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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“A extrema-direita é miserável”

Zé LG, 04.04.20

“Como reação a estas críticas, o chega acusa aqueles que as fazem de pertencerem à «esquerda radical». Ou de atentarem contra a democracia por quererem «calar o chega». Como diz um amigo meu, e muito bem, a extrema-direita manda as pessoas para a sua terra. A «esquerda-radical» como lhe chama o ventura, não manda ninguém para lado nenhum. A extrema-direita quer decidir quem ama quem e o que é uma família. A «esquerda-radical» acha que cada um ama quem quer e que a família só diz respeito a quem a ela pertence. A extrema-direita quer acabar com o Estado Social. A «esquerda-radical» quer mais Estado Social. Existe uma diferença entre querer nacionalizar os CTT e querer «mandar os pretos para a sua terra». A extrema-direita, que chama «monhé» ao nosso Primeiro-ministro, acha que existem pessoas melhores do que outras por causa do seu tom de pele, da religião que professam e do local onde nasceram. A «esquerda-radical» não. A extrema-direita é miserável. Tolerar a sua presença é uma fragilidade da democracia: xenofobia, homofobia e racismo não são opiniões. São crime.”

Trecho do texto “Dos vírus que nos assolam…”, de Paulo Monteiro, publicado aqui.

António Costa e PCP (os que mais) têm estado à altura da situação

Zé LG, 23.03.20

28487434-scaled_770x433_acf_cropped.jpgÉ cedo para balanços finais. Mas podemos avaliar como se têm comportado os diversos agentes políticos e institucionais nesta situação tão crítica, de contornos tão imprecisos e com final difícil de prever.

Com alguma tendência inicial para a politicice habitual, cedo todos se aperceberam da gravidade e da imprevisibilidade da crise e afinaram as suas posições de forma mais responsável e cooperante. Na minha opinião, merecem destaque pela positiva António Costa (Foto de Manuel de Almeida / Lusa) e o PCP.

António Costa tem-se mostrado um primeiro-ministro à altura das circunstâncias. Sereno, com bom senso, conciliador mas firme, como mostrou na declaração do Estado de Emergência, procurando as medidas mais adequadas para combater a pandemia e os prejuízos imediatos por ela causados mas sem perder de vista o depois da crise, sem hipotecar o futuro.

O PCP, cedo percebeu a gravidade da situação e assumiu uma postura responsável de apoio geral às medidas das autoridades da Saúde para combater a Covid-19. Por outro lado, embora não obstaculizando a declaração do Estado de Emergência, deixou claro que a considerava prematura e perigosa. E, finalmente, foi pontuando a sua intervenção na defesa do SNS, contra a suspensão do direito à greve e na necessidade de medidas de apoio a quem delas efectivamente precise em resultado do prejuízos causados por esta crise.

“quem mexe na realidade os cordelinhos no Chega”?

Zé LG, 18.02.20

"A pergunta a fazer, é quem mexe na realidade os cordelinhos no Chega. O ventura é um oportunista, que se serve do Benfica, para passar uma mensagem claramente fascista e xenófoba. Mas porque é que a Cofina ( correio da manha, CMTV etc ) os Jornais I e Sol (desconhecem-se os proprietários), e até os órgãos de informação ligados á Impresa -Balsemão, Sic-Expresso, lhe dão tanto espaço. Isso sim deveria merecer pesquisa, e explicação lógica. Hoje tivemos a propósito do caso Marega, o homem em direto no telejornal da CMTV ,e depois durante mais de duas horas nos comentários do futebol. E até no telejornal da noite da TVI , o tivemos a discutir com o Miguel Sousa Tavares. PORQUÊ, toda esta atenção da Comunicação Social, quem está a mexer os cordelinhos para o ventura dançar?
Alexandre Campo 18.02.2020", aqui.

O problema deste Orçamento de Estado é... de ser de continuidade

Zé LG, 19.12.19

naom_56b308bcc7606.jpgMário Centeno, durante a apresentação do Orçamento de Estado, afirmou, vezes sem conta e a propósito de várias propostas do mesmo, que “esta é a verdade”. Deveria ter sido mais preciso e afirmar que “esta é a minha verdade”, porque certamente que muitos não se reveem “na sua verdade” ou “nas suas verdades”.

António Costa veio a terreiro afirmar que não via razões para os partidos de esquerda, que constituíram a “geringonça” com o PS, não apoiarem a proposta de OE, apresentada pelo seu governo, por esta ser de continuidade dos que na legislatura anterior eles apoiaram.

Ora, quer-me parecer que é essa mesma razão apresentada por António Costa – OE de continuidade -, que pode justificar que os partidos à esquerda do PS não apoiem a proposta apresentada pelo governo.

Convém lembrar que, depois de um período com intervenção externa, veio a última legislatura com uma solução de compromisso à esquerda com o objectivo de recuperar rendimentos e direitos que tinham sido retirados no período anterior. Com este objectivo maior os partidos à esquerda assinaram compromissos que remeteram para mais tarde a luta por outros objectivos que defendem.

António Costa reconheceu na campanha eleitoral que uma maioria absoluta não era desejada e afirmou-se disposto a renovar a “geringonça”. Mas bastaram as primeiras dificuldades nesse processo para logo ter desistido daquela intenção, mostrando que nela não estava sinceramente empenhado e que pretendia governar como se tivesse obtido a maioria absoluta, apesar de não a ter alcançado.

É natural por isso que a continuidade das políticas que a proposta de OE aponta, não satisfaçam as expectativas de ir mais além dos partidos à esquerda, que, sem compromissos negociados como aconteceu há quatro anos, podem não estar dispostos a apoiar políticas de continuidade, que não resolvam ou nem sequer, nalguns casos, atenuem os mais graves problemas de Portugal e dos portugueses.

Vamos ver até onde vai “o esticar da corda” na discussão do OE e se António Costa (e, principalmente, Mário Centeno) vai ter “jogo de cintura” suficiente para manter a “geringonça” sem compromissos ou se o seu amigo Rui Rio deixa passar o OE, com a abstenção do PSD, na linha do que defendia, ou seja, que não sendo possível o PSD formar governo deveria evitar que o PS governasse na dependência da “extrema esquerda”.

Resultados Eleitorais Globais (faltam os votos da emigração)

Zé LG, 07.10.19

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Para além da abstenção ter subido de 43% para 45,5%, os votos nos pequenos partidos (>1,5%) subiram de 6,88% para 7,50% e os brancos e nulos de 3,70% para 4,28%.

Actualização: O apuramento dos votos dos círculos da emigração atribuiu dois deputados para o PSD, e dois também para o PS, vencedor das eleições de 6 de outubro. Assim, o PS reforça a presença no Parlamento para 108 deputados, enquanto o PSD passa a ter 79 mandatos.

Rádio Pax, Rádio Castrense, Diário do Alentejo e Correio Alentejo realizam debate com os candidatos por Beja à AR

Zé LG, 02.10.19

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Frente-a-frente vão estar Pedro do Carmo, cabeça de lista do PS; João Dias, cabeça de lista da CDU; Henrique Silvestre, cabeça de lista do PSD; Mariana Aiveca, cabeça de lista do BE e Inês Palma Teixeira, cabeça de lista do CDS, esta quarta-feira, dia 2 de Outubro, às 18 horas.
O debate será transmitido em directo nas redes sociais dos promotores da iniciativa e onde os ouvintes podem colocar questões aos candidatos.

Voz da Planície promove debate público com os candidatos à AR

Zé LG, 01.10.19

candidatos.jpgA Rádio Voz da Planície promove, esta tarde, a partir das 18.00 horas, na Cafetaria do Pax Julia, um debate público com os cabeças de lista das forças políticas com assento parlamentar, pelo círculo eleitoral de Beja: Pedro do Carmo, do PS, João Dias, da CDU, Mariana Aiveca, do BE, Henrique Silvestre Ferreira, do PSD, Inês Palma Teixeira, do CDS-PP e Inês Campos, do PAN.

Saúde, desenvolvimento regional e acessibilidades são os temas que vão estar em destaque num debate onde os candidatos vão estar disponíveis para responder às questões colocadas pelo público.

O debate pode ser acompanhado em directo através dos 104.5 da Voz da Planície ou on-line na página www.vozdaplanicie.pt .

“Os populismos apenas surgem por incompetência dos partidos do sistema”

Zé LG, 21.09.19

"Os populismos apenas surgem por incompetência dos partidos do sistema, que por multiplas razões sobejamente conhecidas, não conseguem resolver os problemas básicos dos cidadãos.
De modo que, se assim continuarem, de forma paulativa, vão ver o que é que sucede por toda a Europa aliás por todo o mundo e até por cá.
Aliás, já está acontecendo ..., basta só dar tempo ao tempo.

Anónimo 18.09.2019 23:34", aqui.