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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Só agora “está pronto o orçamento participativo de Beja” devido a “questões de natureza informática”, diz Paulo Arsénio

Zé LG, 28.07.21

Paulo-Arsenio1-1-768x364.jpgColocar o Orçamento Participativo em prática neste verão, para o próximo Orçamento, corresponderia a que o mesmo coincidisse na apresentação local com a campanha eleitoral autárquica o que se traduzia numa indevida vantagem de quem está no exercício executivo em funções.

De qualquer forma ao ser desde já divulgado o site, todos vão desde logo poder começar a esclarecer dúvidas que eventualmente tenham e a pensar em ideias úteis, de valor limitado claro, mas que façam a pequena/grande diferença da qualidade de vida da comunidade onde se inserem.

Morreu Fernando Rosa

Zé LG, 26.07.21

91-Fernando-Ribeiro-Rosa.jpgFernando Ribeiro Rosa, de 81 anos, morreu no Hospital de Faro, no dia 23. O funeral realizou-se no dia 25, da Capela de Mértola para o Cemitério de Nossa Senhora das Neves, Mértola, vítima de doença grave e súbita.

Fernando Rosa era empregado de comércio quando, em 1976, foi eleito pela APU vereador da Câmara Municipal de Mértola, vice-presidente de Serrão Martins. Com a morte deste, assumiu a presidência, tendo sido eleito nos mandatos seguintes pela CDU, até 1993. Era militante do PCP.

Fernando Rosa era um bom homem, cordial e  de fácil e bom relacionamento.

Apresento os meus sentidos pêsames à Família, designadamente à sua filha, e ao PCP.

Luís Peres de Sousa foi eleito presidente da Subcomissão Produtos não fermentados, uvas de mesa e passas da OIV

Zé LG, 21.07.21

217568770_5846312882077458_7969419108224406416_n.jDurante a última assembleia geral do OIV - International Organisation of Vine and Wine, Luís Peres de Sousa (de Portugal) foi eleito presidente da Subcomissão Produtos não fermentados, uvas de mesa e passas.

Até agora presidente do Conselho Técnico e Científico da Comissão Nacional da OIV e Coordenador do Grupo Nacional de Peritos em Viticultura OIV, Luís Peres de Sousa é professor assistente da Escola Superior Agrária (ESAB) e do Instituto Politécnico de Beja (IPB), no setor da Viticultura Científica. Engenheiro Agrícola formado pelo Instituto Superior de Agronomia em Portugal, dedica a sua carreira à viticultura e, mais especificamente, às uvas, tanto de mesa como de secas.

Autarcas e empresários exigem construção do Bloco de Rega de Vidigueira

Zé LG, 19.07.21

218848057_4898128503536703_8623854746884159995_n.jOs presidentes dos Municípios de Vidigueira e de Cuba, acompanhados do presidente da Adega Cooperativa, reuniram com a EDIA para questionar sobre o atraso na construção do Bloco de Rega de Vidigueira, prevista para o ano de 2021, mas que ainda não arrancou, tendo sublinhado a importância e a urgência de avançar com o projeto, já que este irá abranger cerca de 2 200 hectares, com 1400 prédios rústicos, em ambos concelhos, contribuindo para um aumento na produtividade de diversas explorações agrícolas e, consequentemente, a uma maior dinamização da economia local.

"Futuros autarcas devem ser agentes ativos do desenvolvimento económico e social"

Zé LG, 11.07.21

15534161_MKKAw.jpegA autarquia deve "apostar em fixar mais empresas, criando mais empregos e riqueza e condições para que as pessoas se fixem, sem o que pouco mudará no desenvolvimento do concelho", assumindo “o compromisso de trabalhar" para "reforçar a identidade de Beja assente na agricultura, na ruralidade e no património cultural, histórico e natural" e "fazer de Beja um concelho onde interesse investir, se possa trabalhar, apeteça viver e dê prazer conhecer e visitar".

Uma autarquia "tem pouca responsabilidade direta" no crescimento económico e na fixação de empresas, mas "é importante mudar de paradigma e os futuros autarcas de Beja devem ser, acima de tudo, agentes ativos do desenvolvimento económico e social". Os autarcas devem estar "empenhados na captação de investimento e na fixação de empresas geradoras de emprego".

Devido à "situação de emergência social que o concelho e o país atravessam", devem também adoptar medidas para "dar resposta a problemas sociais mais prementes".

Foi isto que defendemos há quatro anos e que achamos que se mantêm actual.

“A pedagogia tende a aperfeiçoar e a estimular o envolvimento.”

Zé LG, 11.07.21

imgLoader2.ashxNB.jpg«A pedagogia tende a aperfeiçoar e a estimular o envolvimento. O que queremos, em Aljustrel, é dotar os mais jovens de competências que possam ser vitais para o seu desenvolvimento, enquanto cidadãos bem formados e com princípios, dando-lhes todas as oportunidades, mas também que sejam agentes ativos na sociedade em que estão inseridos. Todos, sem exceção, somos necessários para melhorar o sítio onde se cresce e se vive. Nos territórios de baixa densidade, a ação do coletivo é decisiva na prevenção, preservação e proteção da natureza e, consequentemente, na melhoria da qualidade de vida. Os jovens desempenham, por isso, um papel fundamental.» -  Nelson Brito, presidente da Câmara Municipal de Aljustrel, aqui.

Pulido Valente defendeu que as pessoas que se retiraram da vida autárquica não deveriam candidatar-se. Mas isto foi há oito anos...

Zé LG, 08.07.21

030720131604-796-JorgePulidoValenteFotografia.jpg«Sem querer tecer grandes comentários sobre os adversários com quem disputa a presidência da Câmara de Beja nas eleições deste ano, Jorge Pulido Valente referiu, contudo, que as pessoas que se retiraram da vida autárquica, não deveriam estar nesta corrida, referindo-se a João Rocha, o candidato da CDU e a Lopes Guerreiro, sobre quem disse também que lidera um movimento do Bloco de Esquerda, com alguns independentes.

Jorge Pulido Valente garantiu, ainda, que não vai voltar as costas à autarquia bejense, no caso de ser eleito vereador ou de ganhar sem maioria.»

Onde andam os autarcas?

Zé LG, 07.07.21

202107061143476865.PNGNa Segunda-Feira, o ministro e a secretária de Estado do Ambiente deslocaram-se ao Distrito de Beja, para visitas aos últimos investimentos da empresa Águas Públicas do Alentejo (AgdA) e para participarem na merecida Homenagem ao Dr. Joaquim Marques Ferreira, o ex-presidente daquela empresa falecido recentemente. Realizou-se ainda uma tertúlia evocativa dos 10 anos de actividade da AgdA e relativa às questões do abastecimento de água.

Os autarcas, na sua generalidade, primaram pela ausência, com excepção da participação das “inaugurações” das obras feitas pela AgdA, como se de obras da sua responsabilidade se tratassem, num claro aproveitamento eleitoral.

Mas no caso de Beja, nem a isso se dignaram, primando pela ausência na inauguração da reabilitação da ETA do Roxo, fundamental para a qualidade da água que consumimos, deixando o palco (ver foto) ao presidente da Câmara de Aljustrel e da Federação do Distrito de Beja do PS…

“A habitação é a nossa maior preocupação”, diz Nuno Mascarenhas, presidente da Câmara de Sines

Zé LG, 29.06.21

imgLoader2.ashx.jpgO presidente da Câmara de Sines, Nuno Mascarenhas, faz o balanço do atual mandato e fala da “crescente procura de investimentos, em várias áreas, em Sines” e da necessidade de uma maior oferta no setor da habitação, imprescindível para que se criem condições “para fixar população e quadros no concelho”.

O que se modificou no concelho de Sines, desde 2017 - a concretização das intervenções cujos projetos tínhamos vindo a desenvolver e que contratualizámos no Portugal 2020; a situação pandémica obrigou-nos a proceder a um conjunto de ajustes, que permitissem ultrapassar as dificuldades mais prementes.

As “obras” mais emblemáticas deste mandato - regeneração e qualificação urbanas, desde a Rua da Floresta, a Rua Marquês de Pombal e as duas fases de qualificação do Bairro 1.º de Maio; o Centro de Dia de Porto Covo e a reabilitação da Escola Básica n.º 2, na Quinta dos Passarinhos; as requalificações do Bairro da Quinta dos Passarinhos e da Estrada da Ribeira dos Moinhos.; a requalificação do património, nomeadamente, o Observatório do Mar, o Centro Recreativo Siniense.

A principal prioridade para a “reta final” de mandato - continuar a dar resposta aos desafios impostos pela pandemia. Temos obras para gerir e para fechar e estamos empenhados em lançar ainda algumas intervenções de proximidade.

Os principais problemas com que o concelho de Sines se debate - A médio prazo, a habitação é a nossa maior preocupação. Com a crescente procura de investimentos, em várias áreas, em Sines, é inevitável que criemos condições para fixar população e quadros no concelho.

Os principais desafios que a Câmara de Sines terá pela frente - continuar a trabalhar para que este concelho continue a manter-se resiliente e a procura de investimentos continue a crescer, tanto na área portuária como na industrial, tanto no turismo como em áreas emergentes, como a digital.

Objetivos, para este mandato, que poderão ficar por cumprir - a construção de uma nova Estação de Tratamento de Águas Residuais e a requalificação do mercado municipal.

Eleitos do PS acusam eleitos da CDU na CIMBAL de “eleitoralismo” e “desnorte” e dizem que têm apresentado propostas ao governo

Zé LG, 24.06.21

202105041742328615.pngOs eleitos do PS na Assembleia Intermunicipal da CIMBAL afirmam que “não aceitam as acusações dos eleitos da CDU por serem deslocadas da realidade, demagógicas e, puramente, eleitoralistas.” Ana Horta, presidente da Assembleia Intermunicipal fala mesmo em "desnorte" por parte do PCP.
Os eleitos do PS votaram contra a proposta de Moção “Exigimos do governo a concretização do investimento público há muito previsto”, apresentada pelos eleitos da CDU, porque consideram que se trata de um "ataque focado" no “bota-abaixo” e consideram “demagógico afirmar que têm adotado uma postura passiva e subserviente ao governo” e apontam como exemplo “as propostas apresentadas no processo de auscultação pública do PNI2030 e do plano de Recuperação e Resiliência, documentos esses que, contraponto com os documentos anteriores de planeamento, finalmente preveem a realização de vários investimentos, na rodovia e na ferrovia da região” destacando “a modernização (incluindo eletrificação) do troco Casa Branca-Beja, a realização dos estudos necessários à reativação do troço Beja –Funcheira, conclusão do IP8 entre Sines e Beja, incluindo a variante a Beringel e a construção da variante a Aljustrel.

José Barriga diz-se “altamente desiludido com o desempenho dos actuais representantes Socialistas”

Zé LG, 23.06.21

Barriga-768x432.png«É inquestionável que estive ligado às grandes vitórias do Partido Socialista no distrito de Beja nos últimos 30 anos. Será que foi obra do acaso? Tirem as vossas conclusões. Sempre actuei e dei o meu melhor sem pedir nada em troca e que levante o dedo e me acuse o primeiro político a quem pedi algum favor ou algo em troca.
Pergunto – valeu a pena toda esta dedicação e empenho? Não estou arrependido porque me deu grande prazer ter contribuído de uma forma clara para mudanças importantes na nossa região. Estou sim altamente desiludido com o desempenho dos actuais representantes Socialistas, com atitudes altamente oportunistas, muitas vezes até ilícitas e que se servem das populações que representam apenas em proveito próprio, não tendo o mínimo de respeito para com quem os elegeu.»
Assim termina José Barriga, Médico, a sua Opinião na Rádio Pax.

Eleitos da CDU acusam eleitos do PS na CIMBAL de não reivindicarem os investimentos necessários à região para protegem o governo do seu partido

Zé LG, 22.06.21

202102221057594410.jpgOs eleitos da CDU na Assembleia Intermunicipal da CIMBAL acusam os eleitos do PS, nesse órgão, de protegerem o seu governo e não reivindicarem os investimentos necessários à região, depois de, na última reunião da Assembleia intermunicipal, os eleitos do PS terem votado contra uma moção apresentada pelos eleitos da CDU onde era exigido do governo a concretização do investimento público há muito previsto para esta região, designadamente na mobilidade rodoviária, ferroviária e aeroporto, saúde e a construção da 2ª fase do Hospital de Beja, assim como, o modelo de desenvolvimento ligado ao Alqueva e ao regadio.

Para João Ramos esta situação vem contradizer alguns eleitos e dirigentes socialistas que “batem com a mão no peito” a dizer que o partido que têm é o Baixo Alentejo, que lutam pela região e que não se vergam ao partido.

Presidente da Câmara de Alvito garante que “tudo fará para que o edifício (da estação ferroviária de Alvito) se possa manter de pé”

Zé LG, 22.06.21

Estação-de-Alvito-768x400.pngAntónio João Valério, presidente da Câmara de Alvito diz-se “surpreendido” com a notícia que dá conta da intenção da Infraestruturas de Portugal (IP) de querer demolir a centenária estação ferroviária de Alvito, porque os “edifícios estão em adiantado estado de degradação e não têm condições de habitabilidade”, segundo alega a empresa.

“É um facto que a estação está inactiva e em estado de abandono há muitos anos”, admite o autarca, discordando, contudo, desta intenção da IP, justificando que “poderá ser encontrada uma alternativa para aquele edifício” que data do século XIX, na altura em que foi construída a Linha do Alentejo.

António João Valério, esclarecendo que, até ao momento, a autarquia de Alvito não foi informada oficialmente sobre esta matéria, aguarda uma “comunicação oficial do assunto” afirmando que “tudo fará para que o edifício se possa manter de pé” e que o seu maior desejo é que o edifício fosse recuperado e voltasse a desempenhar as funções para as quais foi construído”.

Pedro do Carmo diz que o Mundo Rural precisa “de respostas justas, sustentáveis e adequadas à diversidade das realidades” da Europa

Zé LG, 21.06.21

Pedro-do-Carmo-Conferencia-Interparlamentar-2021-p“Não há nenhuma razão válida para que as políticas europeias e os instrumentos de apoio não respondam aos desafios estruturais e as novas realidades. Não respondam às pessoas e aos territórios. É possível transformar a vida das pessoas, as atividades económicas e os territórios, como fizemos com o projeto do Alqueva”, advogou o presidente da Comissão Parlamentar de Agricultura e Mar (e deputado do PS eleito por Beja).
Pedro do Carmo defende que “tem de haver uma preocupação com a sustentabilidade das pessoas nos territórios rurais, com investimentos que contribuam para a produção de bens de qualidade, a criação de postos de trabalho, a fixação de populações e os novos equilíbrios ambientais”.
“O mundo rural tem futuro e quer fazer parte da construção do futuro. Conjugar a coesão, a renovada Agenda Rural e novas soluções de Política Agrícola Comum são fundamentais para a sustentabilidade e para que existam instrumentos que não deixem ninguém para trás”, afirmou Pedro do Carmo, rematando: “Não deixar ninguém para trás” e “fazer tudo pelo reforço da coesão e a inversão de tendências negativas do mundo rural são apenas dois dos grandes desafios. Precisamos de estar sintonizados com as pessoas e com os territórios rurais”.

Fermelinda Carvalho acusou governos do PS e PS de Portalegre de “fazerem politica à base de promessas que nunca se concretizam”

Zé LG, 17.06.21

200864304_4131672396909566_3124121422928249523_n.pA presidente da Câmara de Arronches (PSD), acusou os governos do PS e os socialistas do distrito de Portalegre de “fazerem politica à base de promessas que nunca se concretizam”, dando como exemplos a famosa barragem do Pisão, prometida há décadas, bem como o projeto da nova escola da GNR em Portalegre, que não tem tido avanços, e as obras do Tribunal de Portalegre que se encontram paradas há mais de seis anos.

A também candidata à Câmara de Portalegre nas autárquicas deste ano afirmou ainda que o distrito de Portalegre tem sido “descriminado negativamente” pela administração central, que nos últimos anos não promoveu um único investimento considerado estruturante para a região, e que “se não fosse o investimento privado, muitos jovens não teriam tido condições para se fixarem no Alto Alentejo”.

“TEMOS DE CONTINUAR A APOSTAR NO ENOTURISMO” afirma Rui Raposo, presidente da Câmara de Vidigueira

Zé LG, 16.06.21

imgLoader2.ashx.jpgRui Raposo, presidente da Câmara de Vidigueira, salienta o trabalho feito em prol da valorização patrimonial do concelho, nomeadamente através da promoção territorial associada aos seus recursos vitivinícolas. Refere a necessidade, entre outras, de “uma política que inverta a desertificação da generalidade dos concelhos do interior”, da “alteração do modelo agrícola, apostando na diversidade” e da obrigatoriedade “em manter as preocupações com as questões sanitárias, associadas à pandemia”.

O que se modificou no concelho de Vidigueira, desde 2017 - Houve necessidade de alterar projetos, melhorando a funcionalidade dos espaços. Um período de alguma dificuldade que conseguimos superar, valorizando, patrimonialmente, o concelho. 

As “obras” mais emblemáticas deste seu mandato - A construção do Centro de Interpretativo do Vinho da Talha, em Vila de Frades; a reabilitação do Mercado Municipal de Vidigueira; a reabilitação da Escola Frei António das Chagas; novos e modernos espaços desportivos nas instalações da piscina municipal; início da construção de uma rede de ciclovias; a Casa do Vinho e do Cante; a reabilitação das habitações na Horta de São João. Para além destas, a reabilitação urbana em Selmes, a reabilitação do parque infantil em Vila de Frades, a reabilitação da Praça da República de Pedrógão do Alentejo, a criação de uma rede de percursos pedestres. O Vidigueira Vinho, o Vidigueira ao Fresco.

Objetivos que poderão ficar por cumprir - Parque Urbano de Vidigueira, cujo concurso público vamos lançar brevemente. “Na forja estão a requalificação das praças da república em Pedrógão e na Vidigueira, o parque de festas de Selmes, o Largo da Bica em Alcaria da Serra, a reabilitação da piscina, dos polidesportivos e dos parques infantis. E um outro projeto, o Parque Fluvial do Guadiana, em Pedrógão do Alentejo”.

A principal prioridade no final de mandato - assegurar, com qualidade, a gestão corrente, mantendo o espaço público limpo e arranjado, a limpeza urbana, os espaços verdes, os equipamentos municipais, os caminhos, o apoio ao movimento associativo, as preocupações com as questões sanitárias, associadas à pandemia.

Os principais problemas com que o concelho de Vidigueira se debate - a crescente desertificação demográfica; acessibilidades – necessidade de reabilitação da rede viária, particularmente o troço que liga Pedrógão do Alentejo a Alvito, e de concluir o IP8.

Os principais desafios que a Câmara de Vidigueira terá para o quadriénio 2021/2025 - O enoturismo é uma potencialidade em que temos de continuar apostar. A captação de investimento, de empresas que possam contribuir para a fixação da população jovem existente, criando emprego sustentável, com condições para uma melhoria da qualidade de vida de toda a população do concelho.

Tomé Pires diz que, na Câmara de Serpa, "a primeira preocupação é a qualidade de vida da população e uma gestão de proximidade"

Zé LG, 04.06.21

imgLoader2.ashx.jpgTomé Pires, presidente da Câmara de Serpa, sublinha o trabalho coletivo e de continuidade, assente “num plano e numa estratégia de desenvolvimento para o concelho, em que a sustentabilidade dos recursos é determinante”. Refere, ainda, a “gestão de proximidade” no desenvolvimento do exercício camarário a que preside e lamenta a falta de vontade política do Poder Central em contribuir para a solução dos problemas existentes no território.

O que se modificou no concelho de Serpa, desde 2017 - o trabalho que foi feito neste mandato foi um trabalho de continuidade, que visa o desenvolvimento do concelho com base nos recursos “terra” e “património”, em que a primeira preocupação é sempre a qualidade de vida da população e uma gestão de proximidade, em que o trabalho colaborativo é, também, fundamental.

As “obras” mais emblemáticas deste mandato - não é tanto a obra em si que nos interessa, porque não trabalhamos para obras emblemáticas, trabalhamos para a criação das dinâmicas que os projetos possibilitam, sendo que a obra é apenas uma espécie de “ferramenta” para pôr em prática a estratégia global e promover as múltiplas dinâmicas fundamentais, para que tudo ande.

Objetivos para este mandato, poderão ficar por cumprir - mesmo com os constrangimentos, neste último ano e meio, devido à pandemia, os objetivos que traçámos foram alcançados.

A sua principal prioridade nesta “reta final” de mandato - dar continuidade ao trabalho feito, concluir alguns dos projetos em curso, continuar com as intervenções nas escolas, com a rede museológica, com a rede de mercados do concelho, entre muitas outras. Grande atenção às questões da melhoria da rede de cuidados públicos de saúde e dos serviços públicos em geral, das acessibilidades, da valorização e salvaguarda do património cultural e ambiental, da dinamização da economia, entre muitas outras.

Os principais problemas com que o concelho de Serpa se debate - não tem existido por parte do Poder Central vontade política de, efetivamente, fazer algo para mudar esta situação – como é o caso do processo de regionalização, que continua a marcar passo e que possibilitaria a mudança positiva necessária.

Os principais desafios que a Câmara de Serpa terá pela frente - a captação de investimentos e criação de atratividades e de diferentes dinâmicas em todas as áreas. A conclusão dos projetos financiados no âmbito do atual Quadro Comunitário de Apoio e o aproveitamento das possibilidades do novo quadro financeiro, sendo que estes próximos anos vão ser marcados, também, por uma situação previsível de pós pandemia e por todas as alterações que esta trouxe à sociedade, no geral.

Paulo Arsénio garante que tudo o que aconteceu de bom é da sua responsabilidade e acusa os “outros” de tudo o que está mal

Zé LG, 01.06.21

Paulo-Arsenio-324x160.jpgPaulo Arsénio, atual presidente da Câmara de Beja, diz ter “herdado” do anterior executivo um “concelho extremamente degradado em termos de vias de comunicação, dos edifícios públicos e das suas estruturas e garante que o “primeiro mandato foi genericamente bem conseguido” e por isso volta a estar “presente para a chamada”.
O autarca refere que “ao longo destes quatro anos foram lançados concursos como a melhoria do IP8 e a eletrificação da ferrovia, que já deviam ter sido lançados há nove ou dez anos”, porque o “atraso não é de agora, é de há muitos anos atrás e nessa altura não era o Paulo Arsénio, nem sua equipa que estavam na Câmara Municipal”.
Quanto à construção da segunda fase do hospital, a expetativa, do candidato do PS “é que possa avançar no próximo mandato, no entanto, o hospital público de Beja “não é da responsabilidade da Câmara Municipal”, porque se assim fosse, “as autarquias que durante 40 anos pertenceram a outro partido, certamente já teriam realizado a segunda fase do hospital de Beja”.

“Foi um mandato difícil, desgastante e sofrido”, queixa-se Paulo Arsénio, presidente da Câmra de Beja

Zé LG, 29.05.21

Entrevista-Paulo-Arsénio-768x556.jpgO presidente da Câmara Municipal de Beja, Paulo Arsénio, candidato a um segundo mandato, fez um balanço dos últimos quatro anos, considerando que foi um mandato marcante para o desenvolvimento do concelho e que “fez mais e melhor”, bastando, para verificar isso, passar pelo Centro Histórico e alguns locais da Cidade e por algumas aldeias.

O autarca do PS explica que o processo do Hospital Privado “teve cerca de oito meses à espera de uma aprovação das Estradas de Portugal”, que dizia respeito “à questão dos acessos” e assegura que “o grupo hospital mantém o interesse em instalar esta unidade no município de Beja”. Acessibilidades, habitação, dimensão social, a par do sector da saúde, foram temas abordados ao longo da Grande Entrevista, na Rádio Pax.

No final do mandato, Paulo Arsénio revela que “manter” o atual “ritmo de lançamento de obras e de conclusão de projetos” será a prioridade do executivo municipal.