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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Morreu Osvaldinho, o bejense que jogou no Vítória de Guimarães e na Selecção Nacional

Zé LG, 05.06.25

Osvaldinho_800x800.jpgFirmino Baleizão da Graça Sardinha, conhecido por Osvaldinho, natural de Beja, morreu, no dia três, aos 79 anos. Fez a formação no Desportivo de Beja, onde iniciou a carreira sénior, antes de rumar ao Vitória Sport Clube, com 19 anos, contabilizando 254 jogos oficiais e dois golos, no clube de Guimarães. Representou a equipa das ‘quinas’ perante a Suíça e a Inglaterra. Jogou ainda no Boavista, no Benfica de São Tomé e Príncipe, no Marítimo e no Gil Vicente (1979/80), no final da carreira, radicando−se desde então em Guimarães.
Apresento os meus sentimentos à família e ao Vitória Sport Clube.

O fascismo português

Zé LG, 02.04.23

578D8B89-2D93-451A-A8F2-523A1FA0C6EC.png«É enorme a lista de semelhanças entre o fascismo português e outros fascismos europeus, em especial o italiano: a retórica pseudo-revolucionária dos seus dirigentes (a começar no próprio Salazar) nos primeiros 10 anos do Estado Novo; o movimento cultural e propagandístico (a "Política do Espírito" de António Ferro), a utilização política dos meios de comunicação de massas e da cultura popular, o culto da personalidade do líder e as gigantescas manifestações organizadas para o vitoriar; a reconstrução de um nacionalismo messiânico e "regenerativo" quer contra a "corrupção das democracias", quer para justificar o império colonial; as estruturas institucionais decalcadas de Mussolini, como a Câmara Corporativa (que o próprio Marcelo Caetano escreveu ser uma cópia integral da equivalente italiana), o partido único e uma milícia civil armada chamada Legião Portuguesa; o enquadramento de trabalhadores pela Federação Nacional para a Alegria no Trabalho (FNAT); a mentalização política nas escolas ou através da Mocidade Portuguesa ou, até, pela Obra das Mães pela Educação Nacional (OMEN); o inimigo interno focado no anticomunismo para justificar a opressão; um aparelho repressivo com polícia política e uma extensa rede de informadores civis, tribunais especiais, estabelecimentos prisionais para oposicionistas, repressão de movimentos laborais, assassinatos de opositores. Quase tudo durou até à Revolução dos Cravos.» Anónimo 01.04.2023, aqui.

“Vila Alva. Terras de Vinho” em exposição a partir do dia 10 na Adega do Mestre Daniel

Zé LG, 03.11.18

VilaAlva_expo_web.jpg

No âmbito do projecto para a sua reactivação, a Adega do Mestre Daniel, em Vila Alva, acolhe a partir do próximo dia 10 de Novembro a exposição “Vila Alva. Terras de Vinho”, da iniciativa de Daniel Parreira, com a colaboração de Samuel Pernicha e João Taborda.

No ambiente cénico da renascida adega, embalada pela melodia do vinho a sangrar de velhas talhas, envolta em encantatórios aromas, esta exposição,constituída por 10 painéis temáticos, é uma inebriante viagem no tempo.

O visitante principia a jornada pelos vinhedos de Vila Alva, recuando à época da ocupação romana. Depois, é convidado a conhecer esta aldeia e o quotidiano das suas gentes, já nos meados do século XX. A aventura prossegue no sombrio interior de velhas adegas, à descoberta de talhas centenárias, de símbolos de mestres talheiros e marcas de fabricantes mais próximos. A viagem continua com a iniciação aos segredos do vinho de talha, tal como era produzido pelo Mestre Daniel, terminando no universo das vendas,entre copos e singelos petiscos. No final, mas como num regresso às origens, os visitantes poderão provar o vinho novo e sentir-se irmanados… na comunhão de uma moda!

Esta exposição conta ainda com duas obras do mestre Chico Taborda que, com um rigor mágico, reproduzem os ambientes de uma adega tradicional e de uma venda d’outros tempo.