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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Salário Mínimo Nacional

Zé LG, 26.10.21

img_900x560$2021_10_20_12_35_52_414740.jpgO Salário Mínimo Nacional (SMN) aumentou este ano 30 euros e o governo propõe aumentá-lo 40 euros no próximo ano. As acusações ao governo de cedência ao BE e principalmente ao PCP são mais que muitas, muitas vindas de onde menos seria de esperar. Deve ser por essa razão que os governos "comunistas" da Alemanha, da Inglaterra e da Espanha vão proceder a grandes aumentos dos seus já altos salários mínimos, comparados com o nosso...

Os protestos dos patrões não se fizeram esperar, como acontece sempre, com o argumento de que as empresas não aguentam. Vão ver o que disse António Saraiva numa entrevista ainda não há muito tempo: que a economia portuguesa não crescia com base em baixos salários, que muitas empresas já pagavam salários acima das tabelas. Então em que ficamos? Muitas empresas não vão sobreviver - muitas já encerraram durante a pandemia -, não devido aos salários incomportáveis mas sim devido à concentração que se tem verificado nos últimos tempos - veja-se o que tem acontecido com o pequeno comércio face às grandes superfícies. E também aos aumentos dos factores de produção.

Sines continuará “a atrair novos investimentos”, garante o primeiro-ministro

Zé LG, 15.10.21

imgLoader2.ashx.jpgO primeiro-ministro disse em Sines que o investimento da Repsol vai permitir já em outubro ultrapassar o recorde de investimento direto estrangeiro alcançado em 2019. António Costa falava em Sines após a assinatura do contrato de investimento entre a Repsol e o Governo que prevê incentivos fiscais de até 63 milhões de euros a um projeto de 657 milhões de euros, apontado como “o maior investimento industrial” da última década.

Para o primeiro-ministro, este “é um sinal importante para a confiança no futuro da economia portuguesa” e da “capacidade de recuperação, mas também de transformação” da economia nacional. Isto, indicou, deve-se a um conjunto de “fatores-chave” que o país soube “preservar”, como a valorização da posição geoestratégica, os índices de segurança de Portugal e a estabilidade financeira nacional.

“O reforço da capacidade do Porto de Sines, a ligação ferroviária de Sines à fronteira com Espanha, o desenvolvimento em perfil de autoestrada da ligação de Sines à autoestrada do Sul, valorizarão muito esta posição geoestratégica”, reforçou António Costa, acresentando que Sines, continuará “a atrair novos investimentos”, não só na economia tradicional, mas também “na nova economia de dados”, dando o exemplo do primeiro cabo de fibra ótica que liga a Europa à América do Sul e África.

Jerónimo acusa PS de usar aparelho do Estado para conquistar votos

Zé LG, 21.09.21

202109191909572123.jpgO secretário-geral do PCP acusou o PS de estar a utilizar o aparelho do Estado, nomeadamente a “bazuca europeia”, para conquistar votos nas eleições autárquicas, e exigiu que seja garantida a neutralidade dos órgãos de poder.

“O respeito pelas eleições e a vontade dos eleitores exige que seja garantida a neutralidade e imparcialidade dos órgãos de poder”; “É inaceitável essa mistura entre aparelho do Estado e aparelho partidário, em que candidatos do PS fazem anúncios de medidas ou decisões que o Governo se prepara para concretizar”; "o uso por parte dos candidatos do PS que exercem cargos de direção em centros de emprego e formação profissional, serviços de segurança social e outros, para prometer apoios, empregos e o que demais possa condicionar a livre opção dos eleitores”, foram algumas das acusações feitas por Jerónimo de Sousa, para concluir que: “À medida que a campanha se desenvolve, tem aumentado a arrogância do PS, com afirmações sobranceiras, num estilo que, por vezes, se aproxima dos tiques de má memória do PSD e CDS no Governo”.

Porque razão a CIP fez recentemente exigências ao governo para que o Orçamento do Estado para 2022 aumente o orçamento da saúde?

Zé LG, 19.09.21

CJ.jpgO anúncio da construção de um hospital privado em Beja retoma a discussão sobre os papéis do sector público e do sector privado na prestação de cuidados de saúde à população. É do conhecimento geral que que a actividade lucrativa da saúde não desistirá de se expandir, sobretudo na área hospitalar, enquanto não reduzir a prestação pública à vocação de prestadora dos cuidados que para ela tenham uma margem de lucro desprezível. Há muito que este objectivo foi enunciado pelo presidente da associação dos prestadores privados, e o projecto de Beja é só mais um sinal dessa intenção. 

Leia aqui todo o artigo de Cipriano Justo, intitulado “Estatuto perfeito”, publicado no Público.

AR recomenda medidas de inclusão e salvaguarda da qualidade de vida no sudoeste alentejano

Zé LG, 19.09.21

202106021222478018.pngA Assembleia da República recomenda ao Governo a adoção de medidas de inclusão e salvaguarda da qualidade de vida no Perímetro de Rega do Mira e no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV). Propõe a criação de uma nova geração de instrumentos de planeamento para assegurar a sustentabilidade do litoral alentejano, a adoção de medidas que permitam um “adequado conhecimento e análise” das atividades económicas, ligadas ao setor agrícola, desenvolvidas no Perímetro de Rega do Mira, o seu impacto no ambiente e ao nível social e a promoção de processos de planeamento articulados e com “abrangente participação pública, envolvendo os agentes regionais”. Daqui.

Secretário-geral do PCP acusou o Governo de acarinhar “modelo agrícola insustentável” na na zona beneficiada por Alqueva

Zé LG, 14.09.21

202105101000356070.jpgJerónimo de Sousa disse que Alqueva, “notável infraestrutura pública pela qual foi preciso lutar tanto”, e que tem “potencialidades imensas para contribuir para a segurança e a soberania alimentar”, transformou-se “na galinha dos ovos de ouro de grupos económicos do capitalismo agrário”, acrescentando que “uma boa parte” daqueles grupos económicos é constituída por “multinacionais” que “vêm exercer a sua atividade de garimpo” para a zona do Alqueva, “com culturas superintensivas, seja do olival, seja de amendoal. O caminho não pode ser o deste modelo agrícola insustentável, apoiado e acarinhado pelo Governo, que não contribui para fixar populações, antes pelo contrário, se estrutura em mão de obra de passagem, em regime de sobre-exploração” e, do ponto de vista ambiental, está “degradando solos e destruindo património, fazendo sobre uso da água ao serviço de interesses particulares, e pondo em causa a saúde humana”.

“Despovoamento do Alentejo deveria envergonhar governantes”, afirma João Pauzinho, responsável da DORBE do PCP

Zé LG, 30.08.21

Pauzinho.jpgO responsável da Direção da Organização Regional de Beja (DORBE) do PCP considera que o distrito apresenta “uma assustadora falta de estratégia e de planeamento”, advertindo ser necessário construir políticas para que se consiga inverter a “desastrosa tendência” de perda de população no território. João Pauzinho acusa os responsáveis pelos municípios socialistas, na região, de atuarem de forma demagógica, sendo incapazes de reivindicar, junto do Governo, os “interesses reais das populações e da região”.
Os indicadores são, na verdade, transversais a todo o interior e, naturalmente, ao distrito, existindo um País completamente desordenado e desequilibrado, com prejuízo para todo o território nacional e para as suas populações. As pessoas precisam de soluções, emprego e qualidade de vida para se manterem ou regressarem às suas terras. Alguém, de bom senso e responsável, vislumbra políticas que alterem tal situação? Nós, infelizmente, não vemos! Efetivamente, os principais indicadores destes Censos 2021 deveriam envergonhar políticos, a nível nacional e com responsabilidades governativas nos últimos anos, no que se refere a um País a muitas velocidades.

Leia aqui, toda a entrevista.

“Esta é a receita dos governos do PS e do PSD, com ou sem CDS, para matar o interior.”

Zé LG, 29.08.21

240623176_10220516947619772_4399503501156806629_n.«Ao Sol posto os campos ficam mais sós.

Tirita uma ou outra esquila.

Os homens, poucos, regressam a casa após a ordenha.

As mulheres já haviam recolhido para tratar da janta.

As crianças, muito poucas, apenas uma ou duas ainda se assomavam à rua.

Já não há mercearias nem tabernas nos montes.

Ouve-se um silêncio profundo, cortado de vez em quando pelo latido de um ou outro cão.

Um ou outro gato atravessa-se no caminho, olha-nos de lado, desconfiado.

As poucas pessoas que por ali permanecem, lamentam-se de tudo o que lhes falta, os médicos que não têm, o transporte para as actividades das crianças, que o município não disponibiliza, o mau estado dos arruamentos, o mau sinal de internet e redes móveis, a deficiente rede de transportes públicos, o mau estado dos acessos...

Tem uma riqueza, o sossego, que é tão sossegado que se torna tédio.

É assim a vida nos montes de Mértola. Vai sendo assim também na minha aldeia, que começou com o fim da estação de Correios, depois o fim dos comboios com o encerramento do ramal de Moura, em seguida destruiram a Reforma Agrária (UCPA-Pioneiros da Reforma Agrária, que havia criado centenas de postos de trabalho) depois encerraram a escola, depois foi o posto médico, seguiu-se Junta de de Freguesia e há uns dias encerrou a ultima mercearia.

Esta é a receita dos governos do PS e do PSD, com ou sem CDS, para matar o interior.

O maltês» (Carlos Cascalheira), aqui.

FAABA acusa o Governo de não ouvir os agricultores e de ameaçar a agricultura intensiva

Zé LG, 11.08.21

202106021222478018.pngA Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo (FAABA) acusa o Governo de não ouvir os agricultores e de ameaçar a agricultura intensiva, na sequência da publicação de uma resolução do Conselho de Ministros que propõe a necessidade de execução de um estudo-piloto que analise os impactos da agricultura intensiva.

A FAABA considera a oportunidade para a realização deste estudo “completamente inapropriada” e que só se justifica, não por questões técnico-científicas, ambientais, sociais e económicas, mas sim para dar cobertura a clientelismo político de partidos que ainda viabilizam a governação atual” e diz que, “por tática puramente política, em vez de se basear em conhecimento técnico-científico já produzido, o Governo encomenda novos estudos, legisla avulso, ao sabor de crenças de “ambientalistas radicais” que não conhecem o território e que militam em forças políticas minoritárias”.

Ministro da Educação assiste em Beja à apresentação da “Agenda Jovem revolucionária” e dos “Objetivos da Juventude Portuguesa”

Zé LG, 09.08.21

image.jpgA cidade de Beja recebe, amanhã, a apresentação da Agenda para a Inovação das Políticas de Juventude, numa iniciativa que conta na organização com a assinatura da Federação Nacional das Associações Juvenis (FNAJ). O evento, que conta com a presença do ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, decorre no Jardim Público, a partir das 18.00 horas.

“Trabalhadores rurais de Odemira continuam a ser explorados e o Governo nada fez para resolver este problema”, afirma Alberto Matos

Zé LG, 05.08.21

ODEMIRA-Porta-ZMAR_800x800.jpgAlberto Matos, coordenador da delegação da associação Solidariedade Imigrante de Beja, lamenta que, três meses depois de o Governo ter prometido soluções para responder à falta de condições em que vivem os trabalhadores rurais de Odemira, nada tenha mudado. Alberto Matos afirma que se tratou de uma “operação cosmética e de marketing”.

“Isto é uma situação estrutural, não se altera com pormenores, nem com operações de marketing. Naturalmente, as culturas continuam a necessitar de mão-de-obra, o sistema de contratação continua exatamente o mesmo, isto é, através de intermediários que exploram os trabalhadores no trabalho, na habitação e no transporte. Portanto, podem ter baralhado e dado de novo, mudar as pessoas de algumas casas mais degradadas, mas basicamente a situação mantém-se”, sustenta Alberto Matos, que sublinha que a pandemia mostrou a fragilidade a que estes trabalhadores estão expostos, mas em setembro arrancam as campanhas das vinhas e da azeitona e o cenário vai repetir-se.

Assinado o auto de consignação das obras de construção do Hospital Central do Alentejo, em Évora

Zé LG, 31.07.21

Hospital.pngO projeto envolve um investimento total superior a 180 milhões de euros, mais 30 milhões em equipamento de tecnologia de ponta, destacando-se as componentes de radioterapia, de medicina nuclear e de procedimentos angiográficos de diagnóstico e terapêutica. Este nível de diferenciação, realça a ARS, permitirá responder às necessidades da população do Alentejo, na própria região, com benefícios óbvios de acesso e comodidade para os habitantes.

“Presente envenenado que o poder central atribui às autarquias locais”

Zé LG, 29.07.21

fern mamede.png«Sem as devidas contrapartidas financeiras, o que espera os autarcas que vão ser eleitos em 26 de setembro não é nada animador, já que a partir de 2022 irão receber um pacote de novas competências, nas áreas atrás indicadas e em outras que, mais do que um sinal da importância reconhecida ao poder local e aos seus atores (funcionários incluídos), mais não é do que um presente envenenado que o poder central lhes atribui, em nome de uma descentralização apregoada, mas pouco executada.»

Isto não está bem, mas com a direita no poder seria uma desgraça maior

Zé LG, 21.07.21

Sem nome.pngOs diversos partidos da direita concorrem entre si para mostrar qual é o defende mais ideias do passado e ultrapassadas. Alguns dos seus representantes dizem umas graçolas, outras dizem uns disparates e outros ainda dizem mentiras, contrariando as posições que defenderam no passado, como aconteceu com Adão e Silva, líder parlamentar do PSD, ao declarar que o PSD é fundador do SNS. Não contentes, reclamam a demissão deste ou daquele ministro, em vez de reclamarem a demissão do governo (minoritário) que tanto criticam e atacam. É constrangedor ver, no debate do sobre o Estado da Nação, o estado a que chegaram. Isto não é só da pandemia...

Sindicato acusa Governo por falhar na concretização de medidas necessárias à fixação de médicos

Zé LG, 21.07.21

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O Sindicato de Médicos da Zona Sul avança que o processo de recrutamento de médicos que se encontra a decorrer apresenta erros e não contempla as necessidades identificadas no país, porque muitos dos serviços e especialidades carenciadas não constam do mapa de vagas que foi colocado a concurso pelo Ministério da Saúde.

Não Sr. primeiro-ministro, eu não sou responsável pelo descontrolo da pandemia!

Zé LG, 27.06.21

202010151132032077.jpgO Sr. primeiro-ministro voltou a afirmar, naquela sua estratégia desresponsabilizadora, que a responsabilidade do descontrolo da pandemia é dos portugueses e que, por isso, vamos sofrer as consequências, designadamente de mais restrições.

Ora, Senhor primeiro-ministro, eu, como a esmagadora maioria dos portugueses, sempre cumpri as normas que o seu governo impôs. Mesmo quando não concordei com algumas e até achei disparatadas algumas destas. Ora, como pode vir agora o Sr. Primeiro-ministro atribuir-me responsabilidades?

Uma pandemia, uma doença, não se combate (só) com medidas administrativas, com confinamentos e restrições das liberdades individuais e colectivas. Combate-se também – e principalmente, com medidas sanitárias. E o Senhor primeiro-ministro, há mais de seis meses, repetiu a sua divulgação – testes, rastreio e confinamento das pessoas infectadas ou com hipótese de estarem. Será que essas medidas, da responsabilidade do governo, foram aplicadas de acordo com as necessidades, face à evolução da pandemia? Se foram, porque é que se chegou novamente ao descontrolo registado nalguns concelhos, designadamente da Área Metropolitana de Lisboa, como já se tinha verificado há seis meses (a história está-se a repetir uma vez mais…)?

Não, Senhor primeiro-ministro, a responsabilidade não é das pessoas, pelo menos da grande maioria. A principal responsabilidade é sua e do seu governo, porque não tomou as medidas sanitárias que anunciou, na medida que era necessário, e porque não foi capaz de fazer aplicar, a quem não as cumpre, as medidas de contenção que tomou, que é para isso, também, que serve um governo e um primeiro-ministro...

Eleitos da CDU acusam eleitos do PS na CIMBAL de não reivindicarem os investimentos necessários à região para protegem o governo do seu partido

Zé LG, 22.06.21

202102221057594410.jpgOs eleitos da CDU na Assembleia Intermunicipal da CIMBAL acusam os eleitos do PS, nesse órgão, de protegerem o seu governo e não reivindicarem os investimentos necessários à região, depois de, na última reunião da Assembleia intermunicipal, os eleitos do PS terem votado contra uma moção apresentada pelos eleitos da CDU onde era exigido do governo a concretização do investimento público há muito previsto para esta região, designadamente na mobilidade rodoviária, ferroviária e aeroporto, saúde e a construção da 2ª fase do Hospital de Beja, assim como, o modelo de desenvolvimento ligado ao Alqueva e ao regadio.

Para João Ramos esta situação vem contradizer alguns eleitos e dirigentes socialistas que “batem com a mão no peito” a dizer que o partido que têm é o Baixo Alentejo, que lutam pela região e que não se vergam ao partido.

Fermelinda Carvalho acusou governos do PS e PS de Portalegre de “fazerem politica à base de promessas que nunca se concretizam”

Zé LG, 17.06.21

200864304_4131672396909566_3124121422928249523_n.pA presidente da Câmara de Arronches (PSD), acusou os governos do PS e os socialistas do distrito de Portalegre de “fazerem politica à base de promessas que nunca se concretizam”, dando como exemplos a famosa barragem do Pisão, prometida há décadas, bem como o projeto da nova escola da GNR em Portalegre, que não tem tido avanços, e as obras do Tribunal de Portalegre que se encontram paradas há mais de seis anos.

A também candidata à Câmara de Portalegre nas autárquicas deste ano afirmou ainda que o distrito de Portalegre tem sido “descriminado negativamente” pela administração central, que nos últimos anos não promoveu um único investimento considerado estruturante para a região, e que “se não fosse o investimento privado, muitos jovens não teriam tido condições para se fixarem no Alto Alentejo”.

Mais um secretário de Estado em Moura

Zé LG, 16.06.21

AM de Odemira desagrada pela forma como o Governo “geriu esta pandemia”

Zé LG, 16.06.21

202105041649342112.jpgA moção: “Resiliência dos setores do turismo, restauração, comércio e serviços no concelho de Odemira” foi apresentada pelos eleitos do PS, na Assembleia Municipal de Odemira, e foi aprovada por unanimidade.

Segundo o que se pode ler na moção, os eleitos do PS demonstram o seu desagrado pela forma como o Governo “geriu esta pandemia”, em particular, em Odemira, não compreendendo “como se podem continuar a adotar critérios absolutamente desadequados para esta fase e demasiado penalizadores para este setor que se esforça diariamente para cumprir todas as regras” e defendendo que o poder local deve ser ouvido de forma a “proceder a uma revisão imediata dos critérios por forma a permitir, com segurança, a retoma das atividades e criar uma linha de apoio, a fundo perdido, para os empresários (e pessoas singulares) afetados pela cerca sanitária”, que se instalou nas freguesias de São Teotónio e Longueira/Almograve, referindo que “o valor a compensar pelo Governo seja aquele que resultar da diferença entre o volume de faturação no período homólogo ao de 2019 e o volume de faturação ocorrido durante a cerca sanitária”.