Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Paulo Arsénio “Tudo teve para" ficar na história da cidade e da região?

Zé LG, 18.07.24

22089986_10213946405995931_6199628447875624438_n.jpg«Paulo Arsénio tem atravessado um tempo em que com as verbas da União Europeia, PRR incluido, e durante 8 anos um governo da sua cor política. Tudo teve para conseguir deixar o seu nome ligado para sempre à historiografia da cidade e da região. Ou seja, ao contribuir de forma decisiva para completar o que resta da autoestrada até ao aeroporto de Beja e a eletrificação da linha férrea até Casabranca, se possível com o ramal dos Coitos também até ao aeroporto. Mas não, contenta-se, ele e os seus seguidores, apenas com façanhas como esta que LG aqui nos relata.» Anónimo, 17.07.2024, aqui.

Tiago Teotónio Pereira eleito vogal executivo do PORA 2030

Zé LG, 14.07.24

434135238_7247688322019526_8433273795184964266_n.jpg

Tiago Teotónio Pereria, que exercia funções de vogal executivo da Comissão Diretiva da Autoridade de Gestão do PORA, foi eleito vogal executivo do Programa Operacional Regional do Alentejo 2030, sucedendo a Filipe Palma, que se aposentou.
Nesta eleição, organizada pela ANMP, Tiago Teotónio obteve 29 votos, num universo de 58 municípios, dos quais 57 votaram, pelo que será agora indicado ao Governo e passará a fazer parte da Estrutura de Missão do Portugal 2030.

NERBE diz que sistema de incentivos pode ser “fator de não coesão territorial”

Zé LG, 01.07.24

NERBE-4.jpgO NERBE/AEBAL expressa a sua “satisfação” com a abertura de candidaturas ao Sistema de Incentivos de Base Territorial, embora manifestando o seu “desagrado pelo montante reduzido de dotação orçamental referente à região do Baixo Alentejo” que se cifra em cerca de 1,4 milhões de euros, “insuficiente” tendo em conta as manifestações de interesse recolhidas pela Associação na transição entre o Portugal 2020 e o Portugal 2030 e a restrição de atividades económicas elegíveis constante no referido aviso, o que pode ser “fator de não coesão territorial” uma vez que existem “diferenças gritantes concretamente entre o Alto Alentejo e as restantes sub-regiões do Alentejo”. David Simão, presidente do NERBE/AEBAL, deu voz às preocupações dos empresários, aqui e aqui.

“não terá de dar satisfações a ninguém e muito menos PAGAR pelo que fez”

Zé LG, 20.06.24

448522702_10226341098694629_7852255366365501615_n (1).jpg«O futuro de António Costa não me interessa. Nunca simpatizei com a figura. ... andamos nesta angústia mediática e diária com o cargo na “corte” da União Europeia. O que me espanta neste romance não é a naturalidade com que a coisa pode acontecer, mas sim o facto de aquela senhora da Procuradoria Geral da República, que há tão pouco tempo o varreu do cargo de primeiro-ministro, baseando-se em coisa nenhuma, não marque umas buscas acompanhadas de uma detenção combinada com as televisões, para a véspera da votação que porá, ou não, António Costa no novo cargo político… mesmo que uma semana depois de ele ser obviamente afastado da corrida, fique evidente que, mais uma vez, se tratou de um capricho da dona Lucília Gago e do seu “comando” de extrema direita que rasteja nos esgotos do Ministério Público e da PGR. A dona Lucília vai permitir uma coisa destas àquele que já vitimou uma vez?» Samuel Quedas, aqui.

E não há responsáveis da má gestão da CVP em Beja?!...

Zé LG, 18.06.24

CVP-04-ERPI-Henri-Dunant-B_800x800.jpgOs serviços centrais da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) estão a fazer uma inspeção interna para apurar a situação da Delegação de Beja. A auditoria vai fazer um estudo sobre a viabilidade financeira da Delegação de Beja e perceber se há condições para manter, em primeira instância, o Serviço de Apoio Domiciliário (SAD) e posteriormente a Estrutura Operacional de Emergência (EOE).
O presidente da Direção Nacional da CVP revelou que “a Delegação de Beja deve 1,1 milhões à banca e 1,2 milhões à própria sede”, acrescentando que só no Edifício Refer, “um negócio ruinoso, estão enterrados quase 2 milhões de euros”, e que “irrecuperáveis são já mais de 1,2 milhões de euros em rendas mensais e mais de 600 mil euros de um empréstimo bancário”.
E quem paga são os utentes da CVP e os trabalhadores que lhes prestam serviços…

Altar-palco serve de cobertura a casas de banho do Rock in Rio

Zé LG, 17.06.24

GQIq5ncWMAEtu5_.jpg“Carlos Moedas garantiu que havia “muito interesse” em usar o altar-palco após o evento. Recordo-vos das suas palavras numa entrevista, na TVI, conduzida por José Alberto Carvalho: “Não é o momento agora, José Alberto, de decidir ou de fazer, mas tem havido um interesse enorme, nacional e internacional, de muitos promotores que gostariam de utilizar este palco.”
Onde estarão esses promotores? É que passou quase um ano e o altar-palco não voltou a ser utilizado.
Minto. Está a ser utilizado agora no Rock in Rio, mas não é como palco. A grande obra de Carlos Moedas serve de cobertura a uma bateria de casas de banho. Isto, sim, merecia uma explicação. Em vez de falar do apoio do anterior executivo, Moedas deveria explicar aos lisboetas porque se gastou tanto dinheiro num mono que se revela perfeitamente inútil.»
Carmo Afonso no «Público». Daqui.

“Uma vergonha e um abuso de poder!”

Zé LG, 17.06.24

cartoes-business-unibanco (1).jpg«Na ausência de regulação governamental e da intervenção do próprio BP, vai-se mantendo este assalto aos clientes, num cenário de perfeito abuso das entidades bancárias! Como se não bastasse o facto de usarem o nosso dinheiro, ainda nos impõem regras discricionárias, absurdas e criminosas! Qualquer dia mais vale recebermos o ordenado e as pensões em numerário e colocar o dinheiro num cofre em casa! Não ter cartões de débito ou de crédito pode ainda ser uma solução, e pagar sempre em numerário as contas! Uma vergonha e um abuso de poder! Uma verdadeira porra, como se diz por cá!» Anónimo, 17.06.2024, aqui.

Porque temos de pagar os cartões bancários obrigatórios?

Zé LG, 17.06.24

cartoes-business-unibanco.jpg«Vivemos numa jovem democracia, ainda refém da plutocracia, onde as empresas recorrem à criatividade nociva para nos desapossarem com medidas inaceitáveis. Apesar de polémicas, impõem-nos regras surpreendentemente permitidas pelos sucessivos governos. Mesmo anunciando lucros milionários durante um dos períodos mais dramáticos dos últimos anos, os bancos, insatisfeitos, através da SIBS, lançaram mais um ónus sobre os contribuintes ao exigir um cartão para realizar operações bancárias. Quando os cartões eram opcionais, fazia sentido serem pagos. No entanto, a partir do momento em que se tornam obrigatórios, como resultado de uma deslealdade contratual, deveriam ser gratuitos. ...» © Fernando Alagoa, aqui.

Estratégia Local de Habitação de Beja em risco de não ser executada

Zé LG, 14.06.24

Beja (1).pngO presidente da Câmara Municipal de Beja, Paulo Arsénio, sublinhou "as dificuldades transversais a todos os municípios com estratégias locais de habitação em andamento", em particular "nos fogos para recuperação nos centros históricos", voltando a referir que "será difícil concretizar" a mesma "até 30 de junho de 2026". Disse que "60 fogos é a perspetiva no centro da cidade e nas aldeias", dos quais "seis a sete fogos prontos para avançar", devendo as obras no edifício das "Modas Felício" "começar em breve" e que "será destinado a arrendamento jovem".
A CDU mostrou-se preocupada "com a situação degradante em que vivem muitas pessoas na cidade" e com o facto de "não haver avanços na Estratégia Local de Habitação" e, apontaram a "questão do edifício das Modas Felício" que se tem "arrastado penosamente" e que "a falta de concretização é constrangedora".
A Coligação Beja Consegue! frisou que se "continua sem adquirir casas nas freguesias rurais", realçando esta falta como negativa, e que "os acordos assinados, até agora, foram em desespero de causa".

Carlos Pinto de Sá alertou para o risco de não se cumprirem metas do PRR

Zé LG, 13.06.24

20230809101345981.jpgO presidente da Câmara de Évora, Carlos Pinto de Sá, alertou o Governo para o risco de Portugal poder não atingir as metas do PRR se as empresas de construção não conseguirem garantir “tantas obras em simultâneo”, recordando que “Há um problema que é conhecido, que é o problema dos empreiteiros e da capacidade que temos para poder realizar obras” e que “Portugal tem dificuldades do ponto de vista das suas empresas para garantir tantas obras em simultâneo”, alertando que isso pode colocar em causa “as metas dos calendários” apontados. Mas, ao mesmo tempo, frisou, que é preciso “fazer esse esforço” e “tentar cumprir o prazo” das obras inscritas nas metas do PRR.