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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Trabalhadores da Câmara de Beja marcam greve pela recuperação da totalidade dos dias de férias roubados

imgLoader2.jpgOs trabalhadores da Câmara Municipal de Beja decidiram, em plenário geral, marcar uma greve parcial de três dias – a 17, 18 e 19 –, “recusando assim a última proposta do executivo municipal de só recuperar os três dias em 2020 e, em compensação, ‘dar’ um dia de férias neste ano”.

Os trabalhadores do setor operacional irão parar entre as 07:00 e as 10:00 horas e as 18:00 às 21:00 horas e os do setor administrativo e técnico entre as 09:00 e as 12:00 horas.

A direção regional de Beja do STAL – Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local adianta que “esta tomada de posição demonstra a vontade dos trabalhadores em recuperar a totalidade dos dias de férias, que foram roubados pelo governo do PSD/CDS, já em 2019”.

Escola de Aljustrel fechada a cadeado por falta de funcionários

Escola-Alj-768x432.jpgA porta da Escola Secundária de Aljustrel esteve, ontem, fechada a cadeado entre as 08h00 e as 10h00. Junto à entrada reuniram-se todos os Assistentes Operacionais do estabelecimento de ensino com vários panfletos que contestavam, principalmente, a falta de funcionários, o congelamento das carreiras e os baixos salários. A esta greve juntaram-se muitos professores, pais e elementos da direcção.

Uma escola com cerca de oitocentos alunos tem apenas 14 Assistentes Operacionais.

Greves

Acho curiosas algumas críticas que recorrentemente fazem às greves - prejudicam as pessoas, a economia e os serviços prestados e são influenciadas por interesses políticos -, porque me parece que não fazem qualquer sentido.

É óbvio que as greves prejudicam as pessoas, a começar por quem as faz, que, com a sua participação nelas, perde o salário. Se as greves não causassem prejuizo e não tivessem impacto na sociedade, para que é que se faziam? Não se compreenderia que a política não influenciasse as greves, porque, se tal acontecesse, estaria a desligar-se dos interesses dos trabalhadores.

Não seria mais razoável que, em vez de fazerem juízos e condenações das greves, analisassem e julgassem as suas causas, o que leva os trabalhadores a perderem dias dos seus baixos salários em luta por direitos que, embora reconhecidos na legislação, nem sempre são cumpridos?

Trabalhadores da administração pública em greve

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Os funcionários públicos estão hoje em greve. A paralisação promete encerrar escolas, serviços municipais e afectar as unidades de saúde.

À greve inicialmente convocada pela Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública, juntaram-se a Federação de Sindicatos da Administração Pública e o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado.

Os funcionários públicos, exigem, entre outros aspectos, aumentos salariais e das pensões, descongelamento das carreiras, reposição do valor das horas extraordinárias e a aplicação das 35 horas semanais a todos os trabalhadores em funções públicas e do sector público empresarial.

Ler e ouvir também aqui.

STAL em luta por melhores condições de trabalho e aumentos salariais dignos

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O STAL está a levar a cabo por todo o País uma campanha sobre as condições nos locais de trabalho.

Entretanto o STAL, convocou uma greve nacional de 24 horas para o próximo dia 26, juntando-se assim à paralisação decidida por diversas estruturas da Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública. Vasco Santana, espera que seja uma “grande greve” e recorda que a principal reivindicação passa por aumentos salariais dignos em 2019.

TÉCNICOS DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA EM GREVE POR TEMPO INDETERMINADO

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Os técnicos de diagnóstico e terapêutica voltaram à greve no passado dia 22 de junho, numa ação que se repete a 13 de julho. Para além destes dois dias de paralisação total, os técnicos farão, também, greve às horas extraordinárias e bancos de horas, a partir deste domingo, dia 1 de julho, por tempo indeterminado.

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