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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Município de Alandroal passa a distribuir fruta gratuita ao pré-escolar e 1.º ciclo

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O Município de Alandroal vai passar a distribuir fruta gratuita aos alunos do pré-escolar e do 1.º ciclo daquele concelho alentejano. A iniciativa decorre de uma candidatura que o município fez ao Instituto de Financiamento de Agricultura e Pescas e que foi agora aprovada. A distribuição da fruta gratuita a estes alunos arranca a 9 de outubro e vai ser feita durante 30 semanas, às terças e quintas.

Para João Grilo, presidente daquela autarquia, a medida visa introduzir hábitos alimentares saudáveis nas crianças em tenra idade e é acompanhada por outras acções pedagógica que incentivam uma alimentação equilibrada.

APOSTAR MAIS NA ESCOLA PARA TODOS

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A Escola para Todos, como se dizia, ou Escola Inclusiva, como se diz hoje, tem de ser mais do que um slogan. Tem de integrar as políticas educativas e estar sempre presente na organização e práticas das escolas.

Agora que se iniciou a preparação do novo ano lectivo, a criação de turmas só com crianças ciganas e com horários desfasados das outras, para que as crianças se misturem o menos possível tem de ser liminarmente rejeitado pelas comunidades educativas e pelo governo.

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Um governo que, pela primeira vez na nossa História, é liderado por um primeiro-ministro de ascendência indiana e que integra uma ministra negra, um secretário de estado de etnia cigana e uma secretária de estado invisual não pode, mais do que qualquer outro, admitir práticas de exclusão ou segregação, como a que referi.

Não podemos conviver com essas práticas como se fossem normais, nos tempos que vivemos, porque não são aceitáveis.

Sei bem que não é fácil lidar com a diferença, mas também sei que a inclusão representa um investimento, porque faz de nós todos melhores pessoas e, consequentemente, ajuda a tornar a sociedade melhor e evita custos maiores para o Estado. 

CÂMARA DE BEJA PROMOVE “BRINCA, JOGA E CRESCE”

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A Câmara de Beja acaba de criar o projecto “Brinca, Joga e Cresce”. Trata-se de uma iniciativa que disponibiliza “apoio técnico ao nível da expressão e educação físico-motora nas escolas do pré-escolar público”, anuncia a autarquia.

Os técnicos do serviço de Desporto da Câmara vão deslocar-se às escolas, uma vez por semana, para colaborar com as Educadoras de Infância na planificação e dinamização das aulas de Educação Física com o intuito de “contribuir para o desenvolvimento multilateral e harmonioso da criança”.

“BEJA EDUCA” AVANÇA NAS ESCOLAS DO CONCELHO

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A Câmara Municipal de Beja implementou, recentemente, nas várias escolas do concelho, uma nova medida, integrada no âmbito do Programa “Beja Educa”.

A trabalhar no programa estão duas equipas multidisciplinares, constituídas por terapeutas da fala, psicólogos educacionais e clínicos, e animadores sócio educativos, para satisfazer as necessidades prementes na comunidade escolar a nível concelhio”.

O "Beja Educa” pretende “promover um ensino de qualidade para todos e o sucesso escolar, numa perspetiva de valorização da igualdade de oportunidades, com a implementação de projetos que desenvolvam no território educativo mais valias de coesão, de forma a potencializar todos os alunos”.

MANUEL BARROSO E FRANCISCO MARQUES DEMITIDOS DAS DRE DO ALENTEJO E ALGARVE

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“Atraso na contratação de auxiliares dita a exoneração do delegado do Alentejo”, Manuel Maria Barroso. “Processos disciplinares por comportamento indevido e por uso indevido de viatura vão levar à saída do dirigente do Algarve”, Francisco Marques. A Voz da Planície não conseguiu falar com Manuel Maria Barroso e Francisco Marques diz tratar-se de “atentado ao seu bom nome”.

Os dois delegados regionais de Educação em causa estão a exercer funções de “forma ilegal há um ano e 9 meses, depois do concurso que os selecionou ter sido anulado”. Contudo, não é este o motivo que leva a “secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, a afastar os dois responsáveis.”

MUNICÍPIO DE ALVITO CONTRATUALIZA ESTRATÉGIA PARA A EDUCAÇÃO

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O Plano Estratégico Educativo Municipal de Alvito – PEEMA, ambiciona a conjugação dinâmica de um alargado conjunto de ações de natureza imaterial, centradas na dinamização pessoal, social, cultural e desportiva, numa perspetiva de capacitação e promoção de um desenvolvimento local sustentável.

O documento compreende cinco eixos estratégicos: consolidar a qualidade e o reconhecimento dos processos formativos; apostar num ecossistema acolhedor, inovador e impulsionador do empreendedorismo; melhorar os níveis de qualificação e de sucesso educativo; enriquecer a cidadania participativa, solidária e o sentimento de pertença; reforçar a aposta na valorização dos recursos endógenos para a diferenciação educativa, cultural e económica.

O plano de ação inclui várias medidas e assume um conjunto de 11 metas globais a atingir até Setembro 2021.

O PEEMA assume-se como uma resposta integrada às necessidades da comunidade e visa operacionalizar a vontade do município em qualificar e melhorar a educação e a formação de todos os munícipes, em todas as fases e contextos de vida, através da otimização dos recursos disponível.

O Presidente da Câmara refere que este Plano será o que todos nós coletivamente quisermos: depende do nosso empenho; Poderá ser, certamente, instrumento de mudança e contributo para um território mais FELIZ.

Recebido por email.

APRESENTADO PLANO PARA O PORTUGUÊS EM OLIVENÇA

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A Comissão Educativa para a Língua e Cultura Portuguesa, constituída por representantes dos Centros Educativos, da C.M. de Olivença, da Associação Cultural Além Guadiana e da cidadania, apresentaram, no dia 30 de dezembro de 2017, à Conselheira da Educação da Junta da Estremadura, o Plano Específico para a Língua e Cultura Portuguesa em Olivença, com o intuito de caminhar para o bilinguismo na nossa cidade.

Este projeto não se cinge só ao âmbito escolar, mas também é extensível ao conjunto de dimensões que constitui a cidadania. Ao traço linguístico deve-se unir o cultural, que nos tornam singulares. A transversalidade há de conseguirse através da cooperação de todos os estamentos. Com o que pode vir a representar o bilinguismo na nossa terra, devemos juntar forças entre todos, Câmara, Governo Regional, escolas, associações e cidadania.

Associação cultural Além Guadiana de Olivença

ANTIGO HOSPITAL DA MISERICÓRDIA DE MONFORTE TRANSFORMADO EM ESPAÇO DE EDUCAÇÃO E CULTURA

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O antigo hospital da Misericórdia de Monforte deu lugar a um centro de Formação e Educação, um novo espaço aberto à comunidade onde vai também funcionar a Universidade Sénior. A requalificação do edifício, abandonado há mais de meio século, é inaugurada esta quarta-feira.

O presidente da Câmara Municipal de Monforte, Gonçalo Lagem, disse que a obra “há muito ansiada pela população” dignifica o centro histórico da vila e coloca ao dispor da comunidade um vasto leque de equipamentos.

Um investimento de 460 mil euros, comparticipado por fundos comunitários em 85%.

É ASSIM QUE PROMOVEM A INCLUSÃO ESCOLAR?

A inclusão - e neste caso a inclusão escolar - já entrou no discurso político. Ainda bem, porque isso significa que ela é um anseio não só das famílias atingidas mas também da maioria das pessoas. Infelizmente, ao discurso só muito raramente se verifica o seu fomento na prática.

Exemplo disso é o que mais uma vez está a acontecer com os apoios aos alunos com necessidades especiais de educação. Estamos em meados de Outubro, um mês decorrido sobre o início do ano lectivo, e os terapeutas ainda não foram colocados, continuando os alunos sem os apoios de que tanto carecem para o necessário desenvolvimento e consequente inclusão. E as notícias que começam a surgir, como se nada de grave estivesse a acontecer, lançam as piores ameaças sobre as crianças e suas famílias, deixando-os sem rede. Nos casos que conheço directamente, os tempos dos terapeutas foram reduzidos em 50%. Uma criança que tinha dois tempos de fisioterapia e dois tempos de terapia da fala passa a ter apenas um tempo de cada terapia. E isto depois de já terem sido bastante reduzidos os tempos nos anos anteriores. 

Enquanto a aposta na inclusão for encarada como despesa em vez de investimento, estes cortes na educação inclusiva vão continuar a ser feitos para contribuirem para a redução do défice e ficamos todos a perder. 

E perante estas medidas o que fez o Conselho Municipal de Educação? Assiste, na bancada, considerando que se trata de um assunto que não lhe diz respeito? Esperemos que passe a ter um papel mais interventivo no acompanhamento da educação e na procura de soluções para os problemas existentes.

DEPOIS ADMIRAM-SE...-

Segundo me informaram, foi constituída uma turma do 1º ciclo só por alunos ciganos, a funcionar no edifício do 2ª ciclo de uma escola e com horários desfasados das outras turmas... Admitindo que seja correcta  a informação, parece-me uma situação inadmissível, para não dizer mais nada...

Atendendo à gravidade da situação criada, confirmando-se a sua veracidade, espero que os responsáveis a alterem rapidamente, porque não é criando guetos que se constrói uma escola inclusiva.

Sei quanto é difícil lidar com a diferença, mas também sei quanto é enriquecedora essa viência. Se não for a escola a fomentar a inclusão quem a fará? Tanta e tão justificada preocupação com a preparação dos alunos para a defesa do ambiente, da criação de hábitos de alimentação saudável e outros temas e depois trata-se desta forma a inclusão...

Independentemente da situação em concreto, parece-me que esta é uma questão que deve merecer a mais ampla discussão, porque está em causa a formação das novas gerações, que queremos melhores do que as nossas.

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    Penso que é facial perceber quem falta a verdade. ...

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    Tem toda a razão, às vezes parecem miúdos que pela...

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