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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

PCP receia encerramento de serviços como a obstetrícia e exige respostas sobre “carência de médicos” na ULSBA

070620161129-357-HOSPITALDEBEJA.jpgO PCP manifesta o seu desagrado por aquela que diz ser “a crónica carência de médicos na Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA), particularmente no que respeita à urgência de obstetrícia”, frisando que já este ano, no dia 6 de Janeiro, “o serviço de urgência obstétrica esteve encerrado durante 12 horas o que implicou à deslocação de grávidas ao Hospital do Espírito Santo em Évora”.

O Conselho de Administração da ULSBA e o Ministério da Saúde, em resposta a requerimentos de João Dias, deputado do PCP eleito por Beja, “têm reconhecido as dificuldades e admitido o risco eminente de colapsar nas urgências de Pediatria e Obstetrícia e graves dificuldades nos serviços de Anestesiologia, Radiologia, Cirurgia Geral e Ortopedia”.

A DORBE do PCP, receia o encerramento de serviços como a obstetrícia, em Beja. Pelo que vai fazer uma visita à unidade hospitalar, prevista para o próximo dia 21 de Janeiro.

Daqui e daqui.

Hospital Central do Alentejo vai ser uma realidade

 

6855_big.jpgO Primeiro-Ministro, o Ministério da Saúde e o Ministério do Planeamento e Infraestruturas apresentaram, em Évora, o projecto de financiamento do novo Hospital Central do Alentejo, no âmbito da reprogramação do Portugal 2020, que contará com 40 milhões de euros de fundos europeus FEDER de um investimento previsto de cerca de 150 milhões de euros, aos quais acrescerão custos com equipamentos na ordem dos 31 milhões de euros. 

O novo hospital terá um perfil assistencial diversificado, contando com um plateau tecnológico diferenciado, componente de radioterapia, de medicina nuclear e de meios de diagnóstico e terapêutica, polivalência de cuidados de saúde, valência de cuidados paliativos, desenvolvimento das áreas de ambulatório e alargamento a várias especialidades clínicas,  inexistentes na região, representando a criação de valor para toda a área de influência do hospital e de melhoria das condições de atractividade para profissionais de saúde. 

 

ULSBA recebeu mais 15 médicos internos

O Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) revela que a instituição recebeu, no início deste mês, 15 médicos internos, um dos quais é o primeiro na especialidade de Medicina Intensiva e recebe a sua formação na Unidade de Cuidados Intensivos Polivalente do Hospital José Joaquim Fernandes.

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Dos novos 15 médicos internos, 7 são médicos internos para a formação específica nas especialidades de Medicina Intensiva, Cirurgia Geral, Psiquiatria, Pediatria, Medicina Interna, Ortopedia e Ginecologia-Obstetrícia. Os outros 8 são médicos internos para formação geral, ou seja para o antigo ano comum. Este grupo junta-se aos 49 internos que estão, atualmente, em formação na instituição.

Hospital de Beja com visitas livres aos doentes até à próxima Quarta-Feira

Paciente-768x432.jpgOs doentes Internados no Hospital José Joaquim Fernandes, em Beja podem receber visitas livres até à próxima quarta- feira, dia 2 de Janeiro.

As entradas são feitas sem necessidade do cartão de visitante, excepto nos Serviços de Pediatria, de Obstetrícia e Internamento de Psiquiatria e nas Unidades de Neonatologia, Cuidados Intensivos Polivalentes e Cuidados Intermédios de Cardiologia. Apesar disso, “para o respeito e bem- estar do doente não devem estar mais de duas visitas em simultâneo” [junto do doente].

“O verdadeiro "centrismo" dos serviços de saúde”

O verdadeiro "centrismo" dos serviços de saúde e em particular da saúde das pessoas, é o seu médico de família ou assistente, no caso de privados. E não o hospital público da sua área.
Pelo que este debate sobre a saúde está enviesado e distorcido, logo à partida.
E o que estamos de facto aqui a discutir, como já há muito tempo se percebeu. Não é a política de saúde na região. Mas, sim o aproveitamento de forma ignóbil das debilidades do sistema de saúde, para fazer baixa política.

Anónimo 20.12.2018 11:51

 

Baixa política não, meu amigo. Concordo que o centro do sistema deva ser o médico de família. Mas o que poderá ele fazer se à sua volta não houver meios complementares de diagnóstico decentes e especialidades a que enviar os seus doentes?

Anónimo 20.12.2018 12:12

Aqui.

ULSBA dispõe de novos equipamentos de Gastroenterologia

20181219173238594.jpgO Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) anunciou que concluiu a substituição de equipamentos do Serviço de Gastroenterologia, que está agora dotado de um novo endoscópio e duas máquinas de processamento e lavagem de endoscópios.

Com este investimento de 90 mil euros, financiado pelo Alentejo 2020 em 85%, a ULSBA espera aumentar o número de exames realizados internamente e, consequentemente, diminuir o número de exames realizados no exterior e baixar os custos anuais de manutenção com os equipamentos.

Daqui e daqui.

Gerir a ULSBA EPE bem é uma tarefa muito exigente

A ULSBA EPE é uma empresa com um orçamento anual de quase oitenta milhões de euros. Geri-la bem, de modo a garantir a sua missão pública com qualidade, é uma tarefa muito exigente. Os Administradores escolhidos têm pois de corresponder a essa exigência com muito trabalho e sentido de humanidade. Porque no fim da linha estão as pessoas que recebem os serviços que a empresa presta. Estes seus “clientes” não precisam ser cativados a consumir, fazem-no por necessidade. Assim sabem os profissionais que com eles diretamente contactam. Por tudo isto, quem tem a responsabilidade política de selecionar os administradores não o pode fazer recorrendo a critérios que não sejam os mais rigorosos.

Anónimo 10.12.2018 07:58

 

Seria bom que a CIMBAL agora se dispusesse a colaborar, em prol do Interesse dos munícipes que representa. Ter saúde é tão importante como a necessidade de beber água.

Anónimo 10.12.2018 09:45

 

Agrava-se a crise na Saúde do Baixo Alentejo, sem que a voz dos utentes se faça ouvir bem alto na comunicação social!

Anónimo 10.12.2018 12:10

 

Aqui.

CA da ULSBA com três elementos em falta

Um dos elementos de baixa e outro com pedido de demissão para ir desenvolver outras funções. O último vogal executivo não indigitado pela CIMBAL.

 

E ninguém faz nada? Que o governo nada faça compreende-se porque aguentar serviços em regiões de baixa densidade é “uma chatice” e faz comichões no OE e alergia ao ministro das Finanças… Mas que os eleitos locais nada façam já é mais difícil de compreender… Será que só se vão mexer quando não tiverem eleitores?…

Ministério da Saúde, ARSA e CIMBAL fazem orelhas moucas ao alerta para o "risco iminente de colapso nas urgências de Pediatria e Obstetrícia" do Hospital de Beja

Diretores de serviço do hospital de Beja alertam para "risco de colapso"

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Doze diretores de serviço do Hospital José Joaquim Fernandes alertaram para o "risco iminente de colapso nas urgências de Pediatria e Obstetrícia" e para a "absoluta carência de médicos" na unidade hospitalar.

Os clínicos "manifestam a sua preocupação pela situação de absoluta carência de médicos para fazer face às necessidades assistenciais da população pela qual a Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) é responsável", pode ler-se no documento intitulado "Porque não podemos, nem queremos, ficar indiferentes".

Em especial, os signatários alertam "para o risco iminente de colapso nas urgências de Pediatria e Obstetrícia e para as graves dificuldades que estão a passar a Anestesiologia, a Radiologia, a Cirurgia Geral e mesmo a Ortopedia".

 

Dez meses depois, a situação mantém-se no Hospital de Beja e o Ministério da Saúde, a Administração Regional de Saúde do Alentejo e a Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL), a quem foi endossado aquele alerta, nada fazem e nada têm nada para dizer?! E o Conselho Consultivo nada faz nem dada diz? E nós, utentes, vamos permitir acomodados ao esvaziamento progressivo de serviços fundamentais do nosso Hospital?

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