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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Central Termoelétrica de Sines encerrou ontem

Zé LG, 16.01.21

202101141621365596.jpgApós 35 anos em atividade, o encerramento, ontem, da central da EDP em Sines, com 1.256 megawatts (MW) de potência, marca o princípio do fim de uma era no sector energético nacional e mundial, com a despedida do carvão. No horizonte de Sines surge agora a possibilidade de produção de hidrogénio verde, com a EDP a estudar esta possibilidade em conjunto com outras empresas.

O fim da laboração da central significa também o fim de cerca de um décimo das emissões de óxidos de azoto, dióxido de enxofre, partículas e metais pesados em Portugal, assinala a Zero, que reconhece que o encerramento de Sines e da outra central a carvão portuguesa, no Pego, afeta direta e indiretamente cerca de 700 trabalhadores e lamenta que não tenha havido "diálogo, concertação social e criação de soluções alternativas" para essas pessoas.

O presidente da Câmara Municipal de Sines, Nuno Mascarenhas, considerou que "face à conjuntura existente" o fecho da central a carvão de Sines "não foi o mais indicado".

"Foi uma decisão tomada pela EDP, mas temos de nos concentrar naquilo que é o mais importante e encontrar alternativas para os trabalhadores que direta ou indiretamente exerceram funções durante muitos anos nesta central", sublinhou.

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A EDP “tem estado sempre disponível para colaborar com o Governo no que respeita a garantir a segurança do abastecimento, e sempre que tal é necessário, estando a realizar investimentos na central do Alqueva para reforço da prestação de serviços de sistema (a nível do controlo de tensão)”.

Entrou o primeiro avião, para manutenção de linha, no hangar da "Mesa", no Aeroporto de Beja

Zé LG, 14.01.21

Obtidos os licenciamentos necessários, na sequência dos testes realizados na primavera e no verão de 2020, por parte das entidades aeronáuticas competentes, o dia 12.01.2021 fica assinalado no calendário como aquele em entrou no hangar a primeira aeronave para manutenção. Trata-se de um A-321 da empresa-mãe "Hi Fly".

139094460_1120316428400599_2682082891549921132_n.jNeste momento o hangar emprega 40 pessoas, prevendo a empresa mais10 em fevereiro/março. A "Mesa" prevê concluir a 2.fase do hangar em 2023, altura em que o empreendimento deverá ter um total de 150 postos de trabalho diretos.

Melhoria da Empregabilidade em Contexto Europeu em debate, hoje, na Volta de Apoio ao Emprego

Zé LG, 21.10.20

cartaz_vae-2020_baixo_alentejo-page-001.jpgÉ hoje, dia 21 de outubro, que se celebra mais uma edição da Volta de Apoio ao Emprego na nossa região. Trata-se de uma parceria entre a Representação da Comissão Europeia em Portugal, através da rede de Centros de Informação Europe Direct, e o Instituto do Emprego e Formação Profissional - Rede Eures, visando sublinhar o comprometimento continuado das instituições europeias com o emprego e a melhoria da empregabilidade.

Este ano, por causa da pandemia, optou-se por um formato online, sendo que os interessados deverão consultar o programa e inscrever-se aqui.

Hangar para manutenção de aviões no Aeroporto de Beja começa a funcionar em outubro

Zé LG, 30.09.20

Aeroporto-de-Beja-768x432.jpgO hangar da empresa Mesa para manutenção de aviões no aeroporto de Beja vai começar a funcionar em outubro, com 40 postos de trabalho, “por fases”, aumentando “progressivamente” e “à medida que as várias oficinas de apoio forem sendo certificadas”, estando prevista a criação de 150 postos de trabalho “durante os próximos três anos”.
Paulo Mirpuri, o presidente do grupo proprietário, explicou que a Mesa decidiu construir o hangar em Beja porque, atualmente, é “o único” aeroporto português que “pode acomodar todos os tipos de aeronaves que constituem a frota da Hi Fly, incluindo o airbus A380”, e “tem espaço disponível” para estacionamento de aeronaves e instalação de hangares.
O funcionamento do hangar no aeroporto de Beja é “importante” tanto para a Hi Fly, que consegue ter “um aumento da capacidade de manutenção”, como para a Mesa, que vai poder “acompanhar” aquele aumento e também “captar novos clientes oriundos principalmente da Europa e de África”, frisou.

“Trabalhos de manutenção no hangar da «Mesa/HiFly» poderão começar em setembro”

Zé LG, 07.09.20

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Paulo Arsénio, Presidente da Câmara Municipal de Beja, informa que “em setembro poderão iniciar-se os trabalhos de manutenção de aeronaves de linha em pista” no hangar da “Mesa/HiFly”. “Numa segunda fase [devem iniciar-se] os trabalhos de manutenção de linha no hangar e finalmente numa terceira e última fase, que deverá ocorrer no início de 2021, os trabalhos de manutenção de base em hangar”, refere o autarca. “A partir da primeira fase serão incluídos desde logo os formandos que concluíram com sucesso o curso de técnicos de manutenção de aeronaves, ministrado no local. A eles deverão juntar-se mais dez outros técnicos de manutenção de aeronaves e dez pessoas de engenharia e da área administrativa para dar início às operações da empresa”, acrescenta. Paulo Arsénio revela que “a «Mesa» prevê até ao final do ano que estejam criados os primeiros 35 a 40 postos de trabalho fixos”.

“não foi realizada a única coisa que realmente conta, a criação de emprego, de preferência qualificado”

Zé LG, 03.09.20

“Da análise de LG no alvitre anterior destaca-se uma questão que ainda não vi respondida.
O que aconteceu a Beja que tudo fez para ter sucesso e não conseguiu vingar?
Primeiro não podemos perder a imagem global e essa diz-nos que Beja não é caso único, há excepções, mas Beja sofreu o mesmo que muitas outras cidades interiores, embora possam haver diferentes motivos.
Na minha opinião há um motivo principal, que apesar de tudo o que foi feito, tal como LG esmiúça, não foi realizada a única coisa que realmente conta, a criação de emprego, de preferência qualificado.
De tudo o que foi feito grande parte não é produtiva e os empregos criados são no estado.
Por muito que não nos agrade vivemos num mundo capitalista e essa sempre foi palavra "não grata" na nossa cidade.
Uma capital de distrito como Beja tinha de ter uma universidade forte com estreita ligação ao tecido empresarial e ter politicas muito competitivas de fixação de empresas.
Infelizmente no mundo em que vivemos é isso que atrai pessoas e com elas vem a sobrevivência das cidades e vilas.”

Zé 31.08.2020, aqui.

Ponte de Sôr vai criar um centro empresarial, de exposições e de formação na área da tecnologia

Zé LG, 29.08.20

pontedesor.pngA Câmara Municipal de Ponte de Sôr concluiu esta semana o processo de aquisição das antigas instalações da Delphi, onde prevê a disponibilização de até 20 novos espaços para instalações industriais”, além da “criação de condições para atração de empresas de base tecnológica” e “de centro de formação para resposta às necessidades da indústria local e dos novos investidores”, para além de um centro de negócios e exposições que possa servir o concelho e a região, num investimento que, no total, pode gerar cerca de 400 novos postos de trabalho.

“Faltam 100 enfermeiros” no Litoral Alentejano

Zé LG, 27.06.20

imgLoader2.ashx LA.jpgO Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) exigiu a contratação de mais enfermeiros para a Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano (ULSLA), porque, segundo Zoraima Cruz Prado, dirigente do SEP , à atividade habitual do HLA e dos centros de saúde da região, que integram a ULSLA, "tem de se acrescentar o aumento da população no verão e, este ano em particular, às respostas que se têm de dar no contexto da pandemia de covid-19”. Apesar de ter havido autorização para a contratação de profissionais de saúde, “o saldo de admissões nesta instituição é zero”, lamentou. “Não havendo contratação, preocupa-nos muito o tipo ou a ausência de resposta às necessidades da população neste período em que confluem as três necessidades de saúde”, alertou.

Viva o 1º de Maio! Sem trabalhadores nada funciona!

Zé LG, 01.05.20

1maio-banner.jpgO 1º de Maio é uma data de afirmação de valores, força e solidariedade de trabalhadores unidos. É uma data que nasceu com a luta de trabalhadores contra a exploração, pelos direitos laborais e sociais, pela dignidade e justiça social.
Hoje, vivemos um momento complexo em que a prioridade é salvaguardar vidas e a saúde de todos. O Serviço Nacional de Saúde está sob grande pressão – a dedicação e empenho dos profissionais de saúde têm sido notáveis – mas também importantes são os trabalhadores que asseguram o funcionamento de outros serviços públicos e sociais, bem como aqueles que produzem bens e serviços essenciais.
E num momento em que muitos trabalhadores e suas famílias passam por dificuldades - e os seus direitos são atacados - desde o emprego, aos salários - a CGTP afirma que os trabalhadores não estão sozinhos.

Fundos Comunitários flexibilizados e redireccionados face à Covid-19

Zé LG, 30.04.20

alentejo-2020-1-768x432.jpgRealizou-se uma reunião de trabalho da Autoridade de Gestão do ALENTEJO 2020 com a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa e o secretário de Estado Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Carlos Miguel, de onde saiu a indicação de que “a Comissão Europeia, no âmbito do conjunto de iniciativas de resposta ao combate à Pandemia COVID 19, em especial a Iniciativa de Investimento de Resposta à Crise do Coronavírus (CRII), flexibilizou as regras de acessos aos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI).” Estas medidas permitem agora uma abordagem “muito flexível na resposta” que se pode dar “por via dos Programa Operacional Regional (POR) às necessidades de investimento face aos efeitos da epidemia COVID 19, em particular na área do emprego e da saúde.

No âmbito do combate à Covid-19, o Programa Operacional Regional ALENTEJO 2020 lançou dois concursos para apoiar empresas e instituições científicas e tecnológicas, que mobilizam 2 milhões de euros, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, “vão financiar projetos que respondam às necessidades imediatas e a médio prazo do Serviço Nacional de Saúde, bem como a concretização de projetos que permitam fazer face ao aumento exponencial da necessidade de determinados produtos e serviços para o combate ao COVID-19”.

São elegíveis projetos de investigação e desenvolvimento em todas as áreas de atividade associada ao novo Coronavírus. O prazo para apresentação de candidaturas termina a 29 de Maio.

Galp suspende atividade na refinaria de Sines por impossibilidade de escoamento "dos produtos produzidos", na sequência da pandemia

Zé LG, 24.04.20

202004211236192771 sines CT.jpgA Galp anunciou que vai suspender a atividade na refinaria de Sines a partir de 4 de maio e durante cerca de um mês, por impossibilidade de escoamento "dos produtos produzidos", na sequência da pandemia.

Hélder Guerreiro, da Comissão de Trabalhadores da Refinaria de Sines, está preocupado com a situação e, embora a empresa tenha afirmado que “a medida não terá impacto nos salários dos trabalhadores”, diz que “o mais importante nesta altura é garantir todos os postos de trabalho, incluindo dos prestadores de serviços e evitar mais despedimentos que podem criar a situação social grave em toda a região”.

Investimento de 3,500 milhões em Central de Hidrogénio em Sines

Zé LG, 21.01.20

Este projeto visa produzir hidrogénio a partir de fontes renováveis, para ser exportado para o norte da Europa, nomeadamente os Países Baixos. Terá a capacidade de produzir 465 mil toneladas de hidrogénio por ano, eliminando a emissão de 18,6 milhões de toneladas anualmente.

202001201026411992.jpgCom o nome de Flamingo Verde (Green Flamingo), o projeto envolve 15 empresas, incluindo o Resilient Group, o banco holandês ABN Amro, a dinamarquesa produtora de turbinas eólicas Vestas, e as portuguesas EDP e Galp.

A construção do projeto deverá arrancar no final de 2021, na zona de São Torpes, e deve criar cerca de mil postos de trabalho diretos e indiretos.

Investimento de 54 M€ e criação de 200 postos de trabalho na produção de mirtilo biológico em Alcácer do Sal

Zé LG, 13.01.20

202001091658044646.pngA antiga fábrica da Torrinha, em Montalvo, no concelho de Alcácer do Sal, vai ser requalificada pela Carsol Fruit Portugal, para receber um investimento na produção biológica de mirtilos, estimado em 54 milhões de euros e que inclui os campos adquiridos e as plantações, assim como os edifícios fabris de frio e embalamento.
Este investimento permitirá criar 200 postos de trabalho na região (2500 temporários no pico da campanha), numa área de plantação será de 400 hectares, completamente biológica, que permitirá colher uma média de 9 mil toneladas de mirtilo por ano, que se destinam essencialmente a exportação, mas também ao preenchimento das necessidades nacionais.

PCP contesta encerramento da fábrica de painéis solares da Amareleja

Zé LG, 22.01.19

201901212126293893.jpgO encerramento da fábrica de painéis solares de Moura “constitui um facto negativo para o concelho de Moura, com repercussão a nível do aumento do desemprego e na fragilização da economia local”, diz a concelhia de Moura do PCP. 

João Ramos aponta o dedo à “demagogia socialista” e destaca a postura do PCP que já levou, ao Parlamento Europeu e à Assembleia da República, o encerramento da fábrica de painéis solares, frisando que a situação é preocupante do ponto de vista do desemprego e da fragilização que isto representa para a economia do concelho.

Odemira Empreende apoiou 93 projectos com criação de 112 postos de trabalho

Zé LG, 08.12.18

201806111612028676.jpgA Câmara Municipal de Odemira apoiou, entre Julho de 2015 e Dezembro de 2018, 93 projectos num investimento de cerca de 774 mil euros, originando a criação de 112 postos de trabalho, através das medidas do programa Odemira Empreende- Programa Municipal de Empreendedorismo e Emprego.

As últimas visitas de 2018 a empresários do concelho abrangidos pelo programa, para entrega de “cheques empreendedores”, estão agendadas para o próximo dia 14. Este ano foram apoiados 25 projectos, no valor de cerca de 214 mil euros.

Além dos apoios financeiros, o programa engloba a Oficina do Empreendedor, que inclui o Gabinete de Apoio ao Empreendedor, Ninho de Empresas e Atendimento Temático, a redução de taxas municipais, apoio à fixação de empresas, incentivos fiscais e o prémio Espírito Empreendedor.

 

APOIO À CRIAÇÃO DE EMPREGO?

Zé LG, 24.09.18

Uma entidade empregadora, com umas dezenas de postos de trabalho permanentes, contrata anualmente para uma campanha produtiva uma dezena de trabalhadores por dois ou três meses.

Entretanto, como é uma entidade empreendedora, vai procurando criar novas áreas de negócio para o que vai criando novos postos de trabalho. Para os preencher tenta aproveitar as medidas de incentivo à criação de emprego, amplamente divulgadas.

Mas será que, na prática, estas medidas são incentivadoras da criação de postos de trabalho? Vejamos apenas um exemplo. A entidade atrás referida apresentou uma candidatura que reúne todas as condições para ser aprovada menos uma… a de manutenção da taxa de emprego líquida. E isto porquê? Porque fez a oferta de emprego uns dias antes de terminar o contrato dos trabalhadores sazonais… Ou seja, porque todos os anos contrata uma dezena de trabalhadores por dois ou três meses, está impedida de beneficiar dos apoios para contratação de trabalhadores sem termo. Falta acrescentar que a informação do indeferimento da candidatura é feito uns meses após a contratação sem termo.

Pergunta-se: O que pode acontecer a um empregador que, feitas as contas, entende contratar uma dezena ou duas de trabalhadores no pressuposto de poder beneficiar daqueles apoios e depois de os ter contratado vê indeferida a candidatura por esta ou outra “razão” semelhante?

AERÓDROMO MUNICIPAL É A “ÂNCORA DO CRESCIMENTO E DO DESENVOLVIMENTO” DO CONCELHO DE PONTE DE SOR

Zé LG, 07.07.18

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O presidente da Câmara de Ponte de Sor, Hugo Hilário diz que o aeródromo municipal é a “âncora do crescimento e do desenvolvimento” daquele concelho, sublinhando que contribuiu para a “redução drástica” do desemprego no concelho.

Atualmente trabalham no aeródromo cerca de quatro centenas de pessoas, havendo a perspetiva de serem criados cerca de 250 empregos com a instalação de mais duas empresas.

Com uma pista de aviação com 1.850 metros, o aeródromo de Ponte de Sor alberga a sede de meios aéreos da Proteção Civil e empresas de componentes para aviões e de manutenção de ultraleves, empresas de produção de drones, de componentes aeronáuticos e de manutenção aeronáutica, bem como uma escola internacional de pilotos, uma unidade do Aeroclube de Portugal e um campus aeronáutico.

CÂMARA DE ALMODÔVAR INTEGRA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA OU INCAPACIDADE

Zé LG, 21.05.18

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A autarquia de Almodôvar celebrou, na semana passada, cinco contratos de trabalho sem termo, em regime de Emprego Apoiado em Mercado Aberto para pessoas com deficiência e incapacidade.

Estas novas contratações, resultaram de um protocolo entre o I.E.F.P - Instituto de Emprego e Formação Profissional e a Câmara Municipal de Almodôvar, com contribuições financeiras de ambas as entidades.
Os contratos que foram celebrados entraram de imediato em vigor, e permitiram dar aos trabalhadores, funções que lhes permitem aumentar a sua auto-estima, ajudar as famílias financeiramente, ter mais motivação e qualidade de vida.

CAMPEONATO NACIONAL DAS PROFISSÕES EM BEJA

Zé LG, 03.02.18

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Beja acolherá, entre os dias 25 de fevereiro a 2 de março, o Campeonato Nacional das Profissões, numa organização da WorldSkills Portugal. Ao longo de seis dias, “cerca de 400 jovens altamente qualificados vão competir entre si, em mais de 40 profissões, transformando o Alentejo numa plataforma de competências”, adianta a organização, referindo que, para além da competição, está previsto “um programa recheado de atividades que vão ao encontro de todos os públicos, jovens, famílias, profissionais da educação e formação, empresários e entidades empregadoras e cidadãos em geral”.