz que se auto nomeou, Carlos Alexandre, que filtrava noticias para o Correio da Manha, todo um processo com poucas provas, o resultado só podia ser este. Claro que Sócrates tem culpas e muitas no cartório, claro que ninguém acredita e o Juiz Ivo Rosa também não, que a vida faustosa de Sócrates seja fruto do seu trabalho , claro que provar tudo isto seja muito difícil, mas o que andou o Ministério Público a fazer durante SEIS LONGOS ANOS.»                         Anónimo 11.04.2021, aqui.

Governo começou a assegurar testes rápidos nas campanhas agrícolas

Zé LG, 10.04.21

202104091532371970.pngA ministra da Agricultura, Maria da Céu Antunes e a ministra da Saúde, Marta Temido, acompanharam, durante a manhã uma ação de testagem a trabalhadores agrícolas em São Teotónio, Odemira.

Maria do Céu Antunes destacou o caráter fundamental da realização de testes em massa na prevenção de surtos e explicou, ainda, que “este território é dos mais complexos, daí ser tão importante a garantia da testagem e o acompanhamento dos fluxos dos trabalhadores, bem como as devidas condições de isolamento, mediante, claro está, o empenho das diversas Áreas Governativas, a corresponsabilização das empresas neste processo e o apoio das Câmaras Municipais” considerando que “só assim será garantida a segurança dos trabalhadores, bem como a realização das colheitas.”

Ministro da Administração Interna inaugura “novos” postos da GNR de Serpa e Barrancos, concluídos há vários meses

Zé LG, 09.04.21

cabrita-768x432.jpgEduardo Cabrita, ministro da Administração Interna (MAI) inaugura, hoje, dia 9, os “novos” postos da GNR de Serpa e Barrancos, às 10:00 horas e às 12:30 horas, respectivamente,  depois de as obras em ambos os postos estarem concluídas há vários meses.

O Belezário morreu

Zé LG, 08.04.21

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Belezário Miguel Baptista, natural de Beja, com 68 anos, morreu ontem, no Hospital de Beja. O funeral sai amanhã, às 09:30, das Casas Mortuárias para o Cemitério de Beja. 

Éramos contemporâneos, ele estudou na Escola e eu no Liceu. Nunca privámos muito, mas tínhamos muitos amigos comuns e estima mútua. A imagem que retenho dele é a de um bom homem, simpático, bem disposto e com muitos amigos.

À família apresento os meus sentidos pêsames.

Morreu Jorge Coelho, ex-ministro do PS

Zé LG, 07.04.21

JC.pngJorge Coelho, ex-dirigente do PS e antigo ministro, faleceu hoje, na Figueira da Foz, de doença súbita.

Iniciou-se na política pela extrema-esquerda, filiando-se no PS em 1982, quando se ligou a Murteira Nabo, de quem foi chefe de gabinete no Governo do “Bloco Central” e em Macau.

Considerado o “homem da máquina” do PS, Jorge Coelho foi ministro Adjunto, da Administração Interna e de Estado, da Presidência e do Equipamento Social de António Guterres. Demitiu-se em 2001, quando ocupava a pasta do equipamento social, na sequência da queda da tragédia de Entre-os-Rios, um momento que ficou marcado pela frase: "A culpa não pode morrer solteira".

Em 2008 integrou a administração da Mota-Engil, tendo sido presidente da construtora até 2013. Voltou à construtora como Consultor do Conselho Consultivo Estratégico, em 2018, um cargo que ainda ocupava.

António Salvador é o novo administrador-delegado da Somincor

Zé LG, 06.04.21

Antonio-Salvador-Somincor-1024x576.jpgO engenheiro geológico António Salvador, de 54 anos, é desde a passada semana, dia 1 de Abril, o novo administrador-delegado da Somincor, empresa proprietária das minas de Neves-Corvo, no concelho de Castro Verde, substituindo no cargo o canadiano Kenneth Norris.
Desde 2015 que desempenhava funções nos Serviços Técnicos da Lundin Mining no Canadá, primeiro como engenheiro de grupo suportando as operações mineiras e, mais recentemente, como diretor de Tecnologia Operacional, adianta a mesma fonte.
Com um percurso profissional de cerca de 25 anos no setor, esta é a terceira passagem de António Salvador pela Somincor, depois de, entre 1992 e 2000, ter exercido funções como chefe do Departamento de Engenharia de Mina e do Departamento de Produção Mina e de, de 2008 a 2015, ter sido diretor de Desenvolvimento de Negócio e Estratégia.

Ministra da Coesão Territorial visita Castro Verde

Zé LG, 06.04.21

202104051006546230.jpgA ministra da Coesão Territorial visita Castro Verde, esta 3ª feira. Trata-se de uma visita para Ana Abrunhosa contatar de perto com os principais projetos concluídos e em curso naquele concelho.
A agenda da ministra inclui uma reunião com o presidente da Câmara Municipal, António José Brito, nos Paços do Município e visitas às novas instalações do Centro de Artes e Viola Campaniça e às obras da futura Residência Autónoma da Cooperativa de Educação e Reabilitação de Crianças Inadaptadas e Solidariedade Social dos Concelhos de Castro Verde, Ourique e Almodôvar( CERCICOA).
Ana Abrunhosa marca ainda  presença numa Sessão Pública que assinala o final das obras da Rua Morais Sarmento, uma das principais vias comerciais de Castro Verde.

E assim se promove a "coisão" territorial...

Devemos avaliar “quem é que se apresenta às próximas eleições com um projecto para o seu concelho digno desse nome”

Zé LG, 05.04.21

22090050_1519761501451971_2710875557418653958_n.jp«Aquando do 25 de abril de 1974, as infra-estruturas básicas nas povoações do Baixo Alentejo estavam quase todos por fazer. E daí e muito bem, que o objectivo de então dos responsáveis das autarquias foi a sua construção. E digamos, que embora uns concelhos melhor que outros, elas lá foram sendo feitas.
Só que desde então a região mudou radicalmente, sobretudo com o declínio populacional, correndo-se o risco a curto prazo de algumas dessas infraestruturas construídas, já não terem a utilização devida, por não já haver pessoas para tal.
Logo e perante o estado deprimente sob o ponto de vista social e económico em que nos encontramos, os atuais e futuros autarcas, deveriam agora ou já desde há algum tempo pôr em primeiríssimo lugar a construção de zonas industriais e comerciais assim como o estímulo a agentes económicos e empresas com vista à sua instalação local. Como é o caso e muito bem da autarquia de Cuba. E só depois e em segundo lugar, sim, a manutenção e construção de novos equipamentos.
Mas nem todos os atuais autarcas e futuros candidatos assim procedem, antes pelo contrário, como é o caso flagrante de Beja, como aqui tem sido referido.
De modo, que é nosso dever e responsabilidade não nos deixarmos ir na conversa da "obra feita ou por fazer" e verificarmos quem é que se apresenta às próximas eleições e tem e quem não tem um projecto para o seu concelho digno desse nome.»                 Anónimo 04.04.2021, aqui.

“As eleições que costumam ser as mais participadas”

Zé LG, 03.04.21

138641673_3725786864154037_6885030219614680244_n.j«2021 é ano de autárquicas. As eleições que costumam ser as mais participadas. As únicas passíveis de concorrerem movimentos independentes dos partidos políticos. E, por isso, as que mais perturbam os que entendem serem detentores da sabedoria e da organização, os capazes de dirigirem os destinos dos indivíduos, da comunidade, do país.

Desde março do ano passado que as atenções se concentram na pandemia. Sobre a sua propagação, testagem e vacinação. Quando o foco se afasta há que alimentar a bipolarização, fomentando a discórdia e potenciando a agressividade.

Enquanto se investe no medo, a classe política vai continuando a trabalhar para garantir o seu poder. Exemplo disso é a aprovação (pelo PS e PSD), em julho último, de alterações à Lei Eleitoral dos Órgãos das Autarquias Locais, que dificultam as candidaturas de movimentos de cidadãos.»

Sónia Calvário, aqui.

Porque não transmite em directo, o Município de Beja, as suas reuniões públicas?

Zé LG, 31.03.21

22050248_8cJ6J.jpeg«No sentido de maior transparência e participação cívica, o município de Beja deveria transmitir em directo, via YouTube, as reuniões públicas da Câmara Municipal de Beja, bem como as reuniões da Assembleia Municipal. Inúmeros municípios já o fazem, como o de Lisboa ou Loures.
A participação cívica e democrática mudou com os mais jovens. Hoje, os jovens não querem que a participação na vida das cidades seja algo exclusivo de um pequeno grupo de eleitos, que só eles têm poder e voz, ou que a sua participação se cinja ao acto de votar a cada 4 anos. Quer participar com ideias, reclamar sobre algo que está errado e realizar propostas, pequenas ou grandes, simples ou complexas, na vida das cidades. Hoje, a população é mais exigente, reclama mais e melhor, sendo fundamental haver mais transparência nas decisões que são tomadas nas comunidades em que cada indivíduo vive e trabalha, bem como abertura do poder ao público em geral, demonstrando que os eleitos estão lá para resolver os problemas dos eleitores.» Daqui.

“não faltam exemplos de atitudes de desvalorização da participação dos cidadãos na vida das suas comunidades”

Zé LG, 31.03.21

18209059_1457306047677379_4928715705810667509_o.jp«… a nível regional e local, também não faltam exemplos de atitudes de desvalorização da participação dos cidadãos na vida das suas comunidades. Desde logo, o modo como são tratados os movimentos de cidadãos que lutam por certos direitos, ... “Alarido” e “gritaria” são apenas dois dos epítetos atribuídos por alguma partidocracia a essas lutas ...

..., embora se fale na falta de “massa crítica” na região, acontece com alguma frequência (...) que, em períodos pré-eleitorais autárquicos, se convidem alguns cidadãos ligados a determinadas áreas – ... – para debates abertos à sociedade, ... Só que, passado o período eleitoral e instalados os eleitos locais, estes assumam uma postura oposta a essa abertura manifestada alguns meses antes, ignorando contribuições e ideias desses mesmos cidadãos, como se fossem autossuficientes ou lhes bastasse ouvir os seus correligionários políticos.

E que dizer do ostracismo a que foi votado um dos primeiros (e poucos) conselhos municipais da Cultura, precisamente o que foi aprovado em Beja em 2008? ..., foi pura e simplesmente metido na gaveta pelos três executivos municipais que se seguiram. Neste momento, nem o seu regulamento consta no site da CM Beja. ...

Mais haveria para dizer sobre a questão da participação dos cidadãos na vida da sua polis, mas pelo que atrás se referiu, uma das premissas para que tal aconteça é o fim da desconfiança e até hostilização com que muitos desses cidadãos são encarados, a maior parte das vezes porque algumas das suas opiniões não coincidem, em determinados momentos e sobre determinados temas, com as dos políticos instalados. ...» José Filipe Murteira, no seu Notas à Esquerda.

“Por todos, no mesmo sentido e a uma só voz.”

Zé LG, 30.03.21

JR.png«…, embora valorizando o espaço de diálogo aqui existente, não poderia deixar de dizer, que este espaço poderia ser também um espaço para os homens. E digo isto, porque não consigo perceber vantagens em nenhum tipo de segregação.

Onde reside a diferença? – pergunto. A diferença só existe se quisermos que ela exista. E não deve existir!

A mudança tem de ser feita por mulheres livres e responsáveis, mas também por homens responsáveis e livres. Neste sentido, quero aqui deixar expressa esta ideia: tudo o que falta fazer na defesa do princípio da igualdade – e de tudo o que nos deve mover – tem que ser feito e participado por mulheres e por homens, com as suas vivências, experiências, saberes e desejos. Por todos, no mesmo sentido e a uma só voz.

A luta é a mesma e só juntos conseguiremos uma ação responsável, partilhada e livre, quaisquer que sejam os espaços, os sítios e as formas dessa participação.»

Assim termina João Rocha o seu texto, aqui.

Quem sabe do Orçamento Participativo do Município de Beja?

Zé LG, 29.03.21

22050248_8cJ6J.jpeg«Para mim, foi uma enorme alegria há 4 anos, quando, por proposta do Partido Socialista (Paulo Arsénio), iria ser implementado no concelho de Beja o Orçamento Participativo. Hoje, é uma gigantesca frustração a não implementação dessa mais-valia de aproximação e participação cívica dos bejenses. Mais absurdo se torna, quando vários municípios do Baixo Alentejo (Castro Verde, Odemira, Mértola, Almodôvar) já o fazem há vários anos, com um sucesso estrondoso e sem esvaziar as arcas do município.” Daqui.

“D.A. acaba por cumprir um pouco a sua missão”?

Zé LG, 21.03.21

161986057_3856366951122089_8157272888626444294_o.j«Aqui, neste blog, é frequente criticar-se o D.A. por se limitar a ser apenas um orgão de comunicação social local pago pelos contribuintes, para servir única e exclusivamente de muleta e de propaganda do Partido Socialista. Esquecendo ou branqueando os problemas e a continua decadência em que se encontra a cidade de Beja e toda a sua região.
No entanto, nesta edição, embora mantendo a mesma "linha editorial", devido aos assuntos que salienta em primeira página, acaba por cumprir um pouco a sua missão.
Mantendo, evidentemente, e diga-se em abono da verdade de forma inteligente, o mesmo objectivo de panfleterismo e de apoio e subserviência ao poder.
De facto, tal como se salienta, Paulo Arsénio diz que " Beja tem em execução o maior volume de obras desde o Programa Polis".
Embora a maioria dessas obras esteja parada e não se vislumbre o seu fim. Só não diz, é que as juntou todas ao mesmo tempo para o ultimo ano de mandato, com todas as consequências daí inerentes. Ou seja, não se aprendeu nada com os erros do Programa Polis. Pelo contrário, até certo ponto, pelos vistos, valorizam-se. ...
Por fim, dizer que embora possam enganar uns quantos, outros há, que não se irão esquecer de tudo isto no dia das eleições.»
Anónimo 20.03.2021, aqui.