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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Território Hospitalário” faz balanço do projecto e estuda novas formas de cooperação na área do turismo patrimonial

Serpa-T-H-768x432.jpgHoje, em Serpa, os executivos e os técnicos de património e turismo fazem o balanço do projecto “Território Hospitalário – História Medieval da Raia”, que reuniu as câmaras municipais de Serpa e Moura e os municípios espanhóis de Aracena e Aroche com o objectivo de promover o património histórico comum destes territórios em época medieval e desenvolveu conferências, visitas guiadas e a edição de um roteiro dedicado aos castelos das quatro localidades e estudam novas formas de cooperação na área do turismo patrimonial.

Museu de Beja vai ter obras de conservação e valorização

museu.jpgA APT - Associação Portas do Território viu aprovada a candidatura ao FEDER, para valorização e conservação do Museu Regional de Beja, no valor de 1 milhão e 200 mil euros. O apoio a fundo perdido é de 75% e os restantes 25%, correspondentes à comparticipação nacional, serão suportados pela autarquia bejense e, eventualmente, pela Secretaria de Estado da Cultura.

Paulo Arsénio, presidente da Câmara de Beja explica que esta é uma hipótese ímpar para se renovar o Museu, com um apoio a fundo perdido de grande escala. Refere, também, que a autarquia vai ser lançado o concurso de empreitada até final do corrente ano, para que durante o ano de 2020 o Museu possa entrar em obras. Esclarece ainda que vai ser melhorada toda a arquitetura do edifício, assim como valorizado o recheio e seu interior.

Capela de SANTA ÁGUEDA / ERMIDA DE S. NEUTEL vai ter obras de donservação e restauro

St'Águeda interior.jpgO projeto, candidatado ao Programa Operacional Regional do Alentejo (Alentejo 2020), que prevê um investimento elegível total de 294.580,46€ e é cofinanciado pelo FEDER a uma taxa de comparticipação de 85%, diz respeito à obra de conservação e restauro do Imóvel classificado de Interesse Público, que é “um ícone da pintura mural do concelho”, situado nas imediações de Vila Nova da Baronia.

A intervenção tem como objetivo a resolução de problemas estruturais, nomeadamente consolidação e impermeabilização da cobertura, reparação e substituição de revestimentos e instalações diversas, rebocos exteriores e pintura mural.

Santiago Macias propõe reflexões sobre o Fórum de Beja

imgLoader2.ashx.jpgO conflito de pouco nos serve… Sem entrar na polémica em torno do projeto de arquitetura e do futuro das estruturas arqueológicas, gostaria de deixar aqui alguns tópicos para reflexão:

1. A leitura de espaços como o dos templos de Beja só consegue ser feito através da sua “verticalização”. Muitos teatros romanos, muitos arcos do triunfo foram refeitos e reerguidos. O processo é conhecido pelo nome de anastilose, um “palavrão” que se refere à (re)construção a partir de elementos previamente existentes.

2. Não me parece disparatado que, nesse processo, se incorporem no fórum elementos arquitetónicos de grandes dimensões – designadamente, capitéis – que hoje se encontram na galeria do Museu Regional.

3. Ou seja, que estabeleça uma ligação próxima entre estes vestígios, absolutamente notáveis, o Museu, que dispõe também de outros materiais de grande qualidade, o sítio arqueológico de Pisões e o núcleo da Rua do Sembrano.

4. É crucial criar condições para que as escavações arqueológicas se concluam, prevendo-se um programa de edições destinado a uma ampla divulgação dos resultados e das conclusões a que se chegou. Incluo aqui a Casa da Moeda, peça crucial no processo de investigação que Maria da Conceição Lopes tem em curso.5. Não creio que seja possível pôr em funcionamento todo este complexo de sítios – por vezes a razoável distância, como Pisões –, com o habitual e rígido programa: cada sítio com o seu núcleo de exposições, com horário fixo e quadro de pessoal próprio. Ou há um plano em rede, com partilha de recursos, e com intervenções concretas e realistas ou daqui a 10 anos estaremos na mesma. Ou pior, discutindo a privatização ou a alienação de sítios.

A tomada de decisões sobre o património, na perspetiva da sua reabilitação, nem sempre é “simpática”. Nem imediata. É mais fácil “feirizar” a História, criar “eventos” e complementá-los com iniciativas folclóricas. Dá muito menos trabalho e rende mais, no curto prazo. Ora, como bem sabemos, e tendo em conta o que nos resta do fórum, o Património é matéria para o longo prazo.

Leia aqui todo o texto, publicado na edição da semana passada do Diário do Alentejo.

Guia turístico-cultural “Território Hospitalário: História Medieval da Raia”

201906211727469913.jpgAracena, Aroche, Moura e Serpa têm uma história comum durante a Idade Média, vinculada à Ordem de São João do Hospital. O fortalecimento desses laços históricos materializou-se através da concretização de uma Rota de Turismo Cultural inspirada nos castelos destas populações.

Esta rota é o resultado do projeto transfronteiriço que desenvolveu várias atividades entre março e junho deste ano, incluindo a edição de um folheto trilingue, em português, espanhol, inglês sobre as quatro fortalezas, que foi apresentado no dia 20 de junho, em Aracena.

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