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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“D.A. acaba por cumprir um pouco a sua missão”?

Zé LG, 21.03.21

161986057_3856366951122089_8157272888626444294_o.j«Aqui, neste blog, é frequente criticar-se o D.A. por se limitar a ser apenas um orgão de comunicação social local pago pelos contribuintes, para servir única e exclusivamente de muleta e de propaganda do Partido Socialista. Esquecendo ou branqueando os problemas e a continua decadência em que se encontra a cidade de Beja e toda a sua região.
No entanto, nesta edição, embora mantendo a mesma "linha editorial", devido aos assuntos que salienta em primeira página, acaba por cumprir um pouco a sua missão.
Mantendo, evidentemente, e diga-se em abono da verdade de forma inteligente, o mesmo objectivo de panfleterismo e de apoio e subserviência ao poder.
De facto, tal como se salienta, Paulo Arsénio diz que " Beja tem em execução o maior volume de obras desde o Programa Polis".
Embora a maioria dessas obras esteja parada e não se vislumbre o seu fim. Só não diz, é que as juntou todas ao mesmo tempo para o ultimo ano de mandato, com todas as consequências daí inerentes. Ou seja, não se aprendeu nada com os erros do Programa Polis. Pelo contrário, até certo ponto, pelos vistos, valorizam-se. ...
Por fim, dizer que embora possam enganar uns quantos, outros há, que não se irão esquecer de tudo isto no dia das eleições.»
Anónimo 20.03.2021, aqui.

Paulo Barriga recebe Bolsa de Jornalismo em Saúde

Zé LG, 12.03.21

202103120847119831.jpgO Jornalista Paulo Barriga (colaborador do O Atual) ganhou uma das cinco Bolsas de Jornalismo 2020, uma iniciativa do Sindicato dos Jornalistas, com apoio da farmacêutica Roche, para financiamento de reportagens na área da Saúde.

Paulo Barriga, na qualidade de jornalista freelancer, viu a sua proposta de trabalho subordinado ao tema: “Suicídio no Alentejo em tempos de Covid-19”, ser uma das cinco selecionadas entre as mais de 30 candidaturas apresentadas. O jornalista alentejano dá conta da surpresa e da satisfação, já que não é todos os dias que se recebem este tipo de bolsas.

Aeroporto de Beja ainda pode ganhar centralidade?

Zé LG, 08.03.21

Opção Beja com alta velocidade volta a ser pedida em nome da coesão

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Chumbo ao Montijo reaviva defensores de projeto que permita aproveitar infraestrutura alentejana e captar pessoas para a região. Com ligação ferroviária à Europa.

Se o Montijo não andar, as soluções para o novo aeroporto de Lisboa vão além de Alcochete. Beja é uma hipótese que encontra defensores, aliando a infraestrutura já existente ao potencial de ligação e captação de atividade e pessoas para uma zona do país que sofre brutalmente os efeitos da desertificação.

O projeto passaria pela linha de alta velocidade com hub em Beja e ligação direta às principais regiões - Lisboa (40 m), Porto (80 m), Faro e Badajoz (20 m) e Madrid (125 m). Além da conclusão da A26 Sines para a ligação do Porto ao Aeroporto e à ferrovia nacional, espanhola e europeia.

"Escrever é um ato de liberdade e o confinamento agride essa liberdade." - diz Francisco do Ó Pacheco

Zé LG, 27.02.21

francisco do ó pacheco.jpgFrancisco do Ó Pacheco é natural de Sines, onde nasceu há 73 anos. Filho de pescadores e operários corticeiros, estudou até ao 7.º ano do liceu, que não completou, e ingressou no mundo do trabalho como profissional de hotelaria, depois de ter sido moço de armazém e servente de fábrica de gelo na empresa do pai. Em maio de 1974 entrou para o Partido Comunista Português onde foi membro da concelhia de Sines e das direções regionais de Setúbal e do Litoral Alentejano. Em 1976 foi eleito presidente da Câmara de Sines com maioria absoluta, resultado que repetiria nas eleições até 1993. Entre 2005 e 2008 foi diretor do “Diário do Alentejo”.
No campo das letras, e de uma vasta bibliografia, destacam-se os títulos: “Crónica da 1.ª Greve Ecológica em Portugal" (1999); "25 anos de Poder Local Democrático" (2001), os livros de poesia "Luena da Praia" (2003), "A Ilha das Batas Brancas" (2005) e "Alentejo Salgado e Doce" (2009), "Crónicas de Beja" (2006), os romances “"Angola 1970 – Chanas de Liberdade" (2012), "Vataça, A Favorita de D. Dinis" (2013), "Searas Vermelhas de Abril" (2014) e "O Despontar do Elefante com Pés de Barro" (2017). É ainda autor do livro de contos “Vasco da Gama, O Bastardo Indomável e Outras Estórias" (2020).

Leia aqui a entrevista de Luís Mguel Ricardo a Francisco do Ó Pacheco.