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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Infâncias que nascem do papel” Entre Páginas na Biblioteca de Beja

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“Infâncias que nascem do papel” é o tema de mais uma edição do programa de promoção da leitura para Escolas e outras comunidades-Entre Páginas, para o ano de 2018/2019, que tem lugar na Biblioteca Municipal José Saramago, em Beja, esta tarde, às 18.00 horas.

A proposta desta sessão passa pela realização de um percurso de leitura desenhado por Mafalda Milhões, curadora da exposição, onde a permanente interpelação das imagens e dos objectos convidam a construir relações entre o que sabemos, o que lemos, o que podemos adivinhar, dando espaço ao que cada um é capaz de pensar e expressar sobre a sua própria experiência.

Daqui e daqui

Beja vai ter a primeira Cabine de Leitura do Concelho

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A Câmara Municipal de Beja e a Altice Portugal, através da Fundação PT inauguram a primeira Cabine de Leitura do Concelho, nascida a partir de uma antiga cabine telefónica mas que em vez de um telefone, contém prateleiras e livros, sob o mote: "Levar, ler, devolver". A iniciativa decorre na próxima quinta-feira, dia 4 de outubro, às 15h00, na Praça Diogo Fernandes – Jardim Bacalhau, em Beja.

Imagem de capa de © Leonardo Negrão/Global Imagens

OBRIGADO Catarina Valença Gonçalves!

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“Este projeto começou em Alvito por causa de uma particularidade. É que todas as igrejas que tem ainda hoje têm pintura mural, e por isso é que este projeto nasceu aqui e também muito devido à visão do presidente da altura, Lopes Guerreiro, que percebeu a amplitude e a potencialidade do projeto. Foi, inclusive, por indicação sua que o estudo que eu tinha feito sobre a pintura mural de Alvito se acabou por estender, na altura, a mais quatro municípios (Cuba, Vidigueira, Portel e Viana do Alentejo) e foi, por isso, que este projeto foi gerido, durante vários anos, pela Associação de Municípios do Alentejo Central (Amcal), porque a partir daí originou-se uma rota que já não foi só para Alvito”, explica agora Catarina Valença Gonçalves, que continua a estar à frente da Rota do Fresco, mas, desde 2009, na empresa Spira, uma agência de revitalização patrimonial, propriedade da historiadora, e que tem sede em Vila Nova da Baronia, no concelho de Alvito.

Ler uma interessante reportagem de Bruna Soares e José Ferrolho sobre a Rota do Fresco, no Diário do Alentejo desta semana ou aqui.

 

Obrigado Catarina pela visão, pela inteligência, pelo trabalho, pela insistência e resiliência que colocou ao serviço deste Projecto, que tanto tem promovido esta região.

Obrigado ainda por naquele dia, há 20 anos e acompanhada pelo João Goes Janeira, me ter batido à porta a pedir que lhe conseguisse o acesso à Ermida de Santa Luzia e, dessa forma, me ter envolvido, desde o início, no que viria a ser a Rota do Fresco!

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