Dia Internacional da Mulher
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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
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A APROSERPA – Associação de Produtores do Concelho de Serpa denuncia o que classifica como uma “tempestade perfeita” sobre a agricultura alentejana, resultante da ameaça do acordo União Europeia–Mercosul e das falhas graves da atual PAC e promove uma marcha lenta de protesto, amanhã, a partir das 08h30, de Vila Nova de São Bento, seguindo pela Estrada Nacional 260 em direção a Serpa, até à Ponte do Guadiana, entre as 09h30 e as 10h00, onde a direção prestará declarações aos jornalistas. A chegada a Serpa está prevista para o início da tarde, com a concentração no Parque de Feiras e Exposições e desmobilização às cinco da tarde. O protesto contra aquele acordo e a negociação da próxima PAC pretende ainda chamar a atenção para a inviabilidade económica das culturas de sequeiro e da pecuária extensiva no Alentejo, setores que poderão ser fortemente penalizados com a abertura do mercado e para o abandono da atividade agrícola que poderá agravar o risco de incêndios rurais e acelerar a desertificação humana do interior. Daqui e daqui.
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A proximidade de um olival às habitações continua a preocupar a população de Ervidel, devido à falta de respostas do proprietário e das entidades competentes. O Movimento Ervidel em Ação alertou o novo Presidente da Câmara Municipal de Aljustrel para o “problema que se arrasta há um ano a esta parte e que continua a gerar insegurança na população”, “denunciado o incumprimento da legislação, nomeadamente a inexistência de uma cortina arbórea obrigatória com 10 metros de largura junto ao perímetro urbano, conforme obriga o PDM”, que “continua a verificar-se o encaminhamento da água da chuva para o coletor urbano, sobrecarregando-o e colocando em risco o seu funcionamento” e “o corte unilateral por parte do proprietário do Olival em novembro passado, do caminho público que ligava a Travessa de Ferreira à Quinta Nova, usado há várias décadas”, o que “tem causado sérios transtornos à população e a agricultores, que agora se vêm obrigados a dar a volta à aldeia para aceder à Quinta Nova.”
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António Borges Coelho, historiador, resistente antifascista, antigo preso político, faleceu hoje aos 97 anos. Nasceu em Murça, no final de 40 ingressou na FDUL, abandonando os estudos para se dedicar à luta antifascista. Em 1949 integrou o MUD Juvenil e, depois, o PCP. Já na clandestinidade, foi preso pela PIDE, tendo passado anos na cadeia do Aljube, de Caxias e de Peniche, sujeito a medidas de segurança. Em 1967 concluiu a licenciatura em Ciências Histórico-Filosóficas na Universidade de Lisboa e trabalhou como jornalista, n’ A Capital, no Diário de Lisboa, no Diário Popular, na Vértice e na Seara Nova. Catedrático jubilado da FLUL, publicou obras como “As Raízes da expansão portuguesa”, “A Revolução de 1383”, “Questionar a História”, “A Inquisição em Évora” e vários volumes da História de Portugal.
Fundador do Movimento Cívico Não Apaguem a Memória, foi até 2021 presidente do Conselho Consultivo do Museu do Aljube. Em 1999, foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Santiago da Espada, em 2018 com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade e em 2019 com a Medalha de Mérito Cultural.
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Entre 34 trabalhos jornalísticos a concurso, dos quais 13 a nível regional, o “Diário do Alentejo” foi distinguido com um segundo prémio na categoria “Imprensa Regional”, no âmbito da 8.ª edição do Prémio de Jornalismo “Analisar a pobreza na imprensa”, promovido pela Rede Europeia Anti-Pobreza. A distinção foi atribuída à reportagem “Sonhos”, da série “Invisíveis” – conjunto de 10 reportagens sobre a temática das pessoas em situação de sem-abrigo –, publicada no primeiro trimestre de 2024, da autoria da jornalista Ana Filipa Sousa de Sousa e do fotojornalista Ricardo Zambujo.
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A poucos dias das eleições autárquicas, a EAPN Portugal / Rede Europeia Anti-Pobreza reforça a “necessidade urgente de um compromisso político local contra a pobreza e a exclusão social, sublinhando que o combate a estas realidades deve ser um desafio coletivo, territorial e de cidadania”. João Martins, presidente do Núcleo Distrital de Beja da EAPN Portugal, alerta para a necessidade do poder local assumir o compromisso na luta contra a pobreza, através da “valorização da articulação intermunicipal”, do “reforço dos recursos locais e da sua eficácia” e da “resposta aos desafios sociais emergentes e estruturais”. A rede lembra que um em cada cinco portugueses vive em situação de pobreza ou exclusão social. Daqui e daqui.
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«Flotilha Global Sumud, que rompeu parcialmente o bloqueio israelense a Gaza, é um dos actos de desobediência civil mais bem-sucedidos da história recente. ... A forma como os países reagiram diz muito sobre a impunidade como Israel continua a prender e matar. Enquanto a Colômbia, governada por um Presidente de esquerda, Gustavo Petro, devido à prisão de 2 activistas colombianos, expulsou todos os diplomatas israelitas no país e encerrou o acordo de livre comércio entre os dois Estados. Enquanto a Turquia, de onde 24 cidadãos foram detidos, o procurador-geral em Istambul abriu uma investigação onde o Ministério das Relações Exteriores do país chamou de “ acto de terror” à acção do governo sionista. Enquanto Espanha convocou o principal representante de Israel para uma reprimenda e vários países, com cidadãos sequestrados por Israel, reagiram com indignação, Portugal preferiu o silêncio cúmplice com o genocídio.
Num pais verdadeiramente democrático, este governo seria "silenciosamente" demitido e os seus responsáveis julgados.» Alcidio Torres, aqui.
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«Toda a vereação da oposição, ao longo dos dois mandatos de Arsénio, sempre foi pautada por ser mansa e permissiva. Apenas apertava nas criticas nos últimos meses antes do fim dos mandatos, o que permitiu ao PS ter uma governação tranquila e sem sobressaltos, fazendo passar e aprovar a esmagadora maioria das decisões. No entanto o PCP tem mais culpas no cartório, pois na CIMBAL tinha capacidade de fazer uma oposição mais ruidosa, mas sempre optou pelo estilo português light.
Não tenho muitas dúvidas, que ambos irão pagar um preço caro devido ao caminho traçado.» Mónica 21.09.2025, aqui.
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