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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Começa hoje 2ª fase do desconfinamento, com excepção de 10 concelhos

Zé LG, 19.04.21

Covid.jpgOs concelhos de Moura, Odemira, Portimão e Rio Maior vão regressar hoje às regras que vigoravam no continente português antes do atual processo de desconfinamento, devido à evolução da covid-19. Outros sete concelhos não vão passar à fase seguinte do desconfinamento, mantendo as restrições atualmente em vigor: Alandroal, Albufeira, Beja (entretanto retirada da lista, depois de corrigido o erro), Carregal do Sal, Figueira da Foz, Marinha Grande e Penela.

O que fez o governo para travar esta involução nestes concelhos? Ou a responsabilidade da situação é, apenas ou principalmente, das autarquias e das pessoas? O atraso na realização de testes nas empresas agrícolas de Odemira, onde só agora começaram, é da responsabilidade de quem? Este é o prémio à Câmara de Moura, por ser a que mais testou? Quantas pessoas estão infectadas no Alandroal? É por causa destes concelhos que o risco de descontrolo da situação é maior?

Ao excluir estes concelhos da nova fase de desconfinamento, o governo “lavou daí as suas mãos” e atirou o ónus da situação para as autarquias e as populações, escamoteando situações específicas existentes e o que tem sido feito, designadamente pelas autarquias (a quem presto a minha homenagem) para controlar a pandemia.

CDU promove, hoje, marcha lenta em defesa das acessibilidades e pelo direito à mobilidade no concelho de Beja

Zé LG, 17.04.21

202104151846559383.jpgO ponto de concentração e partida é no Parque de Feiras e Exposições em Beja, às 14.30 horas, seguindo-se o percurso por Quintos- Salvada- Cabeça Gorda – Beja, terminando na freguesia de Beringel.
A CDU afirma que o mote “Fazer diferente, Fazer Melhor”, apregoado por este executivo no início do mandato, “não tem correspondência na realidade que está à vista de todos e que tem sido alicerçada numa gritante falta de estratégia a vários níveis.”
Afirma ainda a CDU que a inação, a raiar em diversos casos a inépcia e a subserviência político-institucional deste executivo, está bem patente na incapacidade de afirmação do Concelho, particularmente da cidade, no plano regional e nacional e aponta como exemplo o estado de degradação em que se encontra o IP8. 

Daqui, daqui e daqui.

Afinal, Beja vai avançar no desconfinamento. Fez bem Paulo Arsénio em ter reclamado.

Zé LG, 16.04.21

202104160015031173.jpgA Direção Geral da Saúde corrigiu os dados epidemiológicos da incidência cumulativa, que o presidente da Câmara Municipal de Beja, Paulo Arsénio, já tinha contestado.
Com esta correção significa que o concelho sai da linha vermelha traçada pelo Governo, de mais de 120 novos casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias, e pode ser retirado do grupo de sete concelhos que não avançam para a terceira fase de desconfinamento, a partir da próxima 2ª feira.

Fez bem o presidente da Câmara em ter reclamado. Aguardemos pelas explicações da DGS para o erro.

O que se está a passar com as vacinas?

Zé LG, 14.04.21

2048_JCC-Vacina-COVID-19-Portugal-03-1600x1067.jpgParece ser determinante para o controlo do novo coronavirus alcançar a imunidade de grande parte da população através da vacinação. Para conseguir isso no mais curto prazo, os Estados têm estado a financiar muito as diversas investigações em curso para a criação de vacinas e a sua compra.

Pouco depois da aprovação e do início da aplicação das vacinas começaram as polémicas sobre os eventuais riscos para a saúde das pessoas a quem são aplicadas. Há pouco ouvi, na televisão, que foi suspensa a aplicação de uma vacina que poderá ter provocado problemas às pessoas vacinadas, num registo de uma pessoa por mais de um milhão de vacinas... Suspender a aplicação de uma vacina por poder afectar uma pessoa em mais de um milhão é razoável? Quantos medicamentos provocam problemas, incluindo a morte, em percentagens muito menores?

Não serão outros interesses, que não só os do combate à pandemia e de salvar vidas, que estão a fomentar e a alimentar todas estas confusões, incertezas, dúvidas e receios? Não me parece que esta questão se possa catalogar apenas como histeria colectiva... 

Entretanto e como resultados efectivos deste "arranca, para, arranca, para, arranca", temos os atrasos registados na vacinação, na imunidade da população, na eminência de novas ondas de contágios, internamentos, mortes... Não sei a quem tudo isto poderá interessar. De certeza que não será às pessoas comuns...

Governo começou a assegurar testes rápidos nas campanhas agrícolas

Zé LG, 10.04.21

202104091532371970.pngA ministra da Agricultura, Maria da Céu Antunes e a ministra da Saúde, Marta Temido, acompanharam, durante a manhã uma ação de testagem a trabalhadores agrícolas em São Teotónio, Odemira.

Maria do Céu Antunes destacou o caráter fundamental da realização de testes em massa na prevenção de surtos e explicou, ainda, que “este território é dos mais complexos, daí ser tão importante a garantia da testagem e o acompanhamento dos fluxos dos trabalhadores, bem como as devidas condições de isolamento, mediante, claro está, o empenho das diversas Áreas Governativas, a corresponsabilização das empresas neste processo e o apoio das Câmaras Municipais” considerando que “só assim será garantida a segurança dos trabalhadores, bem como a realização das colheitas.”

Esta parece ser a forma de incentivar as empresas a investirem no combate à pandemia...

Zé LG, 07.04.21

image.jpgDesde o princípio da pandemia que se tem falado muito na necessidade de controlar os contágios nas empresas, que não fecharam. Com o objectivo de controlar a situação na sequência do desconfinamento, o governo anunciou que ia avançar com a testagem nas empresas. Quem tem conhecimento disso ter acontecido nalguma empresa da região?

Entretanto, há uma entidade que emprega umas dezenas de trabalhadores que, desde o início e antecipando-se às medidas impostas, adoptou procedimentos internos, quer a nível da informação e prevenção quer ao nível do controlo da situação, nas diversas fases, que lhe permitiram chegar até hoje sem que a doença se tivesse propagado internamente. Os poucos casos registados, directos ou de familiares, tiveram origem na comunidade e não se propagaram internamente. 

A entidade recorreu à lay off apenas durante dois meses, assegurando os direitos dos trabalhadores por inteiro e com a principal preocupação de protegê-los da doença e assegurar o apoio aos filhos. Investiu, sem restrições, nos equipamentos de protecção (máscaras e separadores) e gel, colocou em teletrabalho quem podia, adoptou horários desfasados, assegurou o distanciamento físico para os que continuaram a trabalhar presencialmente. Apesar de tudo isto, foi visitada pela ACT, a quem prestou todos os esclarecimentos, designadamente em relação aos trabalhadores que continuaram a trabalhar presencialmente devido à necessidade de fazer atendimento ao público.

Pois bem! Parece que nada disto tem qualquer interesse para a ACT, que, entretanto, informou a entidade de que lhe tinha aberto um processo contraordenacional porque não colocou alguns trabalhadores em teletrabalho... 

Nova fase do desconfinamento “a conta gotas” começa hoje

Zé LG, 05.04.21

Apesar do “RT” estar próximo do 1, todos os outros indicadores – novos casos, internamentos em enfermaria e em cuidados intensivos e óbitos – têm vindo a descer significativamente em Portugal, o que não está a acontecer noutros países.

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É neste quadro, que se dá mais um passo na tentativa de regressar “aos bons velhos tempos”, sem COVID-19. Talvez as medidas que virão a ter mais impacto sejam o regresso dos alunos dos 2º e 3º ciclos à Escola e a abertura das esplanadas.

Se todos e cada um fizermos a nossa parte podemos evitar a tão ameaçada quarta vaga. Os mais velhos porque somos os mais gravemente afectados se formos infectados. Os mais novos porque, embora a doença os afecte menos, podem infectar os mais velhos. O governo e as autoridades de Saúde se conseguirem controlar melhor a situação, fazendo o que lhes compete, muitas vezes anunciado e nem sempre concretizado.

PCP promove iniciativa em defesa da modernização da linha ferroviária do Alentejo, nas estações da CP de Beja e da Funcheira

Zé LG, 29.03.21

BEJA-Estacao-CP_800x800.jpgA Direcção da Organização Regional de Beja do PCP promove esta manhã, às 8.00 horas na Estação da CP em Beja e à mesma hora junto à Estação da CP na Funcheira uma iniciativa exigindo a concretização da modernização e eletrificação da linha ferroviária do Alentejo em toda a sua extensão.

Esta iniciativa conta em Beja com a participação de Sandra Pereira, deputada do PCP no Parlamento Europeu e em Funcheira com a participação de João Dias, deputado do PCP na Assembleia da República.

A "gestão" da pandemia

Zé LG, 27.03.21

Pelo Natal os números da pandemia eram muito superiores aos actuais e estavam a crescer assustadoramente. Apesar disso, o governo e o PR entenderam que deviam permitir que as famílias se reunissem. O PR até chegou a anunciar que iria participar em cinco (!!!!!) jantares de família, tendo recuado apenas quando os especialistas chamaram a atenção para o abuso e mau exemplo. A coisa correu mal. De quem foi a responsabilidade? Do Zé, que não soube comportar-se...

Agora os números estão ao nível de há quase seis meses atrás e em queda. Que fazem o governo e o PR? Para além de não terem aberto as escolas acima do 1º Ciclo, proibiram que as famílias se reunissem pela Páscoa. Não apenas no fim-de-semana pascal, mas desde as 00:00 de ontem até depois da Páscoa (ainda não se sabe bem) proibiram a circulação entre concelhos, com todos os incómodos que daí resultam. É claro que o "Natal" não se vai repetir. Não só pelas medidas impostas mas porque a situação pandémica está a evoluir muito positivamente no nosso país. Quem é que vai colher os louros do êxito? É claro que são o governo e o PR…

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Fui contra a "abertura" concedida pelo Natal e não a aproveitei. Fui contra a reabertura das escolas em Janeiro como se nada se passasse. Desde o início deste desconfinamento que defendo o "encerramento" pela Páscoa. O que critico é a desadequação de algumas medidas face à situação relativa. Limitar a circulação no fim-de-semana da Páscoa é bem diferente de limitar com uma semana de antecedência. Agora é que vem o controlo policial? Onde tem andado, que já poucos se lembravam de algumas medidas de confinamento? Quando começou, se é que já começou a testagem nas empresas? Quando começou a testagem nas escolas? Onde está a proporcionalidade das medidas face à situação em concreto das situações?

Alvito e de Odemira aderem neste sábado à Hora do Planeta

Zé LG, 27.03.21

202103261319125845.jpgAs câmaras de Alvito e de Odemira aderem neste sábado à Hora do Planeta, desligando as luzes, entre as 20.30 horas e as 21.30 horas, em diversos monumentos/locais. Trata-se de uma iniciativa universal de sensibilização ambiental, para divulgar e consciencializar sobre as alterações climáticas, e que propõe desligar a iluminação cénica de edifícios e infraestruturas como gesto de alerta.

Ana Matos Pires desafiou José Barriga para discutirem publicamente declarações públicas que este fez sobre vacinação em Beja

Zé LG, 22.03.21

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Barriga-768x432.jpgA Drª Ana Matos Pires, escreveu uma carta ao Dr. José Barriga, em que, depois de se apresentar, escreveu: “Tenho, como todos os médicos, responsabilidades acrescidas nesta fase pandémica que implicam, também, a informação prestada à comunidade. É nesta qualidade que me dirijo a si e que lhe lanço o repto de discutir publicamente consigo algumas das declarações públicas que fez e que implicam questões deontológicas, cujo esclarecimento aos pares e à comunidade me parecem de primordial importância.” Que, segundo ela, ficou sem resposta. No comentário que escreveu, no blogue Praça Pública e onde deu divulgou aquela carta, descreveu também as questões que pretendia debater e esclarecer com o Dr. José Barriga.

Não há meio do governo acertar o passo com os peritos

Zé LG, 13.03.21

30887683-1600x1050.jpgPeritos sugeriram que o alerta vermelho começasse com 240 casos por 100 mil habitantes a 14 dias e um Rt de 1,2. Governo optou por valores muito mais baixos, que podem obrigar a recuos mais cedo. Foi "decisão política", admitem fontes governamentais.

Se pelo Natal e com o regresso às aulas presenciais no início do ano não teve em conta as sugestões, de peritos, de aperto das medidas, considerando os elevados e crescentes indicadores da pandemia, agora volta a não os ter em conta novamente, sendo mais rigoroso do que o sugerido.

Com esta discricionariedade desproporcional, não é de admirar que cada vez mais gente não leve a sério as medidas que vão sendo anunciadas e faça o que lhe dá na real gana...

“Não há desculpa para retrocessos – viver direitos, vencer violências”

Zé LG, 12.03.21

202103101813272098.jpgA Associação das Mulheres Agricultoras e Rurais Portuguesas (MARP) analisa com preocupação a situação atual e, em particular, os impactos na vida das mulheres agricultoras e rurais. Assim sendo, a MARP estará presente e apoia as celebrações do Dia Internacional da Mulher, no dia 13 de março, sábado, em Lisboa, sob o mote “Não há desculpa para retrocessos – viver direitos, vencer violências”, pretendendo levar à rua as reivindicações das Mulheres Agricultoras e Rurais Portuguesas de forma a “semear esperança, cultivar direitos para viver melhor!”

Responsabilidades da Administração do Lar de Reguengos de Monsaraz e dos médicos aquando do surto COVID-19

Zé LG, 09.03.21

mw-860.jpgForam reveladas as conclusões das fiscalizações levadas a cabo pelo Instituto da Segurança Social e pela Inspeção-Geral das Atividades em Saúde ao surto na Fundação Maria Inácio Vogado Perdigão Silva, em Reguengos de Monsaraz, onde morreram 18 pessoas infetadas com o novo coronavírus.

Da fiscalização do Instituto de Segurança Social resultou a aplicação de "duas contraordenações relativamente a deficientes condições de higiene e segurança"; e "inexistência de pessoal com categoria profissional e afetação adequada às atividades desenvolvidas". O inquérito da Inspeção-Geral do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, que foi solicitado pelo Governo, encontra-se ainda em curso, prevendo-se que fique concluído nas próximas semanas.

Já a inspeção ordenada pelo Ministério da Saúde concluiu que o surto de Covid-19 no lar de Reguengos de Monsaraz admite "responsabilidade deontológica" dos médicos que recusaram visitar a instituição no seguimento de instruções da Ordem dos Médicos e de um sindicato.

Sindicato e EDP não se entendem nos contratos de saída dos trabalhadores da central termoelétrica de Sines

Zé LG, 07.03.21

202103041506414473.jpgO sindicato das indústrias e energias acusou a EDP de "impor" a trabalhadores da (Setúbal) "a obrigatoriedade da subscrição de contratos de saída, altamente lesivos" após o fecho da instalação. "Subsiste um número ainda significativo de trabalhadores, cerca de 40, que entendem não assinar os contratos porque são prejudiciais para toda a sua vida", explicou o representante do SIEAP, Egídio Fernandes.

Fonte oficial da EDP salientou que "em nenhum caso os trabalhadores são obrigados a escolher uma opção, dispondo de tempo e de informação para ficarem esclarecidos sobre todas as condições". "Tanto que, mesmo depois do encerramento de atividade da Central de Sines, esse processo de conversação ainda decorre junto de alguns trabalhadores".

Falta de ética no acesso de alguns à vacina contra a COVID-19

Zé LG, 01.03.21

95218787_2998800846852646_2555435481613467648_o.jp«O mês de fevereiro iniciou com notícias diárias de novos casos de “vacinação indevida” contra a Covid 19. A indignação tomou conta das redes sociais e a comunicação social veiculou as opiniões dos do costume: comentadores residentes, uns políticos no ativo, outros nem tanto.

Parece-nos que se trata, na maioria, de matéria relacionada com a ética, ou a falta dela, do que propriamente com questões de ilegalidade. …

O Plano da task force, a Norma da DGC e a sua atualização não primam pela clareza. Contudo, a cronologia apresentada na página da DGS, indicando a hierarquização e apontando, para fevereiro, o início da vacinação dos grupos prioritários em razão da idade, bem como as diversas declarações públicas a este respeito, por parte de vários responsáveis políticos, veio fortalecer as suspeitas de que houve pessoas vacinadas indevidamente.

Têm sido noticiados atropelos aos processos de vacinação contra a Covid 19 um pouco por todo o mundo, nalguns casos com consequências imediatas, nomeadamente através da demissão dos prevaricadores. Em Portugal, suspeita-se de muitos casos de vacinação que ilegal. Houve, até ao momento, duas demissões. Porém, ainda que não sejam contrárias à lei, a falta de ética, na maioria das situações que se tornaram públicas, oferece poucas dúvidas.»

Sónia Calvário, aqui.

(Des)confinamento

Zé LG, 25.02.21

renovacao emergencia.png"O Presidente da República propôs mais uma renovação do estado de emergência em vigor, até 16 de março. Trata-se da 12ª renovação deste regime de exceção em Portugal."

Como receávamos, o que devia ser uma excepção, banalizou-se. E que medidas sanitárias foram tomadas para controlar a pandemia? E para assegurar o controlo das outras doenças? - Menos médicos. Milhões de consultas e outros actos médicos por fazer. Testes e controlo dos contactos de infectados por fazer. Já não falo do "Natal"... O governo, com o beneplácito/apoio/incentivo do PR, reduziu o combate à pandemia (quase) exclusivamente à limitação das liberdades  e ao confinamento de parte da população. Sim, porque eu, como tantos e tantos outros - e não só os da chamada linha da frente -, continuei a trabalhar. Com liberdade para ir trabalhar, mas sem liberdade para fazer tudo o resto.

Há quem, apesar da redução abrupta dos números da COVID-19, insista, sem reservas, no prolongamento do confinamento até à Páscoa. Alguém, com bom senso e tendo em conta a evolução dos números, pode defender tal coisa? Três meses de confinamento consecutivo? Mais um mês e meio, quando a situação está a evoluir tão positivamente e os outros países já estão a desconfinar?!... Acham que, se não houver qualquer retrocesso na evolução da pandemia, o país aguenta, as pessoas aguentam? As crianças vão continuar presas em casa até quando? Não será mais razoável começar a desconfinar gradual e controladamente? E evitar transformar a Páscoa num outro "Natal".

Vacinação de pessoas com mais de 80 anos ou mais de 50 anos e doenças crónicas contra a COVID-19 começa hoje em Beja

Zé LG, 24.02.21

202102092137328126.jpgO plano de vacinação contra a Covid-19 avança hoje no concelho de Beja e em mais nove concelhos do distrito.

Em Beja, o horário de vacinação é das 10.00 às 13.00 horas e das 14.00 às 17.00 horas e o espaço, o pavilhão João Serra Magalhães, tem capacidade diária para 425 utentes. Nesta fase da vacinação que inclui pessoas acima dos 80 anos e ainda com 50 ou mais anos, portadoras de doenças crónicas.

Recorde-se que este era um processo que já deveria ter começado a 10 de fevereiro, mas por escassez de vacinas não foi possível.

Paulo Arsénio desmente denúncias sobre vacinação indevida do Executivo e do Gabinete de Apoio da Câmara de Beja

Zé LG, 21.02.21

26060133_405059736592942_4666802667944049120_o.jpg«... 2º - O Vice-Presidente Luís Miranda foi vacinado contra a COVID-19, como o foram dezenas de outros cidadãos do concelho de Beja com a mesma idade e com as mesmas patologias associadas nas mesmas datas, por ter sido convocado pela médica de família. A função que ocupa não foi critério para a sua vacinação. Quem deve prestar cabais esclarecimentos sobre a convocatória do Vice-Presidente Luís Miranda e de dezenas de outras pessoas nas mesmíssimas condições, deve ser quem procedeu à dita convocatória para a vacinação. Não é comparável a sua situação com outras, nomeadamente a ocorrida em Lisboa, e que determinou a demissão do Vereador em causa;

3º - Para além do Vice-Presidente mais ninguém do Executivo ou do Gabinete (nomeados politicamente) se encontra vacinado neste momento. Eu próprio, a Vereadora Marisa Saturnino, o Vereador Arlindo Morais, o Chefe de Gabinete Nuno Pancada, o Adjunto Pedro Luís Santos e as Secretárias Cláudia Gonçalves e Rita Brito, não estamos vacinados, nem nunca estivemos para o ser até ao momento; ...» 

Paulo Arsénio, presidente da CM de Beja, aqui

 

Este era o esclarecimento que faltava para pôr ponto final às dúvidas levantadas sobre vacinações indevidas. É pena que não tenha sido feito logo que as mesmas vieram a público. Teria evitado muita conversa e o alimentar das dúvidas levantadas. Pelo menos aqui, onde, pela minha parte, dou por encerrada esta questão política.