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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Movimento Alentejo VIVO identificou violação aos PDM em mais de 5 mil hectares na área de influência de Alqueva

A Associação Ambientalista ZERO refere que se tem assistido à instalação de culturas intensivas fora dos blocos de rega, em áreas onde as mesmas são proibidas ou condicionadas nos PDM, acrescentando que, num primeiro levantamento efetuado, pode-se já afirmar que esse valor supera os 2500 ha no concelho de Beja e os 2000 ha no concelho de Serpa e em menor expressão no concelho de Ferreira do Alentejo, estendendo-se esta situação um pouco por todos os outros concelhos envolvidos.

regadio.JPGAs situações identificadas referem-se a áreas classificadas nas cartas de ordenamento como espaços agro-silvo-pastoris, mesmo como áreas florestais de produção e até de proteção, áreas com condicionantes em termos de Reserva Ecológica Nacional (REN) ou em faixas adjacentes a povoações.

A ZERO considera que “não é aceitável que as diversas entidades com responsabilidades em matérias de gestão e ordenamento do território continuem sem assumir as suas responsabilidades”, e exige a “imediata intervenção da CCDRA, no sentido de fazer cumprir os preceitos previstos nos diversos instrumentos de gestão territorial em vigor, bem como da IGAMAOT, pelo que será solicitada uma auditoria urgente à forma como todo o processo de instalação dos perímetros de rega tem decorrido”.

Daqui.

“É evidente que a Câmara não está a fazer um trabalho competente”

“… é notória, a falta de caixotes de lixo , … nas zonas mais movimentadas, sendo esta falha da total responsabilidade da Câmara Municipal de Beja.

Atualmente, os caixotes do lixo encontram-se quase sempre esgotados na sua capacidade, acabando por obrigar as pessoas a colocar o lixo de fora dos contentores, trazendo insalubridade às ruas e criando uma paisagem horrível da cidade, …

lixo.jpeg… Não sei se o problema é falta de veículos, funcionários ou simplesmente má organização. Mas que há um problema, isso é inegável, …

Não estamos bem, ...”

In Mais Beja, aqui.

"Não, Secretário João Galamba. Aljustrel não é um “bom exemplo” ambiental."

galamba.PNGNo programa Prós e Contras do dia 11 de Novembro de 2019, o Secretário de Estado Adjunto João Galamba referiu Aljustrel enquanto um "exemplo" no que concerne a “minas modernas”, referindo-se a um suposto bom desempenho ambiental que "vale a pena ver". Estas afirmações vão contra posições de diversas instituições, individualidades, investigações jornalísticas e movimentos ambientalistas. Vão também contra um largo consenso entre a população da vila mineira alentejana: a população quer a mina aberta, mas quer também que sejam tomadas medidas que salvaguardem o ambiente e a saúde.

O Movimento Aljustrel Pelo Ambiente repudia qualquer tratamento leviano dos problemas ambientais e de saúde de Aljustrel. ... Rejeitamos também que Aljustrel seja apresentado enquanto bom exemplo ambiental enquanto os problemas ambientais que se arrastam não forem devidamente estudados e resolvidos.

As palavras de João Galamba chocam de caras com a realidade. Um tema desta complexidade não se coaduna com declarações levianas na praça pública. Em vez de espalhar desinformação sobre temas complexos, pede-se aos responsáveis políticos que falem com conhecimento de causa e sustentação científica e técnica. Aproveitamos estas infelizes declarações do Secretário de Estado para reafirmar a necessidade de mais fiscalização e de mais medidas concretas para mitigar os efeitos da indústria na vila mineira.

Leia tudo aqui.

O que vai ser “o funcionamento das estruturas da CMB nos próximos”

"Já é suficientemente sintomático do estado da "coisa", o facto de concorrerem poucos técnicos do quadro da autarquia! Até consigo compreender as razões, dadas as circunstâncias, mas não podem é ficar admirados com a sorte que lhes calhar!
Vai ser um fartote galhofeiro o funcionamento das estruturas da CMB nos próximos anos atendendo aos anos de experiência de alguns funcionários (que até atravessaram muitos executivos nas últimas décadas). E são esses mesmos elementos, quer se goste ou não, mantêm a autarquia a funcionar!
Anónimo 08.11.2019 20:09", aqui.

Contratação de Jurista pela Câmara de Beja gera polémica

A contratação dos serviços de uma jurista pela Câmara Municipal de Beja, para regularizar as rendas em atraso do parque habitacional municipal, tem gerado forte discussão, conforme se pode ver aqui e aqui, para além das conversas entre munícipes de Beja.

Esta questão terá sido suscitada, há algum tempo, pelo Vereador da CDU Vitor Picado, tendo o Executivo do PS afirmado que tal não era verdade, o que veio a ser desmentido pela publicação do referido contrato na plataforma de contratos públicos.

Por outro lado, não sendo questionada a legalidade da contratação, é questionada a necessidade da mesma, porque há quem afirme que o trabalho poderia ser feito por trabalhadores da Autarquia, sendo igualmente questionada a escolha da Jurista em concreto, por ser membro do Secretariado Concelhio de Beja do PS.

O PS costuma dizer, a propósito das inúmeras nomeações e contratações de pessoas do PS para lugares da Administração Pública que que essas pessoas não podem ser prejudicadas pelo facto de serem do PS. Mas também não devem ser contratadas ou nomeadas por essa razão. E isto é que, cada vez mais, se questiona, tal é o número de casos conhecidos.

“A crítica e a análise política fazem parte da democracia”

"Há quem conviva bem com isto, e retire conclusões..... outros não!
É certo que o anterior executivo esteve "de baixo de fogo da máquina política do PS", como todos estão em democracia......
Mas afinal, passado muito pouco tempo, tanto na área Técnica como na área operativa já se sentem algumas "saudades".
Governar com as pessoas para as pessoas,.... é muito diferente do que governar sem as pessoas... não sei para quem....!
CGP - Anónimo 08.11.2019 15:49", aqui.

CDU contra o Mapa de Pessoal e IMI Familiar em Beja

CDU-768x432.jpg

Os vereadores da CDU votaram, na última reunião da Câmara de Beja, contra o Mapa de Pessoal por considerarem que “continua a apostar-se no recrutamento de Técnicos Superiores e Assistentes Técnicos, reduzindo-se os postos de trabalho previstos para Assistentes Operacionais”. Na óptica da CDU, “não restará alternativa ao Município de, querendo fazer face aos graves problemas na higiene e limpeza urbanas, socorrer-se de empresas de trabalho temporário, como já fez, promovendo, assim, a precariedade laboral”.
Os eleitos da CDU votaram também contra o IMI Familiar por entenderem que se trata de um “benefício que não considera as condições económico-sociais dos agregados familiares, sendo aplicável apenas consoante o número de dependentes, de forma cega e injusta”.
Vítor Picado explica porquê, aqui e aqui.

“A seu tempo veremos se esta estratégia de comunicação dá os resultados que Arsénio almeja.”

1390758_10151822287948192_2063250583_n.jpg"Já o escrevi, e volto a repetir: Paulo Arsénio utiliza a sua conta pessoal no FB para divulgação, e interpretação, das actividades da CMB. Desconheço se a autarquia ainda tem um Gabinete de Informação e Relações Públicas e, se o tem, para que serve. Imagine-se que PA faz uma divulgação e, depois, por um qualquer motivo, a modifica, altera ou apaga. Com que dados vai a comunicação social fazer notícia sobre determinada actividade? Com os dados originais, alterados, ou os apagados? Onde é que está a informação institucional e onde é que ela se mistura com a opinião pessoal de Arsénio? E, se um dia, Arsénio decidir apagar a sua conta no FB, onde irão ficar (para memória futura) os dados que deveriam ser institucionais? Quanto aos likes e nos posts, eles têm o mesmo valor dos "deslikes" que passam de boca em boca, à mesa do café: nulo.
A seu tempo veremos se esta estratégia de comunicação dá os resultados que Arsénio almeja.

João Espinho 04.11.2019 16:02"

A "estratégia" do Executivo PS na Câmara de Beja

Ao contrário de muitos, entendo e concordo com a intervenção do presidente da Câmara de Beja, Paulo Arsénio, no Facebook, divulgando actividades da Câmara Municipal e contribuindo, assim, para uma maior informação da actividade autárquica. Não concordo é com a forma com que, na generalidade dos casos, gera polémicas desnecessárias, respondendo a críticas ou provocando opositores, deslocando a atenção dos seus leitores do essencial para o assessório.

Veja-se esta sua última publicação ( aqui em baixo) que, em vez de realçar uma decisão acertada – mandar recuperar o painel de azulejos -, gera um rol de críticas acerca da sua “estratégia” na liderança do Município capital do Distrito de Beja.

74278241_793160461116199_2462152176378576896_n.jpg

"Durante a pintura geral do interior do Jardim Público..., detatámos que o painel de azulejos referente a Gonçalo Mendes da Maia está em muito mau estado, ameaçando mesmo desprender-se, por peças, e poder assim perder-se...
A CM Beja decidiu por isso intervir e contratar, ..., uma prestação de serviços... para reabilitar o painel e evitar a sua eminente queda.
Relembro que a parede onde está fixo o painel no jardim não era pintada há 10 anos e foi essa intervenção - pintura-, que muitos desvalorizam, que permitiu detetar este perigo eminente.
Enfim, mesmo "sem estratégia" segundo alguns, lá vamos tratando do Património Municipal com atenção, recuperando e reabilitando, valorizando dessa forma o concelho.
Imaginemos o que não seria se tivéssemos... a tal "estratégia" que aparentemente nunca faltou em Beja ao longo de 40 anos 🙂."

Paulo Arsénio, 03/11/2019

“XII Jornadas FENAREG” debatem, em Odemira, Agricultura-Ambiente-Território

A FENAREG e a Associação de Beneficiários do Mira organizam a 6 e 7 de Novembro, em Odemira, o Encontro Regadio 2019 “XII Jornadas FENAREG”, que terão como tema central o trinómio Agricultura-Ambiente-Território e os desafios dos Aproveitamentos Hidroagrícolas para além da gestão da água.

regadio.jpg

Este evento assinala o 50º aniversário do Aproveitamento Hidroagrícola do Mira, um perímetro de rega com 12 mil hectares de área beneficiada, cuja origem da água é a albufeira criada pela Barragem de Santa Clara, no rio Mira, onde se pratica uma agricultura de regadio com vocação exportadora e um forte contributo para o desenvolvimento sócio-económico do território do sudoeste alentejano e da costa vicentina.

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