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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Beja tem em preparação projetos “estruturantes para o futuro da cidade e do concelho”

Zé LG, 01.03.26

32cc1e3d-16ee-4c30-9267-348370083281-696x464.pngNuno Palma Ferro disse que Beja atravessa uma fase de forte dinâmica na conceção de projetos, que servirão de base ao desenvolvimento futuro do concelho: Circular Sul de Beja, requalificação da Avenida Flávio dos Santos, Zona Empresarial Norte, habitação. Garantiu que a capacidade financeira do município para suportar estes investimentos é sólida e que dispõe de margem financeira suficiente, tanto ao nível da tesouraria como da capacidade de endividamento, acrescentando que qualquer recurso a financiamento será criterioso e “todo dirigido para projetos verdadeiramente estruturais e estruturantes”. Leia aqui a entrevista ao Alentrium.

Ceia da Silva alerta que Alentejo pode perder 700ME no próximo período comunitário

Zé LG, 19.02.26

202602181755595664.jpgO presidente da CCDR do Alentejo, António Ceia da Silva, alertou que o Alentejo arrisca-se a “perder 700 milhões de euros” no próximo período de apoios comunitários, devido ao desenvolvimento de Sines e crescimento turístico. “O Alentejo arrisca-se a deixar de ser uma região de coesão, como é o Centro e o Norte, e passar a ser uma região de convergência, como é o Algarve ou Lisboa” e “em vez de 1.100 milhões, passaríamos para os tais 400 milhões, que é aquilo que tem Lisboa e que tem o Algarve” e que este é um assunto que “devia preocupar todos” e levar a “uma intervenção de todos”, afirmou o ainda presidente da CCDRA, que está em fim de mandato.

CDU diz que orçamento do Município de Beja cria condições mais favoráveis ao desenvolvimento

Zé LG, 28.01.26

202601271242428583.PNGO Orçamento e as Grandes Opções do Plano do Município de Beja foram aprovados com os votos favoráveis de Beja Consegue, CDU e Chega e as abstenções do PS. Os eleitos da CDU consideram que a aprovação, ontem, do orçamento municipal contribui, nesta fase, para “a criação de condições mais favoráveis ao desenvolvimento do concelho, na defesa do serviço público nomeadamente com avanços nos direitos dos trabalhadores da autarquia, para os agentes culturais, na perspetiva de aumentar a fruição e a diversificação no acesso à cultura, no reforço da capacidade de autonomia das freguesias, não ultrapassando todas as dificuldades para o desenvolvimento do trabalho, mas dotando-as certamente de melhores condições para desenvolver mais trabalho junto das populações.” Daqui e daqui.

Ministra do Ambiente em Beja presidiu à assinatura de protocolos da APA com a EMAS, EDIA e ATLA

Zé LG, 21.12.25

Graca-Carvalho-Ambiente_800x800.jpgA Agência Portuguesa do Ambiente (APA) celebrou três protocolos com a EMAS de Beja, no valor de 225 mil euros para valorização de 2,5 km de linhas de água, em Beja, no âmbito no Plano de Ação ProRios 2030, que integra a iniciativa Água que Une, e que tem como objetivo a reabilitação, valorização e restauro do Barranco do Sardão, da Linha de água paralela ao IP2 e do Barranco do Poço dos Frangos. Foi ainda subscrito outro protocolo entre a APA, a EDIA e ATLA – Associação Transfronteiriça de Municípios Lago Alqueva, com vista à elaboração e execução do Programa Especial para as Albufeiras de Alqueva e Pedrógão (PEAAP). A assinatura dos protocolos de colaboração técnica e financeira contou com a presença da ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, que participou numa reunião com o presidente da Câmara de Beja e a Águas Públicas do Alentejo e visitou o COTR.

Ministra do Ambiente garantiu financiamento da linha Casa Branca-Beja e A26 até Beja

Zé LG, 20.12.25

Graca-Carvalho-Ambiente_800x800.jpgA ministra do Ambiente e Energia anunciou na manhã deste sábado, em Beja, que o Governo vai repor, através do Programa Operacional Sustentável (POS) e caso seja necessário via Orçamento de Estado, os 60 milhões de euros para apoio ao projeto de modernização, requalificação e eletrificação da Linha Ferroviária do Alentejo, no troço Casa Branca-Beja, e também que o ministro das Infraestruturas lhe deu a certeza que “a conclusão da Autoestrada 26 (A26) até Beja é um facto”. Nuno Palma Ferro, o novel presidente da Câmara Municipal de Beja, manifestou-se dizendo que “Se estamos à espera há 20 anos, também podemos esperar mais seis, desde que no fim tenhamos o que temos direito”. Daqui e daqui.

CIMBAL quer garantia de financiamento para a requalificação da ferrovia

Zé LG, 17.12.25

cimbal.202512161114325695.PNGA Assembleia Intermunicipal da CIMBAL manifestou preocupação com a retirada da verba de 60 milhões de euros previstos para a requalificação e eletrificação da Linha do Alentejo e querem que o Ministério das Infraestruturas e Habitação e o Ministério da Economia e Coesão Territorial esclareçam como prevêem a concretização do referido projeto, considerando “inaceitável que o Baixo Alentejo possa vir a perder verbas que são fundamentais para a execução deste projeto.”

Deputado do PSD diz que PS devia pedir desculpa sempre que fala do Baixo Alentejo

Zé LG, 17.12.25

Goncalo-Valente.jpgGonçalo Valente, deputado do PSD por Beja na AR, afirma que o PS deveria de "corar de vergonha" e pedir desculpa sempre que fala do Baixo Alentejo, acusa PS e PCP de estarem “completamente de cabeça perdida” e diz que “deveriam de estar contentes por todas as partes envolvidas neste processo irem responder na Assembleia da República às dúvidas que todos temos, mas não, o receio dos protegidos do Partido Socialista serem responsabilizados por nos roubarem 60 milhões de euros e o PCP querer fazer prova de vida é mais importante, mostrando mais uma vez a sua subserviência ao partido em detrimento da região.” Afirma ainda que não chamou à AR só o Presidente da CCDR (eleito pelo PS), considera que "era muito mais cómodo para mim afastar o meu partido desta discussão, também chamei o governo que apoio e a IP” porque garante que aquilo que lhe interessa “é que as coisas fiquem esclarecidas de forma cabal, olhos nos olhos, doa a quem doer.” Daqui e daqui.

BE aponta passa-culpas entre PS e PSD no corte de verbas para a ferrovia

Zé LG, 16.12.25

CP202211081258051924.pngA distrital de Beja do BE considera “urgente reverter o corte de financiamento da ferrovia e garantir a agilização da sua requalificação, pelo potencial de desenvolvimento que traz ao território”, porque o corte “pode comprometer o projeto ou adiar novamente a concretização desta exigência regional”. E realça que “assistimos à desresponsabilização e a um passa-culpas entre o Partido Socialista e do Partido Social-Democrata, quando os dois estão envolvidos nesta decisão” e que, “Se por um lado, o presidente da CCDR, António Ceia da Silva, não dá explicações para esta reprogramação financeira do Alentejo 2030, também não há uma responsabilização do Ministério do Planeamento e Coesão, que tutela as CCDR, ou uma alternativa apresentada pelo Ministério das Infraestruturas”.

Beja precisa de VOZ(es)

Zé LG, 11.12.25

Beja-Consegue.jpgAinda se ouvem as vozes indigadas dos candidatos às eleições autárquicas, que se realizaram há menos de dois meses, reclamando a ampliação e requalificação do Hospital de Beja, a autoestrada até Beja, a modernização da linha do caminho de ferro da Casa Branca até à Funcheira e mais umas quantas reivindicações de que somos credores do Poder Central. Há pouco mais de um mês que os eleitos locais tomaram posse e iniciaram funções. Para os novos eleitos é pouco tempo para dominarem os dossiês e ainda menos para fazerem grandes alterações ou lançarem novas iniciativas. Mas é tempo mais do que suficiente – porque é apenas insistirem no que fizeram na campanha eleitoral -, para se pronunciarem sobre as ameaças de cortes do financiamento para a ampliação e requalificação do Hospital de Beja e a modernização da ferrovia e a autoestrada ser mantida na “gaveta”. E também sobre a operação “Safra Justa” e a interrupção da distribuição de jornais não se ouviu um pio que fosse. Porque nunca mais ouvimos os candidatos da Beja Consegue, hoje presidente da Câmara, da CDU, hoje vereador em permanência, do PS e do Chega, exclusivamente na oposição? Desistiram de reclamar? Acomodaram-se? Ou estão à espera de novas eleições para mostrarem as suas indignações e insistirem nas reclamações, velhas mas justas, fundamentais para a região e condições dignas para a integração dos imigrantes?

Alentejo poderá perder até 60% de fundos comunitários

Zé LG, 07.12.25

Grilo.photo-2022-12-28-11-03-45_1.jpgO presidente reconduzido da ADRAL - Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo, João Grilo, advertiu que a região poderá perder até 60% dos fundos comunitários caso deixe de ser classificada como zona de convergência pela União Europeia, devido ao impacto estatístico de Sines, cujo desempenho económico eleva o PIB regional e dificulta a leitura das assimetrias existentes no território. A eventual reclassificação teria efeitos imediatos no acesso a financiamento, reduzindo de forma drástica os apoios diretos que atualmente sustentam múltiplos projetos municipais, e um corte desta magnitude representaria um desafio sério para o futuro económico e social do Alentejo.