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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alentejo XXI com 2ª melhor Taxa de Realização do Programa 2020

201811122220269369.jpgA Alentejo XXI, com sede em Beja, apresenta boas taxas de Compromisso, Execução e Realização no âmbito da Medida 10, do PDR 2020, que visa apoiar os pequenos investimentos através da criação ou modernização de unidades de transformação e comercialização de produtos agrícolas. A nível nacional, no universo de 54 associações, a Alentejo XXI apresentava, à data de 30 de setembro, a posição 13, na Taxa de Compromisso, a posição 3, na Taxa de Execução e a posição 2, na Taxa de Realização.

II Congresso Luso-Espanhol de Pecuária Extensiva realiza-se em Beja, em 2020

20181111204255115.JPGUma das conclusões do I Congresso Luso-Espanhol de Pecuária Extensiva, que decorreu em Sevilha, foi a de agendar o II Congresso para Beja, daqui a dois anos, por altura da 37ª Ovibeja.

O Congresso Luso-Espanhol destacou a importância do montado português e a dehesa espanhola como habitats únicos no mundo, que importa reconhecer e salvaguardar.

Por esta razão juntaram-se, na organização do evento, entidades de ambos os lados da fronteira para ganhar dimensão, tanto de trabalho conjunto, como de capacidade reivindicativa junto dos decisores políticos nacionais e comunitários, com especial importância nesta fase determinante do delineamento da Política Agrícola Comum pós 2020. 

Concentração de agricultores e do mundo rural em Lisboa

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A CNA-Confederação Nacional da Agricultura convocou para, esta tarde, em Lisboa,  uma concentração de agricultores e do mundo rural.

O protesto está marcado para as 14.30 horas, no Largo do Rato, os participantes seguem depois a pé para se concentrarem, a partir das 15.30 horas, frente à Assembleia da República.

Joaquim Manuel, dirigente da CNA, afirma que aquilo que se pretende é chamar a atenção para vários problemas com que se debate a agricultura familiar e reivindicar a sua resolução e aponta o exemplo do “Estatuto da Agricultura Familiar”.

ALUNOS DO SECUNDÁRIO DAS FREGUESIAS RURAIS DE BEJA PASSAM A TER TRANSPORTE GRATUITO

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A partir do próximo ano letivo, a Câmara Municipal de Beja vai assumir o pagamento, na totalidade, dos passes mensais de transporte para os alunos do ensino secundário, que residam nas freguesias rurais e que estudem em Beja.
Atualmente, a autarquia suporta 50% do custo dos passes mensais dos alunos residentes em freguesias rurais. Com esta medida, a Câmara Municipal de Beja vai investir cerca de 17 mil euros por ano letivo de modo a poder dar as mesmas possibilidades a estes alunos.

In: B NEWSLETTER | Setembro 2018 | Câmara Municipal de Beja

 

COMO É QUE SÃO FEITAS AS CONTAS?

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Os eleitos da CDU na autarquia bejense lamentam o facto, do atual Executivo municipal não dar continuidade à Rural Beja. Justificam a sua posição com, entre outros argumentos, o retorno económico do evento, revelando que o mesmo, em 2017, foi de 1 milhão e 400 mil euros.

 

Sem questionar a crítica à não continuidade da RURALBEJA, gostava que os eleitos da CDU esclarecessem como chegaram à conclusão que a edição do ano passado trouxe ao Concelho de Beja um retorno económico directo de 1 milhão e 400 mil euros. Quanto custou é fácil calcular por baixo, bastando somar as despesas directas tornadas públicas. Há ainda as indirectas... Mas este retorno económico directo não sei como foi calculado e gostava de saber. Como penso que todos gostavam...

“PIOR SECA DOS ÚLTIMOS 20 ANOS” REDUZIRÁ EM 50% ÁREA REGADA E TERÁ CONSEQUÊNCIAS NA ECONOMIA RURAL

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A FENAREG – Federação Nacional de Regantes alerta que este ano “haverá fortes restrições em quase todas as obras de rega” e frisa que “a maioria não terá água”, lembrando que “após quatro anos consecutivos de precipitação inferior à média, as reservas de água situam-se agora nos 36%”.

Isto significa para a FENAREG que mais de 50% das áreas irrigáveis não vão poder ser regadas em 2018, que os agricultores são os primeiros a ser afetados pela seca e que terão que adaptar as culturas e as áreas cultivadas à água disponível. Acrescenta que redução de colheitas e menores rentabilidades são efeitos da seca prolongada e que acabam transferidos à indústria agroalimentar e à economia rural.

Para a FENAREG a seca vai provocar em 2018, um prejuízo direto estimado de mais de 1,1 mil milhões de euros no saldo da balança comercial e por tudo isto pede “urgentes medidas compensatórias aos agricultores pelo agrupamento de custos com a rega.”

Para a FENAREG o Programa Nacional de Regadios, cujo arranque foi assinalado pelo ministro da Agricultura no passado dia 2, é “mais um progresso na adaptação às alterações climáticas” e refere, igualmente, que “como aposta na competitividade da agricultura, também a PAC pós 2020 deve assegurar a continuidade dos investimentos em regadio para melhor resiliência aos períodos de seca.”

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