Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

MAISines candidata António Braz à Câmara de Sines

Zé LG, 16.05.21

20210515002551699.jpgO Movimento de Cidadãos MAISines confirmou que o candidato à Câmara Municipal será António Braz, seguido na lista por Gonçalo Naves, Gracinda Luz, Diogo Filipe e Filipa Guerreiro.
A direção do MAISines afirma na mesma nota que “o principal objetivo é garantir que deixaremos aos nossos descendentes uma cidade melhor do que a que encontrámos. O Movimento MAISines vem responder a uma consciência coletiva que se vem formando junto dos sineenses, de que é urgente oferecer uma alternativa séria, viável e ganhadora ao atual executivo.”

A "independência" dos movimentos "independentes"é relativa?

Zé LG, 09.05.21

«Esta moda dos movimentos "independentes", confesso que me causa alguma apreensão! Porque muitas vezes, e do percurso político que se conhece dos elementos que os compõem, se fica com a ideia de que a sua "independência" é muito relativa, revelando-se mais uma oportunidade de conquista de espaço eleitoral, do que um projecto assumidamente independente de qualquer força partidária!...Cria divisões no eleitorado, certamente, em razão da origem dos candidatos e dos seus percursos pessoais, mas pode também, naturalmente constituir um espaço alternativo, em cenário programático e eleitoral!...A ver vamos.»

Anónimo 03.05.2021, aqui.

UNIDOS POR MÉRTOLA E PELAS PESSOAS apresentam manifesto

Zé LG, 03.05.21

202104301029299459.jpgUm grupo de cidadãos de Mértola (Jorge Pulido Valente, João Madeira, Júlio Silva, Rui Carvalho e Carlos Viegas) lança hoje, às 18h, em conferência de imprensa via zoom e Facebook, um manifesto intitulado Unidos por Mértola, com o principal objectivo de desafiar todos os partidos políticos com representação no concelho, todas as organizações e todos os munícipes a participarem na construção de uma estratégia e de um projecto de desenvolvimento para o concelho para a próxima década, com o foco nas pessoas e nas comunidades e no seu bem estar e felicidade. 
Na conferência de imprensa serão apresentados os 8 pilares do Manifesto, as propostas de parcerias e os compromissos 2021- 2030.

Agricultor “ligado à terra que respeita a identidade do local” corre o risco de extinção?

Zé LG, 26.04.21

No âmbito do Dia da Terra, o Movimento Chão Nosso exige uma alteração de políticas agrícolas e ambientais que “promovam um rumo diferente para o nosso território”, demonstrando a sua preocupação com a extinção de agricultores como os conhecemos, “um homem ligado à terra que respeita a identidade do local”, porque, “Até para aqueles que gostariam de fazer agricultura, é vantajoso alugar o terreno para estas práticas (subsidiarização que permite alugar a bom preço os terrenos a terceiros, recebendo os proprietários uma renda fixa)”, colocando em causa o futuro das suas próprias terras.

IMG_3876 - Cópia.JPG

Entre outros aspetos, o movimento refere também que “é fundamental alcançar um equilíbrio entre o modelo de produção super intensivo e um outro modelo distinto, assente numa agricultura mais conscienciosa e assente em circuitos curtos de produção e comercialização”.

Movimento apresenta queixa contra Estado português pelo “caos que se vive” no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina

Zé LG, 23.04.21

202104221735076683.jpgA queixa “por negligência do Estado português” no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV) engloba igualmente o Perímetro de Rega do Mira (PRM), onde “a agricultura intensiva, debaixo de plástico ou não, tem avançado de forma absolutamente descontrolada, esgotando a já depauperada reserva da Barragem de Santa Clara, que abastece toda a região”.

“Esta situação ocorre devido ao facto de a instalação de explorações agrícolas não carecer de licenciamento e apenas requerer parecer do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) - que tutela as áreas protegidas - quando implica o acesso a fundos europeus” e de, “Com exceção dos produtores agrícolas instalados no PRM, nenhuma das entidades públicas com supervisão sobre o PNSACV sabe que fertilizantes e produtos fitofarmacêuticos são usados e em que quantidade, desconhecendo os impactos potenciais no meio ambiente e em particular nas espécies protegidas desta Zona Especial de Conservação”.

“Mais Cidadãos” sucede a “Movimento Vidigueira Independente”?

Zé LG, 16.03.21

O “Mais Cidadãos” assume “a responsabilidade de mudar o concelho” de Vidigueira com uma candidatura às Eleições Autárquicas de 2021, garantindo que o ponto de partida político “é diverso, distinto e transversal, com cidadãos provenientes da CDU, do PS, do PSD, do BE, do CDS, dos Independentes e cidadãos sem qualquer identificação partidária”.

13567370_1158909847463106_2820735310573164012_n.jpSem revelar qualquer nome, o “Mais Cidadãos” justifica a sua origem porque “somos gente que já fez no passado, e assume voltar a ser Gente que Faz um caminho que garanta a todos os cidadãos Um Concelho com Futuro”, numa clara alusão à liderança de Manuel Narra durante 12 anos à frente do município de Vidigueira.

O “Mais Cidadãos” sustenta que pretende ser “um espaço onde, independentemente da proveniência política, se assuma a responsabilidade de mudar o nosso concelho, através do uso do direito de cidadania”, rematando que pretende “apresentar listas a todos os Órgãos Autárquicos (Câmara, Assembleia Municipal e Freguesias)”.

"Chão Nosso" denunciou destruição e inutilização de caminhos rurais no Alentejo devido à instalação de culturas agrícolas intensivas

Zé LG, 22.12.20

Screenshot_2020-12-22 Movimento denuncia destruiçO Movimento Chão Nosso alega que “muitos caminhos rurais que atravessam explorações agrícolas em modo intensivo encontram-se completamente inutilizáveis devido à presença constante de maquinaria pesada”, o que cria “sérios constrangimentos ou mesmo o total impedimento ao seu uso por parte das populações que habitam em meio rural, que, deste modo, ficam ainda mais prejudicadas”, pelo que “São necessárias medidas urgentes para pôr travão a estas situações, exigindo ainda a reposição e conservação destes acessos que, por vezes, são a única forma de aceder a algumas habitações ou sítios de interesse”.

Pode ler e ouvir aqui, aqui e aqui.

Utentes do Litoral Alentejano queixam-se das condições do SNS na região

Zé LG, 20.10.20

202010201712205547 litoral.jpg

A "falta de profissionais de saúde", as "extensões de saúde degradadas" e os "tempos máximos de resposta garantidos" superiores ao previsto pela lei foram os principais temas abordados numa reunião mantida pela coordenação de utentes com o Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde.

Os utentes exigem, entre outras reivindicações, "médico e enfermeiro de família para todos", a redução "de 1.900 para 1.500 utentes por cada médico", a colocação de "médico e enfermeiro, no mínimo, uma vez por semana" nas diversas extensões de saúde, a contratação de todos os profissionais em falta na região e o "fim da contratação por empresas de trabalho temporário". Dos cerca de 100 mil utentes, 15.200 não tem médico de família atribuído.

A colocação urgente de uma ambulância de suporte imediato de vida no Serviço de Urgência Básica do Centro de Saúde de Alcácer do Sal foi outra das exigências dos utentes, que destacam que "não existem previsões para a sua atribuição" e que isso contraria a "lei da obrigatoriedade da colocação da respetiva ambulância".

As condições do Hospital do Litoral Alentejano, em Santiago do Cacém, estiveram também em discussão, tendo os utentes considerado "inadmissível" a abertura do novo serviço de urgência daquela unidade "sem o número suficiente de profissionais de saúde" e exigido a "reabertura da totalidade de camas" da Unidade de Convalescença.

AMAlentejo defende “urgência da criação das regiões administrativas”

Zé LG, 06.10.20

20180611215644638.jpgO AMAlentejo recorda que “a descentralização da Administração Pública tem sido adiada com reconhecidos prejuízos para os territórios e para os cidadãos” e que “constituirá o terceiro pilar em falta no triângulo do Poder Local institucional, o pilar intermédio de ligação entre os dois níveis de administração pública já existentes”.

Para o AMAlentejo “a eleição indireta do presidente e de um dos vice-presidentes” não passa de uma “nova forma de nomeação/designação dos dirigentes das CCDRs” e defende a concretização de “um Poder Regional Democrático, Plural, Transparente e Representativo assente na proposta de criação da Comunidade Regional do Alentejo, cujos órgãos devem emergir, exclusivamente, dos eleitos municipais dos 47 concelhos do Alentejo e cuja tutela administrativa se deve conformar à verificação do cumprimento da Lei, sendo exercida nos casos e segundo as formas legalmente previstas.”

“Por um modelo de Desenvolvimento Rural Transversalmente Sustentável”

Zé LG, 29.09.20

20200925183634952 rural.jpgO GAIA Alentejo, o Movimento Alentejo Vivo e a Associação Ambiental Amigos das Fortes realizou, em Beja, uma ação pelo mundo rural no dia da Greve Global pelo Clima”. Neste evento foi aprovada uma “Carta Aberta- Por um modelo de Desenvolvimento Rural Transversalmente Sustentável”.
Esta carta aberta, em que solicitam “ações urgentes por parte de quem consideram ter responsabilidades neste processo”, refere, entre outros aspetos que “é essencial corrigir o curso no sentido de um modelo de desenvolvimento efetivamente sustentável, terminando com a poluição na aldeia das Fortes, revogando o perímetro de rega do Mira, criando corredores ecológicos e ilhas de biodiversidade em redor das povoações, habitações, espaços públicos e massas de água, assim como implementar zonas estratégicas para os próximos três anos.”

“o problema está igualmente nos dirigidos”?!

Zé LG, 09.09.20

281893_235492956485711_8379156_n Chalaça.jpg“Querer ver o problema do Baixo Alentejo só na qualidade, ou na falta dela, dos seus dirigentes é um erro, o problema está igualmente nos dirigidos, repare-se como sub-regiões do Alentejo, que são dirigidas pelos mesmos dirigentes inaptos (segundo os Bejenses) conseguem prosperar. É preciso não esquecer que os dirigentes indicados num post anterior são os mesmos que dirigem todo o Alentejo (Beja, Évora, Portalegre, Litoral Alentejano e a Lezíria - quando se trata de ALENTEJO2020). O que fazem as Agências de Desenvolvimento, as Associações Empresariais, as Associações Comerciais, o Politécnico, as associações de cidadãos (não as folclóricas como o + Beja), etc, a gente pensante da Região, se todos estes nada fizerem os dirigentes, autarcas e políticos nada conseguirão fazer.”
Francisco Chalaça, Anónimo 08.09.2020, aqui.

PS e PSD criam mais dificuldades às candidaturas de Movimentos Independentes

Zé LG, 27.08.20

331310_295805637106613_145786679_o AMAI.jpgPS e PSD unidos para dificultar (ainda mais) as candidaturas autárquicas dos GCE (Grupos de Cidadãos Eleitores), vulgarmente intitulados Movimentos Independentes.

Não bastava, que ao contrário das candidaturas partidárias não tivessem isenção do IVA, agora propõem que os GCE sejam impedidos de, no mesmo concelho, utilizarem a mesma denominação, símbolo e sigla, nas candidaturas das Assembleias de freguesia (AF) que utilizam nas Camaras (CM) e Assembleias Municipais (AM). Ou seja, na AF os GCE têm de candidatar-se com outro GCE. Então quando um GCE se candidata à CM e à AM, não está a abranger todo o concelho ? E não são os mesmos cidadãos eleitores que legitimamente votarão nos três órgãos (CM, AM e AF) !!!!

 

 

“Beja podia ser o grande ponto de distribuição de carga no Sul da Europa”

Zé LG, 26.08.20

270620161553-183-AEROPORTOBEJA.jpg“Beja podia ser o grande ponto de distribuição de carga no Sul da Europa”, até porque “o nosso aeroporto é o único que ainda tem espaço disponível para zona industrial”, afirma Florival Baiôa, do Beja Merece+ e, frisando que esta é uma perspetiva que vai ao encontro do defendido pela Associação dos Transitários de Portugal (APAT). O Beja Merece+ vai reunir-se, em breve, com a APAT e lembrar, aos partidos e Europa, as promessas feitas ao movimento, tendo em atenção as verbas que estão para chegar.

“Os transitários estão ligados ao comércio internacional e já perceberam isto e disseram-no ao Governo”, frisou, ainda, Florival Baiôa, lamentando não se “perceber porque se continua a evitar este desenvolvimento para o território, que seria gerador de muitos empregos”.

“O movimento está a desenvolver a sua atividade em defesa do desenvolvimento sustentável da região e vai reunir-se, em breve, com a APAT, assim como recordar aos líderes partidários, em Portugal e na Europa, que está na altura de serem cumpridas as promessas efetuadas, nomeadamente garantir, ainda dentro do 2020, a estrada Ferreira do Alentejo/Beja, porque há dinheiro”, frisou, igualmente, Florival Baiôa.

Comissão de Utentes de Beja pede “a reabertura imediata das extensões de saúde”

Zé LG, 20.08.20

A Comissão de Utentes de Beja faz o ponto de situação, revelando que “há freguesias do concelho de Beja onde não vai um médico há mais de três meses” e, preocupada com “o agravamento das situações de saúde destas pessoas”, uma vez que “consultas por telefone não são, nem podem ser, alternativa às presenciais”, pede “a reabertura imediata das extensões de saúde”.

76615076_2369031209980176_1107038605206880256_o.jpPara a Comissão de Utentes de Beja “é preciso que seja feita a reabertura imediata das extensões de saúde, de forma a permitir a continuidade dos cuidados de saúde de proximidade, assim como fomentar os cuidados domiciliários”. “Mas sem esquecer”, que “são necessários mais investimentos no SNS - contratando mais profissionais e equipamentos para hospitais e centros de saúde - e que esta é uma responsabilidade do Governo”.

Beja Merece+ afirma que “a prioridade é antecipar candidaturas”

Zé LG, 20.08.20

beja.jpgO Beja Merece+ reuniu-se e nesse encontro - que marcou “a retoma da atividade do movimento neste período pós-quarentena, devido à pandemia - foram analisadas diversas temáticas de importância acrescida para o Baixo Alentejo.” A afirmação é de Bruno Ferreira, do Beja Merece+”, que avançou, ainda, que “antecipar candidaturas, no que se refere a infraestruturas rodoviárias e ferroviárias da região, é a prioridade”.

O movimento, segundo Bruno Ferreira, promete “novidades para breve, garante que está ativo” e que “não vai baixar os braços”.

 

Vacinem as crianças

Zé LG, 02.06.20

20200601150803468 vacinas.jpg“O Programa Nacional de Vacinação e as vacinas extra Plano não estão a ser cumpridos, potenciando o aparecimento de doenças graves como o sarampo, a meningite ou a tuberculose. O medo é a principal razão para que pais e encarregados de educação adiem consultas e deslocações aos hospitais e centros de saúde. Um receio que, a curto prazo, pode originar surtos e ter consequências em toda a comunidade”, refere o Movimento Doentes pela Vacinação, que, preocupado com a quebra das taxas de vacinação entre os mais novos, apela “aos pais e encarregados de educação que retomem consultas e práticas de prevenção.”

Porque não foram retomados comboios Beja/Lisboa/Beja suprimidos na Páscoa?

Zé LG, 26.05.20

070320141642-713-ESTAODECOMBOIOSDEBEJA comboios.jpNo fim-de-semana de Páscoa, a CP suprimiu horários de comboios na linha Beja/Lisboa/Beja. Mais de um mês depois, os horários, que deveriam ter sido retomados depois de 13 de abril, mantêm-se suprimidos. O Beja Merece+ vai “pedir esclarecimentos à CP” e alerta para “o perigo” desta questão, dizendo que “pode colocar em” risco “as promessas efetuadas e legisladas para esta linha.”

Florival Baiôa, do Beja Merece+, teme que esta situação tenha sido “uma desculpa” alerta para que esta tomada de decisão “pode fazer perigar as promessas efetuadas para esta linha e que já estão legisladas”. Defende que as “instituições de Beja têm de fazer algo” em relação a esta matéria, avançando que o Beja Merece+ vai “confrontar a CP, no sentido de perceber o que pretende efetivamente”.

Florival Baiôa lembrou que “até à pandemia, o número de passageiros a utilizar o comboio, na linha em causa, tinha aumentado”.

“Agricultura do sudoeste alentejano continua a alimentar o país” ou está a seguir um “caminho extremamente arriscado”?

Zé LG, 31.03.20

imgLoader2.ashx estufas.jpgO Movimento Juntos Pelo Sudoeste acusou empresas frutícolas de Odemira e Aljezur de seguirem um “caminho extremamente arriscado” ao continuarem a operar, podendo “colocar em risco a saúde de milhares de pessoas”, devido à pandemia de covid- 19. “Poderá ser uma decisão economicista, em contraciclo com muitas outras empresas no país que foram obrigadas a parar”.

O comunicado do movimento surge em reação a uma nota de imprensa da Associação dos Horticultores, Fruticultores e Floricultores dos Concelhos de Odemira e Aljezur (AHSA), com o título "Agricultura do sudoeste alentejano continua a alimentar o país”. As associadas da AHSA, que "representam mais de 200 milhões de euros de faturação anual", mantêm "atividade em pleno", apesar da pandemia de covid-19, e "Continuam a operar e a alimentar a cadeia de distribuição nacional e internacional", seguindo "todas as orientações das autoridades" e priorizarando “ao máximo a prevenção e a implementação e adaptação dos seus planos de contingência".

“Juntos pelo Sudoeste” entregou petição com 6 000 assinaturas na AR para impedir que “a área coberta de plástico triplique”

Zé LG, 04.03.20

202003021542599596.jpg“Juntos pelo Sudoeste” (JPS), o movimento de cidadãos de Odemira e Aljezur que se juntou para impedir que “a área coberta de plástico que já existe no parque” se “triplique”, como está previsto na resolução do Conselho de Ministros n.º 179/2019, aprovada pelo anterior Governo, entregou, na Assembleia da República, uma petição pública com cerca de seis mil assinaturas”, com o objectivo de “levar este tema a debate na Assembleia da República para que seja cuidadosamente analisado”, porque “numa região que é Parque Natural há compromissos que não estão a ser cumpridos”.
“Juntos pelo Sudoeste” criou a petição “O Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina não aguenta mais agricultura intensiva”, que pretende também impedir a colocação de contentores dentro das explorações agrícolas para mais trabalhadores emigrantes até 36 mil pessoas”. Daqui e daqui.