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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Paulo Barriga denunciou “O que transformará o “Diário do Alentejo” numa coisa qualquer que não um produto jornalístico”

Zé LG, 15.01.22

202201101742118628.jpg«Uma “solução que não passe pela abertura de concurso” expõe de forma superabundante o rabo do gato que a Cimbal sempre gostou de manter escondido: o controlo editorial direto e pleno sobre a linha editorial do jornal, essa tentação tão irresistível e que sempre esteve no horizonte nubloso dos autarquinhas que a compõem.
Excluído o concurso, o próximo diretor do “Diário do Alentejo” (pobre coitado) apenas poderá ser posto de duas formas. Ou pela via da nomeação direta (amiguismo), ...
Ou pela integração total e não autónoma do jornal na Cimbal, enquanto unidade orgânica, o que significa que ... pode pescar nos quadros da Função Pública, pela via da mobilidade, um … técnico superior de carreira ou carreirista superior técnico, capaz de atender e de obedecer à voz do dono. O que transformará o “Diário do Alentejo” numa coisa qualquer que não um produto jornalístico (possivelmente um boletim das festas intermunicipais e dos eugenismos que tão caros são aos seus proprietários). ...
Agradado com a situação (terá sido o seu mentor?) estará António José Brito, o Berlusconi campaniço que, desta forma, vê afundar o “navio almirante” da comunicação social do distrito de Beja, como o próprio apelidou em tempos o “Diário do Alentejo”, para dar amplo espaço de marinhagem política e publicitária e propagandística aos dois barquinhos de papel pardo que tem lá para Castro Verde. ...»

Paulo Barriga, aqui, antes da nomeação do novo director do Diário do Alentejo.

João Oliveira substituiu Jerónimo de Sousa no debate com Rui Rio e marcou pontos

Zé LG, 13.01.22

Sem nome.pngO candidato do PSD, Rui Rio, e João Oliveira, que substituiu o candidato do PCP Jerónimo de Sousa, protagonizaram o frente a frente na SIC para as eleições legislativas de 30 de janeiro de 2022. Em debate estiveram temas como salários, o chumbo do Orçamento e uma nova “geringonça”.

Rui Rio fez “uma caricatura a traço grosso” do PCP, como disse João Oliveira, ao acusar o PCP de defender o mesmo de quando foi criado há 100 anos, de pretender nacionalizar tudo e de querer sair do Euro e aproveitou o debate para fazer acusações ao PS e a António Costa. João Oliveira defendeu salários e pensões dignas, o incentivo à produção em vez de ás empresas, a nacionalização de sectores estratégicos como o da energia, recordando que, com a privatização da EDP, temos das energias mais caras, e frisou também que, com a entrada no Euro, fomos dos países que mais perdeu. Rio acusou o PS de estar a sofrer as consequências de ter tido o apoio do PCP e do BE e Oliveira disse que com o PSD no governo a situação não só não melhorava como ainda se agravava mais. Foi um dos debates mais ideológicos, que serviu para mostrar o “mar de divergências” que separam os dois partidos, como afirmou Rui Rio e que evidenciou duas visões antagónicas da sociedade.

As direitas substituem o debate pelas acusações e insultos mútuos

Zé LG, 12.01.22

cds.pngNo debate contra André Ventura, Francisco Rodrigues dos Santos afirma que “não aceita lições” do Chega sobre aquilo que é ser de direita e acusa Ventura de defender tanto a extrema esquerda como a extrema direita.

Foi um dos debates de mais baixo nível, em que os participantes, mais do que apresentarem as propostas que defendem, tiveram como principal objectivo desmascarar o outro, usando até a exaustão acusações e insultos, onde não faltou a religião e o futebol. Acho que ambos perderam.

O ATUAL promove debate sobre o Distrito de Beja com os candidatos do PS, da CDU e do PSD

Zé LG, 11.01.22

202201070831407438.jpgEscrevi "Distrito de Beja" e não "Baixo Alentejo" para precisar melhor a área do Círculo Eleitoral por que pretendem ser eleitos os candidatos que vão participar no debate. Se o debate for, como diz o anúncio, sobre o "Baixo Alentejo" terão de excluir Odemira, que integra o "Alentejo Litoral".

Marco Monteiro Cândido, do Gabinete de Comunicação da Câmara de Ourique, é o novo Director do Diário do Alentejo

Zé LG, 11.01.22

202201101742118628.jpgMarco Monteiro Cândido, tem 39 anos, é licenciado em Comunicação Social, com pós-graduação em Jornalismo. Desempenhou funções de jornalista freelancer em jornais da região (Diário do Alentejo e Correio Alentejo), bem como de produtor na equipa da Grande Reportagem da SIC. Paralelamente, colaborou com empresas do sector audiovisual na criação de diversos conteúdos multimédia.

Desde 2015 que desempenha funções no Gabinete de Comunicação da Câmara Municipal de Ourique e, a partir da próxima edição, Marco Monteiro Cândido assumirá interinamente a função de Diretor do jornal, substituindo assim Luís Godinho.

Se o contrato de prestação de serviços com Luís Godinho terminava no final deste mês, porque é que a CIMBAL nomeou já, em plena pré-campanha eleitoral, o técnico de Comunicação Social da Câmara de Ourique para o substituir? Parece-me uma questão demasiado delicada que exige mais esclarecimentos da CIMBAL. Ficamos a aguardar.

“E como esquecer… a “visita histórica” e “amiga” que um deputado da nação se deu ao luxo de promover para me pôr na linha?”

Zé LG, 02.01.22

Diário-Alentejo-barriga_800x800-160x160.jpg«... Já me perguntaram se estou “contente” com o desfecho da “novela”. E a minha resposta tem sido esta: sim! E não! Ao mesmo tempo.
Estou contente, claro, porque procurei na Justiça a justiça que não encontrei fora dela. E ela fez-se, a Justiça!
Simultaneamente, enquanto cidadão e contribuinte, senti-me vexado. Vi-me espoliado dos meus direitos enquanto trabalhador, despedido de forma vil, ameaçado, vítima de calúnias e de intrujices, coagido. Por muito boa que seja a decisão final dos tribunais, quem poderá esquecer e ficar feliz com tanta e tamanha infâmia?
E como esquecer? Esquecer as pressões inenarráveis dos meus patrões, ainda para mais autarcas eleitos e com deveres de defesa do bem público? As suas tentativas de intercedência política na vida editorial do jornal que dirigia? A “visita histórica” e “amiga” que um deputado da nação se deu ao luxo de promover para me pôr na linha?
O concurso maquiavélico, viciado, para não dizer pornográfico, para diretor do DA engendrado pelo secretário da instituição e pelos seus fantoches de mão? A campanha de difamação das redes sociais e nos blogues que contra mim promoveram?
A campanha difamatória que fomentaram junto dos meus atuais “patrões” com o intuito de me prejudicarem a mim e à minha família? E a mentira? É muito difícil conviver com ela. Fica atravessada na goela. Jamais me esquecerei das caras deslavadas de Jorge Rosa e de Fernando Romba, no Tribunal de Trabalho de Beja, perante uma juíza de direito, impávidos, profissionais do ilusionismo, a afirmarem que quase nem me conheciam, que não sabiam quem dirigia de facto o DA, que desconheciam se eu tinha assento no jornal ou se me relacionava com as pessoas que lá trabalhavam… sinto pena e sinto vergonha por eles. Ao mesmo tempo. ...» Paulo Barriga. Aqui.

Tribunal da Relação de Évora confirmou condenação da CIMBAL pelo despedimento de Paulo Barriga de Director do DA

Zé LG, 28.12.21

Diário-Alentejo-barriga_800x800-160x160.jpgO Tribunal da Relação de Évora (TRE) confirmou a decisão da primeira instância no julgamento sobre a validade do contrato de trabalho de Paulo Barriga, como diretor do Diário do Alentejo e ilicitude do despedimento por parte da CIMBAL.

O juiz do TTB considerou que o antigo diretor do jornal tem razão imputando à CIMBAL “a ilicitude do despedimento”, condenando esta ao pagamento de uma indemnização de 27.767,17 euros, pagamento das retribuições mensais desde o despedimento até ao trânsito em julgado, e ainda ao pagamento das custas processuais.

Opinião publicada derrotada mais uma vez

Zé LG, 28.11.21

211124_visao1499-678x960.jpgEstamos a viver tempos interressantes, em que parce que as pessoas estão melhor informadas e mais conscientes do que devem fazer. Por mais que os chamados "líderes de opinião" ou "comentadores de serviço" façam na tentativa de convencer a opinião pública da bondade das posições que defendem (e lhes pagam para defender) nem sempre o conseguem. Ontem, com a vitória de Rui Rio nas eleições directas para presidente do PSD, mais uma vez a opinião publicada, que dava como certa a vitória de Paulo Rangel, saiu derrotada. Veja-se aqui o que o mais apaparicado (e pago) comentador de serviço Marques Mendes defendia, "analiticamente falando" como disse, e a resposta que os militantes de base do PSD deram. E atente-se também no conturcionismo que muitos desses comentadores fazem na vã tentativa de mostrar que não se enganaram, que foram as circunstâncias que se alteraram, como se nas suas análises não devessem perceber essas alterações...