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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“a liberdade exige responsabilidade cívica”

Zé LG, 28.02.24

image_2024-02-27_19-12-36.png«Não pretendendo fazer defesa de ninguém, o administrador do blog gere o seu espaço pessoal como bem entende! Devemos estar todos gratos por nos proporcionar um espaço de discussão, que se pretende elevado e profícuo em termos públicos (haverá quem confunda este desígnio). Quem não gosta pode criar um blog próprio, com conteúdo por si seleccionado onde só publica ou comenta o que quiser! Já percebemos todos, que alguns conteúdos de natureza menos decente e/ou higiénica, não são bem vindos, e com razão! Afinal a liberdade exige responsabilidade cívica!»                   Anónimo 26.02.2024, aqui.

Espero que esteja enganado...

Zé LG, 28.02.24

Banner-Lopes-Guerreiro-300x286.jpgComeçou oficialmente a campanha eleitoral no passado Domingo. Quem diria que assim foi, depois de ter assistido às dezenas de debates e a um sem número de acções de propaganda, levadas a cabo pelas diversas forças políticas, nestes últimos três meses, desde que António Costa pediu a demissão de primeiro-ministro e o Presidente da República a aceitou e anunciou que iria dissolver a Assembleia da República e marcar eleições antecipadas?!
Entretanto, há mais de três meses que o País continua a ser governado por um governo demissionário e, há um mês e meio que está com a Assembleia da República dissolvida. Ou seja, ou os factos que levaram à demissão do primeiro-ministro e à dissolução da Assembleia da República não eram assim tão graves e permitiam que se mantivessem em funções, ou, se eram efectivamente graves, as eleições deviam ter-se realizado no mais curto prazo que a lei permite. É isso o que costuma acontecer noutros países. Mas não no nosso…

 

“fugir dos fazedores de opinião que são os média”

Zé LG, 26.02.24

Sem nome (23).png«Blogs como este têm a finalidade, nestes tempos em que o convívio à mesa do café foi substituído pelo digital, de podermos analisar e de falar do que se passa no país e em particular fugir dos fazedores de opinião que são os média hoje em dia.
É interessante verificar o quanto, esses mesmos média, estão tão longe dos seus princípios programáticos de informação isenta e criteriosa.» Anónimo, 25.02.2024, aqui.

Pedro Nuno Santos versus Luís Montenegro

Zé LG, 24.02.24

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A pré-campanha eleitoral tem sido fértil em casos e casinhos, tal como foi o governo do PS, de maioria absoluta, e que, por isso também, acabou por cair. Parece que é nisto que se está a transformar a vida política no nosso País. Como se não existissem temas importantes  para discutir para o futuro do País.

A questão sobre o que fazer depois das eleições tem alimentado boa parte dos debates entre Pedro Nuno dos Santos, do PS, e Luís Montenegro, do PSD, e contribuído para reforçar a ideia que se tem dos dois. Enquanto o primeiro, mesmo gerando alguma confusão, faz, neste caso diz qual é a sua posição - o PS não apresenta nem apoia uma moção de censura caso não consiga formar governo, sozinho ou com o apoio de outros partidos à sua esquerda, o segundo não se compromete, deixa para depois... e não diz qual a sua posição, como relativamente a outras questões.

“É preciso definir políticas estratégicas e investimento de médio/longo prazo”

Zé LG, 22.02.24

RG.png"… Agricultores e governantes devem integrar os fenómenos das alterações climáticas no modo de planear e de trabalhar. É preciso encontrar as soluções necessárias para tirar o melhor proveito das nossas produções agrícolas, pecuárias e florestais. Sendo que os agricultores são a classe profissional que mais exposta está às alterações climáticas porque trabalha a céu aberto, e o que produz, seja animal ou vegetal, está dependente do clima.
Não podemos fingir que os períodos cada vez mais prolongados de seca são um fenómeno passageiro e ocasional. Também não podemos cruzar os braços de cada vez que há uma enxurrada - daqueles fenómenos extremos – quando vemos essa água sumir-se no mar, sem ser represada. ... É tempo de agir. De colocar em prática as soluções necessárias para conferir normalidade à vida no campo em contexto das alterações climáticas.” Rui Garrido, aqui.

Que partido é este?

Zé LG, 21.02.24

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Há um partido que se tem vindo a afirmar contra o sistema, quando o que pretende é acabar com o regime democrático, de forma a agravar ainda mais as desigualdades que este sistema (económico) tem vindo a acentuar.
É um partido que tem mobilizado, essencialmente, três grupos de potenciais eleitores: os saudosistas da ditadura que dominou o País até ao 25 de Abril, que acham que chegou a hora de “sair do armário”; os políticos de extrema-direita direita ambiciosos que nele procuram fazer carreira, que noutros partidos não conseguiram, e que nele assumem a sua direcção; e, finalmente, os que, por esta ou aquela razão, deixaram de acreditar na democracia e, revoltados, acham que é preciso acabar com este regime, mesmo que seja para pior, e se deixam levar por um homem providencial", que transforma vítimas em culpados da situação em que nos encontramos, e promete tudo a (quase) todos os descontentes e para já, como se nada tivesse a ver com ela.
Esta é a visão resumida que tenho desse partido. Se pela descrição que apresento o identificarem é porque ela traduz o que esse partido é efectivamente.

O regime está a caminho do abismo

Zé LG, 21.02.24

Sem nome (44).pngNo ano em que comemoramos o 25 de Abril, que abriu portas à restauração da democracia, esta mostra como, apesar de ser uma das principais construções da humanidade, se mantém inacabada e exige contínuas melhorias.
A democracia, sendo uma emanação da vontade popular, manifestada através de eleições livres, não pode ser reduzida apenas a esse acto, apesar dele ser muito importante. Exige, cada vez mais, um maior escrutínio dos seus órgãos, a começar nos eleitos directamente, mas também aos criados e mantidos por aqueles.
A legitimidade democrática não pode limitar-se a ser sufragada apenas nas urnas no final dos mandatos. Exige escrutínio permanente e avaliações frequentes do cumprimento de políticas, medidas e promessas apresentadas nas eleições pelos que ganharam a confiança dos eleitores para as porem em prática.

Pedro Nuno Santos diz que “há muito para fazer” no Baixo Alentejo

Zé LG, 20.02.24

PNS.pngPedro Nuno Santos, secretário-geral do PS, defendeu, hoje em Beja, um “desenvolvimento harmonioso” do país que “não se limite a uma estreita faixa do litoral”, disse que no Baixo Alentejo “há investimentos estruturantes que ainda têm de ser concluídos” e outros que “começaram a dar os primeiros passos, alguns em projeto, outros em concurso” e que quer que a região veja obra “seja na ferrovia, seja na rodovia, seja até na dinamização do aeroporto e na segunda fase do hospital”.