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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“A seu tempo veremos se esta estratégia de comunicação dá os resultados que Arsénio almeja.”

1390758_10151822287948192_2063250583_n.jpg"Já o escrevi, e volto a repetir: Paulo Arsénio utiliza a sua conta pessoal no FB para divulgação, e interpretação, das actividades da CMB. Desconheço se a autarquia ainda tem um Gabinete de Informação e Relações Públicas e, se o tem, para que serve. Imagine-se que PA faz uma divulgação e, depois, por um qualquer motivo, a modifica, altera ou apaga. Com que dados vai a comunicação social fazer notícia sobre determinada actividade? Com os dados originais, alterados, ou os apagados? Onde é que está a informação institucional e onde é que ela se mistura com a opinião pessoal de Arsénio? E, se um dia, Arsénio decidir apagar a sua conta no FB, onde irão ficar (para memória futura) os dados que deveriam ser institucionais? Quanto aos likes e nos posts, eles têm o mesmo valor dos "deslikes" que passam de boca em boca, à mesa do café: nulo.
A seu tempo veremos se esta estratégia de comunicação dá os resultados que Arsénio almeja.

João Espinho 04.11.2019 16:02"

A "estratégia" do Executivo PS na Câmara de Beja

Ao contrário de muitos, entendo e concordo com a intervenção do presidente da Câmara de Beja, Paulo Arsénio, no Facebook, divulgando actividades da Câmara Municipal e contribuindo, assim, para uma maior informação da actividade autárquica. Não concordo é com a forma com que, na generalidade dos casos, gera polémicas desnecessárias, respondendo a críticas ou provocando opositores, deslocando a atenção dos seus leitores do essencial para o assessório.

Veja-se esta sua última publicação ( aqui em baixo) que, em vez de realçar uma decisão acertada – mandar recuperar o painel de azulejos -, gera um rol de críticas acerca da sua “estratégia” na liderança do Município capital do Distrito de Beja.

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"Durante a pintura geral do interior do Jardim Público..., detatámos que o painel de azulejos referente a Gonçalo Mendes da Maia está em muito mau estado, ameaçando mesmo desprender-se, por peças, e poder assim perder-se...
A CM Beja decidiu por isso intervir e contratar, ..., uma prestação de serviços... para reabilitar o painel e evitar a sua eminente queda.
Relembro que a parede onde está fixo o painel no jardim não era pintada há 10 anos e foi essa intervenção - pintura-, que muitos desvalorizam, que permitiu detetar este perigo eminente.
Enfim, mesmo "sem estratégia" segundo alguns, lá vamos tratando do Património Municipal com atenção, recuperando e reabilitando, valorizando dessa forma o concelho.
Imaginemos o que não seria se tivéssemos... a tal "estratégia" que aparentemente nunca faltou em Beja ao longo de 40 anos 🙂."

Paulo Arsénio, 03/11/2019

Misericórdia de Beja apresenta Programa GeMec - Gestão do Medicamento

Garantir, de forma totalmente gratuita, um acompanhamento regular às pessoas que vivem sozinhas em casa, quer através da gestão da toma de medicação, quer da gestão de consultas, e que sofram de doenças crónicas e/ ou com patologias relacionadas com a saúde mental é o objetivo do Programa apresentado pela Santa Casa da Misericórdia de Beja.

Misericordi-768x432.jpgJoão Paulo Ramôa, Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Beja refere que o programa vem ajudar em várias situações, como por exemplo, nos tratamentos das doenças crónicas e de saúde mental, em que a medicação deve ser efetuada com regularidade.

"Participação cidadã e redes sociais: uma contradição insanável?”

PM.jpg«...

Uma maior participação cidadã, em Beja ou em outra qualquer parte do país é sempre de enaltecer, o que poderia ser reforçado com a “democratização da opinião” proporcionada pela internet, nomeadamente pela blogosfera e depois pelo facebook, pelo facto de o acesso a estes novos meios de comunicação ter trazido novas possibilidades para a difusão e para o debate de ideias, em liberdade e quase sem limites.

Só que, infelizmente, não é isso que se passa, gerando-se uma improvável e insanável contradição entre o que parecia ser um importante contributo para a participação cidadã e os resultados obtidos nas redes sociais. ...»

Leia aqui todo o texto de José Filipe Murteira

SAIBA QUANDO PODE FAZER QUEIMADAS

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O Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, em colaboração com a GNR e a Associação Nacional de Municípios, desenvolveu uma nova aplicação informática que permite efectuar pedidos de autorização de queimadas.

“Com base num conjunto de informações, como a perigosidade, a meteorologia e o número de incêndios dos últimos dias, o sistema gera uma reposta que identifica as condições de risco para o dia solicitado”, revela o Instituto.

O requente terá que se registar na aplicação e solicitar autorização da queimada ou avaliação da queima.

Em paralelo foi criada uma linha de apoio que permite tirar dúvidas e ajudar a efectuar o registo na aplicação. Basta ligar o 808 200 520, entre as 8 e as 21 horas. O custo é de uma chamada local.

“AquiAppbicho!”

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… é o nome da aplicação para smartphones, tablets, e computadores desenvolvida no quadro de uma parceria entre a Unidade de Saúde Pública da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo e a EMAS – Empresa Municipal de Água e Saneamento de Beja.

A aplicação permite a qualquer cidadão denunciar o avistamento animais transmissores de doenças, como mosquitos, carraças, pombos, pulgas, piolhos, lagarta do pinheiro e ratos.

O projecto pretende fazer o controlo e prevenção de doenças.

ESTRATÉGIAS DE COMUNICAÇÃO

Continuam a existir entidades que entendem que a melhor estratégia de comunicação é não responder nem esclarecer as críticas e dúvidas com que são confrontadas, principalmente nas redes sociais, porque ao fazê-lo só estariam a contribuir para valorizar esses meios de comunicação.

Parece-me que esse entendimento constitui um erro estratégico grave, de consequências bem previsíveis, como a nossa história local recente mostrou. O foco da comunicação deve ser colocado nas questões objecto da crítica ou relativamente às quais são levantadas dúvidas e não no mensageiro. O que importa é esclarecer e, através do esclarecimento, consolidar a relação de confiança com os destinatários da sua actividade. Fazê-lo apenas em função do meio de comunicação que veicula a crítica ou a dúvida é “lateralizar o jogo” e “atirar a bola para fora” e, dessa forma, “passar a condução do jogo para o adversário".

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