Movimento promete regressar à luta em Defesa do Hospital de São Paulo
O novo ano chegou e a promessa de que a União das Misericórdias Portuguesas abriria, no início do ano, o Serviço de Urgência do Hospital de São Paulo, em Serpa, encerrado desde dia 30 de setembro, não se concretizou. “A população sente-se enganada”, diz o Movimento em Defesa daquele Hospital, afirmando que a população regressará com ações de protesto se o serviço continuar fechado durante o mês de janeiro, sem que existam respostas aos vários contactos dirigidos ao Ministério da Saúde e à União das Misericórdias.
Entretanto, o Chega considera que a transferência do Hospital de São Paulo para o Serviço Nacional de Saúde (SNS) “seria um desastre para a população de Serpa”, porque “o SNS está falido e sobrecarregado, e não é capaz de garantir a qualidade dos cuidados de saúde que os utentes merecem”, pelo que “O governo deve investir no hospital e garantir que ele tenha os recursos necessários para funcionar de forma eficaz”…


Foi assinada, no final da semana passada, a Escritura Pública de compra e venda de um lote tendo em vista a construção de um Hospital Privado na cidade de Beja.
O Ministério Público de Ferreira do Alentejo determinou o arquivamento do inquérito resultante de uma queixa apresentada por Jorge Santos contra os jornalistas Aníbal Fernandes e Paulo Barriga, em que o ex-administrador da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (Ulsba) lhes imputava a “prática de crime de difamação agravada”. Os artigos que deram origem a este processo incidiam “sobre o modo como os dinheiros públicos foram geridos na Ulsba, e concretamente se tais dinheiros foram utilizados para conceder regalias injustificadas aos seus administradores”. No despacho de arquivamento o procurador considerou que “as referidas peças noticiosas estão redigidas com objectividade, limitando-se a descrever factos, sem produzir juízos de valor” (in “DA”)
A Ministra da Saúde, Marta Temido,
Aproxima-se o momento em que os deputados decidirão o futuro do Serviço Nacional de Saúde. Como subscritor de um documento sobre a Lei de Bases da Saúde, quero deixar aqui bem claro que estarei atento às posições tomadas pelos deputados do distrito de Beja quanto a essa matéria. De João Dias, conto que tome uma posição coerente com a convergência política que defendemos. Quanto a Pedro do Carmo, mantenho a expectativa. Não deixarei de aqui verberar quem não defender o reforço do SNS. Nunca aceitaria dar por perdidos quarenta anos de empenho a essa causa.