Capa do Diário do Alentejo desta semana
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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
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Sempre a falar da paz e com justificações diferentes, Donald Trump encara o uso da força como um elemento central da sua presidência. Irão, Venezuela, Nigéria, Síria, Iémen e Somália foram os seus principais alvos, já tendo sido atacados pelos EUA desde o início do seu mandato.
Este sábado, desencadeou um novo ataque contra o Irão, em conjunto com Israel, que funcionou como “lebre”, atirando as primeiras bombas tendo como alvos os principais líderes, na tentativa de decapitar o poder naquele país.
Não foi surpresa, porque não se tratou de um ato isolado neste seu segundo mandato, tendo já atacado e ameaçado outros países, e porque se trata de uma vontade repetidamente anunciada de Donald Trump, que quer, a qualquer custo, operar uma “mudança de regime” iraniano, para além e por outros interesses menos confessados, como a próxima realização de eleições nos seus países, de cujos resultados receiam.
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A Pordata divulgou as conclusões do estudo elaborado no âmbito dos 40 anos de Portugal na União Europeia, que faz o retrato comparativo dos 27 Estados-membros em quatro grandes áreas, permitindo avaliar a evolução do país desde 1986 e a sua posição atual no contexto europeu.
Quarenta anos depois da adesão à então CEE - Comunidade Económica Europeia, os números do estudo revelam um país mais estável nas contas públicas e mais sustentável no plano ambiental nos últimos anos, mas ainda distante da média europeia em qualificação da população, produtividade e rendimentos.
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«A nossa comunicação social que se reflete nos blogs como o Alvitrando. Pois é onde temos a informação de mais fácil acesso, tem aspectos bem curiosos. Enquanto põe em destaque notícias meritórias como esta, esquece outras também significativas. Mas que são bem importantes. Como a de em recentes eleições no Bangladesh, ter ganho o designado Partido Nacionalista do Bangladesh. Ou seja, o CHEGA de lá. Aliás tal como acontece na Índia. E o que é que diz agora a malta internacionalista cá do condado? Talvez a velha máxima: faz o que eu digo, não faças o que eu faço.» Anónimo 15.02.2026, aqui.
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Entre recordações de infância no café Luiz da Rocha e a aplicação de modelos matemáticos à decisão política, Maria da Graça Carvalho traça o retrato de uma carreira feita de desafios inesperados, de Bruxelas ao Governo de Portugal. “Portalegre e Beja são as capitais de distrito com menos atenção dos governos centrais dos últimos 40 anos”, lamenta. Luís Godinho (texto) e Cabrita Nascimento (fotografia). Ler a entrevista à revista Alentejo Ilustrado aqui.
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