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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Pedro Coutinho afirma que o Chega vai concorrer sozinho a todas autarquias do distrito de Beja

Zé LG, 16.04.21

Pedro-Coutinho.jpgO Chega vai concorrer “sozinho” a todas as Câmaras e Juntas de Freguesia do distrito de Beja. A revelação foi feita, à Rádio Pax, por Pedro Coutinho, presidente da Distrital de Beja do Chega.
Descartando eventuais coligações, o responsável avançou que já estão definidos “alguns nomes” de candidatos, que serão oportunamente divulgados.
Pedro Coutinho diz estar confiante num bom resultado do partido, em vários concelhos do distrito, destacando os municípios de Moura, Serpa, Beja e Ferreira do Alentejo.

“A democracia e a participação não podem nem devem esgotar-se nos partidos políticos”

Zé LG, 26.03.21

«Penso que a democracia e a participação, não pode nem deve, esgotar se nos partidos políticos. Até porque os partidos são geridos com muitos interesses e por vezes contrários aos locais/regionais. Um exemplo concreto é o aeroporto. Um independente de Beja vê a pertinência de lutar por uma infraestrutura como aquela. Na lógica partidária nacional não deve ser promovido porque há outros interesses e que até são válidos! Durante muito tempo conotou-se negativamente o caso do queijo limiano mas cada vez mais acho que essa é a maneira correta de estar em democracia e defender os nossos interesses.»
Anónimo 24.03.2021, aqui.

“A desconfiança sistemática sobre a veracidade do que se expressa corrói tudo”

Zé LG, 16.03.21

«Uma das perversões da democracia é a mentalidade perversa, que nega aos protagonistas a credibilidade na sinceridade das suas palavras. A desconfiança sistemática sobre a veracidade do que se expressa corrói tudo, e diz muito do que somos enquanto povo.»

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«Um exemplo! Estamos tão mal habituados, que quando vemos alguém com uma atitude integra, achamos que esconde algo. Assim vai a nossa democracia de cabeças e bocas amordaçadas.»

Anónimo 15.03.2021, aqui.

André Silva vai deixar Direcção do PAN, a AR e vida política

Zé LG, 14.03.21

AS.png"Volvidos vários anos de intenso trabalho e de uma magnífica experiência cívica e pessoal, decidi não me recandidatar aos órgãos nacionais do partido", escreveu André Silva numa carta que dirigiu aos militantes do PAN.

"Além de pretender equilibrar a minha vida pessoal e familiar com a vida profissional, carrego a forte convicção de que numa democracia saudável as pessoas não devem eternizar-se nos cargos, devendo dar oportunidade a outras. Ou seja, como muitos sabem, defendo a limitação de todos os mandatos políticos, sejam eles partidários ou em órgãos de poder institucional", justifica.

Face a estes motivos, André Silva diz que entendeu não se recandidatar a um novo mandato na Comissão Política Nacional do PAN, "deixando todos os cargos de direção partidária".

“Haja coragem para mudar o que está mal… e vão ver que o Chega não chega lá.”

Zé LG, 10.11.20

“… o Chega é um partido oportunista que copia o pior do que outros fazem, como seja o recurso ás noticias falsas e a sua ampla divulgação nas redes sociais.

O Chega procura polémicas para ter visibilidade, tais como posturas racistas e xenófobas, mas as pessoas que votam neles não são mais do que votos de protesto, ai a culpa é de todos nós independentemente de sermos mais de esquerda ou direita pois há erros repartidos, como sejam o das desigualdades sociais , na saúde, na educação, no trabalho e sua remuneração, e , para mim , o mais grave é a nível da justiça em que vivemos num estado quase paleolítico com os juízes como personagens medievais e os advogados como autênticos vendedores de banha da cobra.

Haja coragem para mudar o que está mal, não é fácil, e vão ver que o Chega não chega lá."

Anónimo 07.11.2020, aqui.

Afinal que impacto teve a Festa do Avante no aumento de contágios da COVID-19?

Zé LG, 20.09.20

Muito se falou sobre a irresponsabilidade do PCP realizar a Festa do Avante, este ano, em plena pandemia, pelo impacto que teria no agravamento da situação. Desde comentadores até comerciantes da Amora, passando pelo líderes do PSD e do CDS até ao envolvimento, como nunca antes se tinha visto, do PR e às maiores limitações colocadas pela DGS, tudo foi feito no sentido de travar ou impedir a realização da Festa.

20200906comiciofestaavante09.jpgEntretanto a Festa do Avante realizou-se - com repetição de alguns elogios à capacidade de organização e cumprimento de regras do PCP - e passadas duas semanas ainda não ouvi ninguém atribuir à realização da Festa a responsabilidade pelo significativo aumento de "casos" a que temos vindo a assistir.  

E, entretanto também e mais grave do que isso, não ouvi nenhum responsável, a começar pelo PR, atribuir aquelas responsabilidades ao PCP ou a autocriticar-se pelo exagero e incorrecção das posições que assumiu. 

Que o "Zé" diga o que lhe lhe dá na real gana e faça afirmações gratuitas e irresponsáveis é uma coisa. Que o PR e líderes partidários e outros responsáveis de outras entidades procedam da mesma forma já não se admite. No combate político não deve valer tudo, principalmente quando se usa a Saúde e o medo como armas de arremeço.

Luís Filipe Vieira fez o que já devia ter feito e outros não fizeram

Zé LG, 17.09.20

image.jpg«Reforçando ainda que é altura dos responsáveis políticos se preocuparem mais em "combater a tendência de transformar em sentença transitada a notícia de uma suspeita ou de uma acusação judicial", Vieira agradece a todos os benfiquistas pelos apoios que tem recebido, mas afirma que não pode permitir que "instrumentalizem o Sport Lisboa e Benfica e a minha comissão de honra em lutas políticas que nada têm que ver com o Clube a que presido e a cuja presidência serei recandidato".

Desta forma, Luís Filipe Vieira tomou a decisão de retirar da sua Comissão de Honra "todos – todos – os titulares de cargos públicos, sejam autarcas, deputados ou membros do Governo", lamentando que  "nos depois do 25 de Abril, se tenha de censurar quem livremente decidiu manifestar-me o seu apoio, mas o populismo e a demagogia dos dias de hoje obrigam-me a fazê-lo de forma a terminar com uma polémica injustificada e profundamente hipócrita".»

Vamos ver se agora o FCP e outros clubes na mesma situação afastam dos seus órgãos sociais "todos – todos – os titulares de cargos públicos, sejam autarcas, deputados ou membros do Governo", que os integram e se os partidos políticos deixam de integrar dirigentes de clubes e outras associações nas listas de apoio às suas candidaturas...

“O que é que se passou para se terem tornados uns carneirinhos obedientes e seguidistas das orientações superiores?”

Zé LG, 06.09.20

“Este blog está com um sentido de oportunidade e uma excelência dignos de nota, daí os meus parabéns a LG; mesmo embora motivado pelas graves contingências em que se encontra a cidade e a sua região.

Todos nós que já passámos a barreira dos sessenta anos, nos lembramos que após o 25 de abril de 1974, quando o povo teve finalmente a oportunidade de se exprimir em liberdade. Em todas as sedes dos partidos incluindo até o PCP e a sua ortodoxia institucional, se discutia de forma apaixonada o dia-a-dia da região e os seus problemas. Havendo sempre vozes bem activas e discordantes, rebatendo e propondo alternativas às linhas oficiais das estruturas centrais dos seus partidos, quando estas não eram consentâneas com os interesses das suas populações.

O que é que se passou, para atualmente, os militantes locais de todos os partidos, quase sem exceção, se terem tornados uns carneirinhos obedientes e seguidistas das orientações superiores, mesmo quando elas são contra o desenvolvimento da cidade e da região?”

Anónimo 05.09.2020, aqui.

“Uma cultura de exigência que deveria começar nas estruturas locais e na população em geral”

Zé LG, 05.09.20

“Essa reflexão deveria ser feita em primeiro lugar no seio das organizações partidárias!

Devem ser escolhidas as figuras mais capazes em detrimento das que manifestam disponibilidade imediata, ou se movem por interesses de amiguismos e clientelismo de qualquer espécie!… Mas parece-me que os mais capazes se têm alheado da vida partidária de modo gradual!… Também falta muita actividade cívica para despertar consciências, e exigir competência aos actores políticos que nos representam… Uma cultura de exigência que deveria começar nas estruturas locais e na população em geral… sem isso estamos condenados a definhar, ao sabor das idiossincrasias da incompetência e da personalidade egocêntrica de muitos dirigentes! Uma verdadeira porra.”

HC - Anónimo 01.09.2020, aqui.

Parlamento debate e vota iniciativas legislativas sobre culturas intensivas e superintensivas

Zé LG, 09.06.20

20190408161646116 agricultura.jpgO Bloco de Esquerda informa que por agendamento deste partido são discutidas e votadas, hoje, no Parlamento, diversas iniciativas legislativas sobre as culturas intensivas e superintensivas. Para além de iniciativas legislativas do BE são discutidas e votadas, igualmente, projetos-lei do PCP, PAN, PEV e do CDS-PP sobre o tema em causa.

“A extrema-direita é miserável”

Zé LG, 04.04.20

“Como reação a estas críticas, o chega acusa aqueles que as fazem de pertencerem à «esquerda radical». Ou de atentarem contra a democracia por quererem «calar o chega». Como diz um amigo meu, e muito bem, a extrema-direita manda as pessoas para a sua terra. A «esquerda-radical» como lhe chama o ventura, não manda ninguém para lado nenhum. A extrema-direita quer decidir quem ama quem e o que é uma família. A «esquerda-radical» acha que cada um ama quem quer e que a família só diz respeito a quem a ela pertence. A extrema-direita quer acabar com o Estado Social. A «esquerda-radical» quer mais Estado Social. Existe uma diferença entre querer nacionalizar os CTT e querer «mandar os pretos para a sua terra». A extrema-direita, que chama «monhé» ao nosso Primeiro-ministro, acha que existem pessoas melhores do que outras por causa do seu tom de pele, da religião que professam e do local onde nasceram. A «esquerda-radical» não. A extrema-direita é miserável. Tolerar a sua presença é uma fragilidade da democracia: xenofobia, homofobia e racismo não são opiniões. São crime.”

Trecho do texto “Dos vírus que nos assolam…”, de Paulo Monteiro, publicado aqui.

António Costa e PCP (os que mais) têm estado à altura da situação

Zé LG, 23.03.20

28487434-scaled_770x433_acf_cropped.jpgÉ cedo para balanços finais. Mas podemos avaliar como se têm comportado os diversos agentes políticos e institucionais nesta situação tão crítica, de contornos tão imprecisos e com final difícil de prever.

Com alguma tendência inicial para a politicice habitual, cedo todos se aperceberam da gravidade e da imprevisibilidade da crise e afinaram as suas posições de forma mais responsável e cooperante. Na minha opinião, merecem destaque pela positiva António Costa (Foto de Manuel de Almeida / Lusa) e o PCP.

António Costa tem-se mostrado um primeiro-ministro à altura das circunstâncias. Sereno, com bom senso, conciliador mas firme, como mostrou na declaração do Estado de Emergência, procurando as medidas mais adequadas para combater a pandemia e os prejuízos imediatos por ela causados mas sem perder de vista o depois da crise, sem hipotecar o futuro.

O PCP, cedo percebeu a gravidade da situação e assumiu uma postura responsável de apoio geral às medidas das autoridades da Saúde para combater a Covid-19. Por outro lado, embora não obstaculizando a declaração do Estado de Emergência, deixou claro que a considerava prematura e perigosa. E, finalmente, foi pontuando a sua intervenção na defesa do SNS, contra a suspensão do direito à greve e na necessidade de medidas de apoio a quem delas efectivamente precise em resultado do prejuízos causados por esta crise.

“quem mexe na realidade os cordelinhos no Chega”?

Zé LG, 18.02.20

"A pergunta a fazer, é quem mexe na realidade os cordelinhos no Chega. O ventura é um oportunista, que se serve do Benfica, para passar uma mensagem claramente fascista e xenófoba. Mas porque é que a Cofina ( correio da manha, CMTV etc ) os Jornais I e Sol (desconhecem-se os proprietários), e até os órgãos de informação ligados á Impresa -Balsemão, Sic-Expresso, lhe dão tanto espaço. Isso sim deveria merecer pesquisa, e explicação lógica. Hoje tivemos a propósito do caso Marega, o homem em direto no telejornal da CMTV ,e depois durante mais de duas horas nos comentários do futebol. E até no telejornal da noite da TVI , o tivemos a discutir com o Miguel Sousa Tavares. PORQUÊ, toda esta atenção da Comunicação Social, quem está a mexer os cordelinhos para o ventura dançar?
Alexandre Campo 18.02.2020", aqui.

O problema deste Orçamento de Estado é... de ser de continuidade

Zé LG, 19.12.19

naom_56b308bcc7606.jpgMário Centeno, durante a apresentação do Orçamento de Estado, afirmou, vezes sem conta e a propósito de várias propostas do mesmo, que “esta é a verdade”. Deveria ter sido mais preciso e afirmar que “esta é a minha verdade”, porque certamente que muitos não se reveem “na sua verdade” ou “nas suas verdades”.

António Costa veio a terreiro afirmar que não via razões para os partidos de esquerda, que constituíram a “geringonça” com o PS, não apoiarem a proposta de OE, apresentada pelo seu governo, por esta ser de continuidade dos que na legislatura anterior eles apoiaram.

Ora, quer-me parecer que é essa mesma razão apresentada por António Costa – OE de continuidade -, que pode justificar que os partidos à esquerda do PS não apoiem a proposta apresentada pelo governo.

Convém lembrar que, depois de um período com intervenção externa, veio a última legislatura com uma solução de compromisso à esquerda com o objectivo de recuperar rendimentos e direitos que tinham sido retirados no período anterior. Com este objectivo maior os partidos à esquerda assinaram compromissos que remeteram para mais tarde a luta por outros objectivos que defendem.

António Costa reconheceu na campanha eleitoral que uma maioria absoluta não era desejada e afirmou-se disposto a renovar a “geringonça”. Mas bastaram as primeiras dificuldades nesse processo para logo ter desistido daquela intenção, mostrando que nela não estava sinceramente empenhado e que pretendia governar como se tivesse obtido a maioria absoluta, apesar de não a ter alcançado.

É natural por isso que a continuidade das políticas que a proposta de OE aponta, não satisfaçam as expectativas de ir mais além dos partidos à esquerda, que, sem compromissos negociados como aconteceu há quatro anos, podem não estar dispostos a apoiar políticas de continuidade, que não resolvam ou nem sequer, nalguns casos, atenuem os mais graves problemas de Portugal e dos portugueses.

Vamos ver até onde vai “o esticar da corda” na discussão do OE e se António Costa (e, principalmente, Mário Centeno) vai ter “jogo de cintura” suficiente para manter a “geringonça” sem compromissos ou se o seu amigo Rui Rio deixa passar o OE, com a abstenção do PSD, na linha do que defendia, ou seja, que não sendo possível o PSD formar governo deveria evitar que o PS governasse na dependência da “extrema esquerda”.

Resultados Eleitorais Globais (faltam os votos da emigração)

Zé LG, 07.10.19

Resultados Globais.JPG

Para além da abstenção ter subido de 43% para 45,5%, os votos nos pequenos partidos (>1,5%) subiram de 6,88% para 7,50% e os brancos e nulos de 3,70% para 4,28%.

Actualização: O apuramento dos votos dos círculos da emigração atribuiu dois deputados para o PSD, e dois também para o PS, vencedor das eleições de 6 de outubro. Assim, o PS reforça a presença no Parlamento para 108 deputados, enquanto o PSD passa a ter 79 mandatos.

Rádio Pax, Rádio Castrense, Diário do Alentejo e Correio Alentejo realizam debate com os candidatos por Beja à AR

Zé LG, 02.10.19

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Frente-a-frente vão estar Pedro do Carmo, cabeça de lista do PS; João Dias, cabeça de lista da CDU; Henrique Silvestre, cabeça de lista do PSD; Mariana Aiveca, cabeça de lista do BE e Inês Palma Teixeira, cabeça de lista do CDS, esta quarta-feira, dia 2 de Outubro, às 18 horas.
O debate será transmitido em directo nas redes sociais dos promotores da iniciativa e onde os ouvintes podem colocar questões aos candidatos.

Voz da Planície promove debate público com os candidatos à AR

Zé LG, 01.10.19

candidatos.jpgA Rádio Voz da Planície promove, esta tarde, a partir das 18.00 horas, na Cafetaria do Pax Julia, um debate público com os cabeças de lista das forças políticas com assento parlamentar, pelo círculo eleitoral de Beja: Pedro do Carmo, do PS, João Dias, da CDU, Mariana Aiveca, do BE, Henrique Silvestre Ferreira, do PSD, Inês Palma Teixeira, do CDS-PP e Inês Campos, do PAN.

Saúde, desenvolvimento regional e acessibilidades são os temas que vão estar em destaque num debate onde os candidatos vão estar disponíveis para responder às questões colocadas pelo público.

O debate pode ser acompanhado em directo através dos 104.5 da Voz da Planície ou on-line na página www.vozdaplanicie.pt .