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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Beja comemora os 100 anos da Travessia Aérea do Atlântico Sul

Zé LG, 03.02.22

Travessia.jpgA Força Aérea, a Marinha e o município de Beja juntam-se para assinalar os 100 Anos da Travessia Aérea do Atlântico Sul.

A partir de hoje e até dia 13 fevereiro, está patente na Biblioteca Municipal de Beja uma exposição itinerante comemorativa do centenário da travessia. No dia 8 de fevereiro, pelas 21:00 horas, o centenário será assinalado com um concerto pela Banda de Música da Força Aérea, no Pax Julia Teatro Municipal. Ainda no âmbito das comemorações vai ser colocada uma placa no jardim Gago Coutinho e Sacadura Cabral, em Beja, que assinala o Centenário da Travessia.

Manuel Fonseca morreu

Zé LG, 23.01.22

2022012311493186.nb.pngManuel Isidro Fonseca, de 88 anos, natural de Évora, radicado há muitos anos em Beja, morreu hoje, em sua casa. O funeral realiza-se amanhã, às 10 horas, das Casas Funerárias para o Cemitério de Beja.

O Senhor Fonseca, como era tratado, era uma figura que marcou Beja ao longo de décadas. Quem, com mais de 30 anos, não tirou fotografias à Fotopax? Era um excelente fotógrafo profissional. Para além da cobertura de eventos, colaborou com fotografias suas desde o primeiro guia-roteiro “Beja 1966” e em edições, de 1974, da Comissão Municipal de Turismo de Beja, que integrou, até depois em diversas publicações e exposições. Era também um homem culto, muito educado, cordial, com uma voz única, com quem dava prazer falar.

À família apresento os meus sentidos pêsames.

BARREGÃO: Um exemplo do despovoamento do Interior de Portugal

Zé LG, 14.06.20

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Uma pequena aldeia reduzida a cerca de 10% da população que já teve. Hoje não tem mais de oito residentes.

Apesar dos investimentos - estrada, arruamentos, águas e esgotos, recolha de lixo e transportes colectivos - feitos pela Autarquia nos últimos anos e da recuperação de algumas casas feita por naturais que querem manter a ligação à Aldeia, o despovoamento e a degradação da maioria das casas avança a passos largos.

Paralelamente e apesar de alguns investimentos feitos por alguns proprietários, a maioria dos terrenos vai ficando abandonada, avançando o mato e o risco de incêndios...

O despovoamento e, nalguns casos, a consequente desertificação, é um problema demasiado complexo para ser resolvido com a criação ou instalação arbitrária de secretarias de Estado em locais "à sorte"... Exige um outro olhar para o Território, para o Ambiente, para o Desenvolvimento sustentado, coeso e coerente, traduzido em políticas sérias, coerentes, adequadas e persistentes de médio e longo prazo.