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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Raiva” antestreia em Beja

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O Pax Julia - Teatro Municipal de Beja recebe esta noite, pelas 21.30 horas, a antestreia de “Raiva”, um filme de Sérgio Tréfaut. O filme tem por base o livro “Seara de Vento”, de Manuel da Fonseca, e desenrola-se no Alentejo, nos anos 50, contando uma história de uma família de trabalhadores rurais. A entrada nesta sessão é gratuita, mediante levantamento prévio de bilhete, na bilheteira do Teatro.

BEJA REVIVE A TRADIÇÃO MILENAR DAS MAIAS

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As Portas de Mértola, em Beja, voltam a reviver a tradição das Maias, hoje, a partir das 10 horas, ao acolher uma vez mais a iniciativa promovida pela adpBEJA- Associação para a Defesa do Património de Beja.

As Maias e os Aios “enchem as ruas com os seus tronos e cenários de flores silvestres, pedindo um tostãozinho para as suas festas e prazeres mundanos, Uma elegia à Bona Dea ou Maia, a deusa romana e ao despertar da Primavera”.

A iniciativa recupera dois mil anos de história (…) e é uma forma de ligação rural à região que não deve ser perdida”, disse Florival Baiôa, presidente da adpBEJA.

Ler e ouvir também AQUI.

FILME “RAIVA” FOI APRESENTADO NO FESTIVAL DE CINEMA INDIE LISBOA

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O grande auditório da Culturgest, em Lisboa, foi pequeno para a estreia do filme “Raiva, de Sérgio Trefaut. A estreia do filme aconteceu no encerramento do Festival de Cinema Indie Lisboa, no passado dia 6 e deixou a plateia emocionada, com a dureza das imagens.

Com base no livro “Seara de Vento”, de Manuel da Fonseca, “Raiva” foi filmado em várias localidades alentejanas como Serpa, Pias, Moura e Beja, e conta, no seu elenco, com vários atores locais, entre eles, Hugo Bentes.

HISTÓRIAS DE VIDA APRESENTADAS EM ALVITO

Histórias de Vida - e a vida das histórias narradas na primeira pessoa por parte de quem as viveu, num tempo - anos 30-70 - e território - o  Portugal rural - com enfoque para as gentes nascidas, criadas, que sempre aqui viveram, que regressaram, ou que migraram para Alvito e Vila Nova da Baronia”

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Gentes da terra, pois, que partilham neste documentário a dureza que marcou, como um ferrete e sem apelo, a infância abruptamente interrompida de quase todos, e também, na idade adulta, a alegria de um sentir comunitário que convivia com a servidão dos infindáveis trabalhos do campo.

E é perante a distância a que nos surge uma realidade tão alheia à compreensão das gentes mais jovens, temendo pela credibilidade dos seus testemunhos, que muitos dos interlocutores reiteram, uma e outra vez:

- A VIDA ERA ASSIM!

E era”.

| PRODUÇÃO: Câmara Municipal de Alvito, 2018

| REALIZAÇÃO: Gisela Cañamero

CORTEJO HISTÓRICO E ETNOGRÁFICO É PONTO ALTO DAS FESTAS DE SERPA

Dia 1 de abril - das 11h00 às 20h00 (Itinerário do Cortejo Etnográfico)

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- Início nos Silos (antigos celeiros da EPAC)
- Rua Manuel Dias Nunes
- Rua Dr. Eduardo Fernandes de Oliveira
- Alameda Abade Correia da Serra
- Rua do Calvário
- Rua Nova
- Rua dos Lagares
-Rua dos Arcos
- Rua da Fonte Santa
-Término no Largo Terreiro Humberto Delgado .

Ver mais informação AQUI.

MORREU VARELA GOMES, O OPERACIONAL DA REVOLTA DE BEJA

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Morreu esta segunda-feira João Varela Gomes. O coronel foi, durante a guerra colonial, o primeiro a pegar em armas contra a ditadura de Salazar; e foi, no 25 de Novembro de 1975, o último a depor as armas quando chegava ao fim a "Revolução dos cravos".

Na madrugada de 1 de Janeiro de 1962, o então capitão Varela Gomes dirigiu com Manuel Serra a operação de tomada do quartel do Regimento de Infantaria 3, em Beja.
Varela Gomes afirma que não foi o "autor do golpe de Beja", e atribui o mérito da autoria a Manuel Serra. No que lhe diz respeito, assume-se simplesmente como dirigente operacional da revolta. E nessa qualidade, admite, não deveria ter sido ele a empreender a prisão do segundo comandante do quartel, major Calapez Martins. Daí resultou ser ferido com gravidade e ser derrotada a revolta logo na sua fase inicial.

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  • Anónimo

    Bons tempos.

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    Tem toda a razão, às vezes parecem miúdos que pela...

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    Como estão as contas afinal?

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    Se não me engano, a resposta a essa pergunta foi p...

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    É verdade , gente empenhada, competente é o que ma...

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