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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Utentes do Litoral Alentejano queixam-se das condições do SNS na região

Zé LG, 20.10.20

202010201712205547 litoral.jpg

A "falta de profissionais de saúde", as "extensões de saúde degradadas" e os "tempos máximos de resposta garantidos" superiores ao previsto pela lei foram os principais temas abordados numa reunião mantida pela coordenação de utentes com o Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde.

Os utentes exigem, entre outras reivindicações, "médico e enfermeiro de família para todos", a redução "de 1.900 para 1.500 utentes por cada médico", a colocação de "médico e enfermeiro, no mínimo, uma vez por semana" nas diversas extensões de saúde, a contratação de todos os profissionais em falta na região e o "fim da contratação por empresas de trabalho temporário". Dos cerca de 100 mil utentes, 15.200 não tem médico de família atribuído.

A colocação urgente de uma ambulância de suporte imediato de vida no Serviço de Urgência Básica do Centro de Saúde de Alcácer do Sal foi outra das exigências dos utentes, que destacam que "não existem previsões para a sua atribuição" e que isso contraria a "lei da obrigatoriedade da colocação da respetiva ambulância".

As condições do Hospital do Litoral Alentejano, em Santiago do Cacém, estiveram também em discussão, tendo os utentes considerado "inadmissível" a abertura do novo serviço de urgência daquela unidade "sem o número suficiente de profissionais de saúde" e exigido a "reabertura da totalidade de camas" da Unidade de Convalescença.

Beja mostrou capacidade de resposta ao maior foco de COVID-19 do Distrito

Zé LG, 20.10.20

2020101510104364 mansão.jpg“Confrontados com a situação de maior expressão numérica em termos distritais de COVID-19 registada desde o início da pandemia até hoje conseguimos, no espaço de 48 horas, em articulação e parceria com muitas outras instituições montar a resposta que vai ao encontro das determinações da autoridade de saúde pública da ULSBA que foram conhecidas ao final da tarde de ontem depois de feita avaliação ao estado de saúde de todos os utentes da Mansão….” , escreveu o presidente da Câmara Municipal de Beja.

Tal como critiquei a falta de estratégias mais eficazes na prevenção da COVID-19 nos lares, também devo realçar a capacidade de resposta da Câmara Municipal de Beja , da ULSBA e de todas as entidades da Protecção Civil e que com ela cooperaram ao foco surgido no Lar da Mansão de São José. Podemos não ter aprendido nada a prevenir a COVID-19 nos lares, com o que se passou no Lar de Reguengos de Monsaraz, mas Beja mostrou ter aprendido bem como evitar falhas graves na resposta ao foco surgido no Lar da Mansão de São José. E certamente fará o mesmo relativamente a outros focos.

Hospital de Beja com 20 mil atendimentos a menos nas urgências em Agosto

Zé LG, 19.10.20

250120171759-462-HospitalBeja12.jpgA Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) registou, em agosto, 50 646 atendimentos na urgência, quando em 2019 havia registo de 70 705 atendimentos, ou seja, menos 19 756 face a período homólogo de 2019. A maior quebra ocorreu em doentes com pulseira amarela (foram menos 10 780 os que procuraram os serviços de urgência).

 “Os números podem estar relacionados com a pandemia de covid-19, devido essencialmente ao receio dos utentes em dirigirem-se ao hospital. No entanto, não significa que não exista segurança e cumprimentos das normas em todos os seus aspetos. O serviço de urgência do Hospital José Joaquim Fernandes, quer a urgência de adultos, quer a urgência pediátrica e a obstétrica, sempre cumpriram regras definidas pela Direção-Geral de Saúde para um atendimento seguro”, explica a administração da ULSBA.

OE prevê 147 milhões de euros na ferrovia e 26 milhões para novo Hospital Central do Alentejo

Zé LG, 14.10.20

ferrovia_2.png“Decorrem desde 2019 as empreitadas no Corredor Internacional Sul, cujo investimento autorizado ascende a 466 milhões de euros, designadamente, nas linhas do Leste (modernização e eletrificação do troço entre Elvas-Fronteira), de Évora (construção, em três subtroços, de 80 km de nova linha ferroviária e da subestação de Tração do Alandroal) e na linha de Sines/Sul (modernização da ligação ferroviária). Em 2021, estima-se uma execução de despesa neste âmbito na ordem dos 150 milhões de euros”.

O Governo vai destinar uma verba de quase 26 milhões de euros para os trabalhos de construção do novo Hospital Central do Alentejo, em Évora, segundo a versão preliminar da proposta de Orçamento do Estado (OE) para 2021.

Dia Mundial da Saúde Mental assinalado hoje na ULSBA

Zé LG, 09.10.20

091020171553-922-DIAMUNDIALDASADEMENTAL.jpgO Dia Mundial da Saúde Mental é amanhã, mas porque este ano a data calha a um sábado, as comemorações foram antecipadas para esta sexta-feira. O Ministério da Saúde realiza um webinar sobre “Saúde mental para todos, maior investimento, mais acesso”, das 15.30 horas às 17.30 horas, com a participação de Ana Matos Pires, Graça Freitas e Marta Temido. O Serviço de Psiquiatria da ULSBA antecipou o dia, através de uma ação flashmob, junto à entrada do Hospital de Beja, pelas 11.00 horas.

Hospital de Évora suspende internamentos de grávidas após caso de covid-19

Zé LG, 08.10.20

HES.pngO Hospital do Espírito Santo de Évora suspendeu preventivamente novos internamentos no Serviço de Ginecologia e Obstetrícia, até segunda-feira, após um caso de covid-19 entre os profissionais.
Para além de suspender novos internamentos neste serviço, foi determinada a realização de despiste a todos os contactos de risco e vai também proceder-se à descontaminação profunda dos espaços físicos envolvidos.
O Serviço de Urgência continua a garantir o atendimento a todas as utentes, mantendo uma equipa de dois obstetras e uma enfermeira parteira para todas as que necessitem de cuidados de obstetrícia e ginecologia urgentes e emergentes. As restantes utentes devem contactar o 112 para serem encaminhadas de acordo com a sua situação clínica.
Todos os outros serviços do HESE estão a funcionar com normalidade, devendo os utentes dirigir-se ao hospital com toda a confiança, respeitando e cumprindo as orientações da Direção-Geral de Saúde.

ULSBA testa todos os profissionais do Hospital de Beja, na sequência do surto Covid-19

Zé LG, 02.10.20

140720162300-538-HospitalBeja.jpgO surto Covid-19 no Hospital de Beja está a condicionar os serviços. O serviço de urgência de obstetrícia permanece encerrado até às 08.00 horas do dia 7 de outubro. Recorde-se que até à data, a ULSBA revelou que fez 950 testes e que há 33 casos de Covid-19 confirmados, 1 teste inconclusivo e 58 pessoas em isolamento profilático.

A “ULSBA procederá à transferência das utentes que recorram ao Serviço de Urgência de Obstetrícia” e informa que “o serviço de internamento da especialidade para as utentes já internadas se mantém em funcionamento.”

A ULSBA garante, ainda, que “estão a decorrer, com normalidade, as consultas de especialidade e outros atos médicos e de enfermagem e exames, devendo os utentes dirigir-se ao Hospital de Beja com toda a confiança, mas respeitando e cumprindo as indicações dadas (distanciamento físico, higienização das mãos, cumprimento da hora da consulta ou exame) e, muito importante, o uso obrigatório de máscara à entrada dos edifícios.”

“Por favor não brinquem com coisas sérias, … Ou será que passamos de bestiais a bestas???”

Zé LG, 29.09.20

Paixão.jpg“Não só não há falta de cumprimento das boas práticas como também do plano de contingência traçado. É de facto triste tentar tirar proveito, sabe-se lá para o quê, de uma situação destas quando cada um de nós, em particular dos que lidam directamente com potenciais casos, fazem os possíveis e os impossíveis senão para os evitar, pelo menos para atenuar bem como tratar dos que infelizmente foram contaminados. … tristes dos que colocam em causa o inexcedível trabalho de todos quantos, de forma esforçada, abnegada e dedicada têm dado o melhor de si em prol dos outros e nessa dedicação incluem-se todos os que cumprem as regras e principalmente os que tratam e cuidam dos nossos utentes. Não vos passa sequer pela cabeça como tem sido o dia-a-dia de muitos profissionais da ULSBA, começando nos assistentes operacionais, passando por enfermeiros, médicos, TSDT e outros e acabando no Conselho de Administração. Por favor não brinquem com coisas sérias, têm legitimidade para criticar políticas de saúde, decisões superiores bem como o estado da saúde em Portugal e especificamente no Alentejo desde que o façam com respeito e elevação, mas numa altura destas não façam o que muitos tentaram fazer em Março... outra vez não, por favor! Ou será que passamos de bestiais a bestas???”
Vitor Paixão 28.09.2020, aqui.

Hospital de Beja "com normalidade", à exceção do bloco operatório e da urgência de ginecologia e obstetrícia

Zé LG, 28.09.20

imgLoader2.ashx.jpgO hospital de Beja está sem urgência de ginecologia e obstetrícia por falta de médicos para preencher as escalas do serviço devido ao surto de COVID-19 que já infetou 30 profissionais de saúde daquela unidade.

Entre os clínicos da especialidade de ginecologia e obstetrícia que prestam serviço no hospital de Beja, há dois médicos e uma interna infetados e dois em isolamento profilático, pelo que o hospital ficou "temporariamente" com "falta de médicos da especialidade para preencher as escalas" do Serviço de Urgência de Ginecologia e Obstetrícia e teve de fechá-lo no domingo às 20:00.

Segundo Conceição Margalha, presidente da ULSBA, enquanto o Serviço de Urgência de Ginecologia e Obstetrícia estiver fechado, no hospital de Beja não há atendimento da especialidade a utentes provenientes do exterior, as quais serão encaminhadas para os hospitais públicos mais próximos. No entanto, sublinhou, o internamento na especialidade de ginecologia e obstetrícia mantém-se a funcionar para as utentes já internadas no hospital de Beja.

No hospital de Beja, à exceção do bloco operatório, onde só há atividade cirúrgica de urgência, e do Serviço de Urgência de Ginecologia e Obstetrícia, que está fechado, as consultas de especialidade e outros atos médicos e de enfermagem e exames decorrem "com normalidade".

Já são 26 os profissionais de saúde infetados no Hospital de Beja

Zé LG, 28.09.20

imgLoader2.ashx.jpgO número de profissionais de saúde infetados no surto de covid-19 identificado no bloco operatório do hospital de Beja subiu de 23 para 26, mais três em relação aos dados avançados no sábado, nomeadamente um assistente técnico, um enfermeiro e um médico. O surto foi identificado na quinta-feira, dia em que foram detetados os primeiros seis casos de enfermeiros infetados.
Segundo a ULSBA, foram reforçadas as medidas de segurança e higiene, assim como o rastreio mais alargado aos profissionais do hospital, estando prevista a realização de cerca de mais 300 testes até hoje.
A ULSBA informa ainda que "estão a decorrer, com normalidade, as consultas de especialidade e outros atos médicos e de enfermagem e exames" e os utentes devem dirigir-se ao hospital de Beja "com toda a confiança, mas respeitando e cumprindo as indicações dadas".

“Os utentes do SNS nem chegam a perceber o que está acontecer”

Zé LG, 27.09.20

“O Hospital não está em crise, está moribundo há longos anos, numa espécie de letargia prolongada, que atingiu nos últimos anos contornos vergonhosos, caricatos e pouco dignificantes para o sector!… Os utentes do SNS nem chegam a perceber o que está acontecer, tal é a incompreensão das circunstâncias!… Esta politização do sector da Saúde, que já tresanda a bafio, é consequência de políticas sucessivas erráticas, de incompetência e de desinvestimento na área, com consequências sérias para os profissionais que têm a custo mantido a "máquina" a funcionar, com dificuldades e constrangimentos de toda a espécie!… A culpa aqui não é de ninguém em particular, mas transversal a todas as Administrações responsáveis!… As nomeações administrativas que sucederam às diversas governações não estão isentas de culpas, pelas razões que os profissionais do sector conhecem!… Desmotiva os agentes da Saúde? Sim, claramente!”

Anónimo 24.09.2020, aqui.

“com o PS no governo, o Hospital de Beja está sempre a bombar”

Zé LG, 27.09.20

“É uma das características principais do atual PS e dos seus militantes, é uma enorme capacidade de sacudir a água do capote nunca vista até agora.

Ou seja antes do governo do Passos Coelho e da Troika que curiosamente foi chamada pelo governo socialista que o antecedeu. O Hospital de Beja estava na maior e tudo corria às mil maravilhas, mesmo com a contínua perda de serviços e competências para o Hospital de Évora e o abandono continuo de profissionais aí formados.

Ou seja com o PS no governo, o Hospital de Beja está sempre a bombar, a região recebe as visitas acaloradas dos seus governantes que trazem na maleta propostas e propostas de desenvolvimento da região, o aproveitamento do regadio do Alqueva tem sido feito com um respeito total pela natureza e pelo bem estar das populações, o centro histórico de Beja tem recebido apoios e apoios com vista a evitar a sua continua degradação em curso, etc, etc, etc,....

Não sei se me terei esquecido de mais alguma grande obra feita.”

Anónimo 23.09.2020, aqui.

“O sector da saúde em Beja está hoje incontestavelmente pior do que há 20 anos”

Zé LG, 26.09.20

“Quando os telhados são de vidro, é mais difícil atirar pedras (ou deveria ser)! O anterior CA não está imune a críticas de gestão, como se sabe!… Bem sabemos que as questões partidárias, por variadas razões vêm ao de cima nas actuais circunstâncias, de desgoverno e desorientação!… O sector da saúde em Beja está hoje incontestavelmente pior do que há 20 anos, e o problema nem sequer é exclusivamente endémico, mas um reflexo do desinvestimento e das políticas de abandono do interior, que ocorreu por falta de capacidade dos órgãos políticos locais, de políticas desastrosas, de inércia das sucessivas administrações, etc.… E nem vale a pena escamotear os problemas, com subterfúgios de natureza pessoal, partidária ou afectiva!… O sector está mal, como aliás está mal no resto do País… E os parcos exemplos de sucesso não servem para disfarçar os problemas genéricos da Saúde no Portugal profundo!… Os utentes são conhecedores desta realidade, com larga experiência na área!....”

Anónimo 23.09.2020, aqui.

“telhados de vidro e responsabilidades directas têm ambos os partidos, no que à saúde no Distrito e ao HJJF respeita”

Zé LG, 24.09.20

“Este comentário só falha quando refere o ano de 2013 como aquele em que o hospital de Beja capitulou, com o mandato de Margarida Rebelo em Presidente do Conselho de Administração no governo PSD. Ora, não foi a partir dessa data como muito bem sabe o comentador Dr. Munhoz Frade. Basta reler os seus comentários e posts, neste blog, relativos aos dois mandatos anteriores, quando eram presidentes do conselho de administração dois dos seus camaradas de partido, um deles já falecido e outro reformado. Quem não se lembra dos feitos e estragos na instituição hospitalar, quando de governos PS, do célebre duplo Mestre, por aqui amplamente postados e comentados que levaram o blog Alvitrando aos vários top’s… conjuntamente com artigos de jornais e processo disciplinar a uma administradora da casa que nessa altura começou a dizer as verdades e a “levantar cabelo” a tão autoritários e incompetentes gestores, boys do PS?

Infelizmente esse autoritarismo continuou no mandato seguinte do PSD, onde os também célebres boys do PSD, Gaspar e Guerreiro, continuaram na mesma senda dos anteriores dois mandatos do PS.

 

“PSD fez o mal e agora faz a caramunha”

Zé LG, 24.09.20

70365791_10205606536479761_4613475439241854976_n M“Que o Hospital está em crise não é coisa nova. Em 2013, o então CA da ULSBA, nomeado pelo governo de Passos Coelho, capitulou perante interesses externos, suprimindo as camas de oncologia, iniciando a descaracterização do nosso Hospital. O clima interno era de terror, impondo o silêncio aos funcionários. A denúncia pública da grave perda foi tratada pela Administração do PSD com calúnias sobre o profissional que a fez. Outras alterações se sucederam, designadamente nos serviços cirúrgicos, matando a sua diferenciação, apontando aos especialistas um futuro desmotivador. Não tenho dúvidas de que era uma estratégia destinada a facilitar a centralização regional, e/ou interesses privados. Em novembro desse mesmo ano, conforme então noticiado no Alvitrando, o PSD emitiu um comunicado, falando em nome do CA da ULSBA, tomando-lhe as “dores” provocadas pelas críticas de um deputado. Implicitamente, o PSD assumia como boa essa estratégia de definhamento. Os impactos das malfeitorias então feitas foram tais que duram até aos dias de hoje.”
Munhoz Frade 23.09.2020, aqui.

Presidente do CA da ULSBA diz que a preocupação é manter as extensões de saúde abertas em condições seguras

Zé LG, 23.09.20

110120181516-728-ConceioMargalha.jpgO plano da saúde para o outono-inverno 2020-21 está a ser preparado e “pretende mobilizar todos os agentes do setor e o país para o período exigente que se avizinha e que requer uma resposta conjunta e participada.”

“Preservar vidas humanas; proteger os mais vulneráveis, particularmente a população idosa a viver em estruturas residenciais para idosos e preparar a resposta ao crescimento epidémico da pandemia” são os principais objetivos deste plano, que prevê, ainda, “um reforço da resposta em saúde pública, especialmente, em situações de surtos, adapta as atuais áreas dedicadas à Covid-19 em áreas dedicadas aos doentes respiratórios e os circuitos de internamento hospitalar para diferentes fases da resposta.”

Conceição Margalha, presidente do Conselho de Administração da ULSBA, assegura que perante a perspetiva que se avizinha de se caminhar para um tempo em que a gripe sazonal se vai misturar com a Covid-19 “está tudo a ser preparado para lidar com estas possibilidades” e explica que “Com o aproximar do inverno, a preocupação é manter as extensões de saúde abertas, mas em condições seguras, no sentido de se evitarem contágios, ou seja apostando na marcação de horários para consultas e na não acumulação de doentes nos centros”.

Como é que se luta pela Saúde de uma região

Zé LG, 23.09.20

amp.jpg“Com decência, seriedade e honestidade. Com propostas realistas de soluções e sem populismo. Com conhecimento de causa e, sobretudo, sem escamotear a situação pandémica que se vive a nível mundial.
Outras alturas houve em que as dificuldades tb comprometeram as soluções e, outras ainda, em que foi a falta de vontade política - e as opções políticas feitas em relação ao SNS - do poder central que determinaram desinvestimento.

Em rigor e honestamente alguém consegue afirmar que a situação da Saúde na região é um problema novo? Onde estava o PSD qdo foi governo e qdo tinha uma deputada eleita pelo distrito de Beja? Sugiro que vá procurar declarações da Nilza de Sena feitas sobre a Saúde na região, e sobre a ULSBA em particular, na altura em que era deputada e que as compare com o que agora é dito pelo partido que a elegeu.
Estou particularmente à vontade, tenho lutado pela melhoria da Saúde na região com todas as minhas forças, vim para Beja na vigência do anterior CA - que sempre me deu o apoio que pôde - e sou testemunha do esforço do atual CA - que me apoia na luta pela melhoria da Saúde Mental na região como pode -, em particular da sua Presidente.
Injustiça, maldicência e populismo barato não são o caminho em política.”

Ana Matos Pires 23.09.2020, aqui.

PSD acusa CA da ULSBA de subserviência ao Governo do PS, que se manifesta na redução e na degradação de serviços

Zé LG, 23.09.20

201903141456035856 PSD.jpgO PSD defende que “enquanto o Conselho de Administração da ULSBA, não assumir que há um gritante desinvestimento, que há problemas graves e uma notável subserviência ao Governo Socialista, que se manifesta na redução e na degradação de serviços, muito dificilmente a situação débil em que se encontra pode ser invertida, acelerando o caos que muito previsivelmente vai chegar a curto prazo”.

“Fruto do desinvestimento, da ausência de políticas de contratação e de ideias arrojadas, à imagem do que outros Conselhos de Administração têm conseguido fazer, o Hospital de Beja sofre uma grave crise que, pode ser acentuada se não houver um planeamento e um trabalho complementar entre o Hospital de Beja e o há muito anunciado Hospital central de Évora”, defende a distrital laranja. 

Daqui e daqui.

Hospital de Beja tinha 36 camas para casos de Covid-19. Presentemente tem três.

Zé LG, 10.09.20

110120181516-728-ConceioMargalha.jpg“O Hospital de Beja fechou, ainda em março passado, o 3º piso onde tinha 36 camas, para receber casos de Covid-19. Presentemente tem três camas destinadas a este fim, assim como a possibilidade de retirar de outras áreas no caso de ser necessário”, explicou Conceição Margalha convicta de que, “mesmo com o aproximar do inverno e da gripe sazonal, não será preciso voltar” a estes procedimentos.

Perante a perspetiva que se avizinha de se caminhar para um tempo em que a gripe sazonal se vai misturar com a Covid-19, a presidente do Conselho de Administração da ULSBA assegura que “está tudo a ser preparado para lidar com estas possibilidades”, que “a ULSBA já alargou, criando espaços Covid, a urgência pediátrica e geral”, ou seja já “a pensar nas respostas que tenham que vir a ser dadas”, recordando que “a aposta do Governo vai ser administrar a vacina da gripe, por permitir diminuir o número de infeções respiratórias”.