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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Candidatos à Autarquia de Beja debatem as suas propostas e ideias

Zé LG, 16.09.21

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Paulo Arsénio candidato do PS; Vítor Picado, candidato da CDU; Nuno Palma Ferro, candidato da coligação PSD, CDS-PP, PPM, Iniciativa Liberal e Aliança e Gonçalo Monteiro, candidato do BE apresentam as suas ideias e propostas para o concelho de Beja.
Pedro Pinto, candidato do Chega recusou participar no debate.
O debate, a realizar no Centro Unesco de Beja, tem início às 18 horas e é transmitido pela Rádio Pax, Rádio Castrense e por “O Atual” em live streaming vídeo.

Festival do Baixo Alentejo envolto em polémicas

Zé LG, 14.08.21

05ed16a7-b689-49ab-97b6-ce52f68f87b8.jpgO FESTIVAL BA surgiu no âmbito da candidatura “Programação Cultural em Rede no Baixo Alentejo”, submetida pela CIMBAL ao ALENTEJO 2020, financiado pelo FEDER a 100%, numa parceria que integra os 13 Municípios.

Paulo Barriga, na Revista Sábado, escreveu:

“O bolo é do programa Alentejo 2020 e metade foi sem concurso para duas empresas. Que até surgem como contratantes e contratadas ao mesmo tempo.

Ainda não “estalou” a bazuca e já os foguetes vão no ar. ... os municípios que compõem a Cimbal repartiram entre si 600 mil euros a fundo perdido, ..., para supostamente “ajudar” os agentes da cultura e os artistas locais que foram atingidos nos seus rendimentos pela crise sanitária. No entanto, apenas cerca de um terço dessa verba comunitária chegou ao seu legítimo destino. O grosso do bolo perdeu-se pelo caminho em artifícios contratuais e contabilísticos.” Leia aqui o texto de PB na íntegra.

Paulo Arsénio quer “continuar o trabalho, acrescentando ambição”

Zé LG, 30.07.21

202107281213544279.jpgPaulo Arsénio assumiu que se recandidata a presidente da Câmara de Beja porque “o concelho está substancialmente melhor”, por sua “vontade” e por considerar que deve “ser sujeito ao escrutínio da população”. Considera que o atual Executivo “mostrou ser capaz”, que tem “as contas do Município equilibradas”, que soube “aproveitar os fundos comunitários para fazer obra sem prejudicar as contas do Município” e que “merece a confiança da população para negociar o próximo quadro comunitário, para sete anos, executando-o nos primeiros quatro.”

Paulo Arsénio explicou em que “ponto estão as acessibilidades da região e avançou com “algumas ideias que a sua candidatura pretende defender, no caso de ser reeleito”, e que visam “o aeroporto de Beja”, mas já de “olhos postos na 2ª fase desta infraestrutura aeroportuária” e referiu que “nestes quatro anos muito foi feito”, mas que “ainda há muito por fazer no concelho” e neste contexto avançou com projetos, alguns já com financiamento”, que quer “concretizar até 2025”, dizendo acreditar que vai ser “reeleito”.

Vítor Picado quer vincular a população ao projeto de mudança proposto pela CDU

Zé LG, 29.07.21

202107271702351678.jpgVítor Picado, o rosto da candidatura da CDU à Câmara de Beja avançou que quer que a população ajude quem estiver à frente dos destinos do concelho "a valorizar o que tem de melhor, promovendo o seu desenvolvimento e fazendo pressão junto do poder central na concretização dos projetos estruturantes fundamentais" para o futuro do concelho.

Criar, entre outros aspetos, “um Conselho de Salvaguarda do Centro Histórico, o epicentro de um conjunto de estratégias que vão depois contribuir para o desenvolvimento do concelho”. Fazer uma “intervenção integrada aos mais variados níveis e ajudar a resolver questões sociais que carecem de resolução” são propósitos, igualmente, desta candidatura, avançou Vítor Picado.

Vítor Picado quer, ainda, “levar ao poder central as exigências fundamentais para que o concelho se possa afirmar”, frisando que a “pressão” junto do Governo terá de “ser feita com toda a sociedade civil, até porque, como já se viu não é tendo um Governo e um poder local da mesma cor que se alcançam mais e melhores resultados”.