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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

STAL em luta por melhores condições de trabalho e aumentos salariais dignos

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O STAL está a levar a cabo por todo o País uma campanha sobre as condições nos locais de trabalho.

Entretanto o STAL, convocou uma greve nacional de 24 horas para o próximo dia 26, juntando-se assim à paralisação decidida por diversas estruturas da Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública. Vasco Santana, espera que seja uma “grande greve” e recorda que a principal reivindicação passa por aumentos salariais dignos em 2019.

Homenagem a Sofia Pomba Guerra: destacada feminista e anti-fascista alentejana

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Sofia Pomba Guerra (Elvas, 1906 – Cascais, 1976)farmacêutica e professora, foi uma destacada feminista e resistente anti-fascista em Moçambique e na Guiné.

O seu apoio à luta contra o colonialismo foi enaltecido por Amílcar Cabral e pelos primeiros presidentes de Cabo Verde e Guiné Bissau, Aristides Pereira e Luís Cabral.

Foi presa política em Moçambique e em Caxias (1949/50).

FORTES MOBILIZA EM DEFESA DO AMBIENTE

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Para que as obras não parem, os fumos sejam devidamente filtrados e dispersos, o pó do bagaço de azeitona não se espalhe com o vento e os cheiros nauseabundos das águas russas sejam eliminados.

O IAPMEI determinou o encerramento da fábrica por seis meses, até Dezembro de 2018. Este prazo não poderá ser antecipado sem tudo estar nas devidas condições, certificada pelas autoridades competentes e confirmada pela população das Fortes, a principal afetada.

Não têm qualquer fundamento os boatos de que a laboração poderá ser retomada em 1 de Outubro. O LANCHE de confraternização de amigos da causa das Fortes será também um ponto alto de mobilização contra qualquer tentativa de retoma prematura da laboração da fábrica.

“COMBOIOS A ROLAR, PORTUGAL A AVANÇAR”

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O Partido Ecologista Os Verdes lançou uma ação nacional em defesa do transporte ferroviário intitulada “Comboios a Rolar, Portugal a Avançar”, que irá percorrer semana a semana todo o País, até ao fim da Semana Europeia da Mobilidade, a 22 de setembro.

Dando continuidade a esta ação nacional em defesa da ferrovia, hoje, Os Verdes sairão de Lisboa – Oriente, no comboio das 9:02h, com destino a Beja, com chegada prevista às 11h21.

Em Beja, dirigentes e ativistas de Os verdes reunirão com Presidente do IPBeja, ADPB e Presidente da Câmara Municipal de Beja, para debaterem as carências e debilidades do serviço ferroviário, que se  sente na utilização deste meio de transporte, após o que darão uma Conferência de imprensa na Estação de Caminhos de Ferro de Beja, agendada para as 17h30.

 

PLATAFORMA ALENTEJO REALIZA PRIMEIRA SESSÃO PÚBLICA EM BEJA

Ultrapassando já os mil subscritores, a Plataforma Alentejo, no âmbito das suas acções de sensibilização e mobilização da opinião pública, vai promover, na próxima quarta-feira, dia 12, às 15.00 horas, no auditório do NERBE/AEBAL uma sessão, aberta ao público. A seguir terão lugar outras sessões públicas em Sines, Portalegre e Évora.

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Em análise e debate vão estar “as acessibilidades e transportes fundamentais para o desenvolvimento de todo o Alentejo”, projetos que a Plataforma quer ver “inscritos no PNPOT (versão 2018) e considerados no PNI 2030, como investimentos prioritários e de interesse nacional, porque são estratégicos e estruturantes para o País e para as ligações deste ao hinterland espanhol e à Europa”.

 

NÃO PODEMOS PERMITIR QUE GOZEM COM A GENTE!

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Justificar a manutenção do encerramento de um troço de autoestrada concluído há meses com o atraso na construção da portagem e obrigarem-nos a circular por uma estrada cada vez mais degradada e insegura só pode ser gozo... O governo está a gozar connosco e ainda por cima António Costa tem o desplante de afirmar que “Esta é uma região querida para o PS”. O que faria se não fosse!... 

Mas perante este desaforo, o que fazer? Até onde estão dispostos a ir os líderes da região (dos partidos, das autarquias, dos movimentos, das associações empresariais e sindicais, ...) para obrigar o governo a fazer o que já devia ter feito: abrir imediatamente o troço da autoestrada que liga a A2 a Santa Margarida do Sado / Malhada Velha?

Este é um bom teste à capacidade da região se bater pelo que verdadeiramente interessa. Esta é uma questão que interessa a todos. Se não formos capazes de nos unir para que aquele objectivo se concretize nos próximos dias ou semanas é melhor calar-nos até nos esquecer-nos disso...

SÓ COM “LUTA” É QUE “ISTO LÁ VAI”

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O Movimento pelo Interior voltou ao ativo e reuniu-se, na passada semana, na Herdade do Vale da Rosa. Deste encontro saiu a mensagem de que só a “luta”, e o insistir nos assuntos, promovendo a união entre todos - forças políticas, empresários e cidadãos – é que leva os decisores a resolverem os problemas mais prementes.

Já são muitas as empresas que escolhem o Baixo Alentejo para se implementar porque precisam dos benefícios do Alqueva, mas a desertificação populacional a que este território de baixa densidade tem assistido faz perigar estes investimentos, que carecem de mão-de-obra, que é na maioria dos casos recrutada fora da região.

No Baixo Alentejo existe um conjunto de necessidades estruturantes que condicionam o desenvolvimento do território, entre elas as acessibilidades ferroviária, rodoviária e aeroporto, que continuam à espera do investimento que não aparece. Recorde-se que no PNPOT e no PNI 2030 não há qualquer investimento previsto para acessibilidades no Baixo Alentejo.

MORREU AFONSO CAUTELA

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Afonso Cautela nasceu em Ferreira do Alentejo, em 1933. Professor do ensino primário e jornalista, exerceu várias atividades de emergência. Foi pioneiro nas preocupações com o meio ambiente e os problemas do consumismo.

Voz interventiva e exemplo cívico, Afonso Cautela foi um dos primeiros em Portugal a apelar à intervenção das pessoas comuns e dos responsáveis para que fosse travado o envenenamento do ar, da água, dos solos, isto é, das fontes da vida. Na sua intervenção cívica, destacou-se como fundador do Movimento Ecológico Português, onde criou e dirigiu o jornal Frente Ecológica. Da obra ensaística, numerosa, sobretudo nesse domínio, referem-se apenas três títulos: Ecologia e Luta de Classes, Depois do Petróleo, o Dilúvio e Contributo à Revolução Ecológica.

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