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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

É urgente cuidar do património da cidade de Beja

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A cidade de Beja assiste ao degradar de todo o seu património, seja municipal, regional (ex.: Museu Regional de Beja), privado (ex.: edifícios na Praça da República e Rua do Touro), religioso (ex.: Ermida de São Pedro) ou do governo central (ex.: antigo edifício do Governo Civil). Ao passear pela cidade, é possível verificar o estado de degradação a que chegam os equipamentos fruto da ausência de um trabalho de manutenção rigoroso e permanente. No caso do Parque da Cidade de Beja (foto), a manutenção tem sido apenas cortar a relva e apanhar o lixo que muitas pessoas insistem jogar para o chão (farão isso nas suas casas?).

...

É urgente cuidar do património da cidade, e isso não tem sido feito, pelos menos, nos últimos 10 anos. Não é um problema exclusivo da câmara, mas de todos. No caso aqui retratado, a culpa é do município, que não adotou nenhum plano para recuperar a beleza do Parque da Cidade. Basta ver o estado degradante em que se encontra o WC público, deck e mobiliário exterior do único café existente no parque, tendo inclusive afugentado muitos clientes que frequentavam o local.

OBRIGADO Catarina Valença Gonçalves!

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“Este projeto começou em Alvito por causa de uma particularidade. É que todas as igrejas que tem ainda hoje têm pintura mural, e por isso é que este projeto nasceu aqui e também muito devido à visão do presidente da altura, Lopes Guerreiro, que percebeu a amplitude e a potencialidade do projeto. Foi, inclusive, por indicação sua que o estudo que eu tinha feito sobre a pintura mural de Alvito se acabou por estender, na altura, a mais quatro municípios (Cuba, Vidigueira, Portel e Viana do Alentejo) e foi, por isso, que este projeto foi gerido, durante vários anos, pela Associação de Municípios do Alentejo Central (Amcal), porque a partir daí originou-se uma rota que já não foi só para Alvito”, explica agora Catarina Valença Gonçalves, que continua a estar à frente da Rota do Fresco, mas, desde 2009, na empresa Spira, uma agência de revitalização patrimonial, propriedade da historiadora, e que tem sede em Vila Nova da Baronia, no concelho de Alvito.

Ler uma interessante reportagem de Bruna Soares e José Ferrolho sobre a Rota do Fresco, no Diário do Alentejo desta semana ou aqui.

 

Obrigado Catarina pela visão, pela inteligência, pelo trabalho, pela insistência e resiliência que colocou ao serviço deste Projecto, que tanto tem promovido esta região.

Obrigado ainda por naquele dia, há 20 anos e acompanhada pelo João Goes Janeira, me ter batido à porta a pedir que lhe conseguisse o acesso à Ermida de Santa Luzia e, dessa forma, me ter envolvido, desde o início, no que viria a ser a Rota do Fresco!

TRIBUNAL DE BEJA SUSPENDE TRABALHOS AGRÍCOLAS EM DEFESA DE SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS CLASSIFICADOS NO PDM DE BEJA

O Ministério Público dá conta que apresentou uma providencia cautelar contra uma Sociedade Agrícola “pedindo que fosse condenada a abster-se de iniciar o uso de máquinas agrícolas e industriais na movimentação de terrenos, sem prévia autorização e acompanhamento, num prédio rústico da freguesia de Trigaches e S. Brissos – Beja – porquanto em tal prédio estavam identificados sítios arqueológicos classificados no Plano Director Municipal e no inventário do património arqueológico do concelho”.

Por sentença de 6 de Setembro, tal pretensão mereceu deferimento e a Sociedade Agrícola “foi condenada a abster-se de iniciar ou prosseguir os trabalhos fora das condições requeridas”.

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