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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

João Ferreira, candidato à PR, está de visita ao Distrito de Beja

Zé LG, 23.10.20

joao_ferreira.pngJoão Ferreira, candidato do PCP às Eleições Presidenciais 2021 visita, nesta sexta-feira, o distrito de Beja. A visita surge no âmbito de assuntos relacionados com a defesa do património neste território.

A visita arranca, às 10.00 horas, no concelho de Cuba, nomeadamente, na Ponte Romana sobre a Ribeira de Odivelas, conhecida como Ponte de Vila Ruiva.

Segue-se, às 11.15 horas, a visita ao campo arqueológico, Salvada 10, localizado junto à aldeia da Salvada.

Às 15 horas, realiza-se no Centro UNESCO, em Beja, uma conferência de imprensa.

Daqui e daqui.

PCP refere que “pobreza alastrou na região Alentejo”

Zé LG, 22.10.20

imgLoader2.ashx.jpg"A situação de pandemia em que se vive tem tido impactos significativos na região Alentejo, entre eles o aumento do desemprego, a diminuição de rendimentos e o agudizar da situação dos profissionais da cultura, questões que conduziram ao alastrar da pobreza neste território, onde a campanha do medo também se acentua”, refere Dias Coelho da DRA do PCP, acrescentando que as dificuldades não se ficam por aqui, pois tem tido manifestações bastante negativas, igualmente, nas questões da saúde e da educação.

PCP questiona governo sobre a situação dos trabalhadores do refeitório e a suspensão do fornecimento de refeições no IPBeja

Zé LG, 15.10.20

201812241225153249 dias.pngEm causa está o término da prestação de serviços da empresa que até então assegurava as refeições no refeitório do IPBeja.

A empresa terá deixado de prestar serviços a 31 de julho. Nessa altura, enviou uma carta aos trabalhadores a informar que manteriam o contrato de trabalho, com todos os direitos e obrigações, sendo a sua nova entidade patronal o Instituto Politécnico de Beja, que “não assume qualquer obrigação com os trabalhadores alegando que os mesmos são da responsabilidade da empresa” em questão.

“Com este impasse os trabalhadores estão em casa, sem vencimento e sem direito, no mínimo, ao respetivo subsídio de desemprego”.

 O PCP quer saber “que conhecimento tem o Governo relativamente à situação em que se encontram os trabalhadores do refeitório do SAS- IPBeja” e “que medidas urgentes vai o Governo tomar para que sejam respeitadas todas as obrigações e os direitos para com estes trablhadores”; se o “Governo não entende que o Instituto Politécnico de Beja está a faltar ao apoio que deverá garantir aos estudantes”, uma vez que “atualmente não é assegurado o fornecimento de refeições no refeitório do SAS- IPBeja; e que “medidas que vai tomar para que seja recuperado o fornecimento de refeições”.

Leia também aqui.

“O voto num ou noutro candidato à CCDR é credibilizar o logro”, considera o PCP

Zé LG, 13.10.20

imgLoader2.ashx.jpgA frase está inscrita nesta entrevista: “Sem prejuízo do exercício do direito de voto”. Será, pois, “sem prejuízo do exercício do direito de voto”, ou seja, exercendo o direito de voto, que os autarcas eleitos pelo PCP irão ter um papel decisivo na escolha do futuro presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo.

As eleições realizam-se hoje. E, no caso do Alentejo, com dois candidatos à presidência: Ceia da Silva, cuja candidatura foi apresentada com o apoio dos presidentes das federações socialistas de Portalegre, Évora e do Baixo Alentejo. E Roberto Grilo, atual presidente da CCDR Alentejo, que se apresenta a votos como independente, embora sendo militante do PSD. A opção de Ceia da Silva “é um problema e uma opção de Ceia da Silva e do PS”, diz em entrevista ao “Diário do Alentejo” o responsável pela Organização Regional do Alentejo do PCP, João Dias Coelho, sublinhando que, independentemente do voto, os comunistas estão contra um modelo que irá “manter” as CCDR “como uma estrutura desconcentrada sobre a tutela do governo e dependente das suas decisões”.

“democratização das CCDR's” é um “logro” diz DRA do PCP

Zé LG, 25.09.20

A Direção Regional do Alentejo do PCP (DRA) considera que “o prosseguimento do processo de eleição do presidente e vice-presidente da CCDR decorrente do acordo entre PS e PSD em 2018 mistificando conceitos, constitui um logro”.

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Dias Coelho, da DRA do PCP, refere que, “independentemente dos putativos candidatos a presidente e vice presidente”, o processo em curso ilude o facto da CCDR, se manter como uma estrutura de poder desconcentrada do Estado, sob o comando, as orientações e as opções do governo central e que não é, nem pode ser uma autarquia, porquanto constitui uma mera estrutura da Administração Central”, acrescentando que nesse sentido a “DRA do PCP considera que constitui uma ilusão - propositadamente construída por PS e PSD – a ideia que a “eleição” para uma parte da direção alteraria a natureza e conferiria legitimidade democrática a esta estrutura”.

Afinal que impacto teve a Festa do Avante no aumento de contágios da COVID-19?

Zé LG, 20.09.20

Muito se falou sobre a irresponsabilidade do PCP realizar a Festa do Avante, este ano, em plena pandemia, pelo impacto que teria no agravamento da situação. Desde comentadores até comerciantes da Amora, passando pelo líderes do PSD e do CDS até ao envolvimento, como nunca antes se tinha visto, do PR e às maiores limitações colocadas pela DGS, tudo foi feito no sentido de travar ou impedir a realização da Festa.

20200906comiciofestaavante09.jpgEntretanto a Festa do Avante realizou-se - com repetição de alguns elogios à capacidade de organização e cumprimento de regras do PCP - e passadas duas semanas ainda não ouvi ninguém atribuir à realização da Festa a responsabilidade pelo significativo aumento de "casos" a que temos vindo a assistir.  

E, entretanto também e mais grave do que isso, não ouvi nenhum responsável, a começar pelo PR, atribuir aquelas responsabilidades ao PCP ou a autocriticar-se pelo exagero e incorrecção das posições que assumiu. 

Que o "Zé" diga o que lhe lhe dá na real gana e faça afirmações gratuitas e irresponsáveis é uma coisa. Que o PR e líderes partidários e outros responsáveis de outras entidades procedam da mesma forma já não se admite. No combate político não deve valer tudo, principalmente quando se usa a Saúde e o medo como armas de arremeço.

Festa do Avante começa daqui a pouco. Será que acaba a polémica?

Zé LG, 04.09.20

Festa-do-Avante_PCP_1.jpgFesta do Avante, “ponto de encontro com a vivência coletiva dos trabalhadores e do povo, da sua cultura, dos seus problemas e aspirações”, começa logo, este ano envolta em maior polémica do que todas as que têm gerado ao longo dos anos. Este ano tem sido a pandemia que tem estado no centro da polémica, recheada de argumentos falsos ou criativos, a par da apresentação de algumas preocupações razoáveis e legítimas.

Se qualquer coisa correr mal ou menos bem, a polémica vai prolongar-se até surgir outro tema que dê origem a outra. E a direita, designadamente o PSD de Rui Rio, vai continuar a usá-la como bandeira da luta contra não só o PCP, que a organiza, mas também contra o governo, que permitiu a sua realização.

Se tudo correr bem ou sem problemas de maior, daqui a uns dias já ninguém falará do assunto, nem mesmo para tirar as devidas lições do que se passou.

E o que ganhará ou perderá o PCP com a realização da Festa do Avante? Em termos políticos já disse que terá prejuízo. E em termos políticos? Se correr bem, sentir-se-á reforçado, embora poucos outros o venham a reconhecer e lhe agradeçam o contributo para o combate ao medo e uma melhor avaliação do que deve ser a vida em tempos de pandemia. Se correr mal, vai ser ainda mais criticado e não só pela direita.

“Festa do Avante” poderá “mostrar que é possível continuar com as nossas vidas”

Zé LG, 01.09.20

transferir FA.jpgA Festa do Avante, que se realiza no próximo fim-de-semana, tem este ano, gerado muita controvérsia, tendo em conta a atual situação do país, devido à Covid-19.
João Dias, deputado do PCP eleito por Beja defende que, “para além de estar a contaminar” a população, o vírus está a “matar os direitos” dos portugueses, pelo que a Festa do Avante “pode ser uma forma de mostrar que é possível “continuar com as nossas vidas e que a economia pode continuar a funcionar, perante as condições de segurança”, uma vez que está a ser preparada “em articulação com a Direção Geral da Saúde”, recordando que “nenhum evento está proibido de ser feito, apenas não foram realizados pelas organizações porque isso implica perdas”, tal como o PCP vai ter “prejuízo” com a iniciativa. Afirma ainda que a “ideia que se criou” de que a Festa do Avante é uma “excecionalidade e uma ilegalidade não é verdade”.

Porra que é demais! Este é o programa político da direita?!…

Zé LG, 29.08.20

transferir FA.jpgHá, pelo menos dois meses, que a direita adoptou a guerra contra a Festa do Avante como seu programa político.

Não me enganei ao escrever “guerra contra a Festa do Avante”, porque o que está em causa, para a direita, não é a sua realização este ano por causa da Covid-19, porque todos os anos tem estado contra a sua realização por qualquer motivo…

Não me enganei ao escrever “programa político”, porque, à falta de condições próprias para fazer oposição, a direita vai escolhendo “alvos” para atirar os seus tiros de pólvora seca. Ainda intercalou, durante algumas semanas, a “guerra à Festa do Avante” com as denúncias ao que se passou no Lar de Reguengos de Monsaraz, a reboque do Bastonário da OM ou utilizando-o para esse fim. Quanto ao resto, designadamente o Orçamento de Estado, o PSD está à espera que o entendimento à esquerda falhe para que possa ter a sua acção patriótica de deixar passá-lo…

Já aqui escrevi a minha opinião sobre a realização da Festa do Avante este ano – acho que o PCP tinha mais a ganhar em não realizá-la do que em realizá-la pelos riscos que comporta, mas se nada de legal ou de força maior houver a impedi-la, a decisão cabe por inteiro ao PCP, bem como as responsabilidades pelas consequências que daí resultarem. Não será certamente a vontade política da direita nem a ladainha de falsos argumentos que tão abundantemente tem usado que impedirá a realização da Festa.

CG do Agrupamento de Escolas nº 2 de Serpa pede à Câmara que coopere com ME na reabilitação da Escola Secundária

Zé LG, 27.08.20

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Daqui.

Esta é uma velha e pertinente posição do PCP, que apesar de ser correcta sob o ponto de vista da delimitação de responsabilidades, é frequentemente mal compreendida e não aceite pelos diversos agentes em presença e pela população em geral, que querem é ver os problemas resolvidos. Vamos ver como reage a Câmara Municipal...

PCP não vai apresentar candidato a presidente da CCDR

Zé LG, 21.08.20

imgLoader2.ashx.jpgO presidente da República promulgou o diploma sobre a eleição dos presidentes das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) que tinha sido aprovado no Parlamento com os votos do PS e PSD. Para Marcelo, o novo articulado não configura uma “regionalização encapotada”; para o PCP não passa de mais “um truque” para adiar a criação das regiões administrativas. João Cravinho, que presidiu à comissão independente para a descentralização criada na Assembleia da República, concorda com ambos: “A reforma em causa nada tem a ver com a regionalização, limita-se a ser uma reforma da administração central periférica”.

António Costa terá chamado a si o dossiê das eleições das CCDR e a escolha dos candidatos à presidência das mesmas. Segundo o jornal “Público”, o primeiro-ministro está em negociações com Rui Rio, presidente do PSD, e quer concluir o processo esta semana.

O PCP não irá apresentar qualquer candidatura, nem integrar qualquer lista “por uma questão de princípio”, nem tomará qualquer iniciativa para conversar com os socialistas sobre este assunto, mas diz-se “disponível para dialogar”, se para isso for abordado.

O PCP recorda ainda que, em 2018, Rui Rio e António Costa fizeram um acordo sobre esta matéria e consideram que as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional “continuam a ser o que são: estruturas desconcentradas da administração central, por ela controladas, tuteladas e dirigidas”, em que Governo mantém o poder de demissão dos futuros eleitos.

"O 1º de Maio abriu o caminho. A Festa do Avante vai abrir ainda mais.”

Zé LG, 12.08.20

“Apercebo-me que quem critica a realização da festa quase sempre não sabe a capacidade organizativa do PCP. Não foi aberta nenhuma excepção pela DGS à realização da Festa do Avante. Simplesmente o PCP consegue cumprir regras que os promotores de eventos não conseguem cumprir porque isso afetaria a sua margem de lucro. No capitalismo as coisas para darem lucro têm que ter má qualidade. Quando são feitas por amor, consegue-se aquele extra.

117146982_10158641793141382_4871830583358692347_o Esta capacidade organizava foi ilustrada pelas manifestações da CGTP no no 1º de Maio de 2020. Tanta gente criticou. E afinal... ninguém ficou doente. E já toda a gente se esqueceu ... mas houve algo que ficou:

O que se ganhou com a realização da manifestação do 1º de Maio? Foi a primeira manifestação da era Covid-19 em Portugal. A partir daí começaram todas as manifestações (inclusive a belíssima grande manifestação anti-racismo que foi da Alameda ao Terreiro do Paço). Foi o 1º de Maio que permitiu isso. Ganhou-se que as pessoas perderam o medo de vir para a rua manifestar-se pelos seus direitos e contra os erros de quem nos governa. Ganhou-se que aqueles que querem reprimir quem tem a ousadia de fazer coisas ficaram sem argumentos. O 1º de Maio abriu o caminho. A Festa do Avante vai abrir ainda mais.”

Leia este texto na íntegra, com uma visão diferente de Pedro Duarte

em:

«Como se pode assumir que "não passa nada"»?

Zé LG, 11.08.20

69936687_2589021291121294_5218388949721939968_n.jp«Sou militante activo do PCP. Estou profundamente pasmado com as posições defendidas pelo Partido. Sabemos todos em Portugal que esta festa para além de uma grande iniciativa nacional reveladora da organização colectiva do Partido, trata se de um evento único multicultural, que é exemplo europeu e com uma forte componente internacional da afirmação do PCP.

Mas sempre vi no partido, uma consciência, uma ponderação na decisão, por vezes tardia por dever ser colectiva, que sempre revelou assertividade, responsabilidade mas também revolucionária e diferente porque defendemos princípios fundamentais indiscutíveis.

Fico pasmado com a irresponsabilidade deste desafio com a DGS. Não estamos a falar da pide/DGS estamos em 2020 a falar da Direcção Geral de Saúde. Não entendo se o partido está a desafiar a estrutura de saúde pública nacional ou o próprio SNS.

 

 

Fazer ou não a Festa do Avante em tempos de pandemia?

Zé LG, 09.08.20

Há 45 anos que o PCP faz a Festa do Avante.

Há 45 anos que o Povo tem a sua festa. Nela junta-se Povo de todos os lados.

Há 45 anos que as regiões têm um espaço para se apresentarem e mostrarem. Na Festa do Avante cada região apresenta a sua música, a sua gastronomia, o seu artesanato, os seus produtos... e o PCP apresenta as suas propostas para essas mesmas regiões.

Não há festa como esta!, diz-se e é verdade. A forma como é organizada, as pessoas que mobiliza, a forma como as pessoas nela se comportam, o que mostra e o que deixa antever.

Este texto foi recuperado de um que escrevi aqui, há 15 anos. Continuo a achar isso mesmo.

Durante mais de 30 anos participei da Festa do Avante, nalguns desempenhando tarefas, contribuindo para erguer ou assegurar o funcionamento da Festa. Sempre com espírito militante. Não gosto de festas, nem de grandes ajuntamentos. Fui à Festa por militância. Quando saí do PCP deixei de ir à Festa. Isso não me fez mudar o que pensava sobre ela.

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Este ano, o PCP vai realizar a Festa do Avante, apesar da pandemia, mas tendo-a em conta e criando condições para fazer cumprir as normas sanitárias mais adequadas. Muito tem sido criticado por isso, principalmente pela direita, que tenta cavalgar o medo generalizado para atacar a realização.

Compreendo o PCP. Esta é a sua grande manifestação, em que se esforça por mostrar a sua força, a sua capacidade de atrair mais e novas gentes, uma forma diferente de organização e de relacionamento entre as pessoas.

Compreendo igualmente a dificuldade de muita gente – mesmo sem ter nada contra ou até simpatizantes do PCP – aceitar a realização de uma iniciativa que reúne dezenas de milhares de pessoas, quando essa hipótese está interdita a outras realizações, como encontros culturais, desportivos ou religiosos.

Admito que, com a realização da Festa do Avante nestas condições, o PCP possa estar a contribuir para a sua “guetização”. Mas essa avaliação cabe à sua Direcção Política, que certamente a fez…

Não tenho uma posição definitiva sobre a realização da Festa do Avante, neste enquadramento, quer pelo que escrevi, quer pela necessidade de combater o medo que nos está a tolher excessivamente. Inclino-me, no entanto, para a sua não realização este ano, se persistir a inibição da realização de outros grandes eventos. Evitaria acusações de aproveitamento do regime político e da conjuntura político-partidária...

PCP acusa PS de não querer Aeroporto de Beja a funcionar

Zé LG, 05.08.20

201806112220285972.JPGA Comissão Concelhia de Beja do PCP considera “inadmissível” que “o atual presidente da Câmara Municipal de Beja tenha afirmado, recentemente, que o Aeroporto de Beja não é uma alternativa exequível ao do Montijo” e “que deve servir, apenas, a manutenção e a carga, deixando de fora os voos comerciais de passageiros”. “Com estas declarações”, acusa, “o responsável da concelhia de Beja do PS quer ser mais “papista” que o próprio Governo”.

O PCP de Beja diz que Paulo Arsénio se demarcou “da posição da Ministra da Coesão Territorial, que defendeu a aposta no Aeroporto de Beja, com uma ligação ferroviária a Lisboa” e que “o PS descarta o aeroporto e nada diz sobre as obras do futuro IP8 até à fronteira de Vila Verde de Ficalho, nem mesmo sobre a ferrovia”.

O PCP diz que “mais uma vez fica claro que, quer o executivo da Câmara de Beja, quer o PS local, nada fazem para que o concelho se desenvolva, havendo uma clara falta de estratégia para o investimento”, sublinhando que “o PS, que fez contas ao investimento que os turistas podem fazer, caso optem por passar um dia no Parque dos Cinco Reis, esqueceu-se de fazer contas ao investimento que os turistas podiam fazer caso o aeroporto de Beja fosse estimulado com voos de passageiros e caso existissem bons acessos ferroviários e rodoviários”.

A vergonha, ou a sua falta, no discurso político

Zé LG, 01.07.20

João Português: “há decisões que deviam fazer corar de vergonha” o Governo

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O presidente da Câmara de Cuba mostra-se “incrédulo” com o facto, da Escola Profissional ter ficado de fora dos “equipamentos escolares para intervenções de remoção e substituição do amianto”. João Português diz que estes estabelecimentos de ensino estão a ser “discriminados” e que há decisões que deveriam fazer “corar de vergonha” os titulares das pastas da Educação e Coesão Territorial.

PSD de Beja fala em declarações “desavergonhadas” da DORBE do PCP

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A Distrital de Beja do PSD fala, em nota de imprensa, de declarações “abusivas, demagógicas e muito desavergonhadas proferidas pela DORBE do PCP, bem como as constantes promessas «baratas» feitas pelo Partido Socialista, no que à questão das acessibilidades diz respeito.”

PCP quer esclarecimentos sobre o problema ambiental e de saúde pública em Fortes

Zé LG, 27.05.20

O Grupo Parlamentar do PCP deu entrada de um requerimento a solicitar a presença de um conjunto de entidades para prestar esclarecimentos sobre o problema ambiental e de saúde pública em Fortes, no concelho de Ferreira do Alentejo e nos concelhos limítrofes, relacionado com laboração do bagaço de azeitona.

202003041945039545 pcp.jpgO PCP recorda que, em Agosto de 2018, na Assembleia da Republica foi aprovada por unanimidade uma “Resolução que Recomenda ao Governo Português que promova medidas urgentes para por termo ao problema ambiental e de saúde pública em Fortes, Ferreira do Alentejo e concelhos limítrofes, relacionado com laboração do bagaço de azeitona, da qual nada foi cumprido”.

Jerónimo de Sousa na homenagem a Catarina Eufémia

Zé LG, 23.05.20

20200519_declaracoa_jeronimo_sousa_spg.jpgJerónimo de Sousa participa, no próximo domingo, às 11 horas, na homenagem a Catarina Eufémia promovida pela DORBE-Direcção da Organização Regional de Beja do PCP. Em 2020, devido à pandemia do COVID19, a homenagem assume um modelo diferente, não há desfile e a opção foi a realização, no Largo da Igreja, de uma concentração com cerca de 50 militantes, obedecendo às regras de segurança das autoridades de saúde.

Marcha pelo emprego em Sines

Zé LG, 22.05.20

cgtp.jpgA secretária-geral da CGTP disse esta quinta-feira que “as opções que têm sido tomadas pelo Governo não garantem o emprego e os direitos dos trabalhadores”, alertando para o perigo dos vínculos precários em plena crise de Covid-19.

“Nesta altura em que o desemprego, a quebra de retribuições dos trabalhadores, o layoff é tão intenso e tão forte, e as opções que têm sido tomadas pelo Governo não garantem o emprego, os salários, a saúde e os direitos dos trabalhadores, é importante que haja ação e luta”, disse Isabel Camarinha, que recordou que “Trabalhadores com vínculos precários foram os primeiros a ser mandados embora pelas empresas que trabalham no Complexo [Industrial de Sines] e que asseguram um conjunto de trabalhos, tarefas que são de postos de trabalho permanente” e, ainda, que “há o vírus da Covid e há o vírus do ataque aos direitos aos trabalhadores, da exploração que está a aumentar ainda mais nesta situação”.

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jerónimo.jpgA marcha pelo emprego, convocada pelo SITE-Sul, contra a precariedade e para exigir a reintegração dos trabalhadores nos postos de trabalho e um vínculo efetivo nas empresas do Complexo Industrial de Sines, realizou-se em Sines e contou com a presenças dos líderes do BE, Catarina Martins, que se manifestou contra a "normalização" do lay-off e advertiu para efeitos nos salários e do PCP, Jerónimo de Sousa, que alertou para "a situação dramática" em que vivem muitos trabalhadores do complexo industrial de Sines que devido aos vínculos precários perderam o emprego.