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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

CDU acusa Câmara de Mértola de esconder “Documento Oficial do Município” sobre "visita" da PJ em 2019

Zé LG, 20.06.21

201803061730278395.jpgA CDU acusa a Câmara de Mértola de estar a esconder “Documento Oficial do Município” sobre “visita” da Polícia Judiciária (PJ) à Câmara, em 2019, “tendo levado alguns processos”.

A CDU de Mértola revela que “apesar da insistência dos eleitos da Coligação na Câmara e na Assembleia Municipal, a maioria socialista nunca esclareceu a razão da vinda da polícia criminal ao Município, nem sequer quais os documentos que levou, ou ainda, que suspeitas estão relacionadas com esta situação.” Diz, ainda, que “a maioria socialista, esconde, ilegalmente, um Documento Oficial do Município sobre o assunto” e que a "população tem direito à verdade".

Mais de 100 personalidades querem criar "Silicon Valley" no Alentejo

Zé LG, 17.05.21

parque de ciência do alentejo.jpgAcadémicos, empresários, políticos e dirigentes da administração pública pedem ao Governo a instalação no Alentejo da estrutura europeia permanente para o empreendedorismo, para ajudar a transformar a região no próximo 'Silicon Valley', numa carta, da autoria do vice-reitor da Universidade de Évora (UÉ) e presidente executivo do Parque do Alentejo de Ciência e Tecnologia (PACT), Soumodip Sarkar, que foi subscrita por 104 personalidades.

A missiva, já enviada ao primeiro-ministro, Soumodip Sarkar diz: "Vejo a possibilidade da integração desta estrutura no Alentejo como um importante e enorme passo para concretização mais rápida e eficaz daquela que é a nossa missão. Não só a missão da região, mas a missão do país. Um país que tem trabalhado para que a coesão territorial seja uma realidade efetiva". Diz, ainda, acreditar que o Alentejo "tem todas as condições para ser o próximo 'Silicon Valley'” e manifesta-se "crente do potencial" da região e "confiante no trabalho" desenvolvido "nos últimos anos pelos vários agentes".

Portalegre criou a “Academia do Hidrogénio”

Zé LG, 16.05.21

biobip_0.pngFoi no Bioenergy and Business Incubator of Portalegre (BioBIP) do Instituto Politécnico de Portalegre (IPP) que o Secretário de Estado da Energia, João Galamba, assistiu à apresentação da Academia para o Hidrogénio, que resultou de uma candidatura efetuada no âmbito da Estratégia Nacional para o Hidrogénio (EN-H2) do Governo Português, ao Important Project of Common European Interest (IPCEI).
O IPP dispõe de um centro de experimentação semi-industrial, a BioBIP Energia, onde tem sido desenvolvida formação e investigação na área da bioenergia, um espaço com cerca de 1000m2, onde são trabalhados e a desenvolvidos um conjunto de projetos como o vetor energético que tem como base o hidrogénio.

Universidade de Évora sobe 500 lugares na investigação

Zé LG, 19.04.21

research_ue.pngA Universidade de Évora (UÉ) subiu, em 2020, cerca de 500 lugares no European Research Ranking, que avalia um grupo de mais de mil instituições de 27 países europeus com projetos de investigação que recebem financiamento da Comissão Europeia, e que baseia a sua classificação nos dados fornecidos pelo Serviço Comunitário de Informação para a Investigação e o Desenvolvimento (CORDIS). A academia alentejana está agora sensivelmente a meio de uma lista global de mais 1000 instituições europeias. Se considerarmos somente as universidade, centros de investigação e laboratórios nacionais desta lista, cerca de 45, a UÉ ocupa 6ª posição na categoria das Instituições de Ensino Superior.

Aluno do IPBeja venceu "Programa Promove 2020"

Zé LG, 14.04.21

202104131346104327.PNGO aluno do Mestrado de Engenharia do Ambiente do IPBeja, Alonso Arroyo Escoto venceu o Prémio Promove 2020 da Fundação La Caixa e da Fundação para a Ciência e Tecnologia, na vertente “Ideias com potencial para se tornarem projetos piloto inovadores.”

Alonso Arroyo Escoto concorreu com a ideia “Acetic2Electric-Conversão de ácido acético em eletricidade como forma de destoxificação de hidrolisados lignocelulósicos”, que o aluno apresenta com o processo de destoxificação do hidrolisado de bagaço de azeitona, para a sua posterior fermentação de forma mais sustentável e eficiente.

Alonso Arroyo Escoto concorreu como aluno do Mestrado em Engenharia do Ambiente do IPBeja, tendo como mentora Fátima Carvalho, do IPBeja, e Conceição Fernandes, do CEBAL, como membro participante e como instituição com interesse na exploração da ideia.

"A ideia de que esta nova agricultura veio trazer trabalho e dinamismo à região é uma falácia"

Zé LG, 09.04.21

IMG_1768.JPG«É com a convicção de que apenas uma nova agricultura poderá fazer face à emergência climática no Alentejo, que Mário Carvalho, investigador do MED - Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento, defende o modelo de agricultura de conservação, “uma agricultura que produz mais, consumindo menos recursos e utilizando técnicas antigas como as sementeiras diretas, a rotação de culturas que aumentam a resiliência dos ecossistemas e a devolução dos resíduos ao solo de origem”.
Mário Carvalho alerta para a possibilidade de “muitos” dos projetos de agricultura superintensiva instalados no perímetro de rega de Alqueva]” puderem “vir a falir” a médio prazo. “É a lei do mercado, da oferta e da procura. O preço do azeite desceu consideravelmente e há excedente no mercado. Não vai dar para todos e haverá lugar a imparidades, o que será um problema sério para a região e para o país”. Do ponto de vista social, defende, estes modelos de agricultura intensivos “também não estão a ter o impacto desejado, uma vez que a maioria das empresas é estrangeira, que a mão de obra qualificada é sobretudo espanhola e que para o trabalho não qualificado são contratados imigrantes que vivem em condições deploráveis. Portanto, a ideia de que esta nova agricultura veio trazer trabalho e dinamismo à região é uma falácia. As populações periféricas continuam desempregadas”. Segundo Mário Carvalho, a pergunta que se coloca é simples: “Estará o Estado a recuperar o investimento feito, tendo como contrapartida o benefício público” e a redução do impacto das alterações climáticas no Alentejo?»
Leia toda a entrevista de Mário de Carvalho ao Diário do Alentejo.

CEBAL vai finalmente ter instalações próprias

Zé LG, 01.04.21

202103311011177989.jpgForam cinco as candidaturas apresentadas tendo em vista a construção do edifício para o Centro de Biotecnologia Agrícola e Agro-Alimentar do Alentejo (CEBAL) em Beja.

Este projeto resultou de uma candidatura apresentada pela autarquia bejense, em parceria com o CEBAL e com o Instituto Politécnico de Beja, ao Programa Operacional Regional Alentejo 2020, que congregou uma visão disruptiva e estratégica da Ciência para o Território. Uma Ciência com “impacto social, económico, cultural e ambiental, que contribui para potenciar a atratividade de novos investimentos, baseados no conhecimento, valorizando uma economia assente nos recursos endógenos e nas atividades emergentes de elevado índice tecnológico.”

Depois do novo edifício construído vai ser possível o CEBAL “ampliar os laboratórios e salas de experimentação para o desenvolvimento da sua atividade, reforçando a estratégia de transferência de conhecimento e tecnologia iniciada pelo Centro em 2015”.

Júlia - novo robot móvel desenvolvido a partir de Beja

Zé LG, 30.03.21

julia.pngO novo robot móvel Júlia (devido a “Pax Julia”), destinado a descontaminar espaços de grande dimensão, como unidades de saúde, fábricas, escritórios ou centros comerciais, está a ser desenvolvido por uma equipa multidisciplinar de investigadores do UNINOVA – Instituto de Desenvolvimento de Novas Tecnologias da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, Instituto Politécnico de Beja e por elementos da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo.
A ideia para este robot surgiu depois de um enfermeiro no Hospital de Beja ter pedido soluções que facilitassem o trabalho das equipas de saúde, especialmente em tempos de pandemia. Neste sentido, Júlia é um robot móvel que recorre a radiação ultravioleta e permite uma desinfeção do ar e superfícies de forma eficaz, segura e autónoma, estando ainda em desenvolvimento, mas estando previsto o seu lançamento até ao final do ano. O projeto conta ainda com o apoio financeiro da SOMINCOR, concessionária das minas de Neves-Corvo.

"Fragilização" do SNS causou mortes que podiam ter sido evitadas e está a reduzir a esperança e a qualidade de vida dos portugueses

Zé LG, 15.03.21

112296735_197591781705407_6152230202123013005_n.jpA "fragilização" em que se encontrava o SNS no início da pandemia causou mortes que podiam ter sido evitadas e "a destruição enorme" da economia devido aos confinamentos sucessivos, segundo um estudo do economista Eugénio Rosa.

“A degradação em que o SNS se encontrava tornou o colapso mais rápido e os seus efeitos mais graves e obrigou a sucessivos confinamentos”, que a situação de rutura do SNS exigia, “que destruíram a economia, causaram o aumento explosivo da dívida pública e da pobreza”, refere o estudo hoje divulgado.

“Marcar uma consulta de especialidade ou realizar uma cirurgia era e é uma autêntica tortura, e para centenas de milhares de portugueses que não têm médico de família a marcação de uma simples consulta era quase uma ‘missão impossível'”.

Tudo isto tem “consequências dramáticas” para os portugueses visíveis já a nível de esperança de vida que tinha aumentado de uma forma continua entre 2006 e 2017, de 79 anos para 81,6 anos, e a partir de 2017 inverteu-se com “uma diminuição cada vez mais acentuada”, sendo previsível que em 2020, devido às mortes por covid-19 e pelas outras doenças, por “falta de assistência médica”, a queda tenha sido ainda maior do que a verificada em 2019.

“Embora a esperança de vida à nascença em Portugal fosse, em 2019, de 80,9 anos, a média de anos que um português vive com saúde era, nesse ano, 59,2 anos, o que determina que viva 20 anos com problemas que podem ser graves de saúde causado, em grande parte, pela falta de cuidados de saúde adequados devido à degradação crescente do SNS (falta de meios)”. Enquanto se verifica em Portugal uma diminuição de anos de vida com saúde (de 63,6 anos em 2012 para 59,2 anos em 2019), nos países da UE aumentou de 61 anos para 64,6 anos.

Paulo Barriga recebe Bolsa de Jornalismo em Saúde

Zé LG, 12.03.21

202103120847119831.jpgO Jornalista Paulo Barriga (colaborador do O Atual) ganhou uma das cinco Bolsas de Jornalismo 2020, uma iniciativa do Sindicato dos Jornalistas, com apoio da farmacêutica Roche, para financiamento de reportagens na área da Saúde.

Paulo Barriga, na qualidade de jornalista freelancer, viu a sua proposta de trabalho subordinado ao tema: “Suicídio no Alentejo em tempos de Covid-19”, ser uma das cinco selecionadas entre as mais de 30 candidaturas apresentadas. O jornalista alentejano dá conta da surpresa e da satisfação, já que não é todos os dias que se recebem este tipo de bolsas.

“Não há conhecimento desligado do compromisso social”, afirma Santiago Macias

Zé LG, 10.03.21

imgLoader2.ashx.jpgHistoriador e arqueólogo, docente universitário, um dos pioneiros do Campo Arqueológico de Mértola, ex-presidente da Câmara de Moura, Santiago Macias, de 57 anos, é o novo diretor do Panteão Nacional, em Lisboa. Escolhido através de concurso internacional, entra em funções a 1 de abril. O mandato é de três anos.

“Não pode haver prática ou conhecimento científico desligado do compromisso social”, defende Santiago Macias, que acaba de ser anunciado como novo diretor do Panteão Nacional, em Lisboa. Em entrevista ao “Diário do Alentejo”, o historiador revela que a divulgação do Panteão Nacional junto da juventude é uma das áreas em que pretende desenvolver iniciativas, “porque o conhecimento da História e a preservação da memória coletiva são matérias fundamentais”.

CEBAL com projeto para tratamento das águas residuais e reutilização e valorização dos subprodutos do sector dos lacticínios

Zé LG, 07.03.21

“LactoMTeC” é o novo projeto, para o setor dos laticínios, do Centro de Biotecnologia Agrícola Agroalimentar do Alentejo (Cebal). Quais os objetivos deste projeto?

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O projeto tem como principal objetivo dinamizar a fileira do queijo pelo valor das suas águas residuais. Esta dinamização será feita através da transferência do conhecimento científico e tecnológico sobre processos de separação por membranas e a sua aplicabilidade nos efluentes de queijarias. Estes processos assemelham-se a uma filtração e podem contribuir para uma gestão mais eficiente das águas residuais produzidas neste setor. Essas águas apresentam grande impacte ambiental devida à acumulação de resíduos do fabrico do queijo, sendo eles proteínas, açucares, vitaminas e minerais. E se por um lado, esses resíduos (subprodutos) são os maiores responsáveis pelo impacto ambiental do efluente, são, por outro lado, compostos de elevado valor nutricional. Desta forma, pretendemos disponibilizar soluções integradas que permitam não só o tratamento das águas residuais, mas também a sua reutilização e a valorização dos seus subprodutos.

CEBAL promove projeto para resolução prática de problemas da gestão de efluentes dos lacticínios

Zé LG, 17.02.21

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O Centro de Biotecnologia Agrícola Agro-Alimentar do Alentejo, iniciou um novo projeto de transferência de conhecimento científico e tecnológico intitulado “LactoMTeC – Tecnologia de Membranas na valorização sustentável de efluentes do setor dos Lacticínios.” O projeto pretende juntar o conhecimento, a tecnologia e a experiência para uma resolução prática de problemas associados à gestão de efluentes deste setor.

Estudante de Arqueologia da Universidade de Évora distinguida com o Prémio de Ensaio Histórico

Zé LG, 06.02.21

dfc49c3b014595a53a50b20876fad901_L.jpgAna Martins, mestre em Arqueologia e Ambiente pela Universidade de Évora, é a vencedora da segunda edição do Prémio de Ensaio Histórico, atribuído pela União das Freguesias de Faro. 

A arqueóloga viu premiado o trabalho intitulado "Contributo para o estudo da cidade romana de Ossonoba: a terra sigillata da Rua Infante D. Henrique nº 58-60".

Com orientação de André Carneiro, Professor do Departamento de História da UÉ, e co-orientação de João Pedro Bernardes, Professor da Universidade do Algarve, a estudante revela na sua tese de mestrado, que “poucos têm sido os resultados de intervenções arqueológicas levadas a cabo nos últimos anos em Faro, no âmbito de acompanhamentos de obra, a ser publicados”. Para Ana Martins, “esta é uma consequência da emergência em salvaguardar, maioritariamente apenas pelo registo, os vestígios existentes, e da falta de investimento na investigação”.

A Metalúrgica Alentejana “possuía uma capacidade técnica e tecnológica que permitia desenhar, fundir, fresar… peças para a indústria naval”

Zé LG, 06.02.21

«Metalúrgica Alentejana: terra, memória e futuro

Aldo-Passarinho-opinião-696x366.png… a MA emerge como espaço de perceção, memória e fantasia que nos desafia a cartografar os testemunhos, a documentação ou os objetos que nos permitem compreender o papel desta indústria no espaço sociocultural, onde se fundiram alfaias que rasgaram a terra e ajudaram o homem a “modelar” a paisagem, num período histórico de grandes transformações no Alentejo.

No Álbum Alentejano, por volta de 1932, podemos ler que a MA era uma “…das mais importantes casas no género existentes no país…”, especializada em “relhas aceiradas e bicos” (poético!); e, vamos perceber através da documentação do fundo da MA no Arquivo Distrital de Beja[4] que nos anos 60-70 esta, para além de ter clientes um pouco por todo o Alentejo, possuía uma capacidade técnica e tecnológica que permitia desenhar, fundir, fresar… peças para a indústria naval. ...»

Aldo Passarinho, Professor Instituto Politécnico de Beja, aqui.

Parceria entre ULSBA, UNINOVA, IPBeja e SOMINCOR cria robô português para combater a pandemia

Zé LG, 05.02.21

202010151132032077.jpgEstá a ser desenvolvido um projeto inovador que junta ULSBA, UNINOVA, Instituto Politécnico de Beja e SOMINCOR. O objetivo “é desenvolver um sistema robotizado para descontaminar, de forma prática e eficiente, espaços de grande dimensão, como unidades de saúde, fábricas, escritórios ou centros comerciais”. Trata-se do robô português “Júlia 1”, que herda o nome da Pax Julia (“Paz de Júlio”).

“Utilização de Subprodutos da Agroindústria na Alimentação Animal”

Zé LG, 26.01.21

cebal.jpgO CEBAL está a promover o inquérito online intitulado de “Utilização de Subprodutos da Agroindústria na Alimentação Animal” junto dos produtores de animais, de forma a desenvolver e definir estratégias que promovam a sustentabilidade económica e ambiental do setor.

O inquérito online pretende analisar a realidade a nível nacional quanto ao tipo de subprodutos utilizados e outras informações fundamentais, de forma a "demonstrar as mais-valias que tal pode trazer, quer pela redução do custo de alimentação por parte dos produtores de animais, quer pela valorização dos subprodutos pelas agroindústrias", segundo Olinda Guerreiro, investigadora da CEBAL.

Pode preencher o inquérito da CEBAL aqui.

CEBAL iniciou projeto para promover o amendoal no Alentejo

Zé LG, 11.01.21

202101071530151997.jpgO Centro de Biotecnologia Agrícola e Agroalimentar do Alentejo aposta na fileira dos frutos secos, através da transferência de conhecimento e tecnologia para a promoção, diferenciação e competitividade do amendoal no Alentejo.

O CEBAL iniciou um novo projeto intitulado “Inov-Amendo-AL: Microenxertia in vitro de amendoeiras de valor acrescentado para a promoção do amendoal no Alentejo”, que procura potencializar a competitividade do setor dos frutos secos no Alentejo, nomeadamente de amêndoa, através da introdução no mercado de plantas de amendoeira sadias e de valor acrescentado, obtidas com o auxílio de ferramentas biotecnológicas inovadoras.