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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

"Escrever é um ato de liberdade e o confinamento agride essa liberdade." - diz Francisco do Ó Pacheco

Zé LG, 27.02.21

francisco do ó pacheco.jpgFrancisco do Ó Pacheco é natural de Sines, onde nasceu há 73 anos. Filho de pescadores e operários corticeiros, estudou até ao 7.º ano do liceu, que não completou, e ingressou no mundo do trabalho como profissional de hotelaria, depois de ter sido moço de armazém e servente de fábrica de gelo na empresa do pai. Em maio de 1974 entrou para o Partido Comunista Português onde foi membro da concelhia de Sines e das direções regionais de Setúbal e do Litoral Alentejano. Em 1976 foi eleito presidente da Câmara de Sines com maioria absoluta, resultado que repetiria nas eleições até 1993. Entre 2005 e 2008 foi diretor do “Diário do Alentejo”.
No campo das letras, e de uma vasta bibliografia, destacam-se os títulos: “Crónica da 1.ª Greve Ecológica em Portugal" (1999); "25 anos de Poder Local Democrático" (2001), os livros de poesia "Luena da Praia" (2003), "A Ilha das Batas Brancas" (2005) e "Alentejo Salgado e Doce" (2009), "Crónicas de Beja" (2006), os romances “"Angola 1970 – Chanas de Liberdade" (2012), "Vataça, A Favorita de D. Dinis" (2013), "Searas Vermelhas de Abril" (2014) e "O Despontar do Elefante com Pés de Barro" (2017). É ainda autor do livro de contos “Vasco da Gama, O Bastardo Indomável e Outras Estórias" (2020).

Leia aqui a entrevista de Luís Mguel Ricardo a Francisco do Ó Pacheco.

A capa do Diário do Alentejo desta semana a que tivemos acesso

Zé LG, 19.02.21

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Procuro, com sentido de interesse público, publicar as capas de jornais, designadamente do Diário do Alenejo. Esta semana, mais uma vez, apenas conseguimos a que aqui publico, copiada do site do Jornal. Estive à espera  mas (ainda) não foi publicada no Facebook, de onde a copio habitualmente. Para quem dizia ir apostar nas redes sociais, não está mal...

“os países pobres continuam sem qualquer previsão para a vacinação”

Zé LG, 11.02.21

João-Paulo-Ramôa.jpgO processo de vacinação contra a covid-19 não está a ser desencadeado de forma igual, nos vários países do Mundo, segundo João Paulo Ramôa, que afirma que, “quando se fala” de questões relacionadas com a saúde, os países demonstram “uma grande solidariedade” entre si, mas “não é isso que se tem verificado”, neste momento, no “acesso às vacinas”.
Em seu entender, “observamos um mundo completamente não solidário, em que a União Europeia se deixou ultrapassar por países como Israel - que já vacinou toda a população -, Estados Unidades da América e Inglaterra - que tiveram prioridade neste processo”.
Por outro lado, João Paulo Ramôa diz que “os países pobres continuam sem qualquer previsão para a vacinação”. O “mundo solidário deixou de o ser (…) porque na balança também pesa a economia. Essa discrepância na distribuição das vacinas” contra a covid-19 “mostra que a economia se sobrepõe sempre aos ideais da solidariedade humana”.

"OAtual" - novo projeto jornalístico online surgiu ontem em Beja

Zé LG, 02.02.21

202101231638235737.jpgOAtual não vem para concorrer com nenhum dos Órgãos de Comunicação Social já existentes.
OAtual vem para acrescentar!
Vem para acrescentar uma visão positiva sobre a atividade política, enquanto causa nobre.
Vem para acrescentar visibilidade ao tecido económico da região e dar conta do esforço que empresários e trabalhadores fazem para afirmação do mesmo.
Vem para acrescentar valor ao esforço que muitas centenas de cidadãos desenvolvem na entrega do seu tempo e saber em ações de solidariedade.
Vem para acrescentar um olhar atento ao papel insubstituível que os criadores artísticos, desportistas, dirigentes associativos e demais agentes das artes e cultura desenvolvem para o bem comum.
Porém, num compromisso com a verdade, não hesitaremos na denúncia de injustiças, de atropelos ao estado de direito, ou a qualquer tentativa de condicionamento da nossa atividade.
É para isto que o OAtual vem!

Jornalista alentejana Alexandra Carita, do Expresso, distinguida com o Prémio Carreira de Jornalismo Cultural da SPA

Zé LG, 25.12.20

carita.pngA Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) atribuiu o Prémio Carreira de Jornalismo Cultural a Alexandra Carita, "pela competência, dedicação e profissionalismo com que tratou e trata os temas de índole cultural". A jornalista natural de Portalegre é licenciada em Línguas e Literaturas Modernas pela Universidade Nova de Lisboa e conta com uma pós-graduação em Tradução de Alemão pela Universidade de Mainz.