Acção de Protesto contra a agressão militar dos EUA contra a Venezuela
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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
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“Vamos governar o país até que possamos fazer uma transição segura, adequada e criteriosa”, garantiu Donald Trump... esclarecendo que a venda do petróleo venezuelano será utilizada para financiar a ocupação e compensar os Estados Unidos, o que poderá desencadear uma forte reação nacionalista na Venezuela. o Trump não descarta realizar novos ataques, numa segunda vaga "muito mais" forte e argumentou que governar a Venezuela é colocar a "América em primeiro lugar", porque "Queremos rodear-nos de bons vizinhos, queremos rodear-nos de estabilidade". O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, sublinhou que “Se vivesse em Havana e fizesse parte do Governo, estaria preocupado”, e Trump corroborou: "Cuba será um assunto sobre o qual acabaremos por falar". O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, classificou a operação dos EUA que capturou o presidente venezuelano Nicolás Maduro de "ato de guerra" e uma violação dos direitos internacional e federal.
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"Dentro de alguns minutos, terei um telefonema com o Presidente do Conselho Europeu, Sr. Costa, sobre a cimeira que terá lugar em Bruxelas na próxima semana. Lamento muito dizer isto, mas o tema número um é a Ucrânia. O tema número dois é o dinheiro para a Ucrânia. O tema número três são os empréstimos à Ucrânia. O tema número quatro são as armas para a Ucrânia. O tema número cinco é como ajudar a Ucrânia. O tema número seis é como não deixar a Ucrânia sozinha. O tema número sete é como derrotar a Rússia. Como sempre, nada, nada, nada, nada, nada. Bem, no final, talvez falemos um pouco sobre competitividade. Estamos sob uma enorme pressão da máquina militar. Não faço ideia do que vai acontecer daqui a um ou dois meses. Quem de entre vós tem coragem para mencionar Boris Johnson e a sua doação de um milhão de libras? Imaginem que eu trazia um empresário para a Ucrânia que fornece armas para lá, e esse empresário dava-me um milhão de libras esterlinas em euros ou libras por um dos meus fundos. Impossível. Quem de vós está a falar sobre a explosão do Nord Stream? O que está a acontecer na Polónia agora com a pessoa acusada ou responsável por isso? Se tiverem a coragem de gritar apenas com o governo da República Eslovaca, o máximo que conseguirão é o assassinato do primeiro-ministro. Não conseguirão mais nada." Primeiro-ministro eslovaco, Fico, aqui.
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«Flotilha Global Sumud, que rompeu parcialmente o bloqueio israelense a Gaza, é um dos actos de desobediência civil mais bem-sucedidos da história recente. ... A forma como os países reagiram diz muito sobre a impunidade como Israel continua a prender e matar. Enquanto a Colômbia, governada por um Presidente de esquerda, Gustavo Petro, devido à prisão de 2 activistas colombianos, expulsou todos os diplomatas israelitas no país e encerrou o acordo de livre comércio entre os dois Estados. Enquanto a Turquia, de onde 24 cidadãos foram detidos, o procurador-geral em Istambul abriu uma investigação onde o Ministério das Relações Exteriores do país chamou de “ acto de terror” à acção do governo sionista. Enquanto Espanha convocou o principal representante de Israel para uma reprimenda e vários países, com cidadãos sequestrados por Israel, reagiram com indignação, Portugal preferiu o silêncio cúmplice com o genocídio.
Num pais verdadeiramente democrático, este governo seria "silenciosamente" demitido e os seus responsáveis julgados.» Alcidio Torres, aqui.
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Parece-me – e espero estar errado -, que Luís Montenegro está a ser demasiado irresponsável, para não dizer algo mais forte, ao dizer que: "Lamento que tenha havido um erro processual no início, quando a questão foi suscitada ao Ministério dos Negócios Estrangeiros, que está neste momento identificado e não há mais nada a dizer sobre isso, porque tudo o resto foi uma tramitação perfeitamente normal". Não existe uma decisão do seu governo de embargo à venda de armas e passagem pelo território nacional de material militar para Israel? Ou esta decisão foi só para “inglês ver” ou, melhor dizendo, foi areia atirada para os olhos dos portugueses? Não se trata apenas de uma falha procedimental, como quer fazer-nos crer. Houve, o que é bastante mais grave, um desrespeito evidente por uma decisão do seu próprio governo, autorizando tacitamente o que não podia ter autorizado - a passagem pelo território nacional de material militar para Israel.
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"Setecentos e 15 dias passaram e esta guerra perdeu o rumo. Não está a derrotar o Hamas, não devolveu os reféns e está a isolar Israel a ponto de colocá-lo em perigo existencial. A sua continuação serve ao objetivo do Hamas: esvaziar Israel por dentro e torná-lo num pária aos olhos do mundo", alertou Yoel Ilani, reservista das forças armadas e que só vê na negociação uma saída para o conflito e para a reabilitação do seu país. Daqui.
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Uma comissão internacional independente de investigação da ONU "concluiu que o Presidente israelita, Isaac Herzog, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o ex-ministro da Defesa, Yoav Gallant, incitaram o genocídio e que as autoridades israelitas não tomaram qualquer medida contra estas pessoas para punir essa incitação".
"Nós chegamos à conclusão que um genocídio acontece em Gaza e vai continuar a acontecer, sendo que responsabilidade cabe ao Estado de Israel", disse a presidente desta comissão, Navi Pillay, ao apresentar o relatório da investigação sobre os crimes cometidos nos territórios palestinianos ocupados.
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"Não surpreende que o embaixador israelita em Portugal, nomeado por Netanyahu, tenha surgido nos meios de comunicação munido dos argumentos oficiais, num esforço que poderia ser considerado patético, não fosse a situação tão catastrófica. (…) Gritar que só Israel vê a realidade com clareza, enquanto todos os outros estão cegos ou são estúpidos, não transforma uma mentira em verdade. Fomos todos educados a acreditar que nada é pior do que negar o Holocausto - e, no entanto, foi precisamente isso que fez.” Avi Mograbi, cineasta israelita judeu que vive em Portugal.
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A Assembleia da República voltou a adiar o reconhecimento do Estado palestiniano. As várias propostas apresentadas pelo PS, Livre, Partido Comunista Português, BE e PAN, foram todas chumbadas graças aos votos contra do PSD, CDS-PP e Chega, e apesar dos votos a favor de PS, Livre, PCP, BE, PAN e JPP. Unida na crítica ao que o deputado Jorge Pinto, do Livre considerou ser “o grande crime, a grande vergonha da nossa época”, a esquerda reagiu com vigor.” Mariana Mortágua apontou para a realidade nos territórios palestinianos ocupados e citou Hannah Arendt para alertar que “estamos a assistir em direto à banalização do mal”. Já João Torres, do PS, sublinhou que “o reconhecimento do Estado da Palestina deixou de ser apenas um ato simbólico ou diplomático; tornou-se de facto um imperativo político e ético na nossa sociedade”.
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Lista de países bombardeados pelos EUA após a Segunda Guerra Mundial:
1. Japão 🇯🇵 : 6 e 9 de Agosto de 1945;
2. Coreia e China 🇨🇳 : 1950-1953 (Guerra da Coreia);
3. Guatemala: 1954, 1960, 1967-1969;
4. Indonésia 🇮🇩 : 1958;
5. Cuba 🇨🇺 : 1959-1961;
6. Congo : 1964;
7. Laos 🇱🇦 : 1964-1973;
8. Vietnã 🇻🇳 : 1961-1973;
9. Camboja: 1969-1970;
10. Granada 🇬🇩 : 1983;
11. Líbano 🇱🇧 : 1983, 1984 (ataques contra alvos no Líbano e na Síria);
12. Líbia 🇱🇾 : 1986, 2011, 2015;
13 Salvador : 1980;
14. Nicarágua 🇳🇮 : 1980;
15. Irã 🇮🇷 : 1987;
16. Panamá 🇵🇦 : 1989;
17. Iraque 🇮🇶 : 1991 (Guerra do Golfo), 1991-2003 (invasões americanas e britânicas), 2003-2015
18. Kuwait 🇰🇼 : 1991;
19. Somália 🇸🇴 : 1993, 2007-2008, 2011;
20. Bósnia 🇧🇦 : 1994, 1995;
21. Sudão 🇸🇩: 1998;
22. Afeganistão 🇦🇫 : 1998, 2001-2015;
23. Jugoslávia: 1999;
25. Iêmen 🇾🇪 : 2002, 2009, 2011, 2024 2025;
26. Paquistão 🇵🇰 : 2007-2015;
27. Síria 🇸🇾 : 2014-2015.
Será para nos defendermos desta ameaça que vamos aumentar as despesas em "Defesa" até 5% do PIB, mais do que investimos em Educação?!...
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