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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Congresso de Jornalistas aprova greve geral

Zé LG, 22.01.24

Sem nome.pngOs jornalistas reunidos no Congresso de Jornalistas aprovaram ontem, por unanimidade e aclamação, uma greve geral e mandataram o Sindicato dos Jornalistas para definir a data da paralisação. "O momento é aqui e agora. Temos de parar. Simplesmente parar. Exigir que finalmente nos ouçam. Deixar de dar notícias, de fazer diretos, abandonar as redações, as conferências de imprensa e as ações de campanha. Não metemos jornais nas bancas, não damos notícias nas rádios, não transmitimos o telejornal, não publicamos nas redes sociais. Mostremos o quão necessário é o nosso trabalho. Caminhemos juntos sem deixar ninguém para trás", porque é cada vez maior "a gravidade das condições de exercício do jornalismo em Portugal", com os jornalistas sujeitos a baixos salários, precariedade, forçados a longos turnos, pressionados e por vezes até agredidos, pelo que, considera a moção aprovada, "num momento muito grave para o jornalismo" são precisos "gestos consentâneos".
A última greve geral de jornalistas foi em 1982, disse o presidente do Congresso dos Jornalistas, Pedro Coelho.

Professores voltaram a fazer greve

Zé LG, 06.10.23

Sem nome (51).pngCerca de três semanas após o arranque do ano letivo, docentes e educadores voltam a parar hoje para exigir velhas reivindicações, como a contabilização integral do tempo de serviço congelado: Seis anos, seis meses e 23 dias, que o primeiro-ministro voltou a rejeitar. O fim das vagas para progressão aos 5.º e 7.º escalões e das quotas de avaliação são outras das exigências da Fenprof. “Os abusos e as ilegalidades nos horários de trabalho arrastam-se e são um dos fatores de profundo desgaste físico, psíquico e psicológico dos docentes”, refere o pré-aviso de greve. A greve de hoje marca o fim da Semana Europeia dos Professores e um dia após o Dia Mundial do Professor (5 de outubro).
Na próxima segunda-feira, 9 de outubro, será a vez de os trabalhadores não docentes fazerem uma greve pela valorização das profissões, na sequência do pré-aviso entregue pelo SINAPE, que diz que estes profissionais vivem desde 2010 “uma desvalorização salarial”, uma vez que as suas “tabelas foram 'engolidas' pelo ordenado mínimo nacional, sem que existisse uma reestruturação das carreiras”.

Médicos em greve no Alentejo

Zé LG, 22.08.23

202105281007477619.jpgMédicos que exercem funções no Alentejo, Algarve e nos Açores vão estar em greve das 00:00 do dia 30 até às 24:00 do dia 31 de agosto, segundo o pré-aviso de greve regional divulgado pelo Sindicato Independente dos Médicos (SIM).

A estrutura sindical exige “uma proposta de grelha salarial que reponha a carreira das perdas acumuladas por força da erosão inflacionista da última década e que posicione com honra e justiça toda a classe médica, incluindo os médicos internos, na tabela remuneratória única da função pública”.

Hospital de Beja sem cirurgias devido à Greve dos Médicos

Zé LG, 26.07.23

HDB.pngBlocos de cirurgia e centros de saúde encerrados é o resultado do segundo dia da greve dos médicos, que o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) estima que mantenha a “forte adesão” de cerca de 90 por cento registada na terça-feira, 25. No hospital de Beja “as cirurgias estão paralisadas a 100 por cento" de acordo com o sindicato.

Trabalhadores das minas de Neves-Corvo em greve

Zé LG, 19.07.23

202203300927375845.jpgOs trabalhadores da mina de Neves-Corvo, em Castro Verde fazem, hoje e amanhã, uma greve de duas horas, no início de cada turno, para para exigirem “um aumento salarial nunca inferior a 100 euros com retroativos a janeiro de 2023”.

A par dos aumentos salariais, os trabalhadores da Somincor, onde não se registam greves desde 2017, pretendem também que sejam revistas a segurança e condições de trabalho, as progressões na carreira, as anuidades, os subsídios de fundo, de transporte, de apoio escolar e à habitação, e os prémios de passagem à reforma, bem como a concessão de “mais um dia de compensação” aos trabalhadores das lavarias, a criação de um balneário para as mulheres “com condições dignas” e que os dias de Carnaval, Páscoa e aniversário sejam considerados feriados.

“No fundo, queremos que a empresa seja justa com aqueles que produzem, aqueles que dão corpo, a vida, o suor, para bem desta empresa”, frisou Albino Pereira, o coordenador do STIM, que recordou que todas estas exigências já tinham sido apresentadas, neste ano, pelo sindicato à administração da Somincor, que até final de junho “não respondeu”.

Daqui, daqui e daqui.

Enfermeiros em greve inédita no privado

Zé LG, 16.03.23

enf.jpgOs enfermeiros dos hospitais privados cumprem esta quinta-feira um dia de greve para exigir a regulação dos horários de trabalho, aumentos salariais de 10% e 25 dias úteis de férias, anunciou hoje um sindicato da classe. “Esta será a primeira greve dos enfermeiros que exercem funções nas instituições abrangidas pela Associação Portuguesa da Hospitalização Privada (APHP)”, adiantou em comunicado o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), que recorda que “Apesar de este setor nos últimos anos ter tido um aumento exponencial dos lucros, a APHP, ao fim de três meses de negociações com o SEP, continua a não aceitar nenhuma das propostas” apresentadas.

Centenas de professores manifestaram-se em Beja

Zé LG, 18.01.23

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O Sindicato de Professores da Zona Sul (SPZS), afeto à FENPROF, divulgou que a adesão média à greve no distrito de Beja está acima dos 90%. O protesto integrou uma concentração e marcha em Beja, com a participação de algumas centenas de professores, a maioria deste concelho, mas outros vindos de escolas de diversos municípios do distrito. Veja aqui, aqui e aqui.

Greve nacional dos professores arranca hoje

Zé LG, 16.01.23

greve_geral__0.jpgComeça esta segunda-feira a greve nacional, por distritos, convocada por oito organizações sindicais: ASPL, FENPROF, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE e SPLIU.

A greve decorrerá ao longo de 18 dias úteis, terminando em 8 de fevereiro. No dia 11 de fevereiro, em Lisboa, terá lugar uma grande manifestação nacional de Professores e Educadores, em defesa da Profissão de Professor.

Em cada distrito, no dia da greve, as organizações que a convocam apelam aos professores e educadores em luta para que se concentrem às 11 horas numa das principais praças da cidade capital de distrito. No Alentejo:

– 18 de janeiro: Beja, Largo das Portas de Mértola

– 25 de janeiro: Évora, Praça do Giraldo

– 31 de janeiro: Portalegre, Praça da República.