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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Câmara de Beja vende terreno municipal para instalação de hospital privado

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Paulo Arsénio, presidente da Câmara de Beja, divulgou, na sua página pessoal do FB, a venda de terreno municipal, localizado junto do Campo de Futebol do Bairro da Conceição, ao Grupo “Hospital Privado do Algarve”, para construção de um hospital privado em Beja.

Esta operação poderá traduzir-se num bom encaixe financeiro da autarquia, mas significará mais uma valente machadada nos serviços públicos de saúde que temos em Beja. Será certamente mais uma opção e, provavelmente melhor, para quem tem dinheiro ou seguros de saúde, mas que contribuirá para dificultar ainda mais o acesso a serviços de saúde de quem tem mais dificuldades económicas, que não terá possibilidade de utilizar o hospital privado e que passará a contar com mais limitados serviços públicos de saúde.

Não creio, por isso, que a Câmara Municipal de Beja, com esta operação, esteja a prestar um bom serviço à população, designadamente à mais carenciada.

Está aberto o debate.

PSD E PCP QUESTIONAM GOVERNO SOBRE DIFICULDADES NO HOSPITAL DE BEJA

Nilza de Sena quer reduzir tempos de espera no Hospital de Beja

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A deputada do PSD eleita por Beja questionou o ministro da Saúde sobre os tempos médios de resposta para primeiras consultas de especialidade no Hospital José Joaquim Fernandes.

Nilza de Sena aponta como “graves” os casos de “274 dias de espera para uma consulta da especialidade de Endocrinologia”; “263 dias de espera para uma consulta da especialidade de Urologia” e “247 dias de espera para uma consulta da especialidade de Otorrinolaringologia”.

PCP questiona Governo sobre falta de médicos no Hospital de Beja

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João Ramos, deputado do PCP eleito por Beja, quer saber se o Governo tem conhecimento da situação e das preocupações das chefias intermédias; que medidas estão a ser tomadas para que seja assegurada a escala de Urgência e para quando a abertura do concurso para as especialidades onde há carência de profissionais na Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo.

CENTROS DE RESPONSABILIDADE INTEGRADOS: SIM OU NÃO?

Estou convicto de que a criação no Hospital de Beja de Centros de Responsabilidade Integrados - entre os quais o de Cardiologia - permitiria melhores condições de contratualização, de atração de mais especialistas, de aumentos da produção e qualidade. Defendo essa perspectiva desde o mandato em que exerci funções de Diretor Clínico (1996-2000). A legislação atual contempla essa possibilidade. Seria um caminho de desenvolvimento, contrariando o processo de definhamento em curso nos últimos anos. Mas não temos sinais visíveis de que o Conselho de Administração da ULSBA pretenda implementá-los.

Munhoz Frade a 28 de Dezembro de 2017 às 23:09, AQUI.

ENFERMEIROS DA ULSBA PUBLICAM ARTIGO EM REVISTA INTERNACIONAL

O artigo “Enfermagem de Reabilitação e a Acessibilidade da Pessoa com Incapacidade”, publicado na última edição da RIASE, Revista Ibero-americana de Saúde e Envelhecimento, teve como co- autores Paulo Silva e Luís Ribeiro, Enfermeiros da Unidade de Cuidados Intensivos Polivalente, e Susana Góis, Enfermeira do Serviço de Especialidades Médicas da ULSBA.

“Este trabalho pretende reflectir sobre os direitos das pessoas com incapacidade e sobre o papel dos profissionais na acção global da reabilitação (…). Pretende, igualmente, mobilizar e reflectir estratégias para a promoção da acessibilidade”, explica a ULSBA.

DIRECTOR DE RH DO HOSPITAL DE BEJA RESPONDE A ACUSAÇÕES QUE LHE TÊM FEITO

Esse "mediático" Director de Recursos Humanos, que entre tantas outras coisas já foi Auxiliar, Assistente Técnico, Chefe de Divisão, Formador, interlocutor da IGAS para a área disciplinar (e que continua com a área disciplinar) e democraticamente eleito presidente de uma Junta de Freguesia entre 2009 e 2013 pelo PS e que NÃO DEVE ABSOLUTAMENTE NADA À POLITICA encontra-se disponível para, dentro dos princípios que norteiam o segredo profissional, disponível para prestar todos os esclarecimentos que entendam por necessários e desmentir o rol de mentiras que aqui é proferido. Encontra-se também disponível e convida quem escreveu o post anterior a fazer uma denúncia ao IGAS para que dessa forma possa explicar não apenas o que não se encontra abrangido pelo dever de sigilo como tudo o que a IGAS entender. Quem não deve não teme. Estão desde já convidados a fazê-lo e quem escreveu isto decerto que me conhece, se não querem dar a cara podem mandar algum emissário que explicar-lhes-ei por A + B e com respeito pelo dever de sigilo, todos os actos praticados. Até porque sempre foi um acérrimo defensor dos princípios da administração aberta e transparência como tal força, saberão com certeza onde o encontrar, se calhar até têm o contacto telefónico.
Fiz este post agora, em serviço, única e exclusivamente em defesa da minha própria honra, e porque me vieram contar o que estava escrito.

Vitor Paixão a 16 de Março de 2017 às 09:55, AQUI.

«IDOSO DE 80 ANOS VIVE “PESADELO” DE SER TRATADO NO HOSPITAL DE BEJA»

António Serra, doente com leucemia aguda, chega a aguardar mais de 24 horas para que lhe seja feita uma transfusão de plaquetas.

A sobrevivência de António Gaizinho Serra depende da transfusão de plaquetas que faz todas as semanas no Hospital de Beja. O homem de 80 anos sofre de leucemia aguda e todas as terças-feiras se desloca de Pias, concelho de Serpa, onde vive, à capital de distrito para efectuar o tratamento.

A família do doente já participou a situação à Ordem dos Médicos, deixou várias reclamações no Gabinete do Utente e escreveu cartas ao Concelho de Administração (CA) do Hospital, liderado por Margarida Silveira e José Gaspar, solicitando a resolução do problema. “Nunca obtive qualquer resposta, nunca me disseram nada. Sinto que estão a querer vingar-se de mim por eu ter feito estas reclamações”, desabafa Fátima Serra. A mulher não tem dúvidas em afirmar que o pai “tem sido muito mal tratado neste Hospital”.

A família de António Serra sente-se negligenciada e afirma que vai processar a Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA).

Contactada pela Rádio Pax, o CA confirma que o idoso é utente do Hospital mas, “por se tratar de questões de natureza clinica, não fornece qualquer tipo de informação pública”.

DISCUSSÕES NA ULSBA ABAFAM QUALQUER DEBATE

Os posts mais comentados no fim-de-semana no SAPO:

  1. One Smile a Day com.. o Malik (193)
    Chic'Ana
  2. LUÍS AMEIXA É O CANDIDATO DO PS À CÂMARA DE FERREIRA DO ALENTEJO (72)
    Alvitrando
  3. Erros elementares de comunicação (66)
    És a nossa Fé! 

Mais uma vez - já lhe perdi o conto -, um alvitre surge nos posts mais comentados no SAPO. Mas quase sempre esse destaque foi alcançado pelas discussões entre grupos da ULSBA e sobre esta e raramente sobre os assuntos alvitrados. Não adviria daí grande mal se se tratasse de um debate esclarecedor do estado da saúde e da ULSBA em particular. Infelizmente, quase nunca passa de brincadeira de camarata ou caserna... que não prestigia os seus protagonistas.

GESTÃO DO HOSPITAL DE SERPA EM DEBATE NA AR

120420161739-635-HospitalSerpa_.jpgA Assembleia da República discute hoje três projectos de resolução referentes ao Hospital de Serpa.

O PSD recomenda a manutenção da gestão do Hospital de Serpa na Santa Casa da Misericórdia.

O PCP defende a reversão do Hospital de S. Paulo para o Ministério da Saúde.

No mesmo sentido vai o projecto do Bloco de Esquerda, que recomenda ao Governo que “desenvolva as acções necessárias tendentes a assegurar a gestão pública do Hospital de Serpa”. Por outro lado, defende que Hospital de Serpa recupere as valências e os serviços encerrados e que são necessários às populações. Por último, recomenda que sejam contratados os médicos, enfermeiros e auxiliares necessários para o bom funcionamento daquela unidade actualmente.

AFINAL OS SERVIÇOS DE SAÚDE EM BEJA ESTÃO PIORES OU MELHORES?

mas não se vê o quê? as dívidas a diminuir? o nº de funcionários a crescer de novo? a produtividade dos serviços a aumentar? a despesa a ser controlada? tenha tento!
Anónimo a 26 de Novembro de 2015 às 20:35

Você é que deve ter tento! Não estamos todos parvos e bem sabemos responder às perguntas que aí faz. Só pode fazer parte do grupo do poder ou tem medo de perder o quê? Não me diga que ê um dos sortudos tipo auditor interno que pica o ponto em Moura e nem lá aparece há meses. Olhe que há malta que lhe pode destapar a careca em três tempos.
Anónimo a 26 de Novembro de 2015 às 20:43

ah sim? e onde estão as incorrecções? temos mais consultas, menos despesas com os internamentos, menores listas de espera, mais médicos, enfermeiros e auxiliares adequados, menos dividas a fornecedores? psiquiatria a funcionar, endoscopia a funcionar, oncologia a funcionar, ambulatório a funcionar em pleno, mas quer enganar quem?
Anónimo a 26 de Novembro de 2015 às 20:56

O profissionalismo deste anónimo é brilhante porque tudo pela mesma medida, o metro. Que brilhante instrumento de gestão, este metro, para medir a competência do CA da ULSBA e os resultados que tem atingido.
Então o meu caro amigo entende que era preciso ter todos esses serviços fechados e não verem doente algum para puderem dizer que não cumpriam e eram incompetentes e oportunistas do tacho? Não deve saber mesmo nada de medidas e de resultados.
Anónimo a 26 de Novembro de 2015 às 21:17

Comentários deixados AQUI.

“CA QUE A ESTE SUCEDER TERÁ UMA TAREFA DE MISSÃO E EXIGÊNCIA”

Era bom que não tentassem, pelo menos em termos de opinião aqui publicada, transmitir que qualquer um serve para um lugar de gestão do topo desta Unidade Local. Ora são Xuxas, ora são políticos locais sem emprego ou à procura de um lugar ao sol, trampolim para isto ou aquilo, ou ainda o administrador que do mal o menos...tudo serve para a dita alternância no poder da maior empresa do distrito ainda com a particularidade de outcames da saúde. É por demais já evidente que não pode e não deve ser assim. Diria mesmo que a situação é de tal ordem preocupante, não invejável, exigente nas escolhas ao nível do exercício da cidadania, se queremos inverter a ordem do que se instalou e poder ainda ter o produto final: prestação de cuidados de saúde com alguma qualidade para as gentes deste distrito empobrecido, envelhecido e desigual. Com este objectivo, já aqui alguma vezes referido neste blog, o CA que a este suceder terá uma tarefa, globalmente falando, de missão e exigência para consigo próprio e os outros, que não se enquadra em perfis individuais que acima referi e que aqui teimam em insistir no que habitualmente designamos de "tachos".
Comentário de Visao a 10 de Novembro de 2015 às 23:41, AQUI.

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