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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Escola de Aljustrel fechada a cadeado por falta de funcionários

Escola-Alj-768x432.jpgA porta da Escola Secundária de Aljustrel esteve, ontem, fechada a cadeado entre as 08h00 e as 10h00. Junto à entrada reuniram-se todos os Assistentes Operacionais do estabelecimento de ensino com vários panfletos que contestavam, principalmente, a falta de funcionários, o congelamento das carreiras e os baixos salários. A esta greve juntaram-se muitos professores, pais e elementos da direcção.

Uma escola com cerca de oitocentos alunos tem apenas 14 Assistentes Operacionais.

Greves

Acho curiosas algumas críticas que recorrentemente fazem às greves - prejudicam as pessoas, a economia e os serviços prestados e são influenciadas por interesses políticos -, porque me parece que não fazem qualquer sentido.

É óbvio que as greves prejudicam as pessoas, a começar por quem as faz, que, com a sua participação nelas, perde o salário. Se as greves não causassem prejuizo e não tivessem impacto na sociedade, para que é que se faziam? Não se compreenderia que a política não influenciasse as greves, porque, se tal acontecesse, estaria a desligar-se dos interesses dos trabalhadores.

Não seria mais razoável que, em vez de fazerem juízos e condenações das greves, analisassem e julgassem as suas causas, o que leva os trabalhadores a perderem dias dos seus baixos salários em luta por direitos que, embora reconhecidos na legislação, nem sempre são cumpridos?

Trabalhadores da administração pública em greve

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Os funcionários públicos estão hoje em greve. A paralisação promete encerrar escolas, serviços municipais e afectar as unidades de saúde.

À greve inicialmente convocada pela Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública, juntaram-se a Federação de Sindicatos da Administração Pública e o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado.

Os funcionários públicos, exigem, entre outros aspectos, aumentos salariais e das pensões, descongelamento das carreiras, reposição do valor das horas extraordinárias e a aplicação das 35 horas semanais a todos os trabalhadores em funções públicas e do sector público empresarial.

Ler e ouvir também aqui.

STAL em luta por melhores condições de trabalho e aumentos salariais dignos

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O STAL está a levar a cabo por todo o País uma campanha sobre as condições nos locais de trabalho.

Entretanto o STAL, convocou uma greve nacional de 24 horas para o próximo dia 26, juntando-se assim à paralisação decidida por diversas estruturas da Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública. Vasco Santana, espera que seja uma “grande greve” e recorda que a principal reivindicação passa por aumentos salariais dignos em 2019.

TÉCNICOS DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA EM GREVE POR TEMPO INDETERMINADO

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Os técnicos de diagnóstico e terapêutica voltaram à greve no passado dia 22 de junho, numa ação que se repete a 13 de julho. Para além destes dois dias de paralisação total, os técnicos farão, também, greve às horas extraordinárias e bancos de horas, a partir deste domingo, dia 1 de julho, por tempo indeterminado.

TÉCNICOS DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA VOLTAM À GREVE

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Os técnicos de diagnóstico e terapêutica voltam à greve no dia de hoje, 22 de junho e a 13 de julho. Para além destes dois dias de paralisação total, os técnicos farão também greve às horas extraordinárias a partir de dia 1 de julho. Pretendem um ajuste da tabela salarial, a transição para novas carreiras e o descongelamento de escalões.

ENFERMEIROS DA ULSBA EM GREVE MANIFESTAM-SE NA ENTRADA DO HOSPITAL DE BEJA

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Os enfermeiros da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) vão estar concentrados, entre as 10.00 e as 12.00 horas, na entrada do Hospital José Joaquim Fernandes.

carência de enfermeiros na ULSBA atingiu “proporções muito gravosas”, alerta a Direcção Regional do Alentejo do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), que agendou para hoje uma greve na área de intervenção da ULSBA .

O SEP pretende ainda com esta greve exigir à administração da ULSBA que acabe com os pagamentos diferenciados aos enfermeiros em funções publicas e com contracto individual no horário nocturno.

 

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