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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Estamos com a Agricultura. Estamos consigo” é esta a nova campanha de rega da EDIA

Zé LG, 04.04.20

9125_big edia.jpgApesar de, no âmbito da evolução a situação em Portugal do Covid-19, manter encerrados todos os espaços de acesso público bem como a suspensão do atendimento presencial na sua sede e nos edifícios de apoio à exploração, a EDIA esclarece que continua a garantir o fornecimento de água aos seus clientes bem como o apoio que até aqui tem vindo a prestar, “fazendo de Alqueva o exemplo de uma agricultura solidária.”

Aconselha também os agricultores clientes da EDIA a utilizarem o email e o telefone para todos os contactos, incluindo a sua inscrição para a próxima campanha de rega, dirigindo-se desta forma às equipas operacionais do perímetro de rega em causa e cujos contactos se encontram nos novos editais em https://www.edia.pt/pt/o-que-fazemos/apoio-ao-agricultor/editais-aproveitamentos-hidroagricolas/.

EDIA acumula dívidas de regantes de Alqueva

Zé LG, 05.03.20

P1010794.JPGNo final de 2019, os cerca de 2 508 regantes tinham uma dívida à EDIA de cerca de 5 milhões e 205 mil euros, mais 3 milhões de euros que em ano anterior.
A EDIA refere que “existem dívidas por liquidar desde o ano de 2010” e que já foram “instauradas execuções fiscais”. Entre 2014 e 2019 a Empresa “instaurou 285 processos de execução fiscal”.
A empresa refere que “os clientes que apresentam saldo devedor à data da inscrição para a campanha de rega, que se realiza anualmente, não lhe é renovado o contrato, não tendo [por isso] acesso à água”.

“tudo serve para atacar os socialistas que concretizaram o que outros anunciaram”?

Zé LG, 29.02.20

AnuarioAgricolaAlqueva2019 (1).jpg“Os Alentejanos não se libertaram dos senhores da terra que ao longo de muitos anos, os pisaram, humilharam e condicionaram o seu pensamento, continuam hoje vulneráveis a uma cambada de ambientalistas de bolso que os procuram manipular com interesses políticos bem conhecidos, tudo serve para atacar os socialistas que concretizaram o que outros anunciaram, ao longo de décadas, mas nenhuns realizaram.
Todos os Alentejanos ouviram muito tempo que a face do Alentejo mudaria com os 110 mil há de regadio que Alqueva proporcionaria, obviamente que ninguém estava a pensar que esses 110.000 ha seriam para trigo ou cevada. Afirmar hoje que o olival e o amendoal consomem mais água que as culturas de regadio tradicional é uma profunda cretinice de quem, a todo o custo, quer denegrir aqueles que mais fizeram pelo Alentejo e pelos Alentejanos, afirmar que estas culturas utilizam mais agrotóxicos que as tradicionais (tomate, pimentão, milho, arroz etc) diz bem da ignorância de quem argumenta dessa forma, sabendo todos nós o objetivo de tal argumentação, ...
Anónimo 27.02.2020”, aqui.

“EDIA - Empresa Dos Inimigos do Ambiente”?

Zé LG, 26.02.20

AnuarioAgricolaAlqueva2019 (1).jpg"Quando toda agente de bom senso critica o olival, vem a EDIA argumentar que a solução dos problemas está nos olivais, amendoais, vinha e milho...
E porque não o tomate, o melão, a melancia, os pêssegos, as ameixas, a pêra, etc...
Certamente porque são actividades agrícolas que geram menos lucros.
Era bom que esta empresa não tente ser a CAP, nem que se preste a este serviço de merda que está aprestar aos alentejanos, só o que falta é também criarem linhas de crédito, para financiamento destas actividades.
Sim, porque é importante que a EDIA entenda que no Alentejo há mais gente para além dos agricultores.
...
Acham-se donos dum grande investimento nacional que foi a construção desta infraestrutura.
...

Recordo ainda que o nome da empresa é EDIA - Empresa de desenvolvimento e infraestruturas do Alqueva.

Parece que querem ter outras competências... então mudem o nome à coisa.

EDIA - Empresa Dos Inimigos do Ambiente...!
Acho que assim ficava mais catita.


Anónimo 26.02.2020", aqui, onde pode ler tudo.

EDIA já tem disponível o Anuário Agrícola de Alqueva 2019

Zé LG, 25.02.20

AnuarioAgricolaAlqueva2019 (1).jpgTrata-se de uma “ferramenta” que se assume cada vez mais como uma forma de auxiliar agricultores e investidores a desenvolverem actividades agrícolas sustentáveis. O documento sistematiza informação das várias culturas e variedades com potencial agrícola em Alqueva, a sua rentabilidade económica, bem como, análises às tendências variáveis de mercados nacionais e internacionais.

Consultar em: https://www.edia.pt/…/o-que-fazemos/apoio…/anuario-agricola/

EDIA “disponibiliza” serviços às autarquias

Zé LG, 31.01.20

202001291007517036.jpgA EDIA reuniu-se com as Câmaras Municipais da área de influência de Alqueva, para transmitir a disponibilidade para colocar à sua disposição os serviços de cartografia e os sistemas de informação geográfica, os ortofotomapas de 2019, bem como o acesso a toda a informação relevante dos diversos perímetros de rega e formação dos seus quadros técnicos.

Nova expansão do regadio de Alqueva já arrancou com a construção de dois novos blocos de rega

Zé LG, 29.01.20

202001271644488423.jpgA área a beneficiar pelo Bloco de Rega de Évora tem cerca de 3.000 hectares, está localizada no concelho de Évora, freguesias de Horta das Figueiras, Nossa Senhora de Machede e Torre de Coelheiros.

O bloco de rega de Cuba-Odivelas desenvolve-se entre os concelhos de Cuba, Alvito e Ferreira do Alentejo e ocupa uma área perto dos 2.800 hectares. A tomada de água localiza-se no Canal Alvito-Pisão, entre o adutor da Vidigueira e a derivação para o reservatório Cuba-Oeste.

A EDIA recorda que Alqueva já equipa cerca de 120 mil hectares com infraestruturas de rega, iniciando-se agora a segunda fase para instalação de mais cerca de 50 mil hectares, inseridos no Plano Nacional de Regadios, totalizando em 2023 um total de 170 mil hectares.

Associação Ambiental receia que “situações como a da aldeia das Fortes se venham a multiplicar”

Zé LG, 17.12.19

42208840_2099139730400968_4388250768738615296_n.jpA Associação Ambiental dos Amigos das Fortes considera que a constatação de que “a capacidade estática de armazenamento das unidades de receção de bagaço de azeitona está “praticamente esgotada” coloca em evidência as fragilidades do modelo de desenvolvimento e exploração do EFMA, a ausência da aceitação de uma estratégia global equilibrada para o setor agrícola e para o EFMA tem provocado desequilíbrios estruturais, que já penalizam as comunidades e populações residenciais limítrofes, onde estão instalados os olivais e as unidades de receção dos bagaços e que não tem dúvidas de que se nada for feito, situações como a da aldeia das Fortes se venham a multiplicar à medida que acresce a pressão para aumentar a capacidade de laboração das unidades industriais de extracção do óleo do bagaço de azeitona, e a abertura de novas fábricas.

20180924174604245.jpg

 

Maior bosque ripícola plantado em Portugal cresce nas margens da albufeira de Pedrógão

Zé LG, 14.12.19

Para compensar o coberto florestal que iria ficar coberto pelas águas, a EDIA plantou, em 2005, cerca de 650 mil árvores e transplantou 720 exemplares adultos de amieiros e freixos.

1421563.jpgQuando se assiste à destruição massiva e sistemática de galerias ripícolas (ribeirinhas) e de corredores ecológicos no território regado a partir das águas do Alqueva, a Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva (EDIA) apresenta uma das suas mais bem conseguidas medidas de compensação ambiental alguma vez realizada em Portugal. Numa albufeira, o imenso bosque plantado há anos cresce frondoso.

CPCBeja espõe “Arte numa perspetiva diferente” na EDIA

Zé LG, 03.12.19

imgLoader2.ashx.jpgA EDIA e o Centro de Paralisia Cerebral de Beja inauguram no dia 3, Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, a 18.ª edição da exposição “Arte numa perspetiva diferente”, dos utentes do Centro de Atividades Ocupacionais do CPCB.
A mostra, cuja abertura está agendada para as 16:00 horas, ficará patente ao público no edifício sede da EDIA, em Beja, até ao dia 6 de janeiro, podendo ser visitada de segunda a sexta-feira, das 09:00 às 18:00 horas.
A receita proveniente da venda dos trabalhos reverterá integralmente para o Centro de Paralisia Cerebral de Beja.