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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Papa Francisco premeia 40 anos de trabalho do Campo Arqueológico de Mértola

claudio_torres.jpgEnquanto o sumo pontífice “encoraja e apoia” os que se comprometem na “pesquisa histórico-arqueológica”, o Governo português privou os investigadores de Mértola dos apoios necessários ao desenvolvimento do seu trabalho, acusa Cláudio Torres.

O trabalho desenvolvido ao longo dos últimos 40 anos pelo Campo Arqueológico de Mértola (CAM) acaba de ser reconhecido pela Cúria Romana com a atribuição do prémio das Academias Pontifícias do Vaticano, este ano dedicado aos primeiros séculos do Cristianismo.

Durante a sessão pública das Academias Pontifícias, realizada na terça-feira no Vaticano, o arqueólogo Cláudio Torres, director do CAM, foi surpreendido com uma mensagem enviada aos participantes no encontro pelo Papa Francisco onde este diz: “Apraz-me entregar o prémio das Academias Pontifícias à associação portuguesa Campo Arqueológico de Mértola pelas campanhas arqueológicas conduzidas nos últimos anos e pelos extraordinários resultados obtidos”, acrescentando ainda que pretende “encorajar e apoiar” os que se comprometem na “pesquisa histórico-arqueológica e relativa aos mártires”.

Santiago Macias propõe reflexões sobre o Fórum de Beja

imgLoader2.ashx.jpgO conflito de pouco nos serve… Sem entrar na polémica em torno do projeto de arquitetura e do futuro das estruturas arqueológicas, gostaria de deixar aqui alguns tópicos para reflexão:

1. A leitura de espaços como o dos templos de Beja só consegue ser feito através da sua “verticalização”. Muitos teatros romanos, muitos arcos do triunfo foram refeitos e reerguidos. O processo é conhecido pelo nome de anastilose, um “palavrão” que se refere à (re)construção a partir de elementos previamente existentes.

2. Não me parece disparatado que, nesse processo, se incorporem no fórum elementos arquitetónicos de grandes dimensões – designadamente, capitéis – que hoje se encontram na galeria do Museu Regional.

3. Ou seja, que estabeleça uma ligação próxima entre estes vestígios, absolutamente notáveis, o Museu, que dispõe também de outros materiais de grande qualidade, o sítio arqueológico de Pisões e o núcleo da Rua do Sembrano.

4. É crucial criar condições para que as escavações arqueológicas se concluam, prevendo-se um programa de edições destinado a uma ampla divulgação dos resultados e das conclusões a que se chegou. Incluo aqui a Casa da Moeda, peça crucial no processo de investigação que Maria da Conceição Lopes tem em curso.5. Não creio que seja possível pôr em funcionamento todo este complexo de sítios – por vezes a razoável distância, como Pisões –, com o habitual e rígido programa: cada sítio com o seu núcleo de exposições, com horário fixo e quadro de pessoal próprio. Ou há um plano em rede, com partilha de recursos, e com intervenções concretas e realistas ou daqui a 10 anos estaremos na mesma. Ou pior, discutindo a privatização ou a alienação de sítios.

A tomada de decisões sobre o património, na perspetiva da sua reabilitação, nem sempre é “simpática”. Nem imediata. É mais fácil “feirizar” a História, criar “eventos” e complementá-los com iniciativas folclóricas. Dá muito menos trabalho e rende mais, no curto prazo. Ora, como bem sabemos, e tendo em conta o que nos resta do fórum, o Património é matéria para o longo prazo.

Leia aqui todo o texto, publicado na edição da semana passada do Diário do Alentejo.

Equipa científica do GEN-RES-ALENTEJO reúne-se para avaliação do progresso do projeto

A equipa científica do Projeto GEN RES Alentejo reúne-se esta sexta-feira, dia 5, na Universidade de Évora, para avaliação do progresso do projeto.

ovelhas.jpgO projeto GEN-RES-ALENTEJO, liderado pela ACOS, tem como principais objetivos a identificação de ovinos com resistência genética à peeira e ao parasitismo por nemátodos gastrointestinais em explorações no Alentejo. A pesquisa permitirá, entre outros aspetos, identificar os principais fatores de risco associados e avaliar, em concreto, qual o impacto económico destas doenças nas explorações do Alentejo.

Para mais informações sobre o projeto, os parceiros e os trabalhos já realizados, consultar o site (criado pela ACOS): AQUI

Rede Ibérica debate gestão do montado na ACOS

A ACOS recebe, hoje, às 15.00 horas, nas suas instalações, as Jornadas de apresentação da Rede Ibérica para a Transferência do Conhecimento e a Inovação no Montado.

Rede ibérica.pngEste é um projeto promovido pelo Centro de Investigação Científica e Tecnológica da Extremadura que conta com 16 parceiros do lado de cá e de lá da fronteira.

A Rede pretende promover a transferência de conhecimento, de boas práticas e de inovações para a gestão do montado, e para a produção e comercialização dos seus produtos, de forma a contribuir para uma maior valorização económica e ambiental destes sistemas.

O projeto é apresentado, amanhã, dia 18, também às 15.00 horas, no auditório da Biblioteca Municipal de Ourique. 

Fujitsu confirma interesse em instalar em Beja um centro de competências nas áreas da proteção da informação digital

A Fujitsu Portugal confirma o interesse em avançar com um centro de desenvolvimento em Beja. Conforme avançado pelo Diário do Alentejo, a empresa e o Instituto Politécnico de Beja já assinaram um protocolo de colaboração. A nova unidade destinar-se-á ao desenvolvimento de ferramentas de segurança informática que possam ser usados pelos clientes da empresa.

imgLoader2.ashx.jpg“Todos os passos que estamos a dar é para criarmos esse centro de competências e neste momento não vemos razão nenhuma para que esse centro não seja uma realidade”, acrescenta Pedro Samuel Pires, líder de cibersegurança da Fujitsu Portugal, sublinhando o trabalho desenvolvido pelo Instituto Politécnico de Beja na área da segurança informática: “Alegrar-nos-ia muito contribuir para este desenvolvimento em Beja, mas também aproveitar as excelentes capacidades que já observamos e estamos a desenvolver com o IPBeja”.

 

“Políticos são os principais responsáveis pela crise da democracia”

"Os níveis de desconfiança face às instituições democráticas nacionais e europeias, tal como de insatisfação com a democracia, estão diretamente associados ao aumento do desemprego, dos níveis de pobreza e das desigualdades sociais, assim como aos débeis níveis de desempenho e crescimento da economia", conclui o estudo sobre Cultura Política e Democracia na Europa do Sul, coordenado pelo professor Tiago Fernandes, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) da Universidade Nova de Lisboa.

"A crise da confiança em Portugal, Espanha, França, Itália e na Grécia está claramente ligada à incapacidade de os governos das democracias nacionais e da União Europeia gerarem prosperidade, emprego e segurança económica para o cidadão comum, nos últimos 30 anos. A era da globalização trouxe, assim, consequências nefastas para a relação dos cidadãos com os regimes democráticos, nesta região", sublinham os autores do estudo.

"A Agricultura e o Ambiente no Mediterrâneo"

CEBAL-768x512.jpg… é o tema central das primeiras Jornadas MED, que se vão realizar no Polo da Mitra da Universidade de Évora, nos dias 27 e 28 de junho, para dar visibilidade à investigação que já é desenvolvida nos quatro centros de investigação do Sul, que pretendem criar o MED - (que em português pode ser traduzido como Instituto para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento no Mediterrâneo), já candidatado à Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), que, a ser aprovado, irá permitir aos quatro centros envolvidos "aumentarem a sua massa crítica e o tipo de sistemas acerca dos quais podem dar resposta em termos de investigação".

Do Alentejo, a iniciativa tem a participação do ICAAM e do Polo de Évora do Cibio - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, ambos da UÉ, assim como do Centro de Biotecnologia Agrícola e Agroalimentar do Alentejo (CEBAL), localizado em Beja. O MeditBio - Centro para os Recursos Biológicos e Alimentos Mediterrânicos da Universidade do Algarve é a outra unidade de investigação participante no projeto.

Estes quatro centros atuam em áreas complementares e, como somos todos focados sobre sistemas do Mediterrâneo, achámos que faria sentido juntarmos esforços", destacou Teresa Pinto Correia, diretora do Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais Mediterrânicas (ICAAM) da Universidade de Évora (UÉ).

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    Concordo em absoluto que o caminho não é por aí.

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