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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Hélder Guerreiro diz que será “o fim da ideia do Baixo Alentejo constituído pelos 18 concelhos”

Zé LG, 25.05.22

182131243_4140054922713742_2588091656553156507_n.jpg«Aquele que deveria ser um processo de construção estratégica para uma região onde as principais reflexões deveriam assentar nas ligações de profundidade desde o oceano atlântico (costa sudoeste) à zona raiana com Espanha e nas relações verticais com a área metropolitana de lisboa e/ou com a Região do Algarve. Em vez de tudo isso estamos a construir de forma separada, Alentejo Litoral para um lado e Baixo Alentejo para outro, a resposta que se nos impõe ao próximo período de programação de fundos comunitários.

Em vez de pensamento estratégico para e sobre uma região estamos entretidos, de forma cada vez mais separada e distante, a arrumar somatórios de projetos e de intenções de projetos que se encaixem nas grandes opções de política definidas pela comissão europeia.»

Hélder Guerreiro, Presidente da CM Odemira, aqui.

Cibersegurança do Poder Local no Baixo Alentejo é de alto risco

Zé LG, 24.05.22

imgLoader2.ashx.jpg«Relativamente ao Poder Local, no Baixo Alentejo, a nossa sensibilidade relativamente à cibersegurança é de uma situação de alto risco. Consideramos que a sorte será o Poder Local não ser, por enquanto, um alvo para os cibercriminosos. Realizámos, há anos atrás um trabalho de Ciência Aplicada sobre a Cibersegurança no Poder Local, em que demonstrámos que é possível bloquear o acesso à Internet de grande parte dos municípios do nosso país. Publicámos os resultados obtidos e comunicámos as conclusões à Associação Nacional de Municípios e nada foi feito. Neste momento, estamos a realizar um novo trabalho, com alguns municípios, no âmbito da cibersegurança e das comunicações, que pretendemos generalizar com um caso de estudo, na esperança de podermos contribuir para a redução do risco de ciberataques. Imagine-se o impacto que teria, para uma câmara municipal, a perda de acesso ao seu sistema informático…» - Rui Silva, docente e coordenador do laboratório UbiNET do IPBeja.

Governo quer atores locais a definirem estratégias para aplicar fundos em cada território

Zé LG, 23.05.22

202205211453264192.jpgIsabel Ferreira, a secretária de Estado do Desenvolvimento Regional, disse que vai convocar os diferentes atores locais para pensarem e definirem onde devem ser aplicados os fundos do comunitários em cada território, trabalho que já iniciou com as cinco comissões de coordenação e desenvolvimento regional (CCDR) do país e que pretende ouvir os diferentes níveis de poder e agentes locais para decidir como será aplicado o dinheiro.
“Não chega nós distribuirmos fundos comunitário aleatoriamente, é preciso que quem recebe esses fundos tenha uma estratégia, saiba o que quer, onde é que quer ir, é preciso convocar os atores todos”, salientou, afirmando que este é um trabalho de rede, que será feito “de baixo para cima”, que é preciso “pensar no país, nas regiões e depois dentro de cada região, dentro de cada comunidade intermunicipal, dentro de cada município, entre um município maior e as freguesias à volta”.
“Os atores, as lideranças locais são fundamentais e determinantes, nomeadamente os municípios. É tratar diferente o que é diferente, não podemos ter medidas iguais para todo o território e isso só se faz identificando região a região”, acrescentou, alertando que as estratégias locais devem articular-se com os três grandes desafios nacionais e europeus, que são o demográfico, a transição digital e a transição verde.

Jerónimo de Sousa critica Governo por recusar travar escalada de preços

Zé LG, 22.05.22

202205221433348290.jpgJerónimo de Sousa, líder do PCP, hoje em Baleizão, acusou o Governo do PS de fazer “uma política de meias-tintas” por se recusar a aumentar os salários e pensões e a travar a escalada de preços, recordando que o PS prometeu, na campanha eleitoral, valorizar salários e reformas, e que agora, “apanhado com a maioria absoluta que ambicionava e de mãos livres”, “esqueceu a promessa” e “está já a fazer o contrário do que anunciou”.
Jerónimo de Sousa frisou que o “deixar andar e fechar os olhos à especulação e à exploração está bem patente” na proposta de Orçamento do Estado para este ano, considerando que no documento “não se veem as soluções para estes e outros problemas” e que “O que aí está é um autêntico assalto ao bolso de quem trabalha da parte dos grupos económicos, com os seus aumentos especulativos dos bens essenciais, dos alimentares à energia, dos combustíveis aos transportes, à água e habitação”.

A CADEIRA E A VIDA, de António Vilhena

Zé LG, 20.05.22

22687938_112235742873964_8205962711830460295_n.jpg«... Tenho, ainda, na memória a imagem da minha primeira cadeira, quando a minha avó, Maria Luísa, me levava, depois das aulas da escola primária, para a casa da menina Bia, em Beja, uma espécie de explicadora ou de ATL dos tempos modernos. A minha avó comprou-me uma cadeirinha azul, onde escorriam algumas flores pintadas. Ao final das aulas lá ia eu fazer os trabalhos de casa com a professora, amiga da minha avó. Sentava-me com uma ardósia sobre os joelhos e, assim, passava as tardes a fazer contas de somar e subtrair. Ao final do dia, arrumava a cadeirinha azul num canto até ao dia seguinte. Com o tempo a cadeira ficou pequena, o mundo mudou, a minha avó reformou-se e eu cresci, quiçá, para compreender a relação entre a cadeira e a minha avó, que foi lavadeira no Hospital da Santa Casa da Misericórdia de Beja. Levou uma vida em pé a precisar, também, de uma cadeira.»                                                                                                             Final da Crónica de António Vilhena, publicada no Diário de Coimbra, dia 19 de Maio de 2022)

“É urgente dotar a região de melhores condições de saúde”, afirma Nelson Brito

Zé LG, 19.05.22

202205172201003277.PNGO investimento público, na opinião de Nelson Brito deve ser colocado para uma “mudança de paradigma”, para contribuir “para uma região melhor para se viver e em que, finalmente, se concretize a adiada coesão económica, social e territorial do Baixo Alentejo”, pelo que “é urgente dotar a região de melhores condições de saúde, visto que se trata de um direito fundamental e requisito crítico para a fixação e atração de nova população, evidência que ficou ainda mais explicitada após dois anos de resposta do Serviço Nacional de Saúde à situação pandémica, em todo o território nacional”.

O líder distrital e deputado do PS apontou como prioridades “avançar com a construção imediata da segunda fase do Hospital José Joaquim Fernandes, em Beja” e fazer “um esforço de atração para o Baixo Alentejo de mais médicos de saúde pública, especialistas no âmbito dos cuidados de saúde primários de medicina geral ou familiar e ainda especialistas na área hospitalar”.  Daqui, daqui, daqui e daqui.

Hospital de Beja “desapareceu” do Orçamento do Estado, denuncia Catarina Martins

Zé LG, 18.05.22

Catarina-Martins-1-768x432.jpgCatarina Martins, a Coordenadora do Bloco de Esquerda (BE), visitou, esta manhã, o Hospital de Beja e não poupou críticas ao Governo pelo desinvestimento, lamentando que o Orçamento de Estado não tenha atribuídas verbas para a ampliação daquela unidade de saúde. “O Hospital de Beja desapareceu do Orçamento do Estado, entre 2018 e agora”, disse, apontando ainda outros problemas: a contratação e a fixação de profissionais, recordando que o prometido aumento das “vagas carenciadas” ficou “aquém das necessidades” no Hospital de Beja.
A coordenadora do Bloco o Esquerda aproveitou a oportunidade para enaltecer a resposta de saúde mental criada em Beja.                               Leia e oiça aqui e aqui.

Lixo fora dos contentores. Falta de civismo ou também de capacidade de recolha?

Zé LG, 17.05.22

Acabei de ler agora este post no MAIS BEJA, sobre um assunto que, infelizmente, se mantém actual e pertinente e que em nada contribui para a imagem das nossas Terras.

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É um tema recorrente em vésperas de eleições – e não só, como se vê -, em que as oposições criticam quem está no poder por não resolver o problema e quem está no poder tenta justificá-lo com a falta de meios e de colaboração dos munícipes.

Quer-me parecer que o MAIS BEJA tem razão ao aconselhar: “senhor presidente, aumente a frequência e dias em que os contentores e ecopontos são despejados, e vai ver que o problema se resolve. Em alternativa (em complemento, digo eu), deveria colocar mais contentores do lixo/moloks, aumentando assim a capacidade de deposição de lixo indiferenciado e reciclável.

Nesta como em tantas outras situações, é sempre mais eficiente fazer do que esperar que outros façam. E nesta situação em concreto, o que a Câmara Municipal fizer para resolver o problema terá efeitos muito mais rápidos. E vai ver que o problema não subsiste apenas porque as pessoas não querem colaborar...

ZERO defende setor da água mais eficiente, alertando para as perdas de 24% da água que entra no sistema de abastecimento

Zé LG, 16.05.22

202102020945456668.png"É com grande apreensão que a ZERO antevê os próximos 10 anos, uma vez que o plano, ..., revela uma excessiva preocupação com o equilíbrio económico-financeiro das entidades gestoras, não estando vertida uma verdadeira intenção de melhorar o desempenho ambiental das mesmas e a eficiência hídrica dos serviços onde as perdas de água representam 24% do volume de água que entra no sistema de abastecimento", afirmou a associação ambientalista ZERO, após análise do Plano Estratégico para o setor da água em Portugal, concluindo que "os desafios que se colocam ao setor para as próximas décadas são enormes, podendo ser agravados pela evolução das alterações climáticas e dos seus efeitos sobre os recursos hídricos, tanto em termos de quantidade como de qualidade, pelo que é preciso fazer muito mais e muito melhor do que se tem feito até agora para termos serviços mais eficientes a todos os níveis".

“Transferência de competências é um processo de sucesso”, segundo o secretário de Estado Carlos Miguel

Zé LG, 15.05.22

280218155_717349746068089_1360722201708026737_n-76Carlos Miguel, secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, na Feira de Maio, em Moura, afirmou que, apesar da complexidade inerente e “ao contrário de que muitos querem fazer crer, o processo de descentralização de competências é um processo de sucesso para os territórios”, pois “aproxima as competências das pessoas” e logo, permite um maior escrutínio, embora admitindo que “não é um processo perfeito” e, por isso, precisará de “ser limado”.

“Ovibeja deverá ser entendida como uma voz da região. Sem quintais, ou quintinhas.”

Zé LG, 14.05.22

OPINIAO_RUI_GARRIDO-768x364.jpgA agricultura e o mundo rural mobilizam-se no campo, mas é na cidade que germina a sua capacidade de se interligar e interrelacionar com todos. Uma das grandes expressões do mundo rural é a Ovibeja que, na edição deste ano nos trouxe a gratificação de nos sentirmos todos juntos, superando as expectativas, e a média dos anos anteriores, em relação ao número de visitantes e também de participantes nos colóquios.

Podemos dizer que Ovibeja é uma instituição na região. É festa, é tradição, ruralidade, mas é, sobretudo, intervenção cívica. É um evento que, ao reunir as diferentes áreas de atividade da região, diferentes sensibilidades, áreas de formação e de intervenção, deverá ser entendida como uma voz da região. Sem quintais, ou quintinhas. Porque, o mais importante é saber potenciar a atenção suscitada sobre a região.

“Isto não é perseguição ao comuna?... Não?... É democracia?...Ah!”

Zé LG, 11.05.22

image.png«Uma associação de ucranianos denunciou que em Setúbal (presidência CDU), Aveiro (PSD), Gondomar (PS) e Albufeira (PSD) os refugiados da guerra na Ucrânia estavam a ser recebidos por, cito as palavras que Pavlo Sadokha usou na RTP, a 29 de abril, "russos e ucranianos pro-Moscovo".

Este presidente da Associação dos Ucranianos em Portugal afirmou que avisou essas autarquias do facto e que, nessa data, apenas a algarvia alterara a situação.

Nessa manhã o jornal Expresso titulara, em manchete, "Ucranianos recebidos em Câmara CDU por russos Pró-Putin".

… Porque carga de água é que só o PCP e a CDU levam pancada, são investigados, são criticados, são acusados pelos processos de receção aos refugiados ucranianos? Porque é que as outras autarquias, com procedimentos similares ou também controversos, são poupadas a esse escrutínio? Porque é que as instituições nacionais com responsabilidades nesta operação são esquecidas?

Isto não é perseguição ao comuna?... Não?... É democracia?...Ah!»

Pedro Tadeu, Jornalista, aqui.

Nova reitora da Universidade de Évora defendeu a criação de “uma voz única” na defesa dos interesses do Alentejo

Zé LG, 10.05.22

Sem nome.pngHermínia Vasconcelos Vilar, a nova reitora da Universidade de Évora, defendeu a criação de “uma voz única” na defesa dos interesses do Alentejo, afirmando que este é o desígnio para o seu mandato que agora se inicia.
A nova equipa reitoral é constituída pelos vice-reitores João Valente Nabais, Ana Paula Canavarro e Paulo Quaresma e pelos pró-reitores Ana Fialho, Vítor Nogueira, Clarinda Pomar, Paulo Mendes e Augusto Peixe.

CDU e PS fazem acusações mútuas no Município de Beja

Zé LG, 10.05.22

202105030838082562.JPGOs vereadores da CDU na Câmara de Beja acusam, em nota de imprensa, o PS de mostrar “falta de respeito pelos órgãos autárquicos e pelo poder local democrático”. O Presidente da Câmara de Beja afirma que não corresponde à verdade.

Segundo os vereadores da CDU esta acusação prende-se com “o processo de transferência de competências na área da educação quando, à revelia de uma decisão da Assembleia Municipal, o executivo do PS decidiu aceitá-las” e ainda com “o processo de atribuição de medalhas de mérito municipal que, depois de uma decisão dos eleitos do Executivo da Câmara Municipal de Beja, o PS decidiu adulterar a proposta levando uma outra à Assembleia Municipal.”

Paulo Arsénio, presidente da Câmara de Beja, eleito pelo PS, afirma que não corresponde à verdade. 

“Não sei onde é que isto vai parar, mas receio que acabe mal”

Zé LG, 06.05.22

279847962_10158608861163302_5462405853837098712_n.

«Razão para perguntar se, no lado ucraniano, a realidade que os camaradas do Bruno mostram não é apenas a realidade de um país invadido e se a Visão e vigilante Ana Gomes não entendem como útil aos cidadãos o conhecimento do que ocorre em cada um dos lados.

Insistamos na questão: os jornalistas, Ana Gomes, João Galamba, os cidadãos consideram mesmo dispensável a cobertura jornalística "no outro lado" da guerra? Que noção e que valor dão realmente ao pluralismo jornalístico, incluindo o reconhecimento de que a realidade é sempre observada, analisada e contada de ângulos e perspectivas mais ou menos singulares?

Resumindo:

O velho macarthismo agora travestido de puritanismo jornalístico anda à solta, farejando um comunista atrás de cada repórter. Pena não haver mais camaradagem, respeito pelo trabalho dos outros e defesa do direito dos outros ao trabalho. Não sei onde é que isto vai parar, mas receio que acabe mal.»

Leiam aqui este pertinente e oportuno texto de Alfredo Maia, ex-presidente do sindicato dos jornalistas, que a todos nos devia fazer refectir se é isto que queremos.

“O Custo de vida Aumenta o Povo não Augenta!!”

Zé LG, 04.05.22

273118887_4643643375734972_3902533592762164967_n.jEste Orçamento do Estado não dá resposta às necessidades que estão colocadas à população, ao país e mais ainda à nossa região, tal qual o Orçamento que foi rejeitado em outubro de 2021 não dava!

É preciso responder ao agravamento do custo de vida, à perda de poder de compra dos trabalhadores, dos reformados e pensionistas, a salvar o Serviço Nacional de Saúde, defender o direito à habitação, reforçar o abono de família das crianças e garantir a gratuitidade das creches a par da criação de uma rede pública de creches.

João Dias, Deputado do PCP, aqui.

ANMP emitiu, por unanimidade, parecer desfavorável à Proposta de Orçamento do Estado

Zé LG, 03.05.22

CD2022050307.jpgO Conselho Diretivo da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), hoje reunido em Faro, decidiu, por unanimidade, dar parecer desfavorável à Proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2022, após análise detalhada, por entender que o Governo não acolheu um conjunto de medidas que considera fundamentais para uma gestão municipal eficiente, pelo que reforçará agora, junto da Assembleia da República e do Governo, o processo negocial, na expectativa de ver ainda atendidas as suas reivindicações.

A ANMP frisou que é imperativo que o próximo Orçamento do Estado assegure a continuidade da resposta dos municípios às populações e a sustentabilidade das finanças municipais, sobretudo na difícil conjuntura em que vivemos devido ao impacto da pandemia e aos efeitos da guerra na Ucrânia, nomeadamente a crise provocada pelo aumento de preços da energia, dos combustíveis e das matérias-primas.

Nelson Brito “lamenta” ausência de António Costa na Ovibeja

Zé LG, 30.04.22

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O presidente da Federação Regional do Baixo Alentejo do PS “lamenta” a ausência de António Costa na Ovibeja, frisando que a repetida ausência do Primeiro-ministro “não reforça a relação de confiança com os Baixo Alentejanos, que ao longo dos anos têm apoiado o seu governo”.
Nelson Brito afirma que “numa fase de retoma económica e social o apoio à realização de eventos desta dimensão e o reconhecimento da sua mais valia é essencial para incutir confiança e estímulos a todos aqueles que nos diversos setores dão o melhor de si à competitividade e ao crescimento”.

“Pouco ou nada mudou em Odemira”, diz Associação Solidariedade Imigrante

Zé LG, 29.04.22

202104090856093885.jpgA Associação Solidariedade Imigrante considerou hoje que muito pouco ou nada mudou nas condições laborais e de vida de trabalhadores imigrantes no concelho de Odemira, persistindo casos “a roçar a escravatura” e “condições desumanas de habitação”.

Em termos laborais, “nada mudou”, criticou, argumentando que “a subcontratação de milhares de trabalhadores é feita através de prestadores de serviços de ‘vão de escada’, responsáveis diretos por muitas misérias humanas que o surto de covid-19 pôs a nu em 2021”, alertou o dirigente nacional da associação Alberto Matos .

Em relação à habitação, “os contentores não são uma solução inclusiva, pelo contrário, dificultam a socialização e a tão propalada integração dos imigrantes”. A solução passa pela reabilitação e pelo repovoamento de vilas e aldeias, não apenas numa faixa litoral, mas também no interior do concelho e “garantindo a mobilidade casa-trabalho, através de uma rede de transportes públicos para a qual devem contribuir uma fatia dos superlucros da agricultura intensiva”.

Governo tem dado a devida atenção aos investimentos para a região(?)

Zé LG, 23.04.22

Sem nome.pngA Ovibeja tem uma relevância incontornável no panorama nacional, a afirmação foi feita por João Torres, secretário geral adjunto do PS hoje de visita ao certame. João Torres destacou ainda o tema escolhido pela organização e afirmou que o governo e o 1º ministro têm dado a devida atenção aos investimentos tão necessários para o Alentejo dando como exemplo o anuncio feito pela ministra da Agricultura ontem na Ovibeja, referente ao regadio de Alqueva.          Leia e oiça também aqui.