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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Responsabilidades da Administração do Lar de Reguengos de Monsaraz e dos médicos aquando do surto COVID-19

Zé LG, 09.03.21

mw-860.jpgForam reveladas as conclusões das fiscalizações levadas a cabo pelo Instituto da Segurança Social e pela Inspeção-Geral das Atividades em Saúde ao surto na Fundação Maria Inácio Vogado Perdigão Silva, em Reguengos de Monsaraz, onde morreram 18 pessoas infetadas com o novo coronavírus.

Da fiscalização do Instituto de Segurança Social resultou a aplicação de "duas contraordenações relativamente a deficientes condições de higiene e segurança"; e "inexistência de pessoal com categoria profissional e afetação adequada às atividades desenvolvidas". O inquérito da Inspeção-Geral do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, que foi solicitado pelo Governo, encontra-se ainda em curso, prevendo-se que fique concluído nas próximas semanas.

Já a inspeção ordenada pelo Ministério da Saúde concluiu que o surto de Covid-19 no lar de Reguengos de Monsaraz admite "responsabilidade deontológica" dos médicos que recusaram visitar a instituição no seguimento de instruções da Ordem dos Médicos e de um sindicato.

Misericórdia de Évora arranca com Nova Unidade de Cuidados Continuados

Zé LG, 20.02.21

év.jpgA nova Unidade de Cuidados Continuados Integrados da Santa Casa da Misericórdia de Évora, com “capacidade para 42 camas”, vai envolver um investimento de quatro milhões de euros, com o apoio de fundos comunitários, através do Programa Operacional Alentejo 2020.

Segundo o provedor da instituição, Francisco Lopes Figueira, a futura unidade vai “nascer” num novo edifício que será construído num terreno situado junto ao Recolhimento Ramalho Barahona, adiantando que a empreitada arrancou esta semana com a “montagem do estaleiro” da obra e com o início da “movimentação de terras”, referindo que os trabalhos têm um prazo de execução de “20 meses”.

“É necessário testar mais, é certo, mas também é fundamental actuar na prevenção”

Zé LG, 25.12.20

100564761_2802640163182185_2963252152606130176_o.j«... não é só a Segurança Social que tem responsabilidades, os lares só há pouco tempo (casa roubada trancas à porta) vêm fazendo testes mais frequentes, talvez por incapacidade de controlar os surtos pandémicos no seu seio!

O Instituto de Segurança Social tem responsabilidades acrescidas, porquanto tutela a fiscalização e o funcionamento das instituições sociais, apoia o internamento e a contratação de funcionários, etc....Mas não é só nesta área que as coisas falham, também o próprio Ministério da Saúde não consegue evitar surtos de contágio nos hospitais e nos centros de saúde. Depois ainda há razões de ordem cultural que impediram uma maior eficácia no combate e na prevenção (veja-se a título de exemplo o que se passou para os lados da Vidigueira numa altura em que se celebra a tradição de abertura das talhas)!...A responsabilização individual nem sempre funcionou de modo objectivo e eficaz, o que criou condições para a disseminação do contágio colectivo em meios mais restritos e limitados em termos geográficos e populacionais!...No caso específico dos lares de idosos, do conhecimento que tenho do meio onde resido, há bons e maus exemplos, como será natural, e até considero que o cenário actual poderia ser bem pior!...É necessário testar mais, é certo, mas também é fundamental actuar na prevenção de modo assertivo e rigoroso por se tratar de um grupo etário mais frágil e exposto à doença...A bem de todos nós. »

Anónimo 24.12.2020, aqui.

“Estranho que ninguém na comunicação social tenha curiosidade em recolher e divulgar informação sobre o assunto”

Zé LG, 02.11.20

Idosos.jpg“Quando assistimos ao desenrolar do caso de surto no lar de Reguengos, onde os canais de notícias foram ao limite de "quase querer cheirar as cuecas dos infectados" fico mesmo parvo com o silêncio que se gerou no caso de Beja.

Estranho que ninguém na comunicação social tenha curiosidade em recolher e divulgar informação sobre o assunto.

Vamos lá ver se não ficamos Parvos....

Quem dirige formalmente esta instituição?

Quais os pareceres da segurança social sobre as condições de funcionamento?

Quais os pareceres da autoridades de saúde pública?

Quais os pareceres da Autarquia no que ao licenciamento diz respeito?

Este Silêncio mata.”

Anónimo 28.10.2020 – Cgp – aqui.

“O Instituto da Segurança Social não fica nada bem no meio desta triste realidade que tem obrigação de conhecer profundamente”

Zé LG, 31.10.20

Idosos.jpg"Na área social em que os lares operam, há efectivamente muitos problemas que são conhecidos de longa data!... São do conhecimento de todas estas instituições, que agora esboçam uma mobilização oportuna por força da situação pandémica que o sector atravessa!... Não há nada de novo aqui a não ser a actual circunstância em que tem morrido mais gente em consequência do surto viral recente!... Não se morre só de Covid nos lares, dirão alguns, mas o actual momento veio por a descoberto uma realidade débil, com imensos problemas de sobrelotação, de má gestão das instituições sociais, de falta de recursos técnicos e logísticos, etc... O Instituto da Segurança Social não fica nada bem no meio desta triste realidade que tem obrigação de conhecer profundamente, basta aferir as condições deficitárias em que muitos Lares funcionam por esse País, legal ou ilegalmente (sim, porque ainda há lares que funcionam irregularmente), pelo que esta crise que estamos a viver só veio por a nú (à conta de vidas humanas) as vicissitudes da prestação de cuidados no País!... Falta fazer muita coisa na área, a começar pela intensificação da actividade fiscalizadora, pelo licenciamento de equipamentos sociais, pela supervisão e pela disponibilização de recursos e apoios ao sector!... Impõe-se uma reflexão séria porque os idosos merecem se tratados com dignidade!”

Anónimo 28.10.2020, aqui.

“não fora agora o COVID19, tudo estaria tudo muito bem, e nas graças de Deus”

Zé LG, 29.10.20

Idosos.jpg“É o que se chama por o dedo na ferida e em toda a sua extensão.

Como é que foi possível construírem-se lares e lares, e alguns bem recentes, com as particularidades que relatas?

A única e provável explicação, é que, quem para lá vai já não tem capacidade de reivindicação alguma, quem os lá põe regra geral quer-se ver livre deles, os proprietários dos lares de um modo geral apenas os pretendem rentabilizar o melhor possível e o Estado nomeadamente a Segurança Social estão-se borrifando para o que lá se passa.

Pois não fora agora o COVID19, tudo estaria tudo muito bem, e nas graças de Deus.”

Anónimo 28.10.2020, aqui.

Quantas mortes são necessárias para que se façam inquéritos aos lares?

Zé LG, 28.10.20

Idosos.jpgDepois da Ordem dos Médicos ter feito uma auditoria ao que se passou no lar de Reguengos de Monsaraz, da ARS e do Ministério Público terem instaurado inquéritos sobre o surto de covid-19 no mesmo lar, do presidente da Assembleia da República ter afirmado que "não entende como não se retiraram lições quanto aos lares" e de terem morrido mais oito utentes em dois lares de Beja, depois de terem morrido dois (?) noutro lar, ninguém fala na necessidade de inspecionar a situação neles existente, designadamente no lar da Mansão de São José em que praticamente todos os utentes e trabalhadores foram infectados pelo novo coronavirus. Fala-se em sobreocupação, em utilização das mesmas máscaras por diferentes utentes, em falta de acompanhamento na toma de medicamentos e em outras situações e muito mais e nada disto justifica uma auditoria ou inquérito da Segurança Social, da ARS, das Ordens dos Médicos, do Ministério Público? Quantas mortes são necessárias para que tal aconteça? Ou não se passou nada de grave ou são todos coniventes com o que lá se passou?

Os lares não podem ser encarados como antecâmaras da morte, onde as famílias depositam os seus velhos, nem como negócios chorudos de instiuições que de solidariedade pouco mais têm que o nome (felizmente que isto não se aplica a todos). Não podemos esquecer que os velhos são - ou, pelo menos, deviam assim ser considerados - o nosso mais rico património. Em mais um Dia Internacional do Idoso, que se assinala a 1 de Outubro, é importante que se faça uma reflexão sobre o tema e sejam tomadas medidas de travem descuidos, desleixos, irresponsabilidades e exploração no tratamento dos idosos, que, nestes tempos de pandemia, são as principais vítimas. 

Nova Unidade de Cuidados Continuados de Convalescença está a ser concluída em Selmes

Zé LG, 24.10.20

Unidade-Selmes-768x576.jpgPara solucionar parte do défice de camas em cuidados continuados existente no Baixo Alentejo, em Selmes, concelho de Vidigueira, vai nascer uma Unidade de Cuidados Continuados de Convalescença com capacidade para cerca de 40 utentes.

Esta nova unidade de cuidados continuados de convalescença “vem colmatar a falha existente” no que diz respeitos a estes tipos de cuidados, explica Manuel Narra, presidente da Associação de Beneficência do Lar de Selmes e Alcaria, a IPSS responsável pelo projeto, informando que a obra está praticamente concluída: “Se tudo correr bem e dentro da normalidade, esperamos que seja possível estar em funcionamento em janeiro do próximo ano”.

Lar de Idosos do Salvador em Beja com 31 casos de Covid-19

Zé LG, 20.10.20

202010191634322712 salvador.jpg

A ULSBA informou da existência de casos de infeção por covid-19 no Lar Residencial Polo 2, do Centro Paroquial e Social do Salvador, em Beja, registando-se 31 casos positivos - 24 entre os utentes e 1 inconclusivo e 7 entre os funcionários, com 1 inconclusivo -, entre 146 testes efetuados a funcionários e utentes. O Lar do Polo 1 não regista qualquer caso de Covid-19. Daqui e daqui.

“em primeiro lugar a qualidade de vida dos nossos idosos”

Zé LG, 17.10.20

2020101510104364 mansão.jpg“… Onde está a sua indignação quando aqui muitos dos que frequentemente comentam e procuram um debate elevado são desrespeitados? Só porque não são camaradas?
Os que introduziram conversas de facebook e incubadoras para si não mataram o debate… foi o meu comentário que matou o debate... Engraçadinho ...
O sr acha que tem de se exigir mais aos poderes públicos, até posso concordar, mas a segurança social já contribui com muito, e o facto dos utentes e famílias pagarem bastante para usufruir do apoio de uma instituição?... Numa fase da vida da pessoa que necessita de tantos cuidados? Quem justifica o superlotamento? Quem justifica a falta de pessoal e a sua fraca formação? Quem é responsável pelo fraco acompanhamento médico? etc, etc, etc.
O sr se calhar mede o desenvolvimento por uma tabela que não é a minha, na minha está em primeiro lugar a qualidade de vida dos nossos idosos, ...”

Anónimo 17.10.2020, aqui.

Não aprendemos nada com o que se passou no Lar de Reguengos de Monsaraz?

Zé LG, 16.10.20

2020101510104364 mansão.jpgDepois do que se passou no Lar de Reguengos de Monsaraz e do que tem estado a acontecer em vários outros, um pouco por todo o país, eis que no Lar Mansão de São José, em Beja, praticamente todos os utentes e muitos dos profissionais que nele trabalham estão infectados com o novo coronavírus. (Ler aqui, aqui e aqui.)

Estranha-se que a Ordem dos Médicos, que esteve tão activa na denúncia das falhas que detectou no Lar de Reguengos de Monsaraz, não tenha tido a mesma intervenção nos outros casos.

É muito difícil aceitar que não haja estratégias mais eficazes na prevenção da COVID-19 nos lares, onde se encontram “confinadas” as pessoas mais frágeis e que deviam ter mais protecção.

“a pandemia veio desnudar todas as carências (nos lares)”

Zé LG, 21.08.20

Lar.jpg"Culpas muitas e repartidas. Deixem se de esquerda e de direita. Era mais que sabida a situação de muitos destes lares com poderes políticos acumulados, mas sem condições técnicas e Humanas, que esses poderes deveriam atempadamente e sempre providenciar.

O problema é que a pandemia veio desnudar todas as carências. Tomara que não chegue a outros, nessas aldeias, de estruturas envelhecidas, recursos humanos à justa ou insuficientes e com pouca formação. O médico nem lá vai e o enfermeiro durante curto tempo."

Anónimo 20.08.2020, aqui.

Lar de “Reguengos foi pessimamente gerido, com culpas múltiplas”

Zé LG, 21.08.20

Lar.jpg“Vamos lá deixar a política rasteira de lado. Vamos lá não fazer chicana política à custa de assuntos graves e sérios. Vamos lá ser sérios e honestos. Memória, precisa-se. O atual presidente da ARS Alentejo, José Robalo, já o era no tempo do governo PSD, foi nomeado por despacho de Paulo Macedo.”

“Dito isto, acho que a gestão da situação de Reguengos é absolutamente lamentável, ninguém esteve, nem está, bem na fotografia.”

“Repito, Reguengos foi pessimamente gerido, com culpas múltiplas. O Ministério Público, onde o caso já está, que investigue. Tudo o resto é gasolina para a fogueira, fogueira que não deveria ter existido.”

Comentários de Ana Matos Pires, 20.08.2020, aqui.

Ministério Público abre inquérito a mortes em Lar de Reguengos de Monsaraz

Zé LG, 11.08.20

imgLoader2.ashx.jpgO Ministério Público (MP) instaurou um inquérito sobre o surto de covid-19 num lar em Reguengos de Monsaraz, que já provocou 18 mortos, revelou a Procuradoria-Geral da República (PGR), revelando que o processo corre termos no Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Évora.

Afinal quem tem razão: A Ordem dos Médicos ou a FMIVPS de Reguengos de Monsaraz?

Zé LG, 11.08.20

Lar.jpgO conselho de administração da Fundação Maria Inácia Vogado Perdigão Silva (FMIVPS), órgão presidido por José Calixto, igualmente presidente da Câmara de Reguengos de Monsaraz e Autoridade Municipal de Proteção Civil, emitiu hoje um comunicado em que garante que fez “tudo o que estava ao seu alcance e dentro das suas competências, com a ajuda de várias dezenas de instituições e pessoas que, ao nosso lado, lutaram para salvar vidas humanas, numa crise de saúde pública que assumiu contornos absolutamente dramáticos”.

A questão que importa esclarecer é exactamente essa: Ou foi feito tudo o que tinha de ser feito, como diz a Fundação, e a Ordem dos Médicos (OM) tem de ser responsabilizada pelas acusações que fez nas conclusões do seu Inquérito; ou houve problemas vários, incluindo a desidratação de algumas pessoas, como diz a OM, e a FMIVPS tem de ser responsabilizada por tudo o que não fez e devia ter feito.

UDIPSS de Évora elogia “a elevada capacidade de gestão” que as IPSS “revelaram deter

Zé LG, 10.08.20

mw-860.jpg

A União Distrital das Instituições Particulares de Solidariedade Social de (UDIPSS) de Évora mostrou-se satisfeita com a total resolução do surto de covid-19, declarada no sábado pela Autoridade de Saúde Pública, que eclodiu no lar da sua associada Fundação Maria Inácia Vogado Perdigão Silva, em Reguengos de Monsaraz, enche todos de satisfação.

Até aqui, tudo bem. Ficamos todos satisdeitos.

A UDIPSS de Évora valoriza também “a elevada capacidade de gestão” que as IPSS “revelaram deter, tanto na organização e na mobilização dos recursos internos como na transmissão aos utentes, aos seus familiares e às comunidades da coesão, resiliência e aptidão para reagir à crise que tão bem caracterizam o Setor Social e Solidário em Portugal”.

Mas aqui e neste caso concreto, não estará a exagerar? É que os resultados do inquérito da Ordem dos Médicos e o número e as causas das mortes registadas não parecem confirmar “a elevada capacidade de gestão”…

Inquérito ao Lar de Reguengos de Monsaraz concluiu que houve responsabilidades atribuíveis à ARSA e à Administração do Lar

Zé LG, 06.08.20

mw-860.jpgO lar de Reguengos de Monsaraz onde um surto de covid-19 provocou a morte de 18 pessoas não cumpria as orientações da Direção-Geral da Saúde (DGS), conclui uma auditoria da Ordem dos Médicos, que aponta responsabilidades à administração.

… “vários doentes estiveram alguns dias sem as terapêuticas habituais, por falta de quem as preparasse ou administrasse” e “houve casos de preparação e administração de fármacos por pessoal sem formação de enfermagem”.

Os doentes não foram tratados “de acordo com as boas práticas clínicas”, com responsabilidades “para quem, sabendo que não tinha os recursos humanos adequados e preparados, permitiu que esta situação se protelasse no tempo”.

Foram criadas todas condições para a “rápida disseminação, com responsabilidades para quem geria o espaço, o processo de rastreio epidemiológico e a aplicação das normas da DGS”.

A comissão de inquérito conclui pela “desorganização e consequente prejuízo para os doentes, atribuível à Autoridade de Saúde e à ARS do Alentejo”, dizendo que “o processo de governança clínica” falhou.

Município de Viana do Alentejo vai avançar com obras em Aguiar e na sede do concelho

Zé LG, 24.06.20

O futuro Centro Social de Aguiar teve uma candidatura aprovada no âmbito do Alentejo 2020, com um investimento total de cerca de 1.200.000,00€, com comparticipação de fundos comunitários de cerca de 85% e com um prazo previsto de 14 meses para estar concluído.

5115_investimentos-viana-do-alentejo.jpgNo que diz respeito à terceira fase da requalificação do Centro Histórico de Viana do Alentejo, incluída no PARU - Plano de Ação de Regeneração Urbana, a candidatura foi aprovada no âmbito do Alentejo 2020, com um investimento de cerca de 600.000,00€, sendo comparticipada por fundos comunitários em cerca de 400.000,00€. Com uma duração prevista de 7 meses, a intervenção terá início nas Ruas António José de Almeida (Cineteatro), Médico de Sousa e do Lagar Novo/Largo dos Isentos.

Daqui e daqui.

Misericórdia de Alcácer do Sal investe 1,8 ME em residência para pessoas com demência

Zé LG, 30.05.20

202005291217453498 demência.jpgA Santa Casa da Misericórdia de Alcácer do Sal, vai investir 1,8 milhões de euros na construção de uma residência especializada em demência, com capacidade para 48 utentes e a criação de cerca de 40 postos de trabalho.

O projeto de construção da estrutura residencial para idosos (ERPI), que conta com um financiamento comunitário de 750 mil euros, prevê a reabilitação de um edifício “antigo e devoluto” no “campus” onde “existiam as velhas camaratas” da Misericórdia de Alcácer do Sal.

O projeto de recuperação do edifício e a sua transformação em ERPI conta ainda com um apoio de 275 mil euros de uma candidatura que foi apresentada ao Fundo Dona Leonor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, vai permitir ganhos na eficiência energética, tem um prazo de execução de um ano, estando prevista a sua entrada em funcionamento em 2021.

Empresário comprou Unidade de Cuidados Continuados de Garvão

Zé LG, 10.03.20

9894399953_8b1baab3e1_c.jpgA Unidade de Cuidados Continuados de Garvão, que até então pertencia à Associação Futuro, daquela localidade foi adquirida por Miguel Cardoso, médico e empresário, no valor de 1 milhão e 400 euros, que agora quer tornar aquele espaço de saúde uma “referência no Alentejo e no país”.