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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Spira lança Prémios PATRIMONIO.PT

Zé LG, 25.07.21

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Dedicados ao sector do Património Cultural e de âmbito nacional, os Prémios PATRIMONIO.PT, pretendem distinguir as boas práticas no sector do Património, galardoando Projectos, Entidades e Profissionais nacionais actuantes no sector, abrangendo projectos desenvolvidos nos dois anos antecedentes à data de atribuição dos Prémios. Candidaturas de 1 de Junho a 8 de Setembro de 2021.

Com um Júri nacional e internacional, os Prémios PATRIMONIO.PT são o resultado de uma parceria entre a Spira – revitalização patrimonial | patrimonio.pt, com a colaboração do Turismo de Portugal e da Herifairs - Rede Europeia de Feiras do Património. Esta primeira edição decorre no âmbito da AR&PA Bienal Ibérica de Património Cultural 2021, com cerimónia de entrega no dia 16 de Outubro.

CATEGORIAS: Melhor Projecto de Mediação; Melhor Estratégia de Comunicação; Melhor Projecto em Parceria; Melhor Projecto de Touring Cultural; Especial 2021: Melhor Projecto de aproximação ao Público Jovem; Prémio Patrimonio.pt.

Estação da CP de Alvito não vai ser demolida(?)

Zé LG, 18.07.21

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A Câmara Municipal revela que esteve reunida com a empresa IP, Infraestruturas de Portugal-Património para abordar esta questão. O município saiu deste encontro com a garantia que o edifício da Estação não será demolido, tendo a IP avançado que está a ser pensada uma solução em parceria com a Ucasul-União de Cooperativas Agrícolas do Sul.

LAGAR DE VARAS DE MOURA: O que faria sentido aqui? Em vez disso o que se fez?

Zé LG, 04.07.21

1317.png«O que faria sentido aqui?

Concretizar o Centro Documental da Oliveira, ligá-lo ao Jardim e ao Lagar de Varas;

Continuar a atribuir o Prémio de Mérito Académico a dissertações de mestrado e de doutoramento sobre olivicultura;

Concretizar o projeto de iluminação do Lagar de Varas (pronto desde 2017) e melhorar o espaço do monumento.

Em vez disso o que se fez?

Fez-se um trabalho de maquilhagem no edifício do antigo grémio, que continua subaproveitado;

Suprimiu-se o Prémio de Mérito Académico, porque tinha sido lançado pela Câmara anterior;

Meteu-se o projeto de iluminação na gaveta.

Construir, financiar e concretizar projetos que valham a pena e que sejam estruturantes é difícil. Assinar protocolos e fazer promessas futuras é coisa facílima.»

PR inaugura Casa da Cidadania Salgueiro Maia, em Castelo de Vide

Zé LG, 30.06.21

Amanhã, 1 de julho, dia de aniversário do nascimento do capitão de Abril, pelas 16:30, será inaugurada a primeira fase do projeto, que contempla o núcleo principal, estando ainda prevista a concretização de uma segunda fase. O espaço museológico, instalado no Castelo daquela vila alentejana, reúne o espólio doado por Salgueiro Maia à autarquia da sua terra natal.

207338399_4170329356377203_5169385330636004883_n.jO presidente da Câmara de Castelo de Vide, António Pita, explicou que esta inauguração cumpre “um imperativo de consciência” uma vez que Salgueiro Maia deixou em testamento o desejo de que a sua terra tivesse um museu com todo o espólio legado à autarquia, destacando a qualidade ímpar do novo espaço museológico, para a cultura e turismo nacional, bem como ao nível da componente pedagógica.

Presidente da Câmara de Alvito garante que “tudo fará para que o edifício (da estação ferroviária de Alvito) se possa manter de pé”

Zé LG, 22.06.21

Estação-de-Alvito-768x400.pngAntónio João Valério, presidente da Câmara de Alvito diz-se “surpreendido” com a notícia que dá conta da intenção da Infraestruturas de Portugal (IP) de querer demolir a centenária estação ferroviária de Alvito, porque os “edifícios estão em adiantado estado de degradação e não têm condições de habitabilidade”, segundo alega a empresa.

“É um facto que a estação está inactiva e em estado de abandono há muitos anos”, admite o autarca, discordando, contudo, desta intenção da IP, justificando que “poderá ser encontrada uma alternativa para aquele edifício” que data do século XIX, na altura em que foi construída a Linha do Alentejo.

António João Valério, esclarecendo que, até ao momento, a autarquia de Alvito não foi informada oficialmente sobre esta matéria, aguarda uma “comunicação oficial do assunto” afirmando que “tudo fará para que o edifício se possa manter de pé” e que o seu maior desejo é que o edifício fosse recuperado e voltasse a desempenhar as funções para as quais foi construído”.

Frescos do século XVI colocados a descoberto por restauro na Igreja Matriz de Alvito

Zé LG, 20.06.21

20210615171016451.jpgUma série de importantes pinturas murais a fresco, do século XVI, foram colocadas a descoberto durante uma intervenção de restauro dos azulejos da Igreja Matriz de Alvito e podem ser visitadas no dia 3 de Julho, no âmbito do evento “Dias Abertos da Rota do Fresco 2021”, organizado pela SPIRA – Revitalização Patrimonial, com acompanhamento dos técnicos de restauro responsáveis pela intervenção. A inscrição para a observação dos frescos da Igreja Matriz de Alvito é gratuita e pode ser feita por ‘email’ (compadres@spira.pt) até 29 de junho e inclui, também, uma visita à Ermida de São Neutel, com mais de 500 anos, em Vila Nova da Baronia, que já se encontra totalmente recuperada.

Demolições de estações da CP de Alvito e Alcáçovas “não se respeita a memória das pessoas”, diz Florival Baiôa

Zé LG, 10.06.21

202106081751535069.jpgA Infraestruturas de Portugal (IP) quer “demolir” as estações ferroviárias de Alvito e Alcáçovas no âmbito da “modernização da linha do Alentejo entre Casa Branca e Beja, prevista no PNI 2030” e substituí-las por “um abrigo em cimento”. Florival Baiôa diz tratar-se de “invenções de gabinete que não respeitam as memórias das pessoas”. A IP alega que os edifícios em causa estão “em adiantado estado de degradação” e que “não têm condições de habitabilidade”. As estações datam do século XIX, ou seja da altura em que a linha do Alentejo foi construída e Florival Baiôa diz que “estas construções podem ser adaptadas a outras finalidades”, pois “recuperar é sempre preferível a demolir”.

Florival Baiôa deixa ainda duras críticas ao facto de existirem 10 milhões de euros para investir na ferrovia e de “verificar”, como sublinha, que não vê “capacidade no Governo de resolver esta situação”.

CD de música popular que representa um instrumento de coesão do território alentejano

Zé LG, 31.05.21

20210528112704221.jpgDois alentejanos pensaram em fazer um trabalho que homenageasse a terra onde nasceram e onde vivem. José Emídio, músico, e Ana Paula Figueira, apaixonada pela palavra, juntaram-se e criaram algumas letras e melodias, que representam não só um CD, mas um “instrumento promotor de um Alentejo mais coeso, mais cooperante e interligado”.

Segundo os autores, o projeto é “uma viagem que vai do Castelo de Noudar ao Forte de S. Clemente, visitando várias tradições de um Alentejo que querem fazer memória”, que integra convidados como o acordeonista João Frade, o baixista Adriano Alves, o guitarrista Tiago Oliveira, e Os Vocalistas, banda de música popular, composta pelo Bernardo Emídio, Ruben Lameira e José Emídio. A imagem e os desenhos são da responsabilidade de Flávio Horta.

“Precisamos de uma vereação dinâmica, culta, criativa, que saiba ouvir e executar”, diz Florival Baiôa Monteiro

Zé LG, 20.05.21

imgLoader2.ashx.jpgRecuperar o património do centro histórico seria a principal tarefa. É humilhante, ao fazermos visitas guiadas, ouvir os comentários sobre a degradação dos edifícios. A falta de limpeza das ruas é outro problema, ninguém gosta de uma cidade suja. Falta uma visão, de futuro, para esta cidade, a nível patrimonial. Dou um exemplo: estava planeada a reconstrução parcial do templo romano, junto à Praça da República, para que os visitantes tivessem a sensação de volumetria do templo de Augusto. O que lá está, os alicerces do templo, são muros de pedra e argamassa, com um interesse relativamente pequeno para quem quer visitar a capital do antigo Conventus Pacensis romano. O trabalho de restauro arqueológico que foi executado em Mérida [Estremadura, Espanha] fez o turismo subir em flecha. Será que as nossas vereações não têm capacidade para olhar um pouco mais longe e executar obra de dimensão? Porque minguamos em vez de crescer? Espero que a futura vereação crie condições para a participação dos jovens na vida artística e que apoie as associações. Precisamos de uma vereação dinâmica, culta, criativa, que saiba ouvir e executar, pondo a população mais amante da sua terra e Beja no mapa de Portugal.”

Câmara de Beja vai deixar desaparecer a Fábrica de Farinhas de Rama da Trindade?

Zé LG, 02.05.21

“O último moleiro” assim se intitula um documentário, da autoria de Nelson Filipe Patriarca e Hélder Reis, que revela a história da Fábrica de Farinhas de Rama da Trindade, no concelho de Beja.

Com alvará de 1934, esta fábrica, está desativada desde meados dos anos 80 e guarda em si “um espólio único em toda a região.” Os autores do documentário consideram que este local, embora possa ser fundamental no âmbito da preservação do património cultural, de conhecimento e sabres do concelho, ninguém lhe tem dado a devida importância.

O local é privado, mas o seu proprietário Manuel Neves gostava que o mesmo pudesse ser recuperado. Diz que houve interesse do Executivo de Carreira Marques de o adquirir, no âmbito da Rota do Pão, mas acabou por não acontecer e atualmente não parece existir interesse de privados, nem do município de Beja em o poder preservar.

"Passados complexos. Futuros diversos."

Zé LG, 18.04.21

202104161648292675.pngAssinala-se hoje o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios (DIMS), criado pelo Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios (ICOMOS) em 1982, e aprovado pela UNESCO no ano seguinte, com o objetivo de sensibilizar os cidadãos para a diversidade e vulnerabilidade do património, bem como para a necessidade da sua proteção e valorização.

A Câmara Municipal de Serpa, faz o lançamento, em formato vídeo, de um novo projeto, intitulado “Conversas no Castelo” que consiste, neste primeiro programa, numa conversa com diversos convidados sobre as vivências na Alcáçova do Castelo, desde meados do século XX, com histórias sobre o bairro, a prisão e muitas outras curiosidades.

Em Cuba, a Câmara Municipal, assinala esta data com uma visita guiada gratuita ao Museu Literário Fialho de Almeida.

A versão final da plataforma digital “Beja Monumental” disponibilizada, hoje, permite “consultar levantamentos 3D de alguns monumentos icónicos da cidade, zonas de interesse histórico e reconstruções virtuais de ambientes e artefactos, bem como assistir a pequenos documentários sobre estes lugares e parte da história da cidade.”

“Códice Fáctico de Cartas Régias” vai ser devolvido à Câmara de Beja

Zé LG, 15.04.21

1399934.jpgO Ministério Público (MP) da Comarca Judicial de Beja, determinou a devolução à Câmara Municipal de Beja de um conjunto de documentos régios, conhecido como “Códice Fáctico de Cartas Régias”, que integram correspondência trocada entre Reis de Portugal e autoridades locais da cidade de Beja, nomeadamente, o juiz, o procurador e vereadores.

A decisão foi tomada depois “do arquivamento do inquérito, em que não foi possível determinar, em concreto, as circunstâncias da apropriação dos documentos, nem a sua autoria”, justificando o magistrado que “havendo indícios de que a mesma tenha ocorrido, há pelo menos, três gerações”, remata.

No dia 4 de outubro de 2019, a Diretoria do Sul da Polícia Judiciária (PJ), emitiu um comunicado onde anunciava a apreensão de “um códice factício, constituído por 165 documentos, em bifólio de papel, manuscritos, entre os anos 1623 e 1806, contando cartas originais enviadas em nome do “Rei” do “Príncipe” do “Infante” e da “Duquesa de Mântua” dirigidas a figuras da cidade de Beja.

Santiago Macias designado novo diretor do Panteão Nacional

Zé LG, 26.02.21

202102251233112271.pngA Direção-Geral do Património Cultural anunciou, ontem, os primeiros resultados dos concursos internacionais para cargos de direção em museus e monumentos nacionais.

O historiador Santiago Matias, foi presidente da Câmara Municipal de Moura entre 2013 e 2017, fazia parte da lista final de 8 candidatos admitidos no concurso para diretor do Panteão Nacional, em Lisboa.

Os concursos internacionais abertos em 2020, incluíam também, numa 3ª fase, vaga para a direção do Museu Regional Rainha D.Leonor, na cidade de Beja, cujo processo continua ainda em avaliação. Hoje só foram divulgados os nomes da primeira fase dos concursos.

São Cucufate vai ser renomeado "sítio arqueológico" e reclassificado de imóvel de interesse público para monumento nacional

Zé LG, 03.01.21

imgLoader2.ashx.jpgDe acordo com a diretora regional de Cultura do Alentejo, Ana Paula Amendoeira, a alteração da classificação, da atual categoria de imóvel de interesse público para a de monumento nacional, "a mais alta categoria de classificação" de imóveis em Portugal, "era há muito devida" e a DRCA decidiu iniciar o procedimento no âmbito da comemoração dos 40 anos da investigação nas ruínas assinalados em 2019. Por isso a DRCA decidiu propor a abertura do procedimento para responder "à necessidade de adequar o instrumento de proteção legal" à atual realidade monumental, à excecionalidade e ao valor patrimonial, histórico e cultural das ruínas conservadas.

Câmara de Viana do Alentejo entregou candidatura do Paço dos Henriques a Marca do Património Europeu

Zé LG, 16.12.20

viana-candidatura.pngA Câmara Municipal de Viana do Alentejo entregou, na Direção Regional de Cultura do Alentejo, a candidatura do Paço dos Henriques, em Alcáçovas, à Marca do Património Europeu (MPE), instituída em 2011, engloba mais seis sítios localizados em outros tantos Estados Membros da União Europeia, que possuem um Património Imaterial similar, onde foram assinados relevantes Tratados de Paz.
A candidatura desenvolvida em estreita colaboração entre o município de Viana e a Associação European Network of Places of Peace, foi apresentada na categoria de “sítio transnacional” que se trata de “um sítio que associa vários sítios localizados em diferentes Estados-Membros que se centram num tema específico”. Além do Paço dos Henriques como sítio coordenador, esta candidatura integra também o Conjunto Histórico de Alcañices (Espanha), o Castelo de Trencin (Eslováquia), a Casa da Paz de Vasvár (Hungria), o Mosteiro de S. Francisco de Zadar (Croácia), o Parque da Fonte Histórica de Kaynardzha (Bulgária) e o Museu Nacional Cotroceni de Bucareste (Roménia).

DGPC assinou protocolo com organismos estatais de gestão agrícola, visando a "salvaguarda do património arqueológico nacional"

Zé LG, 14.12.20

imgLoader2.ashx.jpgA Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) assinou "um protocolo de entendimento" com o Instituto de Financiamento de Agricultura e Pescas (IFAP) e a Autoridade de Gestão do Programa de Desenvolvimento Rural do Continente, visando a "salvaguarda do património arqueológico nacional, no âmbito de projetos agrícolas financiados", depois de a Assembleia da República ter aprovado um requerimento do Bloco de Esquerda (BE) para ouvir especialistas em arqueologia, sindicato e associações do setor, sobre "situações de abandono e destruição" de vestígios arqueológicos no Alentejo.

O protocolo prevê a conjugação de esforços e recursos de forma a estabelecer uma atuação preventiva na salvaguarda do património arqueológico, em articulação com a execução do Programa de Desenvolvimento Rural do Continente e que o IFAP se comprometa "a integrar, no Parcelário Agrícola Nacional, a informação georreferenciada relativa ao património arqueológico disponibilizada pela DGPC, permitindo assim a sua consulta durante a fase de análise técnica e aprovação de projetos agrícolas", informação que "ficará também disponível para consulta dos proprietários e investidores agrícolas, de modo a que estes tomem conhecimento das ocorrências patrimoniais existentes nas parcelas a intervir".

“Já se passaram 40 anos, quatro décadas de trabalho, mas de um sublime romance com esta cidade de 2.500 anos de idade”

Zé LG, 13.12.20

imgLoader2.ashx.jpg«Temos o dever de preservar o nosso património para que os nossos filhos e netos o preservem como nós, para o poderem usufruir. É a cultura que nos diferencia e nos dá esta enorme qualidade de vida e entrelaça as nossas relações de amizade e vizinhança.

O Joaquim Mestre, o Ni Almodôvar, o Martins da Biblioteca, o Ramalho, o Baiôa, o Barahona, o Barbosa Bentes, o eng. Carrusca, o Borrela, a Lena, a Eulália e a Zézinha, o Vítor Silva, o Pereira Guerreiro, o Rochinha, o Luciano, o eng. Mira Galvão e o Rui Parreira decidiram criar, em 1979, a adpBEJA – Associação para a Defesa do Património Cultural da Região de Beja, com o objetivo de investigar, sensibilizar e preservar o património cultural desta região, podendo ainda apoiar outras gentes que tivessem as mesmas intenções na formação de associações.

Já se passaram 40 anos, quatro décadas de trabalho, mas de um sublime romance com esta cidade de 2.500 anos de idade, que consegue manter algumas das suas maiores virtudes com o passado, ...

Como somos muito esquecidos talvez valha a pena passar e ver o que foi feito nestes 40 anos de vida da adpBEJA, no hospital velho - Santa Casa da Misericórdia de Beja.»

Leia aqui o texto completo do Florival Baiôa.

Património arqueológico destruído em Salvada por ripagens para instalação de culturas intensivas

Zé LG, 22.10.20

202010211730312386 salvada.jpgO Movimento Chão Nosso denuncia “mais um caso de afetação de um sítio arqueológico, desta vez na região de Beja”. “Um sítio arqueológico, identificado como Salvada 10, localizado junto à aldeia, concelho de Beja, correspondente a um grande recinto de fossas pré-histórico, que foi alvo de ripagens para instalação de culturas intensivas, sem que tenha havido qualquer ação de salvaguarda do património aí existente.” 
“Este sítio já havia sido alvo de afetações anteriores, em 2017, assunto que mereceu denúncia na comunicação social e que levou à implementação de medidas de avaliação dos danos decretadas pela Direção Regional de Cultura do Alentejo”, refere, ainda o Movimento, acrescentando que “o povoado da Salvada 10 foi detetado durante a realização de um Estudo de Impacto Ambiental para a empresa EDIA, em 2012, levando inclusivamente a alterações de projeto para evitar causar impactos negativos nos vestígios arqueológicos” e que “é um dos maiores recintos de fossos pré-históricos conhecidos no Baixo Alentejo e encontra-se referenciado no PDM de Beja como tendo elevado valor arqueológico.”