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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Minas de Neves-Corvo vão ser vendidas?

Zé LG, 17.08.22

Mina-de-Neves-Corvo-1-1024x576.jpgA multinacional sueco-canadiana Lundin Mining está a equacionar a venda das minas de Neves-Corvo, por cerca de 1.000 milhões de euros. De acordo com o “Expresso”, fontes próximas da empresa revelam que a empresa “está a falar com potenciais assessores para a operação enquanto explora várias opções para as minas de Neves-Corvo”. Com mais de quatro décadas de existência, a mina de Neves-Corvo é uma das maiores da Europa, produzindo cobre e zinco. Gerida pela Lundin Mining através da Somincor, emprega cerca de 2.000 pessoas.

O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira (STIM) olha para a possível venda das minas de Neves-Corvo com uma “enorme preocupação”. Luís Cavaco, dirigente do STIM, olha para o “timing” em que a venda é noticiada com alguma desconfiança, garante que o sindicato foi "apanhado de surpresa" e afirma que vai pedir uma reunião à administração da empresa porque quer esclarecimento sobre esta situação. O sindicalista "teme" que venha a assistir a um cenário igual àquele que já viveu em Aljustrel.

"Decisores políticos regionais mais (pre)ocupados com a gestão das suas carreiras do que com a resolução dos problemas"?

Zé LG, 09.08.22

1517365556289.jpg«Enquanto os nossos principais decisores políticos regionais estiverem mais (pre)ocupados com a gestão das suas carreiras, cargos e agendas políticas pessoais do que com a resolução dos problemas e o desenvolvimento de projectos, dificilmente se conseguirá a governação integrada, participativa e colaborativa. A minha última frustração na CCDRA foi precisamente não termos conseguido implementar o Govint a nível regional, apesar do enorme trabalho que fizemos em conjunto com o IPAV e muitos dos actores regionais.» Jorge Pulido Valente, ex-vice-presidente da CCDRA.

IPBeja quer mais alunos estrangeiros para “poder abrir alguns cursos” e “manter os fracos professores”?

Zé LG, 08.08.22

202207220942462189.jpg«..., gostaria de dizer que considero que uma instituição de ensino superior em Beja pode ser um grande factor de desenvolvimento concelhio e até mesmo regional. Por este motivo, considero que tudo se deve fazer para que se mantenha em funcionamento. Porém, com padrões que garantam uma formação robusta e de qualidade. Ressalvo ainda que, em meu entender, se em algumas escolas do IPB isso acontece, isso não pode ser generalizado a todas. ...

O facto do IPB ter alunos estrangeiros ... pode até ser interessante. Porém, o que se passa no IPB é que o número destes alunos é um escândalo. E o mais grave é que estes alunos só existem para que possam abrir alguns cursos, pois de contrário o IPB fecharia as suas portas por falta de alunos.

E porque é que interessa abrir alguns cursos? Ora para manter os fracos professores que por lá ficaram por não terem outras alternativas. É certo que esta apreciação também não se pode generalizar pois entendo que existem muito bons professores que se mantêm na instituição, mas o certo é que o percurso de alguns foi mesmo este.

... faz sentido andarmos a formar licenciados e mestres à custa dos nossos impostos para isso? Parece que a resposta que todos daremos mais facilmente é: não!...

Então, porque se continua a apostar nesta forma de gastar os nossos impostos se isso apenas serve para alguns "professores" se manterem a receber os seus vencimentos chorudos? … comentário de Pica do 7, 03.08.2022, aqui.

Mais uma vergonha nacional... desta vez no Ciclismo

Zé LG, 28.07.22

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É bem o retrato do país que somos. Um Clube (FCP) foi apanhado com praticamente toda a equipa de ciclismo com teste de doping positivo. O que fazem o Clube, a Organização da Volta a Portugal, a Federação de Ciclismo e o governo? O Clube suspende a actividade? Não! As outras entidades suspendem o Clube da Actividade? Não! Afinal o que aconteceu? Todos meteram a cabeça na areia e o Clube refez a equipa para participar na prova maior do ciclismo nacional, a Volta a Portugal, cujo responsável afirmou que a não participação constituía um grande golpe para a Volta... Ou seja, se não fosse uma instituição internacional (a UCI) a suspender o Clube e a impedi-lo de participar, o FCP ia participar na Volta a Portugal como se nada se tivesse passado...E o governo assiste a tudo isto e parece que não é nada com ele...

As entidades públicas têm que se entender para a melhoria das envelhecidas redes de distribuição de águas, diz Aníbal Costa

Zé LG, 23.07.22

288878561_10218742684872615_4778733636962643986_n.«Ao nível urbano, continuo, passados estes anos todos, a não ver a generalização da necessária reutilização das águas residuais para fins secundários, isto é para rega ou outras finalidades em que qualidade da água possa ser…secundarizada. ...
As entidades públicas têm também que se entender no que à aposta na melhoria das envelhecidas redes de distribuição de águas, diz respeito. Não é aceitável que continuemos a perder 30, 40 ou mesmo 50% da água por via de um muito deficiente estado de instalações de distribuição de água (que na maior parte dos casos têm quase 50 anos e noutras localidades de maior dimensão 70 ou mais!). Deverá existir uma aposta (que terá que ser financiada por várias formas) neste domínio, o quanto antes.
Estas medidas deverão ser desenvolvidas, naturalmente, procurando sempre sensibilizar a opinião pública/população de cada território para a sua implementação, mas terão que avançar o quanto antes.»

Aníbal Reis Costa, Vice-Presidente da CCDR Alentejo, aqui.

Odemira com abastecimento de água assegurado “nos próximos tempos”, apesar do impacto do aumento da agricultura e do turismo

Zé LG, 03.07.22

202205172034435584.jpgCom as juntas de freguesia, o município já identificou os “principais locais problemáticos, onde pode haver necessidade de abastecimento de água individual” e, caso se verifique essa situação, a água terá de ser levada "às pessoas, através dos bombeiros ou com outros recursos das juntas de freguesia ou do próprio município", disse o presidente da Câmara de Odemira.
Hélder Guerreiro disse que está a trabalhar com “as entidades públicas e privadas no estabelecimento de um pacto para o uso sustentável da água”, que estará concluído “nos próximos tempos”, que olha para para “as necessidades de consumo”, contemplando “o consumo eficiente e o uso circular da água”.
“Importa fazer um investimento na barragem de Santa Clara para que seja possível captar e levar água a uma cota mais baixa do que a cota 109, ..., para que esteja totalmente acautelada a questão do abastecimento público” e  “essa captação de água a cotas mais baixas tem como primeira prioridade assegurar o abastecimento público”.

“Porque a culpa não pode morrer solteira e o sentimento de impunidade não pode permanecer”, propõe Marisa Saturnino

Zé LG, 29.06.22

OPINIAO_MARISA_SATURNINO.jpg«Enquanto entidade de 1ª linha, as CPCJ`S devem ter mais autonomia e mais técnicos, a tempo inteiro. Não se podem reduzir a meia dúzia de pessoas que dão o seu contributo de forma voluntária, atoladas em processos, cujas famílias não conseguem trabalhar adequadamente e apoiar na construção de um novo caminho.

As APAV`S não podem funcionar de segunda a sexta, em horário útil, sujeito a alterações, porque os crimes acontecem e não têm dia nem hora.

Porque a culpa não pode morrer solteira e o sentimento de impunidade não pode permanecer, enquanto a lei não favorecer verdadeiramente a atuação das entidades com competência em matéria de infância e juventude e a sociedade civil e sobretudo a justiça, não tiverem outro tipo de atuação, continuarão a existir mais Jéssicas; Joanas; Valentinas e Laras.»

Marisa Saturnino, Vereadora da Câmara Municipal de Beja, aqui.

PSD preocupado com atrasos das obras de requalificação da Piscina Descoberta de Beja

Zé LG, 28.06.22

20220628003839322.jpgA Comissão Política de Secção de Beja do PSD manifesta grande preocupação em relação à Piscina Municipal Descoberta, porque “a obra de requalificação foi adjudicada em junho de 2020, com um prazo previsto de conclusão de 12 meses” e que “deveria ter sido concluída em agosto de 2021, se tivessem sido cumpridos todos os prazos”. O PSD lamenta por isso que, muito provavelmente, os bejenses irão ficar mais um ano privados da utilização da Piscina Descoberta. Daqui e daqui.

Para quando a explicação sobre as razões do fracasso da candidatura a financiamento da programação do Pax Julia?

Zé LG, 01.06.22

202101151115505352.jpg«Talvez fosse desejável e expectável uma explicação sobre as razões que levaram a este fracasso da candidatura bejense, numa área crucial para a programação cultural, e para a má imagem que deixámos todos enquanto região! Se a pontuação foi tão escassa, será certamente porque não foram preenchidos em sede de sustentação da candidatura, os requisitos suficientes! Como não há uma explicação de nenhum responsável, fica no ar a dúvida e a estupefação generalizadas! Já chega de sermos parente pobre em muitas outras áreas, mas seria de bom tom (usando um eufemismo) os dirigentes locais virem a público esclarecer a população sobre o sucedido! Digo eu...» Anónimo 01.06.2022, aqui.

“Algo relacionado com o cineteatro Pax- Julia não está bem”, acusa Nuno Palma Ferro

Zé LG, 01.06.22

Nuno-Palma-Ferro-768x432.jpegNuno Palma Ferro, vereador da Câmara Municipal de Beja pela Coligação “Beja Consegue” afirma que houve “falhanço do Município de Beja em garantir apoios para a programação cultural do Teatro Pax Júlia”, depois de se saber que o Pax Julia ficou de fora do primeiro concurso da Direção-Geral das Artes de apoio à programação de teatro e cineteatros para promover a “coesão territorial à cultura e às artes em Portugal”. Das 53 candidaturas entregues, a do município Bejense conseguiu “a proeza de obter a quarta pior classificação do país, com uma extraordinária pontuação de 35,31%.
De acordo com Nuno Palma Ferro, a Câmara de Beja apresentou um projeto pouco qualificado, que demonstra que algo relacionado com o cineteatro Pax- Julia não está bem e, face a isso, o Presidente devia explicar efetivamente o que aconteceu e quais as consequências deste processo, porque "a cidade deixou passar mais uma oportunidade e continua o seu processo de decadência, enquanto os outros crescem.”                           Daqui, daqui e daqui.

Trabalhar menos dias e receber o mesmo, produzindo o mesmo ou mais

Zé LG, 30.05.22

Sem nome.pngE se as semanas só tivessem quatro dias de trabalho? Um projeto britânico está a testar as semanas de quatro dias. Em Portugal, o parlamento aprovou estudar o impacto de medidas semelhantes. "Dinamarca, Suécia e Holanda trabalham menos que o Reino Unido e têm altos níveis de produtividade", destaca. Já a Grécia é um dos países da Europa com mais horas de trabalho, porém com baixa produtividade, explica Jonathan Boys, do Institute for Personal Development, uma associação de recursos humanos . Testes semelhantes foram realizados em Espanha, Islândia, Estados Unidos e Canadá, e estão programados para começar em agosto na Austrália e Nova Zelândia.

“É crucial que tudo isso seja desenvolvido em parceria, numa lógica de coerência, objectividade e economia de recursos!”

Zé LG, 30.05.22

maias.jpg«Há uma forma objectiva de evitar aquilo que PA expõe e que na sua opinião torna "impossivel dar resposta"! Basta que nos protocolos com as associações, como aliás é feito noutros municípios vizinhos, esteja claro um plano de actividades e uma orçamentação séria! Será aliás, esta uma das condições que legitimam o próprio financiamento ou subsidiação (não descurando os objectivos sociais e culturais das actividades que promovem)! O resto pois, caberá à autarquia, que possui orçamento próprio para as áreas cultural, social e desportiva, tendo ainda possibilidade de financiamento externo que não estará ao alcance de todas as associações! É crucial que tudo isso seja desenvolvido em parceria, numa lógica de coerência, objectividade e economia de recursos!» Anónimo 30.05.2022, aqui.

Hélder Guerreiro diz que será “o fim da ideia do Baixo Alentejo constituído pelos 18 concelhos”

Zé LG, 25.05.22

182131243_4140054922713742_2588091656553156507_n.jpg«Aquele que deveria ser um processo de construção estratégica para uma região onde as principais reflexões deveriam assentar nas ligações de profundidade desde o oceano atlântico (costa sudoeste) à zona raiana com Espanha e nas relações verticais com a área metropolitana de lisboa e/ou com a Região do Algarve. Em vez de tudo isso estamos a construir de forma separada, Alentejo Litoral para um lado e Baixo Alentejo para outro, a resposta que se nos impõe ao próximo período de programação de fundos comunitários.

Em vez de pensamento estratégico para e sobre uma região estamos entretidos, de forma cada vez mais separada e distante, a arrumar somatórios de projetos e de intenções de projetos que se encaixem nas grandes opções de política definidas pela comissão europeia.»

Hélder Guerreiro, Presidente da CM Odemira, aqui.

Governo quer atores locais a definirem estratégias para aplicar fundos em cada território

Zé LG, 23.05.22

202205211453264192.jpgIsabel Ferreira, a secretária de Estado do Desenvolvimento Regional, disse que vai convocar os diferentes atores locais para pensarem e definirem onde devem ser aplicados os fundos do comunitários em cada território, trabalho que já iniciou com as cinco comissões de coordenação e desenvolvimento regional (CCDR) do país e que pretende ouvir os diferentes níveis de poder e agentes locais para decidir como será aplicado o dinheiro.
“Não chega nós distribuirmos fundos comunitário aleatoriamente, é preciso que quem recebe esses fundos tenha uma estratégia, saiba o que quer, onde é que quer ir, é preciso convocar os atores todos”, salientou, afirmando que este é um trabalho de rede, que será feito “de baixo para cima”, que é preciso “pensar no país, nas regiões e depois dentro de cada região, dentro de cada comunidade intermunicipal, dentro de cada município, entre um município maior e as freguesias à volta”.
“Os atores, as lideranças locais são fundamentais e determinantes, nomeadamente os municípios. É tratar diferente o que é diferente, não podemos ter medidas iguais para todo o território e isso só se faz identificando região a região”, acrescentou, alertando que as estratégias locais devem articular-se com os três grandes desafios nacionais e europeus, que são o demográfico, a transição digital e a transição verde.

Lixo fora dos contentores. Falta de civismo ou também de capacidade de recolha?

Zé LG, 17.05.22

Acabei de ler agora este post no MAIS BEJA, sobre um assunto que, infelizmente, se mantém actual e pertinente e que em nada contribui para a imagem das nossas Terras.

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É um tema recorrente em vésperas de eleições – e não só, como se vê -, em que as oposições criticam quem está no poder por não resolver o problema e quem está no poder tenta justificá-lo com a falta de meios e de colaboração dos munícipes.

Quer-me parecer que o MAIS BEJA tem razão ao aconselhar: “senhor presidente, aumente a frequência e dias em que os contentores e ecopontos são despejados, e vai ver que o problema se resolve. Em alternativa (em complemento, digo eu), deveria colocar mais contentores do lixo/moloks, aumentando assim a capacidade de deposição de lixo indiferenciado e reciclável.

Nesta como em tantas outras situações, é sempre mais eficiente fazer do que esperar que outros façam. E nesta situação em concreto, o que a Câmara Municipal fizer para resolver o problema terá efeitos muito mais rápidos. E vai ver que o problema não subsiste apenas porque as pessoas não querem colaborar...

ZERO defende setor da água mais eficiente, alertando para as perdas de 24% da água que entra no sistema de abastecimento

Zé LG, 16.05.22

202102020945456668.png"É com grande apreensão que a ZERO antevê os próximos 10 anos, uma vez que o plano, ..., revela uma excessiva preocupação com o equilíbrio económico-financeiro das entidades gestoras, não estando vertida uma verdadeira intenção de melhorar o desempenho ambiental das mesmas e a eficiência hídrica dos serviços onde as perdas de água representam 24% do volume de água que entra no sistema de abastecimento", afirmou a associação ambientalista ZERO, após análise do Plano Estratégico para o setor da água em Portugal, concluindo que "os desafios que se colocam ao setor para as próximas décadas são enormes, podendo ser agravados pela evolução das alterações climáticas e dos seus efeitos sobre os recursos hídricos, tanto em termos de quantidade como de qualidade, pelo que é preciso fazer muito mais e muito melhor do que se tem feito até agora para termos serviços mais eficientes a todos os níveis".

CDU e PS fazem acusações mútuas no Município de Beja

Zé LG, 10.05.22

202105030838082562.JPGOs vereadores da CDU na Câmara de Beja acusam, em nota de imprensa, o PS de mostrar “falta de respeito pelos órgãos autárquicos e pelo poder local democrático”. O Presidente da Câmara de Beja afirma que não corresponde à verdade.

Segundo os vereadores da CDU esta acusação prende-se com “o processo de transferência de competências na área da educação quando, à revelia de uma decisão da Assembleia Municipal, o executivo do PS decidiu aceitá-las” e ainda com “o processo de atribuição de medalhas de mérito municipal que, depois de uma decisão dos eleitos do Executivo da Câmara Municipal de Beja, o PS decidiu adulterar a proposta levando uma outra à Assembleia Municipal.”

Paulo Arsénio, presidente da Câmara de Beja, eleito pelo PS, afirma que não corresponde à verdade. 

Ambientalistas apelam a uma melhor coordenação na gestão das águas do Rio Guadiana

Zé LG, 02.05.22

guadiana_river.jpg“A captação de água do Rio Guadiana não pode ser feita, por Portugal ou por Espanha, sem ambos os países estarem coordenados entre si e sem conhecerem as reais disponibilidades do rio, principalmente numa zona que sofre de escassez”, alertam a ANP|WWF e a WWF Espanha.

Estas organizações ambientalistas apelam ao governo portuguêes e espanhol para que haja uma melhor coordenação na gestão das águas partilhadas por ambos os países, em particular no troço fronteiriço final, e para que estabeleçam legalmente, no âmbito da Convenção de Albufeira e dos Planos de Bacia, as reais exigências ecológicas de caudais* e as efetivas disponibilidades para captações de água a partir do Rio Guadiana.

Ao abrigo da Convenção de Albufeira, que regula a utilização de água nas bacias partilhadas pelos dois países, foram definidos regimes de caudais mínimos trimestrais e anuais na passagem de cada rio pela fronteira. No entanto, tal não foi acordado no local onde o Guadiana volta a ser fronteira - no Pomarão/Chança - o que, nos termos da Convenção, deveria ter ocorrido até 2002 para gerir a situação ambiental do Estuário do Guadiana.

Porque razão se despreza assim a mais valiosa jóia do património de Mértola?

Zé LG, 14.04.22

Acidente-768x432.jpg«O último mandato terminou com um superavit de 10 milhões de euros e o orçamento deste ano ronda os 27 milhões, pelo que não foi e não é por falta de recursos financeiros que o Centro Histórico está num tal estado que até o festival islâmico teve que ser cancelado.
Porque razão se despreza assim a mais valiosa jóia do património de Mértola e se desvaloriza este activo fundamental para o desenvolvimento turístico do concelho?» Jorge Pulido Valente, aqui.