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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Extinção da EDAB novamente adiada

A Assembleia-Geral da EDAB voltou a reunir no final da semana passada, mas segundo Jorge Pulido Valente, presidente da Assembleia-Geral, esta reunião foi “inconclusiva”, porque, “Incompreensivelmente e inaceitavelmente”, o accionista maioritário, o Estado, “disse não ter condições para tomar a decisão” de extinção da empresa, pedindo outra Assembleia-Geral, que ficou agendada para o dia 4 de Setembro.

O autarca considera que “já chega desta novela” que está a custar aos contribuintes “mais de 100 mil euros por mês”, porque o orçamento da EDAB ia até Março, pelo que o passivo acumulado “já ultrapassa o um milhão de euros”.

Governo empata extinção da EDAB

A Assembleia-Geral da Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja (EDAB) voltou a reunir ontem. No passado dia 22 de Maio o accionista maioritário da EDAB, o Estado Português, propôs a suspensão dos trabalhos. Ontem, depois de retomada, a Assembleia foi novamente suspensa por proposta do Estado, quando se discutia o processo de extinção da EDAB, alegando que não recebeu atempadamente o orçamento de extinção da empresa.

Jorge Pulido Valente, presidente da Assembleia-Geral da EDAB, mostra-se indignado e afirma que na situação económica em que o país se encontra é “escandaloso” não acabar com a EDAB.

Governo adia liquidação da EDAB

A Assembleia-geral da EDAB – Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja, agendada para ontem à tarde, foi suspensa por um “período mínimo de quatro semanas”, por proposta do “accionista maioritário” da EDAB, o Estado Português, com os votos contra da AMBAAL e do NERBE/AEBAL, uma vez que, segundo a AMBAAL, o adiamento não foi fundamentado e os assuntos agendados têm “urgência” em ser tratados.
A AMBAAL e o NERBE “responsabilizam uma vez mais o accionista Estado, pela situação na EDAB desde Setembro de 2011 e por todas as consequências deste novo adiamento do processo de liquidação da empresa”.
In: http://www.radiopax.com/noticias.php?d=noticias&id=15275&c=1

Municípios exigem “urgência” na extinção da EDAB

"O processo de extinção da EBAB tem que ser resolvido com urgência e os acionistas devem ser compensados pelo investimento que fizeram na empresa", disse o presidente da AMBAAL, José Maria Pós-de-Mina, lembrando que a empresa devia ter sido extinta até final de 2011, mas tal ainda não aconteceu, devido à "falta de decisão do Governo" e que "desconhece os pormenores".
José Maria Pós-de-Mina afirmou que a AMBAAL e o NERBE/AEBAL, também acionista da EDAB, vão pedir ao presidente da Assembleia-geral da empresa, Jorge Pulido Valente, para convocar uma assembleia-geral extraordinária para "tomar as decisões que se impõem" com vista à extinção da EDAB.

EDAB vai ser extinta até ao final do ano

A Assembleia-geral da EDAB reuniu ontem à tarde e votou favoravelmente a extinção da Empresa e nomeou uma comissão liquidatária constituída pelos dois administradores actualmente em funções.

Jorge Pulido Valente, presidente da AMBAAL, que preside à Assembleia-geral referiu que até 31 de Dezembro deste ano a Empresa vai ser extinta e que, no âmbito do processo de liquidação da Empresa, vai ser feito um encontro de contas entre o passivo e o activo para se verificar se as autarquias serão ressarcidas da sua participação no capital da Empresa.

E depois do (a construção) Aeroporto de Beja?

O governo divulgou recentemente que decidiu extinguir a EDAB. O que fez entretanto para concretizar essa decisão? Houve quem falasse em despacho, quando só existe um de há dois anos que determina a transferência do património da EDAB para a ANA. Mesmo neste caso, o que foi feito para além da nomeação de dois quadros da ANA para executarem tarefas que um dos administradores da EDAB poderia executar, pelo menos, tão bem como eles, sem receber as ajudas de custo que eles recebem (um vem dos Açores)? Quando paga o governo, através do OE, a dívida que a EDAB contraiu para poder pagar antecipadamente as comparticipações nacionais do investimento comparticipado pelos fundos comunitários e que depois, por falta de verba

s do OE, teve de suportar? Quando vai ser concretizada de facto a extinção da EDAB, quando vai ser feita a transferência do património para a ANA e quando vão ser encontradas soluções para os postos de trabalho restantes? Ou será que o governo, que tanto falta em rigor e corte nas despesas, vai permitir a continuação de despesas desnecessárias por falta de decisões?

A não realização da Assembleia-Geral da EDAB, na passada segunda-feira, devido à ausência do representante do accionista (maioritário) Estado, comunicada à última hora, não prenuncia nada de bom...

EDAB “deve ser extinta” porque "já não tem objecto"

O presidente da Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja (EDAB) defendeu hoje que a empresa devia ter sido extinta "há muito tempo", porque terminou a missão e "já não tem objecto" e, por isso, "não faz sentido".
"O que a EDAB tem defendido, e já expôs ao Governo, é que a empresa deve ser extinta e julgo que é essa a decisão que o Governo vai tomar", disse José Queiroz, que ainda não foi "informado oficialmente" sobre a decisão do Executivo de Pedro Passos Coelho.

A EDAB está na lista de organismos públicos que o Governo pretende extinguir.

EDAB ultrapassou a meta de endividamento

A EDAB- Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja não cumpriu os objectivos do governo, ultrapassando em 27% a meta de crescimento de 7% do endividamento das empresas públicas não financeiras definida para 2010. Para além da EDAB, também a Refer (9,1%), a Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (7,4 %), a Transtejo (21,5%) e a Estradas de Portugal (32,7%) ultrapassaram o limite fixado pelo governo.

Aeroporto de Beja não descola mas alimenta muita conversa

Uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas (TC) ao Aeroporto Civil de Beja conclui que a infra-estrutura onde já foram investidos cerca de 34 milhões de euros “não tinha assegurada a viabilidade económica”.

O aeroporto de Beja, construído mas ainda sem funcionar, já custou quase 35,4 milhões de euros, mais do que o previsto, e poderá atingir 74 milhões de euros, segundo o TC.

O secretário de Estado das Obras Públicas negou a existência de derrapagens nos custos do aeroporto de Beja, realçando que os investimentos de 39 milhões apontados pelo TC apenas serão necessários caso seja necessário ampliar a pista, acrescentando que o investimento anunciado para o aeroporto de Beja foi de 33 milhões de euros e o "investimento concretizado necessário para a abertura da pista é de cerca de 30 milhões de euros".

O presidente da Câmara Municipal de Beja considera que o TC desconhece a realidade bejense e a importância do aeroporto de Beja para a região. É desta forma que Jorge Pulido Valente reage ao relatório do TC que aponta diversas falhas ao aeroporto, que, apesar de ter começado a ser construído há dez anos, continua a não estar pronto para receber os serviços mais básicos.

Não há meio de acabarem as obras e de porem, finalmente, o Aeroporto de Beja a funcionar, mas a conversa não vai parar tão cedo. É caso para se dizer: E se falassem menos e fizessem mais, designadamente o que tem de ser feito para pôr o Aeroporto a funcionar e a desempenhar a função para que foi construído, a promoção do desenvolvimento da região?

 

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