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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Resialentejo já tem em funcionamento novo edifício social

Zé LG, 03.08.22

RESIalentejo-768x432.jpgO novo edifício social da Resialentejo, situado no Parque Ambiental do Montinho, já está em funcionamento. Dotado de um novo posto médico, lavandaria, refeitório, sala de convívio e balneários a infraestrutura visa melhorar as condições de trabalho na empresa à centena de colaboradores da empresa . Este novo edifício representa o fim da primeira fase de um investimento em equipamentos de cerca de 4,5 milhões de euros. Daqui e daqui.

Câmara de Alvito cria creche em Vila Nova da Baronia

Zé LG, 19.08.21

creche-Alvito-768x432.jpgA antiga escola primária de Vila Nova da Baronia foi transformada numa creche. O projecto desenvolvido pela Câmara Municipal e é gerido pela Santa Casa da Misericórdia de Alvito.

Esta nova resposta social representa um investimento na ordem dos 300 mil euros, tem capacidade para receber 41 crianças dos 3 meses aos 3 anos de idade e e criou seis postos de trabalho

Vanda Tiago, vereadora da Câmara de Alvito, frisa que este projecto é desejado há dezenas de anos no concelho, porque os pais eram obrigados a deixar as crianças em creches nas localidades vizinhas.

Francisco George chuta abandono da obra do Lar da Cruz Vermelha para Tadeu de Freiras, que diz recusar jogar “pingue-pongue”

Zé LG, 11.06.21

maxresdefault.jpgFrancisco George, presidente da CVP, diz ter conhecimento da situação, “apesar de todas as decisões” referentes a este equipamento social destinado a idosos terem sido “iniciadas pela anterior direção” da instituição. “O espaço já se encontrava neste estado antes da minha eleição como presidente nacional da Cruz Vermelha em 26 de outubro de 2017. Ora, antes, as obras para o lar já se encontravam suspensas. Portanto, sob a responsabilidade da direção anterior”, refere. “Por este motivo, melhor do que ninguém, o então dirigente da delegação de Beja, José Tadeu de Freitas, saberá responder, visto que foi ele que geriu o empreendimento.”

26907856_471535473247496_6673916734096684721_n.jpgJosé Tadeu de Freitas, que liderava a delegação de Beja da CVP, recusa entrar em “diálogos de pingue-pongue” com Francisco George, mas lembra que, á época, “era um diretor funcionário, o que significa que a decisão da obra cabia sempre à sede nacional e nunca à delegação local”.

CVP com obras do Lar Residencial paradas há quatro anos, em edifício alugado há mais de oito anos

Zé LG, 15.05.21

BEJA-CRUZ-VERMELHA-lar_800x800.jpgEm 2012, a Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) assinou com a Infraestruturas de Portugal (IP) um contrato de arrendamento da antiga cantina da REFER, válido por 20 anos e renovável, para ali instalar a Casa de Repouso e o Serviço de Apoio Domiciliário, que funcionam num prédio antigo no Centro Histórico de Beja.

O que já devia ser um Lar Residencial em funcionamento há mais de quatro anos, é um edifício ao abandono, onde foram gastos cerca de meio milhão de euros e apesar das obras terem parado em fevereiro de 2017, a CVP continua a pagar a renda mensal, num total de 850.000 euros.

Após tomar posse do cargo de presidente da Direção Nacional da CVP, Francisco George esteve em Beja e anunciou que “vão ser investidos mais de um milhão de euros na construção da residência” e “que no próximo dia 2 de janeiro de 2018 as obras vão ser retomadas. Está garantido o financiamento de 600 mil euros para as concluir”. Passaram três anos e a situação está na mesma: obras paradas.

Mas a situação pode vir a ter contornos mais graves. É voz corrente no interior da instituição que a Cruz Vermelha vai encerrar a Casa de Repouso e o Serviço de Apoio Domiciliário, que passará para a Santa Casa da Misericórdia de Beja, que assumirá as obras e o aluguer do antigo edifício da Refer, mas a dívida do empréstimo de meio milhão continuará a ser da responsabilidade da CVP.

Responsabilidades da Administração do Lar de Reguengos de Monsaraz e dos médicos aquando do surto COVID-19

Zé LG, 09.03.21

mw-860.jpgForam reveladas as conclusões das fiscalizações levadas a cabo pelo Instituto da Segurança Social e pela Inspeção-Geral das Atividades em Saúde ao surto na Fundação Maria Inácio Vogado Perdigão Silva, em Reguengos de Monsaraz, onde morreram 18 pessoas infetadas com o novo coronavírus.

Da fiscalização do Instituto de Segurança Social resultou a aplicação de "duas contraordenações relativamente a deficientes condições de higiene e segurança"; e "inexistência de pessoal com categoria profissional e afetação adequada às atividades desenvolvidas". O inquérito da Inspeção-Geral do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, que foi solicitado pelo Governo, encontra-se ainda em curso, prevendo-se que fique concluído nas próximas semanas.

Já a inspeção ordenada pelo Ministério da Saúde concluiu que o surto de Covid-19 no lar de Reguengos de Monsaraz admite "responsabilidade deontológica" dos médicos que recusaram visitar a instituição no seguimento de instruções da Ordem dos Médicos e de um sindicato.

Misericórdia de Évora arranca com Nova Unidade de Cuidados Continuados

Zé LG, 20.02.21

év.jpgA nova Unidade de Cuidados Continuados Integrados da Santa Casa da Misericórdia de Évora, com “capacidade para 42 camas”, vai envolver um investimento de quatro milhões de euros, com o apoio de fundos comunitários, através do Programa Operacional Alentejo 2020.

Segundo o provedor da instituição, Francisco Lopes Figueira, a futura unidade vai “nascer” num novo edifício que será construído num terreno situado junto ao Recolhimento Ramalho Barahona, adiantando que a empreitada arrancou esta semana com a “montagem do estaleiro” da obra e com o início da “movimentação de terras”, referindo que os trabalhos têm um prazo de execução de “20 meses”.

“É necessário testar mais, é certo, mas também é fundamental actuar na prevenção”

Zé LG, 25.12.20

100564761_2802640163182185_2963252152606130176_o.j«... não é só a Segurança Social que tem responsabilidades, os lares só há pouco tempo (casa roubada trancas à porta) vêm fazendo testes mais frequentes, talvez por incapacidade de controlar os surtos pandémicos no seu seio!

O Instituto de Segurança Social tem responsabilidades acrescidas, porquanto tutela a fiscalização e o funcionamento das instituições sociais, apoia o internamento e a contratação de funcionários, etc....Mas não é só nesta área que as coisas falham, também o próprio Ministério da Saúde não consegue evitar surtos de contágio nos hospitais e nos centros de saúde. Depois ainda há razões de ordem cultural que impediram uma maior eficácia no combate e na prevenção (veja-se a título de exemplo o que se passou para os lados da Vidigueira numa altura em que se celebra a tradição de abertura das talhas)!...A responsabilização individual nem sempre funcionou de modo objectivo e eficaz, o que criou condições para a disseminação do contágio colectivo em meios mais restritos e limitados em termos geográficos e populacionais!...No caso específico dos lares de idosos, do conhecimento que tenho do meio onde resido, há bons e maus exemplos, como será natural, e até considero que o cenário actual poderia ser bem pior!...É necessário testar mais, é certo, mas também é fundamental actuar na prevenção de modo assertivo e rigoroso por se tratar de um grupo etário mais frágil e exposto à doença...A bem de todos nós. »

Anónimo 24.12.2020, aqui.

“Estranho que ninguém na comunicação social tenha curiosidade em recolher e divulgar informação sobre o assunto”

Zé LG, 02.11.20

Idosos.jpg“Quando assistimos ao desenrolar do caso de surto no lar de Reguengos, onde os canais de notícias foram ao limite de "quase querer cheirar as cuecas dos infectados" fico mesmo parvo com o silêncio que se gerou no caso de Beja.

Estranho que ninguém na comunicação social tenha curiosidade em recolher e divulgar informação sobre o assunto.

Vamos lá ver se não ficamos Parvos....

Quem dirige formalmente esta instituição?

Quais os pareceres da segurança social sobre as condições de funcionamento?

Quais os pareceres da autoridades de saúde pública?

Quais os pareceres da Autarquia no que ao licenciamento diz respeito?

Este Silêncio mata.”

Anónimo 28.10.2020 – Cgp – aqui.

“O Instituto da Segurança Social não fica nada bem no meio desta triste realidade que tem obrigação de conhecer profundamente”

Zé LG, 31.10.20

Idosos.jpg"Na área social em que os lares operam, há efectivamente muitos problemas que são conhecidos de longa data!... São do conhecimento de todas estas instituições, que agora esboçam uma mobilização oportuna por força da situação pandémica que o sector atravessa!... Não há nada de novo aqui a não ser a actual circunstância em que tem morrido mais gente em consequência do surto viral recente!... Não se morre só de Covid nos lares, dirão alguns, mas o actual momento veio por a descoberto uma realidade débil, com imensos problemas de sobrelotação, de má gestão das instituições sociais, de falta de recursos técnicos e logísticos, etc... O Instituto da Segurança Social não fica nada bem no meio desta triste realidade que tem obrigação de conhecer profundamente, basta aferir as condições deficitárias em que muitos Lares funcionam por esse País, legal ou ilegalmente (sim, porque ainda há lares que funcionam irregularmente), pelo que esta crise que estamos a viver só veio por a nú (à conta de vidas humanas) as vicissitudes da prestação de cuidados no País!... Falta fazer muita coisa na área, a começar pela intensificação da actividade fiscalizadora, pelo licenciamento de equipamentos sociais, pela supervisão e pela disponibilização de recursos e apoios ao sector!... Impõe-se uma reflexão séria porque os idosos merecem se tratados com dignidade!”

Anónimo 28.10.2020, aqui.

“não fora agora o COVID19, tudo estaria tudo muito bem, e nas graças de Deus”

Zé LG, 29.10.20

Idosos.jpg“É o que se chama por o dedo na ferida e em toda a sua extensão.

Como é que foi possível construírem-se lares e lares, e alguns bem recentes, com as particularidades que relatas?

A única e provável explicação, é que, quem para lá vai já não tem capacidade de reivindicação alguma, quem os lá põe regra geral quer-se ver livre deles, os proprietários dos lares de um modo geral apenas os pretendem rentabilizar o melhor possível e o Estado nomeadamente a Segurança Social estão-se borrifando para o que lá se passa.

Pois não fora agora o COVID19, tudo estaria tudo muito bem, e nas graças de Deus.”

Anónimo 28.10.2020, aqui.

Quantas mortes são necessárias para que se façam inquéritos aos lares?

Zé LG, 28.10.20

Idosos.jpgDepois da Ordem dos Médicos ter feito uma auditoria ao que se passou no lar de Reguengos de Monsaraz, da ARS e do Ministério Público terem instaurado inquéritos sobre o surto de covid-19 no mesmo lar, do presidente da Assembleia da República ter afirmado que "não entende como não se retiraram lições quanto aos lares" e de terem morrido mais oito utentes em dois lares de Beja, depois de terem morrido dois (?) noutro lar, ninguém fala na necessidade de inspecionar a situação neles existente, designadamente no lar da Mansão de São José em que praticamente todos os utentes e trabalhadores foram infectados pelo novo coronavirus. Fala-se em sobreocupação, em utilização das mesmas máscaras por diferentes utentes, em falta de acompanhamento na toma de medicamentos e em outras situações e muito mais e nada disto justifica uma auditoria ou inquérito da Segurança Social, da ARS, das Ordens dos Médicos, do Ministério Público? Quantas mortes são necessárias para que tal aconteça? Ou não se passou nada de grave ou são todos coniventes com o que lá se passou?

Os lares não podem ser encarados como antecâmaras da morte, onde as famílias depositam os seus velhos, nem como negócios chorudos de instiuições que de solidariedade pouco mais têm que o nome (felizmente que isto não se aplica a todos). Não podemos esquecer que os velhos são - ou, pelo menos, deviam assim ser considerados - o nosso mais rico património. Em mais um Dia Internacional do Idoso, que se assinala a 1 de Outubro, é importante que se faça uma reflexão sobre o tema e sejam tomadas medidas de travem descuidos, desleixos, irresponsabilidades e exploração no tratamento dos idosos, que, nestes tempos de pandemia, são as principais vítimas. 

Nova Unidade de Cuidados Continuados de Convalescença está a ser concluída em Selmes

Zé LG, 24.10.20

Unidade-Selmes-768x576.jpgPara solucionar parte do défice de camas em cuidados continuados existente no Baixo Alentejo, em Selmes, concelho de Vidigueira, vai nascer uma Unidade de Cuidados Continuados de Convalescença com capacidade para cerca de 40 utentes.

Esta nova unidade de cuidados continuados de convalescença “vem colmatar a falha existente” no que diz respeitos a estes tipos de cuidados, explica Manuel Narra, presidente da Associação de Beneficência do Lar de Selmes e Alcaria, a IPSS responsável pelo projeto, informando que a obra está praticamente concluída: “Se tudo correr bem e dentro da normalidade, esperamos que seja possível estar em funcionamento em janeiro do próximo ano”.

Lar de Idosos do Salvador em Beja com 31 casos de Covid-19

Zé LG, 20.10.20

202010191634322712 salvador.jpg

A ULSBA informou da existência de casos de infeção por covid-19 no Lar Residencial Polo 2, do Centro Paroquial e Social do Salvador, em Beja, registando-se 31 casos positivos - 24 entre os utentes e 1 inconclusivo e 7 entre os funcionários, com 1 inconclusivo -, entre 146 testes efetuados a funcionários e utentes. O Lar do Polo 1 não regista qualquer caso de Covid-19. Daqui e daqui.

“em primeiro lugar a qualidade de vida dos nossos idosos”

Zé LG, 17.10.20

2020101510104364 mansão.jpg“… Onde está a sua indignação quando aqui muitos dos que frequentemente comentam e procuram um debate elevado são desrespeitados? Só porque não são camaradas?
Os que introduziram conversas de facebook e incubadoras para si não mataram o debate… foi o meu comentário que matou o debate... Engraçadinho ...
O sr acha que tem de se exigir mais aos poderes públicos, até posso concordar, mas a segurança social já contribui com muito, e o facto dos utentes e famílias pagarem bastante para usufruir do apoio de uma instituição?... Numa fase da vida da pessoa que necessita de tantos cuidados? Quem justifica o superlotamento? Quem justifica a falta de pessoal e a sua fraca formação? Quem é responsável pelo fraco acompanhamento médico? etc, etc, etc.
O sr se calhar mede o desenvolvimento por uma tabela que não é a minha, na minha está em primeiro lugar a qualidade de vida dos nossos idosos, ...”

Anónimo 17.10.2020, aqui.

Não aprendemos nada com o que se passou no Lar de Reguengos de Monsaraz?

Zé LG, 16.10.20

2020101510104364 mansão.jpgDepois do que se passou no Lar de Reguengos de Monsaraz e do que tem estado a acontecer em vários outros, um pouco por todo o país, eis que no Lar Mansão de São José, em Beja, praticamente todos os utentes e muitos dos profissionais que nele trabalham estão infectados com o novo coronavírus. (Ler aqui, aqui e aqui.)

Estranha-se que a Ordem dos Médicos, que esteve tão activa na denúncia das falhas que detectou no Lar de Reguengos de Monsaraz, não tenha tido a mesma intervenção nos outros casos.

É muito difícil aceitar que não haja estratégias mais eficazes na prevenção da COVID-19 nos lares, onde se encontram “confinadas” as pessoas mais frágeis e que deviam ter mais protecção.

“a pandemia veio desnudar todas as carências (nos lares)”

Zé LG, 21.08.20

Lar.jpg"Culpas muitas e repartidas. Deixem se de esquerda e de direita. Era mais que sabida a situação de muitos destes lares com poderes políticos acumulados, mas sem condições técnicas e Humanas, que esses poderes deveriam atempadamente e sempre providenciar.

O problema é que a pandemia veio desnudar todas as carências. Tomara que não chegue a outros, nessas aldeias, de estruturas envelhecidas, recursos humanos à justa ou insuficientes e com pouca formação. O médico nem lá vai e o enfermeiro durante curto tempo."

Anónimo 20.08.2020, aqui.

Lar de “Reguengos foi pessimamente gerido, com culpas múltiplas”

Zé LG, 21.08.20

Lar.jpg“Vamos lá deixar a política rasteira de lado. Vamos lá não fazer chicana política à custa de assuntos graves e sérios. Vamos lá ser sérios e honestos. Memória, precisa-se. O atual presidente da ARS Alentejo, José Robalo, já o era no tempo do governo PSD, foi nomeado por despacho de Paulo Macedo.”

“Dito isto, acho que a gestão da situação de Reguengos é absolutamente lamentável, ninguém esteve, nem está, bem na fotografia.”

“Repito, Reguengos foi pessimamente gerido, com culpas múltiplas. O Ministério Público, onde o caso já está, que investigue. Tudo o resto é gasolina para a fogueira, fogueira que não deveria ter existido.”

Comentários de Ana Matos Pires, 20.08.2020, aqui.

Ministério Público abre inquérito a mortes em Lar de Reguengos de Monsaraz

Zé LG, 11.08.20

imgLoader2.ashx.jpgO Ministério Público (MP) instaurou um inquérito sobre o surto de covid-19 num lar em Reguengos de Monsaraz, que já provocou 18 mortos, revelou a Procuradoria-Geral da República (PGR), revelando que o processo corre termos no Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Évora.

Afinal quem tem razão: A Ordem dos Médicos ou a FMIVPS de Reguengos de Monsaraz?

Zé LG, 11.08.20

Lar.jpgO conselho de administração da Fundação Maria Inácia Vogado Perdigão Silva (FMIVPS), órgão presidido por José Calixto, igualmente presidente da Câmara de Reguengos de Monsaraz e Autoridade Municipal de Proteção Civil, emitiu hoje um comunicado em que garante que fez “tudo o que estava ao seu alcance e dentro das suas competências, com a ajuda de várias dezenas de instituições e pessoas que, ao nosso lado, lutaram para salvar vidas humanas, numa crise de saúde pública que assumiu contornos absolutamente dramáticos”.

A questão que importa esclarecer é exactamente essa: Ou foi feito tudo o que tinha de ser feito, como diz a Fundação, e a Ordem dos Médicos (OM) tem de ser responsabilizada pelas acusações que fez nas conclusões do seu Inquérito; ou houve problemas vários, incluindo a desidratação de algumas pessoas, como diz a OM, e a FMIVPS tem de ser responsabilizada por tudo o que não fez e devia ter feito.