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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Empresa mineira quer fazer prospecção no Alentejo

prosp-mineira-768x432.jpgA Matsa, S. A., requereu a atribuição de direitos de prospecção e pesquisa de depósitos minerais de cobre, chumbo, zinco, ouro, prata e metais associados, no Alentejo.
A empresa quer fazer prospecção numa zona denominada de “Ermidas”, localizada nos concelhos de Ferreira do Alentejo, Aljustrel, Santiago do Cacém, Grândola e Ourique.
O pedido está patente para consulta, dentro das horas de expediente, na Direcção de Serviços de Minas e Pedreiras da Direcção-Geral de Energia e Geologia.

Hospital de Beja pioneiro no Sul a tratar fibrilhação auricular

O Serviço de Cardiologia do Hospital de Beja realizou a primeira ablação de fibrilhação auricular pela técnica de crioablação na região sul, um procedimento minimamente invasivo utilizado para corrigir esta perturbação do ritmo cardíaco através do isolamento elétrico das veias pulmonares na aurícula esquerda.

médicos.jpg“A fibrilhação auricular aumenta o risco de insuficiência cardíaca e Acidente Vascular Cerebral (AVC), sendo também fator de risco para o desenvolvimento de demências. É uma condição que aporta custos para a população e, por isso, é com orgulho que o hospital de Beja passa agora a ser um centro que vem ajudar a tratar esta patologia”, afirma o médico cardiologista Luís Moura Duarte.

Papa Francisco premeia 40 anos de trabalho do Campo Arqueológico de Mértola

claudio_torres.jpgEnquanto o sumo pontífice “encoraja e apoia” os que se comprometem na “pesquisa histórico-arqueológica”, o Governo português privou os investigadores de Mértola dos apoios necessários ao desenvolvimento do seu trabalho, acusa Cláudio Torres.

O trabalho desenvolvido ao longo dos últimos 40 anos pelo Campo Arqueológico de Mértola (CAM) acaba de ser reconhecido pela Cúria Romana com a atribuição do prémio das Academias Pontifícias do Vaticano, este ano dedicado aos primeiros séculos do Cristianismo.

Durante a sessão pública das Academias Pontifícias, realizada na terça-feira no Vaticano, o arqueólogo Cláudio Torres, director do CAM, foi surpreendido com uma mensagem enviada aos participantes no encontro pelo Papa Francisco onde este diz: “Apraz-me entregar o prémio das Academias Pontifícias à associação portuguesa Campo Arqueológico de Mértola pelas campanhas arqueológicas conduzidas nos últimos anos e pelos extraordinários resultados obtidos”, acrescentando ainda que pretende “encorajar e apoiar” os que se comprometem na “pesquisa histórico-arqueológica e relativa aos mártires”.

Santiago Macias propõe reflexões sobre o Fórum de Beja

imgLoader2.ashx.jpgO conflito de pouco nos serve… Sem entrar na polémica em torno do projeto de arquitetura e do futuro das estruturas arqueológicas, gostaria de deixar aqui alguns tópicos para reflexão:

1. A leitura de espaços como o dos templos de Beja só consegue ser feito através da sua “verticalização”. Muitos teatros romanos, muitos arcos do triunfo foram refeitos e reerguidos. O processo é conhecido pelo nome de anastilose, um “palavrão” que se refere à (re)construção a partir de elementos previamente existentes.

2. Não me parece disparatado que, nesse processo, se incorporem no fórum elementos arquitetónicos de grandes dimensões – designadamente, capitéis – que hoje se encontram na galeria do Museu Regional.

3. Ou seja, que estabeleça uma ligação próxima entre estes vestígios, absolutamente notáveis, o Museu, que dispõe também de outros materiais de grande qualidade, o sítio arqueológico de Pisões e o núcleo da Rua do Sembrano.

4. É crucial criar condições para que as escavações arqueológicas se concluam, prevendo-se um programa de edições destinado a uma ampla divulgação dos resultados e das conclusões a que se chegou. Incluo aqui a Casa da Moeda, peça crucial no processo de investigação que Maria da Conceição Lopes tem em curso.5. Não creio que seja possível pôr em funcionamento todo este complexo de sítios – por vezes a razoável distância, como Pisões –, com o habitual e rígido programa: cada sítio com o seu núcleo de exposições, com horário fixo e quadro de pessoal próprio. Ou há um plano em rede, com partilha de recursos, e com intervenções concretas e realistas ou daqui a 10 anos estaremos na mesma. Ou pior, discutindo a privatização ou a alienação de sítios.

A tomada de decisões sobre o património, na perspetiva da sua reabilitação, nem sempre é “simpática”. Nem imediata. É mais fácil “feirizar” a História, criar “eventos” e complementá-los com iniciativas folclóricas. Dá muito menos trabalho e rende mais, no curto prazo. Ora, como bem sabemos, e tendo em conta o que nos resta do fórum, o Património é matéria para o longo prazo.

Leia aqui todo o texto, publicado na edição da semana passada do Diário do Alentejo.

Equipa científica do GEN-RES-ALENTEJO reúne-se para avaliação do progresso do projeto

A equipa científica do Projeto GEN RES Alentejo reúne-se esta sexta-feira, dia 5, na Universidade de Évora, para avaliação do progresso do projeto.

ovelhas.jpgO projeto GEN-RES-ALENTEJO, liderado pela ACOS, tem como principais objetivos a identificação de ovinos com resistência genética à peeira e ao parasitismo por nemátodos gastrointestinais em explorações no Alentejo. A pesquisa permitirá, entre outros aspetos, identificar os principais fatores de risco associados e avaliar, em concreto, qual o impacto económico destas doenças nas explorações do Alentejo.

Para mais informações sobre o projeto, os parceiros e os trabalhos já realizados, consultar o site (criado pela ACOS): AQUI

Rede Ibérica debate gestão do montado na ACOS

A ACOS recebe, hoje, às 15.00 horas, nas suas instalações, as Jornadas de apresentação da Rede Ibérica para a Transferência do Conhecimento e a Inovação no Montado.

Rede ibérica.pngEste é um projeto promovido pelo Centro de Investigação Científica e Tecnológica da Extremadura que conta com 16 parceiros do lado de cá e de lá da fronteira.

A Rede pretende promover a transferência de conhecimento, de boas práticas e de inovações para a gestão do montado, e para a produção e comercialização dos seus produtos, de forma a contribuir para uma maior valorização económica e ambiental destes sistemas.

O projeto é apresentado, amanhã, dia 18, também às 15.00 horas, no auditório da Biblioteca Municipal de Ourique. 

Fujitsu confirma interesse em instalar em Beja um centro de competências nas áreas da proteção da informação digital

A Fujitsu Portugal confirma o interesse em avançar com um centro de desenvolvimento em Beja. Conforme avançado pelo Diário do Alentejo, a empresa e o Instituto Politécnico de Beja já assinaram um protocolo de colaboração. A nova unidade destinar-se-á ao desenvolvimento de ferramentas de segurança informática que possam ser usados pelos clientes da empresa.

imgLoader2.ashx.jpg“Todos os passos que estamos a dar é para criarmos esse centro de competências e neste momento não vemos razão nenhuma para que esse centro não seja uma realidade”, acrescenta Pedro Samuel Pires, líder de cibersegurança da Fujitsu Portugal, sublinhando o trabalho desenvolvido pelo Instituto Politécnico de Beja na área da segurança informática: “Alegrar-nos-ia muito contribuir para este desenvolvimento em Beja, mas também aproveitar as excelentes capacidades que já observamos e estamos a desenvolver com o IPBeja”.

 

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  • Anónimo

    Comboio parado a 10 km de Beja. Continua a saga! Q...

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    Pois eu vou votar, mas com a convicção que o meu v...

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  • Francisco Santos

    Para além de tudo isso a Maria Alice foi uma das p...

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